Cinema e Arquitetura: "Espaço Modular"

Apresentado recentemente no Arqfilmfest Santiago de Chile 2013, o documentário "Espacio Modular" ("Espaço Modular" - tradução livre), de Bautista Cofré Yáñez e Nicole Ampuero Rodríguez, retrata a chegada do negócio imobiliário à cidade de Valparaíso.

Apesar de ser nomeada Patrimônio da Humanidade no ano de 2003, as lógicas habitacionais modernas foram quebradas em suas colinas, levantando altos edifícios que rompem com a coerência histórica do porto, transformando e deteriorando a cidade. O documentários apresenta mais do que apenas o testemunho de seus habitantes, muitos dos quais já não podem ver o mar desde suas janelas, apenas grandes muros de concreto.

Mais detalhes, a seguir:

Vídeo: http://documentalem.wix.com/espaciomodular#!portraits/ckiy

 

© Espacio Modular         © Espacio Modular

FICHA TÉCNICA

Direção, Produção e Montagem: Bautista Cofré Yáñez, Nicole Ampuero Rodríguez
Câmera e Edição: Bautista Cofré Yáñez
Som: Nicole Ampuero Rodríguez
Categoria: Documentário Curta-metragem
País: Chile
Ano: 2013
Duração: 29 Min.

03       © Espacio Modular

SINOPSE

Valparaíso, hoje patrimônio da humanidade, é o mais importante centro urbano turístico no Chile, devido a sua particular arquitetura e identidade portenha. Suas características marcadas pelas colinas, elevadores, edificações e privilegiada vista ao mar, desde qualquer ponto da cidade, são parte do atrativo que a converteu num produto de grande interesse e exploração comercial.

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Hoje, a cidade se transforma e avança deixando a seu passo claros sinais de deterioramento com o tempo. É imposta uma lógica habitacional moderna e com mínima regulação, alterando a coerência arquitetônica e identitária da cidade, restringindo o livre acesso ao sol, ar e a vista ao mar, vendida a portenhos santiaguinos e estrangeiros como produto de custo elevado, privatizando assim o patrimônio de todos os habitantes de Valparaíso.

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Seleção oficial de Festivais: ARQFILMFEST - Festival internacional de Cine y Arquitectura de Santiago 2013 (Concorrente - Documentário Nacional) / 25 FICVINA - Festival internacional de Cine de Viña del mar 2013 / 6 FESTIVAL CINE B, 2013.

* Mais informações no seguinte link.

Fonte:Tomás, José. "Cinema e Arquitetura: "Espaço Modular"" [Cine y Arquitectura: "Espacio Modular"] 03 Jan 2014. ArchDaily. (Delaqua, Victor Trans.) Accessed 4 Jan 2014. <

Divulgado vencedor do concurso de parque linear em Medellín

O projeto Parque Botánico Río Medellín, de Juan Sebastian Gomez e David Hoyos, do escritório Latitud Oficina de Arquitetura, foi o vencedor do concurso para anteprojeto paisagístico, urbanístico e arquitetônico de um parque no entorno Dio rio Medellín, Colômbia. Em espanhol. Leia mais sobre o projeto em: Notícias do mundo da arquitetura

Veja o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=U0vbVuYObKo

 

 


Divulgação: Latitud

 

Divulgação: Latitud














                                                                                                                                                                                             CORTE – TÚNEL

Divulgação: Latitud

Divulgação: Latitud


Fonte: http://au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/237/latitud-oficina-de-arquitetura-vence-concurso-para-parque-no-rio-302181-1.aspx

Cadernos Museológicos: Acessibilidade a Museus

Na tarde de sexta-feira (22), a palestra Museus e acessibilidade – uma temática contemporânea reuniu cerca de 60 pessoas no auditório do edifício sede do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MInC), em Brasília (DF). O evento foi promovido pelo Programa Nacional de Educação Museal (PNEM) e também fez parte da programação do I Seminário do Sistema de Museus do Distrito Federal, que aconteceu nos dias 21 e 22.

Acessiblidade_PNEM

Isabel Portella apresentou dados relevantes sobre museus e acessibilidade

Na palestra, a coordenadora do Grupo de Trabalho Acessibilidade do PNEM, Isabel Portella, apresentou as várias especificidades que envolvem o tema. Isabel, que é pesquisadora do acervo do Museu da República/Ibram, no Rio de Janeiro (RJ), ressaltou que além das adaptações arquitetônicas e comunicacionais, o treinamento e a sensibilização da equipe são fundamentais para garantir a segurança e a autonomia do visitante com deficiência.

