Livro - Sketching para arquitetura e design de interiores: Do móvel ao edifício

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Sketching para arquitetura e design de interiores : do móvel ao edifício é um guia prático e indispensável para os estudantes que desejem dominar a arte de observar e fazer croquis.
Quarenta e cinco exercícios passo a passo conduzem o estudante das mais simples formas tridimensionais dos móveis a complexos interiores e exteriores de edificações e paisagens urbanas. Os tópicos técnicos abrangidos incluem os recursos de desenho, os pesos de linha, as perspectivas cônicas, a proporção, a composição, o sombreamento, as vistas seriais e o contexto imediato. Os exercícios são ilustrados com belos croquis especialmente feitos pela autora.
Stephanie Travis é diretora e professora titular do Programa de Projeto e Arquitetura de Interiores da Universidade George Washington (GW), em Washington, D.C., Estados Unidos.

Consultoria disponibiliza e-book gratuito sobre gestão do BIM em projetos de edificações

Publicação apresenta metodologias aplicáveis à tecnologia e demonstra como relacionar os domínios da gestão do processo de projeto e da tecnologia da informação

Luísa Cortés, do Portal PINIweb



A Consultoria de Ação Coordenar lançou no dia 10 de março um e-book com download gratuito sobre o BIM (Building Information Modeling ou Modelagem da Informação na Construção, em português).


Relatório mostra quais são os países mais felizes do mundo

O documento avalia o bem-estar da população em 156 países. O Brasil está na 17a posição.


Relatório mostra quais são os países mais felizes do mundo
O ranking de 2016 conta com os mesmos dez primeiros colocados da última edição. | Foto: iStock by Getty Images

A edição de 2016 do Relatório Anual de Felicidade foi divulgada. O documento, que avalia informações de 156 países em todo o mundo, classifica as nações de acordo com seus níveis de felicidade e bem estar, indicadores subjetivos de qualidade de desenvolvimento humano.
O material é produzido anualmente pela Rede de Desenvolvimento e Soluções Sustentáveis e conta com a participação instituições de ensino e pesquisa de diferentes países do mundo. Para Jefrrey Sachs, um dos autores do trabalho, o relatório é essencial para o desenvolvimento de estratégias políticas.
“Medir os níveis de auto-felicidade e bem estar deve estar na agenda de cada nação como forma de atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Ao invés de tomar uma abordagem estritamente voltada para o crescimento econômico, devemos promover sociedades prósperas e, ao mesmo tempo, ambiental e socialmente sustentáveis”, explica Sachs, diretor do Instituto da Terra da Universidade de Columbia, no informativo oficial.
Este ano, pela primeira vez, o Relatório tem um papel especial para a medição e consequências da desigualdade. Em relatórios anteriores, os editores argumentaram que a felicidade fornece um melhor indicador do bem-estar humano do que os de renda, pobreza, educação, saúde e bom governo separadamente. Na avaliação atual, eles utilizam as medições também para avaliar as desigualdades. A conclusão: os pesquisadores acreditam que as pessoas são mais felizes vivendo em sociedades menos desiguais.

Os cães ladram, a bicicleta passa

Apesar das incertezas e dissabores do cenário nacional, temos que continuar em movimento. Leia o Editorial da Newsletter 197 do Mobilize Brasil

Fonte: Mobilize Brasil  |  Autor: Marcos de Sousa  |  Postado em: 17 de março de 2016
Leandro Cabral - Concurso Mobilize de Ilustrações
créditos: Leandro Cabral - Concurso Mobilize de Ilustrações
Em 2011, quando o Mobilize Brasil foi lançado, o país vivia a expectativa de grandes transformações em sua infraestrutura urbana, especialmente na área de mobilidade. Obras para a Copa de 2014 e para a Olimpíada de 2016 estavam em curso em doze capitais e em várias outras cidades do país. Várias obras foram atrasadas, interrompidas ou canceladas, como alguns BRTs, trechos do monotrilho de São Paulo, o VLT de Cuiabá e várias outras.

