Nesta terça feira, 10 de dezembro, o laboratório TransvençãoLAB, de Porto Alegre - RS, receberá o grupo Poaxpatial para o encontro “Mapeamento Colaborativo e Cultura da Participação e o Espaço Urbano”,
que debaterá os usos destas ferramentas e possibilidades de mapeamento
na compreensão do nosso ambiente construído – a cidade.
Estão
convidados todos os profissionais que pensam a cidade, pessoas que
imaginam o espaço urbano e todos os interessados em repensar o ambiente
em que vivemos.
Poaxpatial
Arquitetos
e urbanistas de Porto Alegre (RS) com interesse comum em geotecnologias
e Sistema de Informação Geográfica (SIG) resolveram reunir em um lugar
suas ideias, pesquisas e incentivos para o uso destas ferramentas que
podem auxiliar a análise, planejamento e participação pública das
cidades.
O grupo busca disseminar e construir
conhecimento e informação espacial sobre o espaço urbano de forma
multidisciplinar e colaborativa. Entender e interpretar de novas formas o
que pensamos e o que propomos para as nossas cidades através da
representação e discutição da urbe, do bairro, das pessoas, dos
fenômenos, das relações e dos acontecimentos que nos cercam.
TransLAB
O
TransLAB é um laboratório para experimentar, planejar e desenvolver
projetos de inovação social. Um ambiente de experimentação aberto para
todas as pessoas que se preocupam com a cidade e querem agir de maneira
propositiva para gerar mudanças. Voltado para o planejamento e
prototipagem, dentro desse laboratório conhecimentos são compartilhados,
ideias conectadas e projetos de impacto social testados, buscando a
sustentabilidade econômica.
Esta obra coletiva vem somar-se a muitos outros trabalhos que, nos últimos anos, se têm consagrado a desvendar o enigma das grandes cidades de início do século XXI. Sua contribuição é relevante. E ele nos alerta para a necessidade, urgência mesmo, de enfrentar o maior desafio de todos: encontrar os caminhos para transformar as resistências, cada resistência, toda a resistência em alternativas contra-hegemônicas. A cidade mais justa, voltada para os citadinos e não para os grandes negócios corporativos, nascerá das múltiplas formas de associação entre a prática da crítica e a crítica da prática. (fragmento do texto de orelha da autoria do professor Carlos Vainer)
O objetivo do GUIA é alinhar, entre contratante e contratado, os principais tópicos que deverão ser abordados no desenvolvimento do projeto, desde o levantamento das condições locais e do entorno do terreno, até os parâmetros de conforto, manutenção, durabilidade dos componentes e vida útil da edificação.
Os organizadores do livro “Planejamento & Urbanismo na atualidade
brasileira”, Suely F. N. Gonzales, Jorge Guilherme Francisconi e Aldo
Paviani, convidam para o lançamento da obra, que será realizado no dia 9
de dezembro, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, a
partir das 18h. O lançamento será precedido por uma mesa-redonda,
prevista para às 15h.
O livro teve, como ponto de partida, a demanda que a realidade urbana
brasileira impõe às Universidades, às quais somam -se as exigências
estabelecidas na legislação que criou o CAU e que o MEC deve fazer
cumprir.
Serviço
Lançamento do livro Planejamento & Urbanismo
Data: 9 de dezembro
Horário: 18h
Local: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)
Endereço: Sces Trecho 2, Brasília-DF
Mesa-redonda
Horário: 15h
Local: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB)
Endereço: Sces Trecho 2, Brasília-DF
“Minha primeira preocupação foi compreender que a curva existe”
Oscar Niemeyer (1907-2012)
Há um ano o Brasil perdeu um dos mestres de sua Arquitetura. Oscar
Niemeyer faleceu prestes a completar 105 anos de idade. Sua
impressionante longevidade deriva de uma força criativa ímpar, expressa
em uma galeria de trabalhos célebres em todo mundo, percurso iniciado em
1937, com a chamada Obra do Berço, no bairro da Lagoa, Rio de Janeiro.
Com pilotis, plantas e fachadas livres, já demonstrava a influência
do arquiteto francês Le Corbusier – com o qual teve a oportunidade de
trabalhar um ano antes, quando este esteve no Brasil.
