Iphan oferece acervo digital com mais de 250 publicações

Iphan oferece acervo digital com mais de 250 publicações

Com a responsabilidade de difundir o conhecimento, o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) disponibiliza um acervo digital com mais de 250 publicações próprias nas áreas de artes, arquitetura e patrimônio cultural. O acesso é gratuito e também está disponível para download.

>> Para acessar as publicações clique aqui

Entre artigos, coleções, manuais, séries, revistas e textos diversos, estão estudos de pesquisadores e profissionais que contribuíram para a construção do conhecimento e a preservação de bens culturais no Brasil e no mundo. Desde sua criação, há 79 anos, o Iphan incentiva a produção de conteúdo nas suas áreas de atuação e tem como compromisso facilitar o acesso do público ao seu acervo.

Além das publicações para download, o instituto também elaborou uma extensa bibliográfia de obras sobre o Patrimônio Cultural Nacional e Mundial. A lista completa está disponível no site do Iphan, em Bibliografia Geral. Ainda, se o usuário preferir, é possível acessar o acervo completo nas 13 bibliotecas do instituto, distribuídas em dez Estados do Brasil. Ao todo, são mais de 500 mil livros e periódicos. 

Curitiba tem calçadas reformadas para aumentar segurança dos pedestres

As calçadas verdes são ampliações das áreas de calçadas feitas com pintura e balizadores presos ao piso.

Curitiba tem calçadas reformadas para aumentar segurança dos pedestres
Esse tipo de intervenção amplia o espaço de circulação para quem anda a pé, diminui a extensão das travessias e melhora o ângulo de visão | Foto: Foto: Lucilia Guimarães/IPPUC

Alguns pontos estratégicos do Centro de Curitiba terão calçadas verdes. São ampliações das áreas de calçadas com pintura feita com tinta verde e balizadores presos ao piso. Desta forma, o aumento das calçadas é feito de forma rápida e econômica, sem a necessidade de obras mais complexas.
Os cinco primeiros cruzamentos de Curitiba que terão calçadas verdes são: Rua Carlos de Carvalho com Alameda Cabral; Rua Cândido Lopes com Rua Ébano Pereira, perto da Biblioteca Pública do Paraná; Rua Cândido Lopes com Avenida Marechal Floriano Peixoto, junto à Praça Tiradentes; Rua Inácio Lustosa com Rua Mateus Leme; e Rua Inácio Lustosa com Avenida Cândido de Abreu. As pinturas começam a ser feitas em março.
Alguns cruzamentos também vão receber novas faixas de pedestres, rebaixamento do meio fio para assegurar a acessibilidade e nova sinalização vertical. Futuramente, também poderão ser instaladas floreiras e outros equipamentos públicos nesses locais.
“Esse tipo de intervenção amplia o espaço de circulação para quem anda a pé, diminui a extensão das travessias e melhora o ângulo de visão, tanto para pedestres quanto para os motoristas, reforçando a segurança para todos”, afirma o presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), Sérgio Póvoa Pires.
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5 passos para ter energia solar em casa

Veja, em cinco passos, como ter sua própria usina solar, economizar e fornecer energia elétrica.

