CAU - Nominatas das chapas publicadas

NOMINATAS DAS CHAPAS PUBLICADAS
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Encontram-se publicadas no link "Chapas Estaduais" as nominatas das chapas concorrentes ao cargo de Conselheiro Federal do CAU-BR, Conselheiros Estaduais e do Distrito Federal.
Temos 4 chapas concorrentes no RS; 3 chapas concorrentes no AC, AL e GO; 2 chapas concorrentes no MA, MT, MS, PA, RO e SP; e chapas únicas nos demais Estados e Distrito Federal. 

Veja no link abaixo:
http://www.cau.org.br/mercado.php?ini=20

Iluminação Sustentável – Workshop + Expo Virtual

 

Iluminação sustentável

Objetivo:

O Workshop On-Line tem por objetivo, trazer informações relevantes sobre o tema Iluminação Sustentável, de maneira simples, clara e fácil ao mercado de iluminação, buscando um melhor entendimento sobre o assunto e promovendo cultura orientada à inclusão destes conceitos em seus projetos.

Público Alvo:

Arquitetos, Designer de Interiores, Engenheiros, Lighting Designers, Estudantes e demais Especificadores

Iluminação Sustentável – Workshop + Expo Virtual

Data: de 17/10 a 11/11

Onde: Evento On-Line (internet)

Inscrições: www.iluminacaosustentavel.com.br

Preço: R$ 29,90

Maiores Informações no site do Workshop – Vagas limitadas

Fonte e maiores informações : http://lightingnow.com.br/blog/iluminacao-sustentavel-workshop-on-line-1%c2%aa-expo-virtual

Nota de Repúdio

NOTA DE REPÚDIO 
                                                                                                                            
Os Arquitetos e Urbanistas, Funcionários Públicos efetivos da Prefeitura Municipal de Palmas, vem de público formalizar veemente repúdio a falta de respeito para com os profissionais em questão, praticados por alguns membros da atual diretoria do IAB – Instituto de Arquitetos do Brasil - Departamento Tocantins, ocorrido na reunião desta entidade no último 23 de agosto de 2011.
Nos últimos anos estivemos sempre dispostos a contribuir e contribuímos junto ao IAB – TO frente a valorização da categoria de maneira “saudável e democrática”, sem “vícios” para que o profissional tivesse seu devido valor reconhecido perante a comunidade de maneira geral.
Infelizmente, membros da atual Diretoria parecem não reconhecer a importância dos 37 Arquitetos e Urbanistas filiados a entidade e os designa de “grupinho”, “sem ética profissional”, que deseja “manipular” no âmbito da eleição para o CAU – Conselho de Arquitetura e Urbanismo.
Nós, cidadãos, Arquitetos e Urbanistas, antes de servidores públicos,sempre zelamos pela moralidade e transparência de nossas condutas e de todos os processos eleitorais vinculados a quaisquer entidades das quais somos filiados e defendemos que seus representantes sejam capazes de gerir com honestidade e transparência o cargos a que forem conduzidos.
Por esse motivo não pactuamos com a conduta de alguns membros desta diretoria, da qual também fazemos parte, que ataca colegas de profissão de maneira desrespeitosa visando, a nosso ver, satisfazer vaidades pessoais e interesses individuais em detrimento do interesse coletivo.

Palmas, 30 de agosto de 2011.

Assinam a nota:
Allan Cheque Chaudar
Denise de Moraes Rech
Adrienne Léda de Lima
André Luis Camargo Castro
Robson Freitas Correa
Claúdia Fernanda Pimentel
Flávio José de Melo Moura Vale
Bartira Maria Cechinel
Eraldo L.L. Carvalho
Adriano T. Pereira
Ana Flávia Lucena Nunes
Daniella Solera Carneiro
Juarecy Junior
Moisés dos S. Ramos
Camila D. C Dal’mas
Bruno do Carmo Cattini
Marijane Ribeiro
Lúcio M. Cavalcante
Iranilce Fernandes dos Santos
Emerson Borges Ferrão
João Antonio Pereira
Alfredo Gilberto Silva
Joseísa Furtado
Caroline Colombo
Mulbert Fumagalli
Rodrigo Gonçalves Luz