Deficiência e educação
Entre os dados apresentados por Isabel Portella, o número de pessoas com deficiência chamou a atenção de Maria Julia Chelini, do Museu de Geociências da Universidade de Brasília (UnB), que foi uma das debatedoras.

Realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Censo 2010 revelou que quase ¼ da população brasileira (23,9%) tem algum tipo de deficiência, o que representa cerca de 45,6 milhões de pessoas. Julia destacou, ainda, os dados sobre a educação no Brasil e sugeriu uma reflexão sobre como atender essa enorme parcela da população que está deixando de ser atendida nos museus em todo o país.

Rafaela Felício, arquiteta da Coordenação de Espaços Museais, Arquitetura e Expografia (Cemae/DPMUS/Ibram), mencionou o projeto de Requalificação Arquitetônica e Expográfica dos Museus do Ibram e relembrou o trabalho realizado pelo instituto, em parceria com a UFRJ e a Faperj, que resultou em um diagnóstico sobre condições de acessibilidade em museus do Rio de Janeiro.  Alguns desses dados estão disponíveis na publicação Cadernos Museológicos: Acessibilidade a Museus, disponível para download na página do Ibram.                                                      Saiba mais sobre o Programa Nacional de Educação Museal.

Baixe aqui: Cadernos Museológicos: Acessibilidade a Museus

Texto e foto: Ascom/Ibram

Fonte:http://www.museus.gov.br/tag/acessibilidade/

Ibram lança publicação sobre o diálogo entre Museus e Turismo

Museus_Turismo    O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/MinC) disponibiliza em formato digital a publicação Museus e Turismo – estratégias de cooperação, elaborada com vistas à interação das duas temáticas e as oportunidades de entrelaçamento dos setores para uma atuação cooperada dos diferentes agentes que os compõem.

A publicação marca o diálogo entre as áreas e demonstra o esforço do Ibram em preparar os museus para a recepção de visitantes em geral, bem como de fluxo turístico decorrente dos megaeventos esportivos programados para o país, como a Copa do Mundo FIFA 2014 e Olimpíadas 2016.

O esforço de aproximação entre as áreas de museus e o turismo implica em promover um diálogo para reconhecimento das suas diferenças e semelhanças, construção de entendimentos possíveis, percepção de oportunidades de ações conjuntas e desenvolvimento de práticas cooperativas. Acesse a publicação.

Publicação original: IBRAM

Fonte: http://defender.org.br/noticias/nacional/ibram-lanca-publicacao-sobre-o-dialogo-entre-museus-e-turismo/

Primeiro Lugar no Concurso para o Plano Diretor do Campus da Universidade Católica de Córdoba

01 Edifício Praça Ágora. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar               01 Edifício Praça Ágora. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar

A Pró-reitoria de Economia da Universidade Católica de Córdoba, Argentina, convocou o Concurso Interno de Anteprojetos "Plano Diretor Campus Universidade Católica de Córdoba e ideias para a nova área de Serviços" na qualidade de Entidade Promotora, e a Faculdade de Arquitetura e de Engenharia da Universidade, como Entidades Organizadoras.

A seguir apresentamos a proposta que obteve o Primeiro Lugar. O projeto é resultado do trabalho de uma equipe de docentes e alunos de diferentes unidades acadêmicas da Universidade. Deste grupo de projeto interdisciplinar participaram arquitetos, engenheiros civis, biólogos e engenheiros agrônomos com a colaboração de estudantes dos últimos anos desses cursos.

Veja o projeto completo a seguir.

00_mirada_totalizadora           00 Projeto. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar

As escalas de interação social como ferramenta de desenho para o Plano Diretor do Campus da UCC.

Descrição da equipe. Nossa proposta para o Plano Diretor integral e nova Área de Serviços, parte do objetivo de gerar espaços para encontro e interação social no campus da UCC. Para isso criamos espaços de diferentes escalas que favorecem o encontro entre as pessoas que são parte da instituição, e também para a inter-relação com os bairros vizinhos. A nova praça-edifício ÁGORA será o espaço para o macro encontro, definindo uma nova centralidade do campus com escala e caráter institucional, destacando seu papel de entrada do Campus.