 5 passos para ter energia solar em casa

Que economizar energia traz benefícios para o consumidor e para o planeta, muita gente já sabe. Agora, o que as pessoas precisam saber é que é possível produzir a própria energia, tendo de fato uma redução na fatura mensal da conta de luz.
Uma solução, apontada pela empresa brasileira Neosolar, é produzir a própria energia através da microgeração distribuída, em que painéis solares são instalados em ângulo favorável para a captação da radiação e a energia é produzida no local. Além de reduzir o consumo, o sistema é conectado à rede, e a produção excedente é lançada para a concessionária, abatendo seu montante em créditos na próxima fatura.
Veja, em cinco passos, como ter sua própria usina solar, economizar e fornecer energia elétrica:
– Qual o meu consumo de energia?
O primeiro passo para escolher o seu sistema é saber qual o seu consumo de energia elétrica em kWh por mês. Se você já vive na casa é bem simples, basta verificar o seu histórico na conta de luz. O ideal é fazer uma média dos últimos 12 meses, pois o consumo pode variar muito de um mês para o outro. Caso se trate de uma casa nova, o ideal é fazer uma estimativa baseada na casa atual com a ajuda do engenheiro ou arquiteto da casa nova.
Em último caso, se não houver nenhuma referência, é possível calcular o consumo baseado uso e potência dos equipamentos elétricos que serão utilizados na casa. Por exemplo: uma TV de 100W utilizada 4 horas por dia = 100W x 4h x 30 dias = 12.000 Wh ou 12 kWh por mês)

Ministério das Cidades oferece 12 cursos de capacitação a distância

Ministério das Cidades oferece 12 cursos de capacitação a distância

As inscrições para os cursos a distância de autoinstrução do Programa Nacional de Capacitação das Cidades (PNCC), do Ministério das Cidades, já estão abertas. Neste ano, o programa oferece 12 temas de formação. Os interessados devem ficar atentos aos prazos finais de inscrição de cada curso, que variam de 17 de fevereiro a 21 de março.

Entre as opções oferecidas pelo PNCC estão os cursos de Introdução à Coleta de Dados do SNIS (Água e Esgotos); Introdução ao Estudo do SNIS (Série Histórica); Obras Públicas de Edificação e de Saneamento; Diretrizes para o Cadastro Territorial Multifinalitário; Reabilitação Urbana com foco em Áreas Centrais e Planos de Saneamento.

Outro curso oferecido é o de Gestão de Programas Urbanos, organizado em seis módulos que tratam dos pontos essenciais para a estruturação e implementação de projetos urbanos, bem como dos elementos a serem observados nos manuais de acesso aos recursos do Ministério das Cidades. Neste caso, é preciso ficar atendo aos pré-requisitos de cada módulo.

A lista completa dos cursos e mais informações pode ser acessada através do site  http://www.capacidades.gov.br/

Documento produzido pelo Seminário "Palmas em Foco: participação e direito à cidade"




Durante os três dias de Seminário, organizado pela Defensoria Pública do Estado do Tocantins e pelo coletivo Palmas Participa, aconteceram painéis, palestras e apresentação de trabalhos acadêmicos. As discussões estiveram concentradas na metodologia da Revisão do Plano Diretor de Palmas, que vinha sendo questionada por ainda não haver a formulação de um efetivo Plano de Trabalho participativo. O objetivo do evento,como contribuição neste processo inicial da Revisão, de produzir umdocumento ao final das atividades contendo propostas extraídas das discussões produzidas no evento, foi cumprido. Foi elaborado um documento com propostas que foram votadas e reconhecidas pela plenária final, que foi composta por servidores municipais de diversas secretarias, universidades, entidades, instituições, órgãos, sociedade civil organizada, conselhos de classe, sindicatos e outros agentes. Todos os pontos deste documento foi discutido, emendados e alterados, à pedido da plenária, e finalmente lido e aprovado por unanimidade.   

Conheça o documento final acessando o link abaixo:

Manual escrito pelo “pai” da permacultura está disponível para download

 

A permacultura se baseia no planejamento de sistemas em escala humana criados em total harmonia com a natureza.