Na arquitetura de Ohtake, estética antes da função

  Para o projetista do hotel Unique, cidades brasileiras precisam de obras mais ousadas, diferente da atual pasteurização neoclássica.
                                                                                                                                                        Natália Flach   (nflach@brasileconomico.com.br)

Ruy Ohtake
Desenhos concisos como as linhas tortuosas de Oscar Niemeyer e vanguardistas inspirados nas formas da dama das artes plásticas, Tomie Ohtake, tornaram Ruy Ohtake um dos maiores nomes da arquitetura brasileira.
Em homenagem a eles, o escritório do paulistano estampa obras dos dois expoentes da cultura nacional. Não à toa, os projetos do senhor de fala pausada conquistam admiradores tanto na comunidade carente de Heliópolis como no museu parisiense Centro Pompidou.
Foi durante os passeios com a mãe pelo centro da capital paulista que o então menino Ruy descobriu que arquitetura não é apenas um desenho no papel - ela só existe quando se relaciona com as pessoas.
"Desde novo, gostava de observar as ruas e o centro da cidade. Naquela época, havia menos veículos e as calçadas eram chamadas de passeio porque as pessoas realmente caminhavam e conversavam." Para Ohtake, o futuro da arquitetura está ligado à construção de uma cidade mais solidária e o desafio para isso é ousadia nos projetos.
Como é seu processo de criação?
Sou levado pela inovação e um pouquinho pela ousadia. Nesse processo, vêm à minha mente todos os projetos que eu já fiz, como se fossem fotografias. Confio muito na intuição. Arquitetura tem de se caracterizar pelo rompimento do padrão. Cada projeto é único, tem que rabiscar muito. Só depois disso vêm as perguntas racionais.
Por exemplo?
Quando fui fazer o hotel Unique, vi que a altura máxima das contruções na Avenida Brigadeiro Luís Antônio era de sete andares ou 25 metros de altura. Ou seja, bem baixo.
Então, como eu ia dar força ao projeto? Queria fazer um vão de 25m de altura. Isso só foi possível porque é um hotel de uma metrópole, caso contrário, o vazio ficaria fora de proporção. Eu queria que as pessoas participassem desse vazio, por isso coloquei a entrada pela lateral e não pela frente.
O que acha dos prédios de São Paulo?
Acho que São Paulo precisa de mais sacudidas, de arquitetura de vanguarda. Mas os experts, que fazem projetos baseados no que já existe, não arriscam. Arquitetura tem relação com as pessoas. Portanto, a fase do desenho é importante, mas ainda não é arquitetura.
Acho que existe uma pasteurização de prédios neoclássicos na cidade. Isso é uma identidade falsa de São Paulo, importada de Paris. Continuar repetindo essa forma é fazer com que a cidade perca a sua identidade como um todo.
Essa identidade importada é uma característica só de São Paulo ou do Brasil?
Não há renovação mais ousada na arquitetura do país. No mundo inteiro, vemos obras revolucionárias, mas temos muito poucas.
Por isso, acho bom que tenham escolhido um escritório suíço para fazer a revitalização da Luz. Assim, São Paulo pode ser sacudida. Nossos contratantes (incorporadoras e construtoras) escolhem pelo menor preço. Mas este não deve ser o único fator de julgamento.
Então, qual é a verdadeira identidade brasileira?
O Brasil tem muitos aspectos regionais significativos. Mas a expressão da identidade não é a mesma de um tempo atrás. Acho que hoje tem de se levar em conta a universalização. Por isso, procuro fazer uma liguagem arquitetônica ligada à contemporaneidade com expressão ao mesmo tempo universal e brasileira.
Por exemplo, acho que a concisão é uma expressão brasileira criada por Oscar Niemeyer. É só ver a igrejinha da Pampulha e o Museu de Arte Contemporânea, em Niterói. Também acho que os centros das cidades têm de ter obras contemporâneas e não só antigas. Não dá para ter só retrofit, senão teremos um retrato de 1920. Tem que refletir a história da cidade hoje e há 10 anos.
Qual é o futuro da arquitetura?
Acho que a arquitetura pode contribuir para uma cidade mais solidária. Por exemplo, serão entregues, no fim deste mês ou início de outubro, os prédios que projetei em Heliópolis. Fiz os prédios redondos porque dá espaço entre ele.
A visão fica aberta, o que dá dignidade de dentro para fora. Quebramos todos os paradigmas de conjuntos habitacionais, tanto é que eu chamo o projeto de condomínio residencial. Alguns moradores me falaram "agora não é só o Jardins que tem prédios bonitos, nós também temos".
Portanto, acho que a estética vem antes da função - seja em um projeto mais sofisticado como o Unique ou mais simples como de Heliópolis. O custo pode ser menor mas não se pode abrir mão da estética.
Como assim?
Pense no Paço Imperial, no Rio de Janeiro. Ele é tombado pelo Patrimônio Histórico porque foi residência da corte portuguesa. Mas agora é local de eventos. Portanto, a forma e a estética vieram antes da função, já que a função muda. A contribuição da arquitetura é fazer uma casa bonita, já a funcionalidade vai mudar com o tempo.
Existem materiais contemporâneos?
Sempre me incomodei com essa questão de materiais datados. Acho que depende da forma com que será utilizado. O cobre, por exemplo, é usado na cúpula das igrejas, mas também usei no revestimento do Unique.
As placas de cobre foram feitas com espessura milimétrica e as coloquei ao lado do concreto. Como os dois conversam, passei o concreto para a linguagem contemporânea. Um tempo depois de inaugurado, veio uma excursão de arquitetos japoneses conhecer o Unique e um deles me disse que, no Japão, eles não têm mão-de-obra que possibilite fazer o que fizemos.
Mas os japoneses têm mais tecnologia.
A tecnologia é propriedade dos países desenvolvidos desde Adão e Eva. Nós nem conseguimos calçar as cidades. Mas chegaremos lá. Depende do desenvolvimento da economia brasileira. Não dá para dissociar uma coisa da outra.

