NBR 15575 - Norma de Desempenho da Construção entra em vigor nesta sexta-feira

Entra em vigor nesta sexta-feira, dia 19 de julho, a nova Norma de Desempenho de Edificações, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que estabelece exigências de conforto e segurança em imóveis residenciais. A nova norma, que criou um marco regulatório no setor da Construção Civil, agrega valores como segurança, qualidade e conforto para a produção imobiliária. Pela primeira vez, uma norma brasileira associa a qualidade de produtos ao resultado que eles conferem ao consumidor, com instruções claras e transparentes de como fazer essa avaliação. As regras privilegiam benefícios ao consumidor e dividem responsabilidades entre fabricantes, projetistas, construtores e usuários. No dia 15 de agosto, o Sinduscon-Rio, em parceria com a Firjan, promoverá um Workshop sobre a nova Norma, que contará com a presença do engenheiro Carlos Borges, que coordenou a Comissão da NBR 15.575, em sua primeira fase, e do professor Ércio Thomaz, que coordenou o texto técnico do “Guia Orientativo” editado pela CBIC e distribuído pelo Sinduscon-Rio aos seus associados. O advogado Roberto Lira, que é professor de Aspectos Jurídicos das Construções e Incorporações na FGV - Management, falará sobre as implicações jurídicas decorrentes da Norma de Desempenho. Clique aqui para acessar o Guia Orientativo para atendimento à Norma ABNT NBR 15575 - Desempenho de Edificações Habitacionais.

Resultado do concurso–Novo Centro Administrativo do Maranhão

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Em solenidade pública realizada no dia 15/07/2013, iniciada às 10h, no auditório da Secretaria de Gestão e Previdência do Maranhão - SEGEP, no 4º andar do Ed. Clodomir Millet, na Avenida Jerônimo de Albuquerque em São Luís, foi anunciado o resultado e identificados os premiados e menções do Concurso Público Nacional de Arquitetura do Novo Centro Administrativo do Maranhão *Veja aqui a Ata de Julgamento* e abaixo os projetos premiados e menções.

12 - Primeiro Lugar

Autor/Coordenador:  Arthur de Mattos Casas

Cidade:  São Paulo - SP

Co-Autor(es): Gabriel Ranieri, Joana Oliveira, Luís Eduardo Loiola, Nara Telles, Pedro Ribeiro, Rodrigo Tamburus

Colaborador(es): Daniela Diniz, Eduardo Mikowski, Mariana Santoro

Revisão de texto: Luiza Costa

29 - Segundo Lugar

Autor/Coordenador:  Pablo Emilio Robert Hereñú

Cidade:  São Paulo - SP

Co-Autor(es): Eduardo Ferroni, José Paulo Gouvea

Colaborador(es): Denis Ferri, Diogo Pereira, Ivan Mazel, Natália Tanaka e Nathália Grippa

22 - Terceiro Lugar

Autor/Coordenador: Pablo Basílio de Sá Leite Chakur

Cidade:  São Paulo - SP

Co-Autor(es): Fernanda Ferreira, Edson Lucchini Junior, Ricardo Martos

Pessoa Jurídica: Ópera Quatro Arquitetura S/S Ltda

Colaborador(es): Emilly Tauhyl de Campos, Lucas Ozawa Pelin, Marcelo Sandro de Oliveira, Michelle Carvalho D’Angelo, Murillo Fantinati dos Santos, Natália Peres Rodrigues, Patrícia Yume Akiyama, Paulo Rodrigues da Silva

Consultoria Sustentabilidade: Estudio ARK!Z

6 - Menção Honrosa

Autor/Coordenador:  Luciano Rocha de Andrades

Cidade:  Porto Alegre - RS

Co-Autor(es): Rochelle Castro Silvio Machado, Matías Carballal, Andrés Gobba, Mauricio López

Colaborador(es): Alexis Arbelo, Aldo Lanzi, Isabella Madureira, Mauricio Wood, Pablo Courreges, Pamela Davyt, Charlotte Pericchi, Diego Moreras, Felipe Lessa, Guillermo Acosta, Emiliano Lago, Gerard Rouillier, Martin Pronczuk, Santiago Saettone, Camilla Pereira, Jaqueline Lessa

Fonte: http://novocentroadministrativoma.arq.br/index.php/resultado

Filme "A Cidade É Uma Só?" / Brasília e a Campanha de Erradicação de Invasões

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Premiado no Festival de Tiradentes de 2012, "A Cidade É Uma Só?" combina documentário e ficção para recontar memórias de pessoas que foram obrigadas a deixar suas casas durante a CEI - Campanha de Erradicação de Invasões – ocorrida em Brasília nos anos 70 - e os reflexos disso nos dias atuais.