5 de February de 2016 • Atualizado às 11 : 34
Manual escrito pelo “pai” da permacultura está disponível para download
O manual de introdução à permacultura foi desenvolvido com base em um curso ministrado por Mollison em 1981. | Foto: Nicolás Boullosa/Flickr

A permacultura é um conceito diretamente ligado à sustentabilidade. Criado na década de 70, pelos ecologistas australianos Bill Mollison e David Holmgren, a ideia se baseia no planejamento de sistemas em escala humana criados em total harmonia com a natureza.
Logo que os idealizadores apresentaram o conceito em uma rádio australiana, a metodologia atraiu cada vez mais interessados. Logo eles estavam compartilhando os princípios em eventos acadêmicos em todo o mundo, espalhando a ideia de que é possível viver cuidando da Terra e das pessoas.
A inspiração de Mollison surgiu a partir de uma inquietação de que o ser-humano é um dos grandes culpados por boa parte dos problemas que afetam todo o planeta Terra. “Não temos desenvolvido em nenhum lugar do mundo ocidental (e duvido muito que em qualquer outro lugar, a não ser em áreas tribais) nenhum sistema sustentável de agricultura ou manejo de florestas. Nós não temos um sistema”, diz o australiano no manual “Introdução à Permacultura”.

Cartilha grátis ensina técnicas de bioconstrução

bioconstrução

A bioconstrução se baseia no princípio de que é possível construir tendo um impacto ambiental muito baixo. Para promover este conceito e apresentar técnicas práticas, o Ministério do Meio Ambiente disponibiliza gratuitamente uma cartilha on-line para capacitação e informação acerca do tema e suas devidas metodologias.
Apesar de ter sido criado para um curso do Programa de Apoio ao Ecoturismo e à Sustentabilidade Ambiental do Turismo – Proecotur, o material é extremamente útil para quem deseja entender melhor a bioconstrução e conhecer detalhes de diferentes técnicas sustentáveis e ambientalmente corretas de construção.
Um dos intuitos desta cartilha é oferecer opções para que as comunidades tenham autonomia e sejam capazes de, através de técnicas tradicionais, garantirem suas necessidades sem a dependência de outros grupos. Neste sentido, o primeiro passo é pensar além do comum, é enxergar todos os materiais, sejam eles naturais ou residuais como matéria-prima em potencial.
Utilizar materiais locais, como terra, pedra, palha e madeira é outro ponto de destaque na cartilha. Com esta mudança de paradigmas, o programa passa para a segunda etapa, a observação das condições climáticas, para que os elementos naturais, como o sol e o vento, sejam usados como aliados na obra.
A apresentação de diferentes técnicas tradicionais e eficientes para a construção forma o terceiro bloco de instruções. Superadobe, adobe, COB, taipa de mão, taipa de pilão, são apenas algumas das metodologias apresentadas com detalhes e exemplos práticos. Os cuidados necessários com o abastecimento e saneamento também estão detalhados no material.
O livreto é indicado para qualquer pessoa que queira aprofundar seus conhecimentos acerca da bioconstrução e também para quem deseja iniciar uma obra sustentável e não sabe por onde começar. Além de ter menos impactos ambientais, este tipo de construção custa muito menos do que as tradicionais.

Piso intertravado: solução para ambientes externos

Redação AECweb
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Crédito: Interblock
Existem relatos de pavimentação utilizando piso intertravado que remetem aos tempos da Grécia Antiga, na Ilha de Creta. Claro que não eram os atuais blocos de concretos pré-fabricados, mas a ideia era a mesma. O modelo atual, como conhecemos hoje, foi utilizado pela primeira vez na Holanda em meados de 1940, por isso também é conhecido como “bloco holandês”.
Esse tipo de pavimentação é indicado para áreas externas, como calçadas, ruas de condomínios, entre outros, pois segundo o engenheiro Cláudio Oliveira da ABCP – Associação Brasileira de Cimento Portland, o acabamento superficial proporciona excelente atrito com pneus, além de segurança tanto para veículos quanto para os pedestres.
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Crédito: Rhino Pisos
A sustentabilidade do bloco holandês chama atenção. Se comparado ao asfalto, o piso intertravado tem uma capacidade reflexiva maior, o que gera economia com iluminação pública; e sua praticidade permite que a pista seja liberada logo após a instalação, algo que não ocorre com outros tipos de pavimentos.
 
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