Fonte: http://www.brasileconomico.com.br/noticias/na-arquitetura-de-ohtake-estetica-antes-da-funcao_107066.html

Casa Vitor é tombada como patrimônio histórico de Palmas

Casa Vitor

A regulamentação, que torna a Casa Vítor, localizada no distrito de Taquaruçu, o mais novo bem tombado como patrimônio histórico e cultural da Capital, foi efetivada por meio do decreto nº 230 publicado no Diário Oficial do Município, nesta sexta-feira, 16. Pelo decreto a Casa também foi institucionalizada como museu, com estrutura vinculada à Fundação Cultural de Palmas (FCP).

Segundo texto do decreto, foi levado em consideração o valor histórico do bem patrimonial conhecido como Casa Vítor, por sua estrutura física construída em adobe e telha colonial e o estilo arquitetônico da década de 50, que abriga acervos pertencentes aos primeiros moradores que povoaram a região, no qual remetem à memória do distrito.

O Museu Casa Vítor fica situado no Lote nº05, Quadra 74, Rua 25 A, Avenida das Nações, s/nº, Praça das Crianças, Taquaruçu – Palmas – TO e entre suas atribuições como museu, destaca-se: pesquisar,  conservar e registrar os elementos que compõem o patrimônio cultural dos pioneiros de Taquaruçu; promover exposições de longa e curta duração sobre a formação do distrito; reunir acervos em varias mídias para exibição pública.

Compete ainda ao museu, contribuir com a atividade turística da região, desenvolver o conhecimento do patrimônio natural e arqueológico do entorno de Taquaruçu, e reconhecer e incentivar a diversidade de manifestações culturais, tradicionais ou contemporâneas do distrito, promovendo a relação com o conceito de patrimônio cultural.

A gestão do Museu Casa Vítor é responsabilidade da gerência de patrimônio cultural da Fundação Cultural de Palmas (FCP). (Ascom  Fundação Cultural de Palmas)

Fonte: http://conexaoto.com.br/2011/09/17/casa-vitor-e-tombada-como-patrimonio-historico-de-palmas/

3 dicas para iluminar seu home-office

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Teletrabalho (Sobratt), o número de pessoas que trabalham em casa tem crescido, em média, 10% ao ano. Prática cada vez mais comum no mercado, o home-office exige não apenas competências como foco e pró-atividade, mas, também, cuidados especiais em termos de organização do espaço físico. Um bom exemplo disso é com relação à iluminação, que merece atenção especial para, ao mesmo tempo, otimizar resultados e gerar conforto. Com base nisso, confira três boas ideias para fazer do seu escritório doméstico um lugar mais aconchegante e produtivo.