O nome da cidade-satélite Ceilândia deriva desta campanha – CEI - que tentava disfarçar a remoção violenta de cerca de 80 mil pessoas do lugar onde hoje é o Guará e parte do Park Way para um local a 40 quilômetros do Plano Piloto, em Brasília.

Dirigido por Adirley Queirós, o filme elege como personagens Nancy Araújo, que era moradora da região, Zé Antônio, que vende terrenos, e seu cunhado, Dildu, faxineiro da Ceilândia, candidato na eleição distrital pelo PCN (Partido da Correria Nacional).

Nancy foi quase uma garota-propaganda do processo de remoção ocorrido há mais de 40 anos. Ainda criança, ao lado de outras meninas, participou da campanha, na qual elas cantavam uma musica em que um dos versos dizia: "A cidade é uma só". Era essa a ideia que tentava ser vendida, por isso, a música nunca saiu da cabeça de Nancy.

A interrogação no final do título não fazia parte da frase original da música da campanha de 1971, mas coloca em questão a ideia que os governantes tentavam vender na época. Hoje, vemos que a capital do país jamais poderá ser uma só enquanto houver uma discrepância social tão gritante.

O filme estreou em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília na última sexta-feira, 12 de julho.

Fonte: cinema.uol.com.br

Fonte:"Filme "A Cidade É Uma Só?" / Brasília e a Campanha de Erradicação de Invasões" 14 Jul 2013.http://www.archdaily.com.br/br/01-127794/filme-a-cidade-e-uma-so-brasilia-e-a-campanha-de-erradicacao-de-invasoes?utm_source=ArchDaily+Brasil&utm_campaign=d4ab68794f-Archdaily-Brasil-Newsletter&utm_medium=email&utm_term=0_318e05562a-d4ab68794f-407774757

Workshoop sobre Arquitetura Corporativa / Theo van der Voordt

O arquiteto holandês Theo van der Voord visitará o Brasil para o lançamento de seu livro “Arquitetura sob o Olhar do Usuário” e fará um workshop sobre o tema “Arquitetura Corporativa”, no próximo dia  22 de julho, no Espaço Bela Cintra, em São Paulo. A visita é um convite da FAUUSP (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo), Unicamp (Universidade de Campinas) e sua Editora, a Oficina de Textos.
Após uma introdução feita pelo palestrante, serão levantadas questões para discussão coletiva, visando encontrar, em conjunto, soluções para problemas relacionados aos espaços de trabalho.
Temas abordados
-Novos desafios: novas maneiras de trabalhar (flexibilidade)
- Qualidade de projeto e critérios de projeto para qualidade
- Avaliação pós-ocupação e avaliação ambiental (conceitos e metodologias)
- Projetando para todos / acessibilidade universal
- Flexibilidade
- Segurança
- Privacidade, territorialidade e contato social
- Saúde e bem estar físico
- Sustentabilidade
- Exemplos com casos reais
- Discussão com participantes
Workshop: “Arquitetura Corporativa”, por Theo van der Voordt
Data: 22 de julho de 2013
Horário: das 8h30 às 17h
Local: Espaço Bela Cintra
Endereço: Rua Bela Cintra, 954 – São Paulo – SP
Valor: R$ 1.400,00
Inscrições: www.ofitexto.com.br ou pelo telefone: 11-3085.7933
Além do workshop, o arquiteto aproveita a visita ao Brasil para realizar três palestras gratuitas de divulgação de seu livro “Arquitetura sob o Olhar do Usuário” em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
São Paulo: 16 de julho às 18h30 no Espaço Bela Cintra, 954.
Rio de Janeiro: 17 de julho às 14h na UFRJ – ProArq – FAU sala 445 (Para Alunos).
Porto Alegre: 18 de julho às 18h30 na UFRGS no auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.
Voordt é Doutor em Segurança no Ambiente Construído e Professor-Associado do Departamento de Mercado Imobiliário e Promoção Habitacional da Faculdade de Arquitetura da Universidade Tecnológica de Delft (Países Baixos), onde ministra o curso Corporate and Public Real Estate Management (Administração Imobiliária Pública e Corporativa).
Acesse aqui para mais informações sobre os eventos.
Fonte:"Workshoop sobre Arquitetura Corporativa / Theo van der Voordt" 13 Jul 2013. ArchDaily, 14 Jul 2013.  http://www.archdaily.com.br/br/01-127422/workshoop-sobre-arquitetura-corporativa-theo-van-der-voordt?utm_source=ArchDaily+Brasil&utm_campaign=de19f75cfd-Archdaily-Brasil-Newsletter&utm_medium=email&utm_term=0_318e05562a-de19f75cfd-407774757