A ideia principal que seguimos é a de reordenar o campus tendo como objetivo conseguir a maior interação social entre a comunidade UCC. Dessa forma abordamos o projeto em 3 escalas:

Interação em cada FACULDADE

Espaço físico: Pátios Internos. Terraços. Espaços que rodeiam cada faculdade (recuperação da arborização nos estacionamentos sul). 
Tipo de vínculo desejado: vínculos gerados entre companheiros de um mesmo curso que compartilham os espaços comuns de cada faculdade, tanto os educativos quanto os de recreação. Atividades: leitura e aulas ao ar livre, seminários, reuniões, exposições, recessos.

09_imagen_sector_bar          09 Imagem setor bar. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar

Interação INTER-FACULDADES/COMUNIDADE UCC

Espaço físico: Praça ÁGORA. Possibilita o encontro da comunidade universitária.
Tipo de vínculo desejado: Vínculos gerados pelo sentimento de pertencimento à Universidade Católica de Córdoba.
Atividades: Encontros, integração. Atividades extra-curriculares, acadêmicas e de difusão: recitais, cinema ao ar livre, festas institucionais. Espaços esportivos e comerciais. Vivenciar os rituais universitários.

11_recuperaci%c3%b3n_de_espacios_verdes._nuevas_aulas_a_cielo_abierto     11 Recuperação de espaços verdes. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar

Interação UCC com a SOCIEDADE

Espaço físico: Jardim botânico, Ginásios / poliesportivo coberto / escola de cultivos intensivos e orgânicos / Feiras de Exposição e Venda. Centro de serviços.
Tipo de vínculo desejado: fortalecimento e geração de vínculos entre a Universidade e seu entorno urbano.
Atividades: Culturais / Recreativas / De formação / Produtivas / Esportivas / Consultorias compartilhadas entre a comunidade universitária e a sociedade.

Levantamos 3 etapas de consolidação que tornam a proposta factível a curto (2016: 60 anos de UCC), médio (2036: 80 anos de UCC) e longo prazo (2056: 100 anos de UCC).

As primeiras duas etapas visam a universidade internamente, buscando resolver as necessidades internas da UCC. Já a terceira etapa constrói o eixo de ligação entre a Universidade e a sociedade.

02_l%c3%adnea_de_tiempo         02 Linha do tempo. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar

Plano Diretor integral

O plano Diretor integral é executado a partir de 3 eixos de ação que contribuem para os objetivos gerais:

Infraestrutura de edifícios e esportiva: a proposta contempla os edifícios existentes e os futuros respeitando a totalidade das edificações existentes. Também são previstos o máximo de volumes edificáveis e as localizações dos futuros edifícios do campus buscando obter os melhores resultados aproveitando infraestruturas existentes e preservando áreas verdes. Estes volumes poderiam  abrigar mais unidades acadêmicas, mais centros de serviços e residências para estudantes.

08_planimetr%c3%ada_con_referencias            Planimetria com referência

Um papel fundamental para o objetivo de criar uma nova centralidade que contribua ao ordenamento do Campus é o da localização da nova área de serviços concebida como EDIFÍCIO-PRAÇA. Suas atividades e usos são potencializados para gerar um espaço de interação social na escala do Campus. Os atores deste novo cenário são os alunos, professores e pessoal administrativo e de serviços da UCC.

Ambiental: com a arborização busca-se transmitir uma imagem da universidade-parque que oferece serviços ambientais para melhorar a qualidade de vida para si mesma e seu entorno. A proposta resgata as alfarrobeiras centenárias, as árvores existentes implantadas nos estacionamentos da área sul e possibilita o acesso do público ao jardim botânico (arboretum + alfarrobas + bosque nativo + pântano + fauna associada) e a nova arborização que busca a continuidade da massa verde, mantendo a biodiversidade e proteção da erosão eólica e hídrica do Campus. Propõe também a intensificação de usos dos espaços existentes oferecendo frescor, abrigo e conforto para passeios e aulas ao ar livre. É prevista a definição de barreiras corta fogo no perímetro do campus para a proteção ambiental do edifícios e vizinhança. Parte da proposta ambiental consiste na arborização e reflorestamento das massas de bosques (tanto autóctones quanto exóticas) que cumprem com valiosos serviços ambientais que colaboram com o desenvolvimento do edifício; oxigenação, filtro de contaminação, regulação térmica, contenção de ventos e como reserva de população animal. É previsto o tratamento das águas pluviais para evitar inundações no edifício e bairros vizinhos. Isto é possível com a criação do parque do pântano localizado no setor noroeste coincidindo com a cota mais baixa do edifício. Este irá atuar como uma lagoa de retenção somando um atrativo ao edifício por sua fauna e vegetação.