Home office

Luz em boa quantidade e na cor certa

Atividades laborais exigem uma determinada quantidade de luz para serem realizadas com eficiência. A fim de conseguir um bom resultado, opte por lâmpadas fluorescentes tubulares, que têm a capacidade de fazer uma boa distribuição de seu fluxo luminoso, e evite as que tiverem luz amarelada, como as que geralmente encontramos em quartos e salas, ambientes voltados ao descanso e lazer. O mercado já conta com opções de lâmpadas que têm temperatura de cor mais alta, gerando luz próxima ao azul do céu de um dia claro. Com elas, é possível ganhar em termos de produtividade, já que nossos sensores biológicos são altamente influenciados pela iluminação e se tornam mais “ativos” quando nos deparamos com este tipo de luz.

Evite distrações

A instalação de diferentes lâmpadas, com efeitos luminotécnicos alternados, e luminárias decorativas pode ser interessante quando pensamos na iluminação residencial. Porém, um ambiente profissional tem outras demandas, como concentração e foco. Por isso, nestes locais utilize apenas aquilo que de fato irá contribuir para a sua jornada, evitando muitas informações visuais no plano de trabalho. Sabe-se que diferenças acentuadas de luz causam, entre outros problemas, fadiga visual, já que exigem um constante trabalho de acomodação dos olhos.

Aproveite a luz natural e economize energia

Na iluminação de escritórios, o ideal é que as luminárias sejam instaladas longitudinalmente às janelas, ou seja, colocadas em uma fila dupla, no teto, separadas por um “corredor” iluminado pela luz externa. Em um home-office, a regra não é diferente. Este tipo de disposição estabelece uma relação de complementação à luz natural, que pode entrar no espaço pela superfície transparente (janela). Desta maneira, é possível instalar um número menor de lâmpadas e ampliar a efetividade na distribuição de luz, o que ajuda na economia de energia geral consumida pelo ambiente de trabalho, sem o risco de perda de luminosidade. Outra boa alternativa é a dimmerização e o uso de sensores de presença, que otimizam o gasto de energia elétrica, pois são utilizados apenas quando for necessário.

Ronald Leptich é Gerente de Produto da OSRAM, empresa que atua há 17 anos. É formado em Engenharia Elétrica e possui MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Hoje, atua no segmento de Iluminação Profissional.

Fonte: http://lightingnow.com.br/blog/3-dicas-para-iluminar-seu-home-office

Projeto Centro Vivo quer revitalizar São José dos Campos

São José dos Campos - Um audacioso plano de recuperação urbana do centro antigo de São José dos Campos por parte da prefeitura tem alarmado segmentos da sociedade. O principal motivo é a destinação do mais antigo teatro da cidade, o Cine Teatro Benedito Alves, abandonado pelo poder público há 8 anos, que pode ser transformado num centro comercial. Desde 2003 sob poder da prefeitura, depois de adquiri-lo junto à diocese local, o espaço cultural foi abandonado e está em péssimas condições. O Projeto Centro Vivo é classificado pelos urbanistas da prefeitura e do Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento (Ipplan) de estratégico para recuperar o centro antigo da cidade. Atualmente a região só abriga o comércio de rua e poucas moradias, sendo no período noturno tomado por marginais e pela prostituição, apesar de ter grande potencial para uma bem-sucedida reurbanização.

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O projeto, segundo a administração, "visa a requalificação da área central de São José dos Campos. O conceito geral deste plano estratégico é fazer um projeto que unifique diagnósticos e preveja as ações futuras, com atuações públicas e privadas, estabelecendo a cooperação mútua dos atores que compõem o cenário urbano".
De acordo com o projeto da prefeitura e do Ipplan, a sociedade será envolvida neste processo por meio da participação de representantes de diversos setores. Entre eles moradores, empresários, comerciantes e formadores de opiniões pactuando o planejamento de ações de transformação estrutural da área. O plano será estruturado em diretrizes estratégicas, objetivos e ações de curto, médio e longo prazo.