Intervenções urbanas em sinais de trânsito / Clet Abraham

Intervenções urbanas

Algumas ruas de Barcelona, Florença, Londres, Milão, Paris e Roma, dentre outras cidades, sofreram algumas intervenções urbanas em seus sinais de trânsito nos últimos anos. O autor dessas intervenções, Clet Abraham, é um escultor e pintor francês que há cerca de vinte anos se mudou para a Itália para estudar arte, porém, se apaixonou pelo país, atraído por sua cultura e suas cidades. Desde quando instalou seu estúdio em Florença, persegue a ideia de intervir na sinalização de trânsito, para que os pedestres vejam suas obras.

Inicialmente suas obras de arte, em geral esculturas, se limitavam a galerias, por isso resolveu aumentar a abrangência de seu trabalho, incluindo os cidadãos comuns do cotidiano urbano. Além disso, queria que suas mensagens tivessem um aspecto mais cômico e de entretenimento, sem perturbar a legibilidade das sinalizações, para que as pessoas pudessem interpretá-las, experimentando um momento especial ao se deslocarem pela cidade.

Como sua arte é considerada ilegal pela polícia italiana, Abraham afirma que não quer destruir ou invadir os lugares com sua arte, mas instalar seus trabalhos de modo respeitoso, pois, caso contrário, não contribuiria com a arte urbana, tampouco com a história ou a cultura das cidades onde suas obras estão instaladas.

Intervenções urbanas.png01Courtesy of Clet Abraham, via Facebook

Fonte e reportagem completa: "Intervenções urbanas em sinais de trânsito / Clet Abraham" 12 Jul 2013. ArchDaily, 12 Jul 2013. http://www.archdaily.com.br/br/01-127048/intervencoes-urbanas-em-sinais-de-transito-clet-abraham?utm_source=ArchDaily+Brasil&utm_campaign=e57d27aa7d-Archdaily-Brasil-Newsletter&utm_medium=email&utm_term=0_318e05562a-e57d27aa7d-407774757

Historiadores resgatam mapas e fotos inéditos da construção da capital

Documentos inéditos mostram que um estudo da topografia e do relevo do DF serviu de base para Lucio Costa definir o projeto da nova capital. O material foi produzido antes mesmo da eleição de JK

QUEBRA-CABEÇA: Milhares de fotografias aéreas foram usadas para compor mapa do local que abrigaria o novo Distrito Federal
 
Antes de Juscelino Kubitschek ser eleito presidente e anunciar a construção de Brasília, já havia um estudo completo e detalhado da topografia e do relevo da área onde seria erguida a nova capital. A pesquisa contava com mais de mil mapas e fotografias aéreas. Tudo acabou usado pelos engenheiros comandados por Lucio Costa para tirar o Plano Piloto do papel. Mas esse material acabou esquecido na burocracia estatal, até três semanas atrás, quando um historiador do Arquivo Público do Distrito Federal os identificou em meio aos milhões de documentos guardados no órgão, que nunca teve sede própria e funciona inadequadamente nas dependências da Novacap.

Produzidas entre 1954 e 1957 pela empresa norte-americana Donald J. Belcher Associados, com sede em Nova York, as mais de mil plantas e imagens revelam que o terreno de Brasília não era tão plano e regular como vemos hoje. Havia muitos obstáculos, como morros, imensos buracos e vários córregos e ribeirões. “Esses documentos se referem aos estudos do terreno necessário para que fossem construídos os prédios, ou seja, a cidade visível hoje. Vendo as fotos, dá para se ter uma ideia de quanta terra foi mexida e retirada para a construção de Brasília. Algo, na verdade, inimaginável”, comenta o historiador Wilson Vieira Júnior, responsável pelo resgate dos documentos.
 
