Design de Mobilidade Urbana - Pós-graduação



O curso de Design de Mobilidade Urbana tem como objetivo a especialização de profissionais, advindos de diferentes áreas do conhecimento, para avaliar, identificar, propor e desenvolver diferentes soluções integradas de mobilidade urbana, tratando de forma sistêmica desde o macro desenho da cidade até o micro objeto, que nela está inserido.
Carga horária: 366 horas

Veja o vídeo: https://youtu.be/0TvAO6vOVTM


Fonte e mais informações: http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?newsID=DYNAMIC%2Coracle.br.dataservers.CourseDataServer%2CselectCourse2&course=21927&template=397.dwt&unit=RIP&testeira=439&ad=emk#

The Guardian elege Sesc Pompeia entre os dez melhores edifícios de concreto do mundo

Sesc Pompeia, São Paulo - Foto Pedro Kok 
No início deste mês o jornal britânico The Guardian publicou uma matéria em que elegia os dez "melhores edifícios de concreto do mundo".  Do Panteon de Roma à Unité d'Habitation de Marseille, de Le Corbusier, a lista, elaborada por pelo crítico de arquitetura ,conta ainda com o Banco de Londres em Buenos Aires, do arquiteto Clorindo Testa, e com o Pavilhão Nacional Português, de Álvaro Siza.


Inscrições para pós-graduação lato sensu da Escola da Cidade

 
Já estão abertas as inscrições para os cursos de pós-graduação 2016 da Escola da Cidade.
O programa, que tem como tema principal Civilização América – Um Olhar Através da Arquitetura se estrutura nas seguintes especializações:


Civilização América

Um olhar através da arquitetura. A América é uma massa continental formada por três placas tectônicas que definem suas porções norte, centro e sul. Uma unidade territorial natural formada somente há 1,5 milhões de anos quando a pequena placa centro-americana se soergueu juntando os dois antigos fragmentos. No entanto, só foi reconhecida como tal no século XVI, se tornando fato histórico.Sua descoberta transforma o mundo inexoravelmente. Ao mesmo tempo em que se inaugurava no plano do conhecimento essa unidade, a colonização dessas terras impôs um desmembramento geopolítico do território e sua ocupação.
Por meio da predação, dizimou em guerras e doenças uma população local de 80 milhões de pessoas em menos de um século. O maior massacre da história da humanidade. Como conseqüência, a escravidão e um território cindido. Por outro lado, vincula toda nossa história pós-colombiana à África.O enfrentamento crítico desse fracionamento, tão evidente na linha vertical do Tratado de Tordesilhas, como na horizontal que divide atualmente a América Latina da America Anglo-Saxônica, se revela como fulcro de um raciocínio projetual contemporâneo, tendo em vista um futuro mais esperançoso das relações entre as nações das Américas e a transformação da natureza.
Com essa perspectiva, deveríamos imaginar a ocupação de um território onde a natureza não representasse mais uma ameaça, um obstáculo ao empreendimento, como foi vista pelo colonizador. A idéia de sustentação do planeta depende desse equilíbrio entre os recursos naturais e as cidades, cada vez mais eleitas como o habitat, por excelência, do homem. Lugar de permanência e flexibilidade. Como fato novo, a população mundial vive hoje, predominantemente, nas cidades, e as grandes metrópoles precisam ser estudadas com a urgência correspondente a esse fenômeno. Concentram, assim, as riquezas e mazelas.
Poderíamos ensaiar cidades que não dessem as costas a seus rios e que esses pudessem formar redes infra-estruturais de conexões associadas a ferrovias, rodovias, aeroportos. Ou seja, uma unidade territorial americana, pensada de dentro para fora, que respeite a história específica de cada país e seu povo, construída culturalmente, com todas as contradições e conflitos inerentes desse processo. Sabemos que são realidades muito diversas, fisicamente, culturalmente, materialmente. As desigualdades sociais de nossos povos (a riqueza de uns e pobreza de outros) refletem no âmbito continental, o que ocorre na maioria das grandes cidades das Américas. É nesse ambiente que devemos depositar nossos esforços, uma atitude crítica em face dessa realidade e nossa possível contribuição. O distinto como uma expressão includente, e não segregadora.