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De acordo com os técnicos do Ipplan, a degradação de centros urbanos é um fenômeno frequente na vida das cidades e projetos chamados de reabilitação, revitalização e requalificação se tornaram comuns. Os casos mais conhecidos são Curitiba e Salvador (na região do Pelourinho).
A argumentação e os esboços apresentados há poucas semanas pela prefeitura são animadores sob aspectos gerais, pois, como ocorre em diversas cidades do mundo, o centro de São José dos Campos sofre com uma progressiva degradação dos prédios e da segurança, o que resultou numa permanente migração de moradores para outras regiões mais valorizadas e com melhor perspectiva de futuro.

Idéia antiga


Em São José dos Campos, a ideia de reabilitação do centro antigo é aguardada desde meados dos anos 1990 e teve alguns ensaios, como a proibição de placas nos edifícios comerciais que tapassem a fachada, além de recuperação da pintura dos prédios e do alargamento das calçadas - como, por exemplo, uma grande reforma do Mercado Municipal e a criação do Museu de Arte Sacra na capela Nossa Senhora Aparecida, que estava abandonada. Mas isto ainda é considerado pouco diante do problema.
Na elaboração da nova Lei de Zoneamento feita pela câmara em parceria com a prefeitura foi diagnosticado a necessidade de um plano integrado para a área central da cidade. Neste projeto era necessário a unificação de diversos projetos menores e ações práticas para revitalizar a região de modo mais estrutural e efetivo. Isto ficou determinado pela Lei Complementar 428/2010, que baseou o Centro Vivo.


Ambulantes

A prefeitura reconhece a premência de retirar o grande volume de ambulantes das ruas centrais, que tomam praticamente todo o largo da igreja matriz, a Praça do Sapo e a calçada da rua 15 de Novembro. Isto se tornou um dos maiores problemas detectados pelos urbanistas da prefeitura em pesquisa junto à população frequentadora da região central.
O Projeto Centro Vivo pretende criar três Centros de Comércio Popular que abriguem os ambulantes e deem uma organização formal a essa atividade. Além desses, cinco outros espaços públicos são alvo de futuras ações. O prédio do Mercado Municipal, que será integrado por meio de um calçadão ao Museu de Arte Sacra, a orla do Banhado, que ganhará um bulevar, e os prédios abandonados da Argon e já adquiridos pela prefeitura que serão leiloados à iniciativa privada para moradia, já que o local é privilegiado.
A Travessa João Dias, bem no centro da cidade e um dos últimos resquícios dos primórdios do traçado urbano da cidade, hoje é apenas uma ligação de pedestres entre a Avenida São José e a rua XV de Novembro. Esse trecho deve abrigar um dos centros de ambulantes. A pequena rua passará por uma reurbanização, seguindo os valores e padrões do Projeto Centro Vivo, criando rotas acessíveis para um uso efetivo do lugar e com segurança.
Já a Galeria Pedro Rachid, hoje também subutilizada, será o impulsionador das ações do Centro Vivo. O local terá um uso diversificado, como atendimento na área de saúde, um centro destinado ao Poupa Tempo da prefeitura local e ainda contará com uma área comercial que deverá estender seu horário de funcionamento até as 22h.

Fonte: http://www.cidades.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1107:projeto-centro-vivo-quer-revitalizar-sao-jose&catid=142:noticias&Itemid=175

Bienal de Arquitetura da Zona da Mata e Vertentes - MG

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O Instituto de Arquitetos do Brasil - Núcleo Juiz de Fora, promove entre os dias 15 e 25 de setembro de 2011, a I Bienal de Arquitetura da Zona da Mata e Vertentes e o II Seminário Caminhos para a Cidade. Os eventos terão como sede o Centro Cultural Bernardo Mascarenhas - o mais importante espaço cultural público de Juiz de Fora.
A Bienal vai apresentar a produção dos arquitetos e urbanistas da região e trabalhos de estudantes das escolas e cursos de arquitetura de Juiz de Fora e de Viçosa. O Seminário trará nomes relevantes do cenário nacional para a discussão da arquitetura e urbanismo de toda a região. Também tem como proposta a discussão da arquitetura enquanto produto cultural.
Fonte e maiores informações: http://www.iabjf.org.br/publicacoes.php?cont=75
 
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