04_esquemas_de_eje_ambiental_y_de_nueva_infraestructura_edilicia_y_deportiva       04 Esquemas do eixo ambiental e de ova infraestrutura.Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar

Mobilidade: pensada a partir da acessibilidade/possibilidade de caminhar. Tomando o conceito de "superquadra", onde o conjunto de vias atuais formam um polígono ou área interna que contem a grande maioria dos edifícios das faculdades. Esta nova célula excluirá de seu interior os fluxos motorizados, liberando seu espaço interno para o uso do pedestre e para espaços para a interação social. É prevista uma re-funcionalização da infraestrutura para pedestres atual, para alcançar maior acessibilidade e possibilidade de caminhar no campus.
Foi desenhado um novo sistema de circulação para o transporte público e minivans, definindo sua circulação apenas pelo novo eixo institucional onde também se localizam a parada e a mini estação terminal. A simplificação da rota tem como aspectos positivos a menor contaminação, menor tempo de circulação de veículos de grande porte no campus, menor desgaste das vias e a redução de acidentes, entre outros. Os novos sistemas de circulação foram acompanhados por soluções de acordo com o volume de tráfego e dimensão dos veículos. São previstas aberturas de eixos de veículos que liguem o campus aos bairros vizinhos criando uma integração física entre o Campus e a sociedade (nova entrada Leste).

03_esquema_de_las_diferentes_escalas_de_interacci%c3%b3n_social_y_esquema_del_eje_movilidad         03 Esquema das diferentes escalas de interação social.Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar

Nova Área de serviços: edifício-praça ÁGORA

A nova área de serviços é concebida como edifício-praça e suas atividades e usos são potencializados para gerar um espaço de interação social na escala do Campus. A localização da área de serviços junto à praça (Ágora) define uma nova centralidade do edifício de escala e caráter institucional, vinculado o edifício da reitoria e a biblioteca a esta nova cena universitária.

05_imagen_edificio-plaza_%c3%81gora        05 Imagem Edifício Praça Ágora . Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar

Este ponto de encontro é reforçado com a reabertura dos ingressos das distintas unidades acadêmicas até a praça (avaliado como de alta viabilidade) e a realocação das paradas de transporte de passageiros junto à erradicação do veículo privado do eixo institucional em uma segunda etapa do plano.

O espaço praça (Ágora) possibilita múltiplas atividades (acadêmicas, festas institucionais, extra-curriculares e de difusão como recitais e cinema ao ar livre, entre outros). Estes espaços são fornecidos como um equipamento flexível e de baixa manutenção que possibilita a adaptação a distintos usos possíveis. Tudo isso fomenta o encontro da comunidade universitária e contribui para reforçar vínculos gerados pelo sentimento de pertencimento à Universidade Católica de Córdoba.

07_cortes._respeto_y_di%c3%a1logo_con_los_edificios_existentes            Cortes

Demos atenção especial à continuidade dos espaços verdes do campus, onde as novas edificações respeitam os exemplares existentes de alto valos ornamental (alfarrobeira centenária, arboretum, bosques nativos, entre outros), permitindo o deslocamento do pedestre por espaços verdes de qualidade. É assim que sombras, cores, texturas e sons se constituem como atributos imateriais que caracterizam e tornam mais habitáveis os cantos do Campus universitário.

A nova área de serviços suscita seu desenvolvimento em etapas nos 3 cenários temporais levantados. Na primeira etapa se contempla a localização do conjunto de banheiros para ambos sexos, banheiros para deficientes, o Banco, Livraria/Xerox, creche, farmácia e área comercial de 40 m². Na segunda etapa (2016) é prevista a realocação do bar junto aos serviços mencionados na primeira etapa. Dessa forma a infraestrutura atual do bar fica disponível para um novo uso de aulas para a unidade acadêmica que precise ou para áreas comuns para a totalidade das carreiras do campus. A terceira etapa busca consolidar o eixo de serviços de acordo com as futuras necessidades da universidade.