No início do mês, porém, recebemos a boa notícia sobre os testes com passageiros do VLT Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, o primeiro do país a funcionar sem a necessidade das redes elétricas sobre os trilhos. O bonde é silencioso, circula devagar (15km/h) e parece estar agradando aos usuários. Tanto agradou que a prefeitura tem agora a pretensão de estender o sistema até a zona sul da capital carioca, decisão elogiável e simpática. Mas atenção: bondes, trams, vlts ou brts não podem substituir as linhas de metrô que continuam a ser demandas pela população do Rio e de outras capitais brasileiras. 

Arquitetos defendem regulamentação da categoria na Expo Revestir 2016

Debate promovido pela AsBEA sobre Manual do Arquiteto e Urbanista aborda a formação dos profissionais, ocupação do solo urbano e o papel das entidades no setor

Texto: Gabriel Bonafé

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Arquitetos reiteram "compromisso" da profissão em mudar as cidades para melhor (Sergey Nivens/shutterstock.com)
O Manual do Arquiteto e Urbanista, lançado pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) em dezembro de 2015, foi o ponto central do debate realizado pela Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA) no Fórum Internacional de Arquitetura e Urbanismo (FIAC) de 2016, evento integrado à Expo Revestir.
Reunindo uma série de informações objetivas sobre práticas e leis, o material visa a orientar e a regulamentar a atividade dos profissionais. “Ele ajuda a definir o escopo do seu projeto; o que fazer e o que não fazer”, analisa o arquiteto Henrique Cambiaghi, diretor da CFA Cambiaghi Arquitetura.
O manual é uma revisão e ampliação do antigo Alamanarq, publicação produzida pela Federação Nacional dos Arquitetos (FNA) pela última vez em 1998. “Ele foi revisto e repaginado pelo CAU/BR, incluindo novas resoluções que hoje são mais ativas no conselho”, informa Miriam Addor, presidente da AsBEA.

Inscrições para o Curso de Especialização em Arquitetura da Cidade

Até 25/03/2016

A FAU da PUC-RS convida arquitetos e urbanistas a participar do curso de especialização em arquitetura da cidade, promovido com o objetivo de capacitar profissionais para a realização de projetos urbanos. O programa, que aborda temas como infraestrutura do espaço público e tecnologia BIM, acontece de 8 de abril a 16 de dezembro. As aulas serão ministradas quinzenalmente às sextas-feiras e aos sábados no prédio da faculdade, em Porto Alegre.
Local: PUC-RS (Av. Ipiranga, 6681 - Partenon)
Cidade/Estado: Porto Alegre (RS)
Telefone: (51) 3320-3500
Site: www3.pucrs.br

Simpósio Narrativas de Uma Prática

Arquiteto português Eduardo Souto de Moura apresentará sua produção contemporânea


O Instituto Tomie Ohtake, com a realização da Bertani Arte e Cultura e apoio da AkzoNobel, propõe um simpósio acerca da produção arquitetônica contemporânea. O contexto brasileiro, ainda escasso de debates desse tipo, pouco vem fomentando reflexões críticas acerca da prática arquitetônica e o caráter de seus projetos.
A partir desse horizonte, alguns arquitetos foram convidados a refletir como a prática profissional vem enfrentando as problemáticas urbanas atuais, com variáveis cada vez mais complexas e suas demandas socioambientais, econômicas e programáticas.
A oportunidade de refletir sobre essas questões soma-se à possibilidade de receber um dos mais importantes nomes da arquitetura contemporânea portuguesa, Eduardo Souto de Moura.

PROGRAMAÇÃO
ARQUITETURA CONTEMPORÂNEA BRASILEIRA: DIAGNÓSTICOS E DESAFIOSOs arquitetos que integraram o júri da segunda edição do Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel são convidados à mesa para refletirem sobre o contexto em que se insere a prática arquitetônica atual no Brasil. Com base também nos perfis dos projetos apresentados ao prêmio, os arquitetos tecerão considerações sobre as limitações, horizontes e tendências a que os projetos da jovem geração de arquitetos brasileiros vêm se direcionando.