O oásis da energia sustentável

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Crédito: Galileu/Reprodução
Marrocos é conhecido por ser um dos países com maior incidência solar do Planeta Terra, mas com a energia predominantemente vinda de outras fontes. Porém, a situação promete mudar em um futuro próximo.
Para aproveitar o clima quente da região do Deserto do Saara e a grande quantidade de dias ensolarados, as autoridades do país – localizado no continente africano – prometem financiar a construção da maior usina de energia solar do mundo para 2020.
A previsão é que cerca de 2 bilhões de dólares sejam gastos no projeto da construção e instalação da usina, e a expectativa é que a iniciativa gere cerca de 500 MW de energia.
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Crédito: Luca Galuzzi
Apesar de ocupar um espaço muito grande – equivalente ao tamanho de Rabat, capital do Marrocos – o projeto promete, além de suprir a necessidade energética do país, exportar energia para a Europa.
A usina será construída na cidade de Ouarzazate, ou como é conhecida, “a porta do deserto”; e a tecnologia utilizada não será a mesma dos já conhecidos painéis fotovoltaicos. No projeto, serão utilizados espelhos curvados ligados a um líquido que, ao esquentar, transformam o calor em energia através de uma turbina a vapor.
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Crédito: João Leitão
Veja também:
O primeiro metrô movido à energia solar do Brasil                                                                                 Brasil testará sistema flutuante de geração de energia solar
Via: Galileu

Prefeitura de Sorocaba estuda adotar novo piso intertravado não trepidante em ciclovias

Sem chanfros nas extremidades, material já é utilizado em outras partes do mundo em estacionamentos de supermercados

Luísa Cortés, do Portal PINIweb
26/Janeiro/2016


A Prefeitura de Sorocaba, em conjunto com a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e com a Dibloco, estuda a utilização de um novo tipo de piso, um pavimento intertravado sem chanfros nas extremidades, em ciclovias. O material, que se destaca por sua característica não trepidante, já é utilizado em outras partes do mundo em estacionamentos de supermercados, em que há grande circulação de carrinhos, e também está sendo testado no Jardim Sensorial de Sorocaba.
Na cidade paulista, no entanto, a ideia é a sua utilização em ciclovias e em ambientes por onde transitem cadeirantes, deficientes visuais portadores de bengalas, carrinhos de bebês, skates e outros meios de locomoção.

Plataforma edX disponibiliza cursos certificados grátis de arquitetura, engenharia e urbanismo

via edX
via edX
A plataforma virtual de ensino edX disponibilizou em sua página mais de 800 cursos online gratuitos e certificados de instituições de renome mundial, como a Universidade de Harvard, o MIT e a Universidade de Berkeley. Os cursos abrangem áreas como literatura, poesia, medicina, biologia, ciências políticas, economia, engenharia, planejamento urbano, história e arquitetura, entre muitas outras.
Ministrados, em sua maioria, em inglês, os cursos têm duração e carga horária semanal variadas e, em geral, exigem participação online em horários determinados. Há também versões ministradas em outros idiomas, como chinês, francês, espanhol e mesmo português, porém, em menor quantidade. Sem certificado após a conclusão dos estudos, este deve ser adquirido à parte e requer o pagamento de uma taxa que vaira de US$ 50 a US$70.
Veja, a seguir, alguns dos cursos mais interessantes nas áreas de Arquitetura, Engenharia e Urbanismo:
Conheça todos os cursos oferecidos nas áreas do conhecimento relacionadas à arquitetura:
Fonte: Cita: Romullo Baratto. "Plataforma edX disponibiliza cursos certificados grátis de arquitetura, engenharia e urbanismo" 28 Jan 2016. ArchDaily Brasil. Acessado 29 Jan 2016.  http://www.archdaily.com.br/br/781148/plataforma-edx-disponibiliza-cursos-certificados-gratis-de-arquitetura-engenharia-e-urbanismo