06_esquemas_e_ideas_que_favorezcan_la          06 Esquemas e ideias que favoreçam a interação social para o novo edifício-praça Ágora.Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar

Esta etapa é possível a partir de um sistema construtivo modular de caráter racional que permite o crescimento sem interromper o uso e garantindo sua economia. Os materiais utilizados permitem uma manutenção fácil e condições térmicas (cobertura verde) e de acústica necessárias para o conforto. A linguagem arquitetônica utilizada. derivada de seu desenho modular, dialoga com as edificações existentes reforçando uma imagem institucional austera própria da Universidade. Os escritórios para a Secretaria de Infraestrutura e Manutenção (15 m²) se localizam na parada de minivans atual que com poucas ações arquitetônicas pode ser convertida em um ótimo espaço para estas tarefas.

10_planimetr%c3%ada_edificio_plaza_agora          Planimetria edifício Ágora

01 Edifício Praça Ágora. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
01 Edifício Praça Ágora. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
00 Projeto. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
00 Projeto. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
02 Linha do tempo. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
02 Linha do tempo. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
03 Esquema das diferentes escalas de interação social.Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
03 Esquema das diferentes escalas de interação social.Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
04 Esquemas do eixo ambiental e de ova infraestrutura.Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
04 Esquemas do eixo ambiental e de ova infraestrutura.Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
05 Imagem Edifício Praça Ágora . Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
05 Imagem Edifício Praça Ágora . Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
06 Esquemas e ideias que favoreçam a interação social para o novo edifício-praça Ágora.Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
06 Esquemas e ideias que favoreçam a interação social para o novo edifício-praça Ágora.Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
09 Imagem setor bar. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
09 Imagem setor bar. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
11 Recuperação de espaços verdes. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
11 Recuperação de espaços verdes. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
Prancha 1. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
Prancha 1. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
Prancha 2. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
Prancha 2. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
Prancha  3. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
Prancha 3. Imagem Cortesia de Equipe Primeiro Lugar
Planimetria edifício Ágora
Planimetria edifício Ágora
Cortes
Cortes
Planimetria com referência
Planimetria com referência

Fonte:Cabezas, Constanza. "Primeiro Lugar no Concurso para o Plano Diretor do Campus da Universidade Católica de Córdoba" [Primer Lugar Concurso para el “Master Plan Campus Universidad Católica de Córdoba"] 12 Dec 2013. ArchDaily. (Marcon, Naiane Trans.) Accessed 3 Jan 2014.  http://www.archdaily.com.br/br/01-159111/primeiro-lugar-no-concurso-para-o-plano-diretor-do-campus-da-universidade-catolica-de-cordoba

Conforto térmico e qualidade do ar em ambientes

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Atualmente nos tornamos exigentes quanto à qualidade de vida e respeito aos nossos direitos. Concernente aos ambientes onde trabalhamos, divertimo-nos, compramos, estudamos, enfim, onde passamos muitas horas de nossas vidas, não há como desvincular de nossas exigências o conforto térmico e a qualidade do ar que respiramos.

Quanto ao conforto térmico, está comprovado através de estudos e na prática do dia a dia que as pessoas, sentindo-se confortáveis, produzem mais, sentem-se mais dispostas e ficam mais propensas a consumirem pois preferem permanecer num ambiente agradável. Não é à toa que empresas, escolas e shoppings centers investem em instalações de ar condicionado, sabendo que o retorno do investimento é garantido.

A qualidade do ar que respiramos nos ambientes passou a ser manchete no Brasil após a morte do ministro Sérgio Mota decorrente de complicações respiratórias, cuja causa suspeitou-se ser a má conservação de um sistema de ar condicionado com o qual o ministro convivia.

Casos

Outros fatos conhecidos e publicamente notórios ocorreram nos EUA: morte de 29 pessoas em um hotel da Filadélfia devido a um surto de pneumonia, e caso similar em outro hotel no estado de Michigan, identificando-se como causa uma bactéria – a mesma que possivelmente provocou a morte de Sérgio Mota - que pode se desenvolver em sistemas de ar condicionado quando não são observados os cuidados mínimos de manutenção e limpeza.

Por ocasião da crise energética dos anos 70, decidiu-se construir prédios estanques para evitar infiltrações e reduzir as vazões de ar exterior necessário para higienização. Como conseqüência, nos anos 80 surgiu a Síndrome dos Edifícios Doentes e de doenças relacionadas com edifícios, cujos sintomas são irritação nos olhos, dor de cabeça, problemas respiratórios, ressecamento das mucosas, irritação de pele, congestão nasal, garganta irritada, náuseas, sonolência, fadiga exagerada e até problemas de concentração no trabalho.

A partir desses episódios a ASHRAE (American Society of Heating, Refrigerating and Air-Conditioning Engineers) estabeleceu novos valores para taxas de renovação de ar passando de 5,0 para 15,0 cfm/pessoa.

