Encontro "Mapeamento Colaborativo e Cultura da Participação e o Espaço Urbano", em Porto Alegre

Nesta terça feira, 10 de dezembro, o laboratório TransvençãoLAB, de Porto Alegre - RS,  receberá o grupo Poaxpatial para o encontro “Mapeamento Colaborativo e Cultura da Participação e o Espaço Urbano”, que debaterá os usos destas ferramentas e possibilidades de mapeamento na compreensão do nosso ambiente construído – a cidade.
Estão convidados todos os profissionais que pensam a cidade, pessoas que imaginam o espaço urbano e todos os interessados em repensar o ambiente em que vivemos.

Poaxpatial
Arquitetos e urbanistas de Porto Alegre (RS) com interesse comum em geotecnologias e Sistema de Informação Geográfica (SIG) resolveram reunir em um lugar suas ideias, pesquisas e incentivos para o uso destas ferramentas que podem auxiliar a análise, planejamento e participação pública das cidades.
O grupo busca disseminar e construir conhecimento e informação espacial sobre o espaço urbano de forma multidisciplinar e colaborativa. Entender e interpretar de novas formas o que pensamos e o que propomos para as nossas cidades através da representação e discutição da urbe, do bairro, das pessoas, dos fenômenos, das relações e dos acontecimentos que nos cercam.

TransLAB
O TransLAB é um laboratório para experimentar, planejar e desenvolver projetos de inovação social. Um ambiente de experimentação aberto para todas as pessoas que se preocupam com a cidade e querem agir de maneira propositiva para gerar mudanças. Voltado para o planejamento e prototipagem, dentro desse laboratório conhecimentos são compartilhados, ideias conectadas e projetos de impacto social testados, buscando a sustentabilidade econômica.

Fonte:Romullo Baratto. "Encontro "Mapeamento Colaborativo e Cultura da Participação e o Espaço Urbano", em Porto Alegre" 06 Dec 2013. ArchDaily. Accessed 8 Dez 2013.  http://www.archdaily.com.br/br/01-158422/encontro-mapeamento-colaborativo-e-cultura-da-participacao-e-o-espaco-urbano-em-porto-alegre

Livro - Renovação Urbana, Mercantilização da Cidade e Desigualdades Socioespaciais



Esta obra coletiva vem somar-se a muitos outros trabalhos que, nos últimos anos, se têm consagrado a desvendar o enigma das grandes cidades de início do século XXI. Sua contribuição é relevante. E ele nos alerta para a necessidade, urgência mesmo, de enfrentar o maior desafio de todos: encontrar os caminhos para transformar as resistências, cada resistência, toda a resistência em alternativas contra-hegemônicas. A cidade mais justa, voltada para os citadinos e não para os grandes negócios corporativos, nascerá das múltiplas formas de associação entre a prática da crítica e a crítica da prática. (fragmento do texto de orelha da autoria do professor Carlos Vainer)
 

Fonte e maiores informações: http://mauad.com.br/index.php?route=product/product&product_id=18880

Arquitetura Biomimética: o que podemos aprender da natureza?