 
 
Responsável pelo resgate do material, Wilson Vieira Júnior revela que os documentos estavam esquecidos na mapoteca
 
O então presidente da República, Café Filho, nomeou o marechal José Pessoa Cavalcanti Albuquerque para coordenar o trabalho de registro da área onde viria a ser construído o novo Distrito Federal. A equipe ganhou o nome oficial de Comissão de Localização da Nova Capital Federal. Não era o primeiro grupo criado por um presidente com a finalidade de levantar dados sobre uma área para a mudança da capital do Rio de Janeiro para o Centro-Oeste (veja quadro). No entanto, foi o pioneiro em uso de fotografias aéreas e a que produziu os mais detalhados mapas do relevo do Planalto Central. O material também foi usado na desapropriação das terras onde seria erguida a cidade.
 

Organizações de Arquitetura e Urbanismo defendem planejamento democrático das cidades

Leia documentos divulgados em solidariedade aos protestos que acontecem pelo Brasil

Nos últimos 30 dias, multidões de brasileiros tomaram as ruas para reivindicar melhores serviços e equipamentos públicos. O que começou como um movimento contra o aumento da tarifa de ônibus transformou-se em uma manifestação nacional por cidades mais eficientes, com serviços públicos de qualidade. Temas como reforma urbana, espaço público e regras para planejamento das cidades estão na pauta das organizações de Arquitetura e Urbanismo há bastante tempo. Com os protestos, as organizações divulgaram documentos abertos que elogiam as manifestações e expõem a compreensão dos arquitetos e urbanistas sobre esses temas.
 
Os presidentes estaduais do CAU, reunidos em Mato Grosso do Sul, apresentaram a “Carta de Campo Grande: por um projeto de cidade democrática do século XXI”. O texto identifica a falta de planejamento das cidades como causa do empobrecimento da paisagem urbana, perda de qualidade de vida e da autoestima cidadã. Defende que os projetos para as cidades sejam debatidos amplamente com a sociedade, observando o interesse geral. “Não é a cidade que está em crise, mas a forma de pensar e intervir nos espaços com procedimentos ditos de planejamento que não mais respondem a realidade democrática e participativa”, diz a carta. Veja aqui.
 
O Instituto dos Arquitetos do Brasil apresentou suas propostas em forma de uma Agenda Pública, com três pontos principais: (i) a Mobilidade e o Planejamento, (ii) a Mobilidade e a Habitação e (iii) a Transparência e o Projeto. Defende soluções como prioridade ao transporte coletivo, programas de crédito imobiliário com direito à assitência técnica e exigência do projeto completo em licitações de obras. O IAB considera que “a universalização dos serviços públicos é uma exigência democrática – bem como importante expressão do Direito à Cidade”. Leia aqui.
 
Em nota, a Federação Nacional dos Arquitetos celebra a conquista da sociedade civil na redução das tarifas de ônibus e repudia a violência praticada por vândalos e também pela polícia. A FNA afirma esperar que este momento possa “traduzir-se em transporte público de qualidade e que tenha reflexos nas políticas públicas em geral”. Leia aqui a nota da FNA.
 
A Federação dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo (FeNEA) lançou um comunicado denunciando retrocessos na política urbana, como remoções de família para lugares distantes dos centros, grandes investimentos em equipamentos com pouco interesse social e repressão policial nas manifestações ocorridas em espaços públicos. Afirma que a luta pela Reforma Urbana “não deve ser feita apenas no plano teórico e acadêmico, mas também nas ruas, ao lado dos movimentos sociais e da sociedade civil em geral”. Veja aqui a nota.
 
No Congresso Nacional, o CAU/BR está atuando para mostrar a deputados e senadores a importância de se usar critérios técnicos e transparentes na contratação das grandes obras públicas. Os dois principais pontos defendidos para uma política de construção das cidades são a obrigatoriedade do projeto executivo antes do início das obras e a de concurso público para escolha dos projetos. Saiba mais aqui.
 

Bolsas de investigação em arquitetura

Projeto “Habitações para o maior número: Lisboa, Luanda, Macau”

Encontra-se aberto concurso para atribuição de duas Bolsa de Investigação no âmbito do Projeto “Habitações para o maior número: Lisboa, Luanda, Macau” (referência PTDC/ATP-AQI/3707/2012), financiado por fundos nacionais através da FCT/MEC (PIDDAC).
 
Este projeto de investigação é desenvolvido pelo DINÂMIA’CET-IUL (ISCTE-IUL) em parceria com o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) e com a Associação de Arquitetos de Macau (AAM).
 
Área Científica: Arquitetura
Orientação Científica: Ana Vaz Milheiro.
 
Consulte aqui os editais.

 
 
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