Cidadeapé: por uma São Paulo mais caminhável

© Cidadeapé
© Cidadeapé
"Em algum momento de sua vida, você foi um pedestre. Ame os pedestres como a você mesmo." Com este lema e considerando que as cidades nem sempre são os espaços mais acolhedores para os pedestres, em 2015 um grupo de cidadãos criou uma Associação pela Mobilidade a Pé em São Paulo.
Mais conhecida como Cidadeapé, a associação defende as condições dos espaços da cidade para quem se desloca a pé, atuando representativamente perante o poder público. Como o próprio grupo se define, são "voluntários que trabalham por uma cidade acessível, amigável e, sobretudo, caminhável."
© Cidadeapé
© Cidadeapé
Cidadeapé pede às autoridades que o planejamento da cidade, as políticas de mobilidade e transporte, as condições das calçadas e ruas sejam pensadas primeiro em função de quem se desloca a pé, pois são "a maioria". Além disso, exige informações sobre os percursos que os pedestres podem fazer para chegar a um ponto ou outro da cidade e que as pessoas aprendam a caminhar em São Paulo, e que isso lhes seja prazeroso. 
A coordenadora do movimento, Joana Canêdo, disse que, diferente  de outras organizações pensadas para pedestres, que planejam passeios e percursos culturais, seu trabalho "é discutir com as autoridades e pedir mais respeito e melhores condições para aqueles que se movem a pé pela cidade."
Confiando que uma cidade cidade boa para viver é uma cidade em que qualquer pessoa pode se mover e ter acesso para chegar onde quer que seja, a organização defendeu diante das autoridades seus seis eixos principais: segurança absoluta para quem se desloca a pé. calçadas caminháveis para todos. valorização da mobilidade a pé como meio de transporte; sinalização adequada para quem caminha pela cidade; tempo de semáforos que favoreçam os pedestres; estabelecer e consolidar uma rede de mobilidade a pé. 
© Cidadeapé
© Cidadeapé
Em três meses de trabalho e divulgação, a iniciativa alcançou um grande feito: a criação de uma câmara temática sobre mobilidade a pé no Conselho Municipal de Trânsito e Transporte. Até outubro, apenas dois atores tinham uma câmara específica: os taxistas e os ciclistas. Isso significa que agora pedestres, ciclistas e taxistas se reunirão com a Secretaria Municipal de Transportes para definir conjuntamente o Plano deMobilidade Urbana de São Paulo. 
No entanto,Joana destaca que o movimento não pretende disputar espaço com os usuários de outros meios de transporte: "em um mesmo dia posso ser pedestre, motorista e até usuária de transporte público. O primordial é que a prioridade do sistema seja a segurança de quem se desloca a pé". Por isso, outro lema da organização é "o maior deve garantir a segurança do menor."
Saiba mais sobre o Cidadeapé através de sua página oficial e sua página no facebook. 
Fonte: Cita: Amanda Marton. "Cidadeapé: por uma São Paulo mais caminhável" [El movimiento que busca hacer de São Paulo una ciudad más caminable] 25 Jan 2016. ArchDaily Brasil. (Trad. Baratto, Romullo) Acessado 29 Jan 2016. http://www.archdaily.com.br/br/780820/o-movimento-que-busca-fazer-de-sao-paulo-uma-cidade-mais-caminhavel?utm_source=ArchDaily+Brasil&utm_campaign=dc7a567335-Archdaily-Brasil-Newsletter&utm_medium=email&utm_term=0_318e05562a-dc7a567335-409858533

SindusCon-SP vai criar ferramenta para medir emissões de gases de efeito estufa de edificações

Grupo de trabalho pretende apresentar primeira versão do sistema para testes em março

Luísa Cortés, do Portal PINIweb

Shutterstock
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    O Comitê do Meio Ambiente (Comasp) do Sindicato da Indústria da Construção de São Paulo (SindusCon-SP) criou na última semana um grupo de trabalho para elaborar uma ferramenta de cálculo para inventários de emissões de gases de efeito estufa do setor de edificações, destinada a construtoras e incorporadoras.
No encontro, o sócio-diretor da Pangea Capital, Roberto Strumpf, frisou discussões presentes na 21ª Conferência do Clima (COP 21) de Paris. Destacou a precificação do carbono como desdobramento esperado pelas empresas, o que deve aumentar custos dos produtos de duas formas: pela taxação, em que se paga por emissão gerada, ou pelo mercado, em que as empresas menos eficientes terão custos maiores na sua produção.
Natália Kurimori, analista de sustentabilidade da Pangea Capital, também citou a estrutura dos principais itens que devem integrar a nova ferramenta, e acrescentou que as bases para o projeto são o GHG Protocol, o Guia metodológico para inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE) - setor Edificações, lançado pelo SindusCon em 2013 e a experiência das empresas que já elaboraram os inventários das obras.
A coordenadora técnica do Comasp, Lilian Sarrouf, avaliou a reunião como produtiva. "Agora vamos fazer a lição de casa para que, em março, seja possível dar início aos testes com uma primeira versão da ferramenta".

 
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