Segundo essa mesma instituição, a sobrevivência de vírus e bactérias é minimizada em umidades relativas entre 40 e 70%, não haverá crescimento de fungos em umidades abaixo de 60% e mofos e fungos brancos são particularmente problemáticos em umidades acima de 60%.

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   Fungos, mofos e saúde

No Brasil, o então ministro José Serra determinou estudos relacionados aos cuidados com as instalações de ar condicionado que resultaram na Portaria 3523 do Ministério da Saúde e na Resolução 176 que a regulamentou. A Portaria 3523 estabelece como taxa mínima de renovação de ar 27 m3/h por pessoa, com algumas exceções citadas na Resolução l76.

Associado aos problemas de saúde acima descritos, ressalta-se o problema econômico com o gasto de energia e o ambiental, já que qualquer forma de geração de energia disponibilizada pelas concessionárias sempre está associada à danos ao meio ambiente, seja a geração a partir da energia hidráulica, térmica ou nuclear.

Observe-se, ainda, que fungos e mofos são também prejudiciais à pintura, papéis de parede, carpetes, quadros, livros, CD´s, resultando também nesse aspecto prejuízos econômicos.
Pergunta-se então: Será que para atender nossa exigência de conforto ambiental necessariamente estamos prejudicando nossa saúde, gerando gastos excessivos e agredindo o meio ambiente? A resposta será positiva sempre que associada à irresponsabilidade muitas vezes observada desde a concepção da obra até sua utilização final.

Através de diversas maneiras podemos contribuir para que tais problemas sejam eliminados ou pelo menos minimizados. Apenas para citar alguns, destacamos:

Na arquitetura, dentre outros fatores pode-se recorrer à:

  • Paredes mais robustas aproveitando-se a inércia térmica dos materiais de construção.
  • Áreas envidraçadas somente onde possibilitem a utilização da luz natural. É necessário acabar com a idéia de belos prédios totalmente envidraçados, porém mesmo assim necessitando de luz artificial e conseqüentemente sistemas de ar condicionado maiores.
  • Onde possível, dimensionar ambientes com profundidade máxima de 3,5 metros, para a qual a iluminação natural ainda é satisfatória. A partir dessa profundidade, torna-se necessária iluminação artificial.
  • Utilizar lâmpadas que produzam maior iluminação por kW consumido.
  • Utilizar protetores externos - brises nas fachadas mais expostas à radiação solar. Protetores internos são
  • benéficos no aspecto de impedir a radiação direta sobre o usuário, porém boa parte do calor permanece no ambiente.
  • Sempre que possível, privilegiar a ventilação natural.

Nos projetos de ar condicionado observar as normas pertinentes e adotar soluções tecnológicas que minimizam o consumo de energia, destacando-se:

  • Sistema de ar condicionado central com utilização de caixas VAV (volume variável de acordo com a variação da carga térmica) e não de VAC ( volume constante ).
  • Controles que incorporem variadores de freqüência atuando sobre motores de bombas e ventiladores. Desse modo o consumo será proporcional à carga térmica, que é variável ao longo do dia e dos meses.
  • Análise da relação tonelada de refrigeração / consumo de energia elétrica na escolha dos equipamentos, principalmente compressores das centrais de água gelada.
  • Atentar ao fator de potência da instalação, corrigindo com bancos de capacitores, se necessário.
  • Utilizar tecnologias de termo-acumulação e co-geração, onde aplicável.
  • Projetar sistemas que garantam condições de temperatura, velocidade do ar e umidade relativa que satisfaçam o conforto térmico e não permitam proliferação de fungos, mofos, vírus e bactérias.
  • Quanto à utilização dos ambientes e dos sistemas de ar condicionado:
  • Evitar desperdícios de energia mantendo iluminação artificial desligada sempre que possível, mantendo
  • portas e janelas fechadas (desde que haja a necessária renovação de ar cuja tomada deve ter filtros de ar) e
  • utilizar-se de persianas ou cortinas.
  • Manter em condições normais a operação dos sistemas de ar condicionado, o que proporciona economia de energia e higienização dos ambientes. Aliás, os proprietários de sistemas de climatização devem conhecer a legislação (Portaria 3523 e Portaria 176 – disponíveis no site www.saude.gov.br) e manter os sistemas documentados e dentro das normas para evitar ações de indenizações por parte dos empregados e usuários.
  • Observe-se que fungos e mofos são também prejudiciais à pintura, papéis de parede, carpetes, quadros,
  • livros.