Cláudio Queiroz, professor da Universidade de Brasília (UnB) e antigo
colaborador de Niemeyer, o criador dos principais edifícios de Brasília
conjugava a uma visão de mundo universal outra contextual, em que
considera os elementos culturais e inspirações locais. “Ele celebra
nosso cosmopolitismo de modo formidável”.
“Niemeyer é indiscutivelmente a grande referência da arquitetura
brasileira, está acima de qualquer crítica. Embora não seja perfeita, é
uma obra soberba”, avalia o arquiteto José Carlos Córdova Coutinho, um
dos maiores estudiosos da obra de Niemeyer. Conforme o professor, o
mestre nunca se propôs a ser funcionalista, “mas sempre perseguiu,
confessadamente, surpresa, emoção, encantamento. Sua obra é
espetacular, pois entende a arquitetura como espetáculo”. Para ele,
Niemeyer está no panteão da cultura brasileira, não só da arquitetura,
ao lado de nomes como Portinari, Carlos Drummond de Andrade que marcaram
indelevelmente uma época.
“Cada projeto novo que iniciava, se fosse uma residência nos Alpes
Suíços, um palácio ou estudo da casa do motorista dele numa favela no
Rio de Janeiro, com o mesmo entusiasmo eu via um menino”, lembra o
presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro, que o visitara poucas semanas
antes de sua morte. “Poucos, raros, raríssimos têm uma produção de tal
molde, tal quantidade, com qualidade, produzidas de fato de próprio
punho. Conduzia seu escritório fazendo obras no mundo inteiro como um
ateliê de arquitetura, onde efetivamente tudo saia de sua caneta e todos
os detalhes fundamentais eram resolvidos pessoalmente por ele”.
Niemeyer foi um produtor de paisagens. Toda a sua obra em qualquer
cidade no Brasil ou no mundo referencia a cidade. Ao ver o Edifício
Copan, por exemplo, sabemos que é São Paulo. A mesma coisa com o Museu
de Arte Contemporânea de Niterói, o complexo da Pampulha em Belo
Horizonte. Brasília.
Oscar Niemeyer Soares Filho, autor de mais de 600 obras, foi o
primeiro arquiteto e urbanista a se registrar no CAU/BR, com o número
A0001-9.
O CBCS convida todos que buscam promover ideias e trocar informações sobre práticas de construção civil sustentável a participar da plataforma virtual Diálogos CBCS
Lançada durante o 6º Simpósio Brasileiro de Construção Sustentável (SBCS13) com o objetivo de estabelecer um novo canal de comunicação e expressão para o setor, a Plataforma Diálogos CBCS já está no ar. O primeiro debate traz o tema "Durabilidade, Vida Útil e Sustentabilidade" para a produção coletiva de um documento a ser compilado e divulgado pelo CBCS. Vanderley John e Vera Hachich, coordenadores do Comitê Temático Materiais do CBCS e curadores do primeiro debate da plataforma virtual, acreditam que a norma de desempenho de materiais de construção é um dos assuntos em voga atualmente e que pode se tornar destaque durante as discussões. "Interessa aos fabricantes, projetistas e construtoras que precisam entender com precisão as diferenças entre garantia e vida útil de um produto, a extração de recursos naturais e a geração de resíduos do berço ao túmulo" disse John durante a cerimônia de lançamento da Plataforma Diálogos CBCS. Assista ao vídeo de lançamento durante o SBCS13 aqui! E participe do processo vivo de debate para compartilhar informações, cases, pesquisas e estudos via website.
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Acontecerá próximo dia 10 de dezembro, no Plenário 14, Anexo II, da
Câmara dos Deputados, em Brasília, o Seminário Construção Sustentável.
O objetivo do Seminário é buscar um modelo que priorize o
desenvolvimento humano, da inovação tecnológica e do uso equilibrado de
recursos disponíveis. Considerando o cenário de franco desenvolvimento
do país, e a alta demanda por obras, para que o setor alcance um estágio
no qual a construção sustentável seja uma pratica universalizada, é
necessária uma padronização.