Abilio Guerra – arquiteto pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo PUC-Campinas, mestre e doutor em História pelo IFCH Unicamp. É editor da Romano Guerra Editora e do Portal Vitruvius e professor da FAU Mackenzie
Carlos Teixeira – arquiteto pela Escola de Arquitetura da UFMG e mestre em urbanismo (distinction, Architectural Association). É fundador do escritório Vazio S/A Arquitetura e Urbanismo.
Shundi Iwamizu – arquiteto formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. É sócio do escritório SIAA, e atualmente é docente na Escola da Cidade.
SOUTO DE MOURA, UM DEPOIMENTO PORTUGUÊS

Data: 17 de março 2016 às 18h

Fonte e informativo completo: http://www.caubr.gov.br/?p=53633

Construtoras apostam no BIM 4D para melhorar assertividade do planejamento de obras

Modelo tridimensional de projeto associado ao cronograma de atividades permite visualizar etapas da obra e identificar prós e contras de cada plano de ataque

Juliana Nakamura


Imagem: divulgação Coordenar Consultoria de Ação
Embora ainda seja incipiente, a utilização do Building Information Modeling (BIM) pelas construtoras brasileiras aos poucos avança em sofisticação, indo além de funcionalidades como a geração de modelos virtuais tridimensionais e a possibilidade de verificação de interferências nos projetos (clash detection). A evolução aponta principalmente para a integração com as ferramentas de planejamento, o chamado BIM 4D. Nele, às três dimensões espaciais que compõem o modelo 3D, é acrescida a variável tempo, tornando-se possível incorporar ao modelo informações sobre cronograma, sequência de obra e fases de implantação. Paralelamente surgem iniciativas que visam a aproximar o BIM dos canteiros, para que informações obtidas junto às frentes de trabalho, sejam de progresso ou de atraso de atividade, possam automaticamente municiar as equipes de planejamento, facilitando a tomada de decisão sobre as intervenções necessárias, gerando mínimo impacto nos cronogramas. Também ocorrem simultaneamente experiências em direção ao BIM 5D, que integra às outras variáveis o custo, permitindo que o modelo seja utilizado para gerar quantitativos e orçamentos.
"A ideia é vincularmos as informações dos componentes que representam o escopo do projeto às informações de planejamento e custo. Isto nos dá mais precisão sobre a quantidade de cada serviço a ser executada, permite a simulação de cenários e nos auxilia na definição do planejamento", explica Joyce Delatorre, coordenadora do Núcleo BIM da Método Engenharia. "Com estas informações integradas, se tivermos qualquer alteração de projeto, conseguimos rastrear o impacto no prazo e no custo da obra, auxiliando na tomada de decisão", continua a engenheira.
Ao permitir visualizar virtualmente e mais facilmente a progressão da obra, espera- se que o BIM integrado ao planejamento gere controles mais assertivos sobre os prazos de execução. Fernando Augusto Corrêa da Silva, diretor da Sinco, explica que tal precisão decorre principalmente da maior confiabilidade das informações do modelo e da possibilidade oferecida às equipes de planejamento de explorar diversas formas de executar a obra, escolhendo entre as opções existentes a melhor estratégia de ação.

"Além disso, diferente do que ocorre tradicionalmente, decisões que provavelmente seriam tomadas num segundo momento são antecipadas para a etapa de projetos. É o caso da logística interna do canteiro e de simulações de conflitos entre serviços", compara Diogo Linhares de Camargo, sócio-diretor da Porto Camargo, construtora e incorporadora paranaense que utiliza, pela primeira vez, o BIM 5D (que também inclui a variável custo) na construção de um edifício residencial em Curitiba. Ele conta que simulações subsidiaram a tomada de algumas decisões, como a definição da quantidade de operários para a realização das atividades, a definição da sequência de execução das obras, o estudo de logística de canteiro, e até as análises de custos das soluções para fachadas.
 
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