Osvaldo Guilen Lopes é engenheiro mecânico pela UNESP, mestre em engenharia pela USP, sócio-fundador e conselheiro da AEASV, sócio-diretor da CLIMENGE, professor titular de Termodinâmica e de Controle Térmico de Ambientes na UNISANTA.      

Publicação original:                                                                                                                                          

Jornal e Site da AEASV

Veja também

Fonte: http://www.metalica.com.br/conforto-termico-e-qualidade-do-ar-em-ambientes

Lançamento - Ta’Anga Rojapo Oiny – Fazendo Imagens

O MCB recebe o lançamento de livro de fotos e de documentário resultantes de ofi cinas realizadas pelo Centro de Trabalho Indigenista (CTI) em um Ponto de Cultura sediado na aldeia guarani Ribeirão Silveira, no litoral de São Paulo. Na ocasião, haverá a exibição do filme, fruto da formação audiovisual oferecida pelo CTI, associação que trabalha há mais de 30 anos com a preservação da cultura indígena. Para encerrar o evento, que ocorre durante a visita noturna de 22 de janeiro, serão apresentados cantos e danças tradicionais guarani.


Sobre o Centro de Trabalho Indigenista (CTI)
O CTI é uma organização não governamental constituída juridicamente como associação sem fins lucrativos, fundada em março de 1979 por antropólogos e indigenistas que já trabalhavam com alguns grupos indígenas do Brasil. O Centro tem como marca de sua identidade a atuação direta em terras indígenas, contribuindo para que os povos indígenas assumam o controle efetivo de seus territórios, esclarecendo-lhes sobre o papel do Estado na proteção e garantia de seus direitos constitucionais.
O CTI atua em Terras Indígenas inseridas nos Biomas Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, por meio de projetos elaborados a partir de demandas locais identificadas em conjunto com os índios, repassando-lhes assessoria técnica e informações. Mais do que beneficiários, os índios são co-autores e co-executores dos projetos, em uma proposta de trabalho que viabiliza a conquista ou a manutenção da autonomia econômica e política dos povos indígenas a partir de seus próprios parâmetros socioculturais.
Realização: MCB e Centro de Trabalho Indigenista

 

Fonte: http://www.mcb.org.br/mcbItem.asp?sMenu=P009&sTipo=1&sItem=2603&sOrdem=0

Os avanços e desafios de Medellín e sua região metropolitana para uma mobilidade mais sustentável

Integração Encicla (sistemas de bicicletas públicas) e metrô de Medellín.. Image Courtesy of Encicla Integração Encicla (sistemas de bicicletas públicas) e metrô de Medellín.. Image Courtesy of Encicla

Este texto procura destacar alguns elementos sobre os quais Medellín e sua área metropolitana vêm trabalhando nos últimos anos na busca de uma mobilidade mais sustentável. Também são indicadas algumas tarefas que ainda precisam ser melhor desenvolvidas.

Medellin está em processo de consolidação de um grande sistema de infraestrutura e gestão da mobilidade. Este é o resultado de um complexo trabalho inter-institicional, multimodal e urbano que tem priorizado a eficiência energética de veículos e de novas tecnologias de informação. No entanto, apesar de alguns progressos, novas iniciativas públicas e privadas precisam ser implementadas para complementar as já existentes.

A parceria entre a prefeitura de Medellín, a Região Metropolitana do Vale do Aburrá e o Metrô, entre outras entidades públicas e privadas, é um dos pilares do sucesso. Esta interação vem gerando impactos muito positivos sobre aspectos sociais e ambientais da região.

A implantação de tecnologias limpas no sistema público se somam à enorme integração física entre o metrô e do Metroplus (BRT) em algumas áreas da cidade. Atualmente, estamos estudando a reestruturação das linhas de ônibus convencionais a partir de uma integração física e tarifária. Ao sistema de metrô já foram integradas uma centena de rotas com um bilhete especial, mas hoje se estuda a integração tarifária total do sistema.

A mobilidade não-motorizada e, especificamente a das bicicletas, está se tornando cada vez mais importante através de várias iniciativas públicas e privadas. Um projeto piloto de bicicletas públicas, além de garantir a cobertura de alguns setores e dar força a uma nova estratégia para complementar as iniciativas de tecnologias limpas, procurou articular fisicamente as bicicletas ao sistema de metrô através das localizações das estações. Reconhecemos que este projeto tem servido como um indutor para novos usuários de bicicleta privadas que hoje fazem uso da infraestrutura de bicicletas existente e que continua a crescer na cidade.