A arquitetura biomimética é uma corrente contemporânea que busca soluções sustentáveis na natureza, sem simplesmente replicar suas formas, mas através da compreensão das normas que a regem. Este enfoque multidisciplinar busca seguir uma série de princípios ao invés de se concentrar em códigos estilísticos.
Estes mecanismos naturais parecem funcionar melhor que algumas das tecnologias mais avançadas da atualidade, necessitam de menos energia e não produzem resíduos nem deixam marcas. O desafio está em como os arquitetos estão concretizando estes mecanismos... e se realmente funcionam como os sistemas que os inspiraram.
Reveja, a seguir, alguns exemplos construídos.
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Estadio Nacional de Beijing / Herzog & De Meuron. Imagem © beijingbirdsnest.wordpress.com
À primeira vista, ao observar as recentes obras que abordam o biomimetismo, parece que esta corrente se reduziu, na maioria dos casos, a uma mera inspiração formal.
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Centro Aquático Nacional de Pequim / PTW Arquitectos. Imagem © David Gray/Reuters /Landov
Por exemplo, o famoso Estádio Nacional de Pequim - projetado pelo escritório Herzog & de Meuron- de estrutura metálica inspirada em um ninho de pássaro; o Cubo de Água do escritório PTW Arquitectos para o Centro Aquático Nacional; ou o Pabellón Quadracci do Museu de Arte de Milwaukee de Santiago Calatrava, que se abre e se fecha durante o dia, como as asas de uma mariposa ou o movimento de abertura de uma flor.
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Pabellón Quadracci / Santiago Calatrava. Imagem © Michael Hicks (Mulad)
Muitas dessas expressões, que à primeira vista parecem apenas estéticas, revelam em certos casos uma ordem subjacente que de alguma forma melhoram a eficiência do edifício, não apenas em termos energéticos, mas também construtivamente, funcionalmente e quanto aos materiais empregados.
Quando Calatrava utilizou a torção do "torso humano" como uma metáfora para seu projeto Chicago Spire, sem se dar conta - e apesar das críticas - impulsionou um avanço na engenharia da construção: estruturas em espiral que se comportam muito bem frente aos esforços do vento. Muitos anos antes, Frank Lloyd Wright havia desenvolvido a ideia de uma raiz de árvore para projetos de edifícios altos, erguidos sobre um imponente apoio central, com os pavimentos em balanço como os galhos de uma árvore.
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Torre Price / Frank Lloyd Wright. Imagem © Ben Russell / iStockPhoto
Outro exemplo é o sistema de resfriamento passivo em Eastgate Center de Mick Pearce no Zimbábue, que imita a forma dos cupinzeiros africanos para manter constante a temperatura interna, apesar das grandes variações de temperatura da região. O centro utiliza o ar frio da noite para resfriar a massa do edifício, e durante o dia este ar sobe do térreo em direção aos pavimentos superiores através de chaminés.
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Eastgate Centre / Mick Pearce. Imagem © David Brazier
O edifício Johnson Wax de Frank Lloyd Wright apresenta colunas que se expandem à medida que sobem, semelhante a folhas de vitória régia que flutuam na superfície da água. Estas colunas foram as primeiras estruturas em casca de concreto do mundo, possíveis apenas através do uso de telas reforçadas de aço. O resultado é um espaço de trabalho muito aberto e muito bem iluminado, uma espécie de jardim murado.
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Johnson Wax / Frank Lloyd Wright. Imagem © Mindsimedia, Vía Flickr
Podemos encontrar outros exemplos atuais em projetos paramétricos, que - inspirados em carapaças de insetos, microrganismos celulares ou estruturas orgânicas - permitem ajustar os componentes estruturais para se abrir ou se fechar segundo a orientação solar, as condições climáticas ou o programa interno. Muitos destes projetos podem funcionar de forma reativa ao meio ambiente, ajustando-se às diferentes condições.
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ICD/ITKE Research Pavilion. Cortesia de ICD-ITKE
Alguns exemplos se envolvem mais intensamente nos processos naturais para gerar sistemas funcionais sob forma de "edifícios vivos", enquanto que outros projetos tomam certos elementos formais para gerar uma estrutura ou um conceito construtivo. Acreditamos que todas estas abordagens são válidas se trouxerem qualidades à arquitetura; a natureza está aí esperando que suas lições tenham uma boa aplicação.
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Hygroscope / Centro pompidou. Imagem © Achim Menges + Steffen Reichert
Que outros exemplos notáveis de arquitetura biomimética você conhece? Os leitores e leitoras acreditam que "esta inspiração natural" seja uma boa maneira de iniciar o processo de projeto de um edifício que busca a sustentabilidade? Deixe suas opiniões na seção de comentários abaixo.

Referências: GreenBiz
 
Fonte:Tomás, José. "Arquitetura Biomimética: o que podemos aprender da natureza?" [Arquitectura Biomimética: ¿Qué podemos aprender de la Naturaleza?] 05 Dec 2013. ArchDaily. (Baratto, Romullo Trans.)  http://www.archdaily.com.br/br/01-157662/arquitetura-biomimetica-o-que-podemos-aprender-da-natureza?utm_source=ArchDaily+Brasil&utm_campaign=1ac05802f5-Archdaily-Brasil-Newsletter&utm_medium=email&utm_term=0_318e05562a-1ac05802f5-407774757

Guia de Sustentabilidade na Arquitetura: acesso gratuito no site da AsBEA



O objetivo do  GUIA é alinhar, entre contratante e contratado, os principais tópicos que deverão ser abordados no desenvolvimento do projeto, desde o levantamento das condições locais e do entorno do terreno, até os parâmetros de conforto, manutenção, durabilidade dos componentes e vida útil da edificação.

Guia de Sustentabilidade na Arquitetura - diretrizes de Escopo para projetistas e contratantes

                                                                                                                                                                  Baixe o Guia :
                                                                                                                                     http://www.caubr.gov.br/wp-content/uploads/2014/02/AF6_asbea_sustentabilidade.pdf

Lançamento do livro Planejamento & Urbanismo na atualidade brasileira


Os organizadores do livro “Planejamento & Urbanismo na atualidade brasileira”, Suely F. N. Gonzales, Jorge Guilherme Francisconi e Aldo Paviani, convidam para o lançamento da obra, que será realizado no dia 9 de dezembro, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, a partir das 18h. O lançamento será precedido por uma mesa-redonda, prevista para às 15h.

O livro teve, como ponto de partida, a demanda que a realidade urbana brasileira impõe às Universidades, às quais   somam -se as  exigências   estabelecidas na legislação que criou o CAU e que o MEC deve fazer cumprir.

Serviço
Lançamento do livro Planejamento & Urbanismo
Data: 9 de dezembro
Horário: 18h
Local: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)
Endereço: Sces Trecho 2, Brasília-DF


Mesa-redonda
Horário: 15h
Local: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)
Endereço: Sces Trecho 2, Brasília-DF

Fonte: http://www.iab.org.br/agenda/lancamento-do-livro-planejamento-urbanismo-na-atualidade-brasileira          

Um ano sem Oscar Niemeyer



 “Minha primeira preocupação foi compreender que a curva existe”

Oscar Niemeyer (1907-2012)



Há um ano o Brasil perdeu um dos mestres de sua Arquitetura. Oscar Niemeyer faleceu prestes a completar 105 anos de idade. Sua impressionante longevidade deriva de uma força criativa ímpar, expressa em uma galeria de trabalhos célebres em todo mundo, percurso iniciado em 1937, com a chamada Obra do Berço, no bairro da Lagoa, Rio de Janeiro.

 Com pilotis, plantas e fachadas livres, já demonstrava a influência do arquiteto francês Le Corbusier – com o qual teve a oportunidade de trabalhar um ano antes, quando este esteve no Brasil.

 Cláudio Queiroz, professor da Universidade de Brasília (UnB) e antigo colaborador de Niemeyer, o criador dos principais edifícios de Brasília conjugava a uma visão de mundo universal outra contextual, em que considera os elementos culturais e inspirações locais. “Ele celebra nosso cosmopolitismo de modo formidável”.

 “Niemeyer é indiscutivelmente a grande referência da arquitetura brasileira, está acima de qualquer crítica. Embora não seja perfeita, é uma obra soberba”, avalia o arquiteto José Carlos Córdova Coutinho, um dos maiores estudiosos da obra de Niemeyer. Conforme o professor, o mestre nunca se propôs a ser funcionalista, “mas sempre perseguiu, confessadamente, surpresa, emoção, encantamento. Sua obra é espetacular,  pois entende a arquitetura como espetáculo”. Para ele, Niemeyer está no panteão da cultura brasileira, não só da arquitetura, ao lado de nomes como Portinari, Carlos Drummond de Andrade que marcaram indelevelmente uma época.

 “Cada projeto novo que iniciava, se fosse uma residência nos Alpes Suíços, um palácio ou estudo da casa do motorista dele numa favela no Rio de Janeiro, com o mesmo entusiasmo eu via um menino”, lembra o presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro, que o visitara poucas semanas antes de sua morte. “Poucos, raros, raríssimos têm uma produção de tal molde, tal quantidade, com qualidade, produzidas de fato de próprio punho. Conduzia seu escritório fazendo obras no mundo inteiro como um ateliê de arquitetura, onde efetivamente tudo saia de sua caneta e todos os detalhes fundamentais eram resolvidos pessoalmente por ele”.

 Niemeyer foi um produtor de paisagens. Toda a sua obra em qualquer cidade no Brasil ou no mundo referencia a cidade. Ao ver o Edifício Copan, por exemplo, sabemos que é São Paulo. A mesma coisa com o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, o complexo da Pampulha em Belo Horizonte. Brasília.

Oscar Niemeyer Soares Filho, autor de mais de 600 obras, foi o primeiro arquiteto e urbanista a se registrar no CAU/BR, com o número A0001-9.

Fonte: http://www.caubr.gov.br/?p=17717

Plataforma Diálogos CBCS

O CBCS convida todos que buscam promover ideias e trocar informações sobre práticas de construção civil sustentável a participar da plataforma virtual Diálogos CBCS
 
Lançada durante o 6º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável (SBCS13) com o objetivo de estabelecer um novo canal de comunicação e expressão para o setor, a Plataforma Diálogos CBCS já está no ar. O primeiro debate traz o tema "Durabilidade, Vida Útil e Sustentabilidade" para a produção coletiva de um documento a ser compilado e divulgado pelo CBCS.
Vanderley John e Vera Hachich, coordenadores do Comitê Temático Materiais do CBCS e curadores do primeiro debate da plataforma virtual, acreditam que a norma de desempenho de materiais de construção é um dos assuntos em voga atualmente e que pode se tornar destaque durante as discussões. "Interessa aos fabricantes, projetistas e construtoras que precisam entender com precisão as diferenças entre garantia e vida útil de um produto, a extração de recursos naturais e a geração de resíduos do berço ao túmulo" disse John durante a cerimônia de lançamento da Plataforma Diálogos CBCS.
Assista ao vídeo de lançamento durante o SBCS13 aqui! E participe do processo vivo de debate para compartilhar informações, cases, pesquisas e estudos via website.

Plataforma



 

 


 


Seminário Construção Sustentável

Seminário - Construção Sustentável será realizado em 10/12/2013



Acontecerá próximo dia 10 de dezembro, no Plenário 14, Anexo II, da Câmara dos Deputados, em Brasília, o Seminário Construção Sustentável.



O objetivo do Seminário é buscar um modelo que priorize o desenvolvimento humano, da inovação tecnológica e do uso equilibrado de recursos disponíveis. Considerando o cenário de franco desenvolvimento do país, e a alta demanda por obras, para que o setor alcance um estágio no qual a construção sustentável seja uma pratica universalizada, é necessária uma padronização.



Confira a programação em:  http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/comissoes/comissoes-permanentes/cdu/noticias/seminario-construcao-sustentavel-10-12-2013

Fonte: http://www.caubr.gov.br/?p=17631
 
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