1386184171_encicla            Courtesy of skyscrapercity.com

Outras estratégias complementares, com a mesma intenção de garantir uma mobilidade cada vez mais sustentável, foca em alcançar a eficiência do sistema viário através do programa de "controle e monitoramento das emissões geradas por fontes móveis." Este programa visa a verificar o cumprimento dos limites máximos de emissão de gases estabelecidos pela normativa ambiental colombiana. Em 2010, 9.846 veículos foram verificados com um aumento significativo para 35.000 em 2011.

No entanto, considerando que as estratégias para melhorar a mobilidade não se encontram necessariamente neste campo de atuação, a cidade tem outros propósitos, que se destinam a reduzir as viagens de alguns usuários por meio da estratégia de localização de usos múltiplos do solo, através de dois megaprojetos urbanos de novas centralidades nos extremos norte e sul do vale conurbado, bem como um sistema de transporte ferroviário e grandes estações de interação modal. Além disso, o território está sendo planejado a longo prazo através do Plano Diretor de Medellin e Valle de Aburrá BIO 2030, que vai articular todas as iniciativas municipais, regionais e nacionais para a metrópole.

1386183751_captura_de_pantalla_2013_12_04_a_las_160201           Modelo de ocupação sugerido por BIO 2030. Fonte: Área Metropolitana do Valle de Aburrá, Município de Medellín.. Image Courtesy of EAFIT

Para informações e gerenciamento da mobilidade foi implementado uma plataforma tecnológica de web 2.0 com câmeras de monitoramento, planejamento, coordenação semáforo e, especialmente, como base de um novo sistema integrado de informação para os cidadãos. A intenção é monitorar a situação dos principais corredores rodoviários e os cruzamentos em toda a cidade, buscando ter mais controle sobre o estado das estradas e detectar incidentes ou situações de congestionamento de maneira rápida e oportuna. Esta abordagem tem como objetivo fornecer informações oportunas e consistentes, reduzir as taxas de acidentes, otimizar o fluxo de tráfego e tomar as melhores decisões para reduzir o congestionamento do tráfego e os tempos de viagem.

Sem dúvida, nem tudo está resolvido, são muitas questões urbanas, sociais, econômicas e institucionais, especialmente para a criação de uma autoridade regional verdadeiramente única e permitir uma melhor coordenação de todos os atores de desafios de mobilidade. Também é necessário implementar outras ações que visam gerir o excesso de demanda para os veículos particulares, tais como taxas de congestionamento, bem como atividades culturais e educacionais de pequena escala, que contribuem para uma melhor qualidade de vida e segurança dos diferentes atores das ruas como pedestres e ciclistas.

No entanto, de uma maneira muito discreta, o Valle de Aburrá começa a entender a complexidade dos sistemas de mobilidade e que estes não requerem ações únicas a favor de um ou de outro modo, mas ao contrário, que essas ações devem ser sempre complementares.

Por Juan Pablo Ospina Zapata. Eng. Civil, MSc em mobilidade e urbanismo, via Plataforma Urbana. Tradução Maria Júlia Martins, ArchDaily Brasil.

Integração Encicla (sistemas de bicicletas públicas) e metrô de Medellín.. Image Courtesy of Encicla
Integração Encicla (sistemas de bicicletas públicas) e metrô de Medellín.. Image Courtesy of Encicla
Courtesy of skyscrapercity.com
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Modelo de ocupação sugerido por BIO 2030. Fonte: Área Metropolitana do Valle de Aburrá, Município de Medellín.. Image Courtesy of EAFIT
Modelo de ocupação sugerido por BIO 2030. Fonte: Área Metropolitana do Valle de Aburrá, Município de Medellín.. Image Courtesy of EAFIT

Cita:Romullo Baratto. "Os avanços e desafios de Medellín e sua região metropolitana para uma mobilidade mais sustentável" 01 Jan 2014. ArchDaily. Accessed 2 Jan 2014.  http://www.archdaily.com.br/br/01-164391/os-avancos-e-desafios-de-medellin-e-sua-regiao-metropolitana-para-uma-mobilidade-mais-sustentavel?utm_source=ArchDaily+Brasil&utm_campaign=a87753ff1b-Archdaily-Brasil-Newsletter&utm_medium=email&utm_term=0_318e05562a-a87753ff1b-407774757

 
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