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Contier Arquitetura disponibiliza “Minha Casa Minha Vida em BIM”

 

Atendendo a muitas solicitações, Contier Arquitetura disponibiliza, através da recém criada área para downloads, “MCMV em BIM”: os elementos básicos para a elaboração de projetos em REVIT para atender às necessidades do Programa Minha Casa Minha Vida.

Esse material, originalmente produzido pela Contier Arquitetura para o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – MDIC, esteve por um longo tempo disponível em site mantido pelo ministério.

Mais do que um template definitivo e uma biblioteca pronta e completa é uma base que pode e deve ser aprimorada pelos usuários, com a criação de material próprio, desenvolvido para atender as suas necessidades específicas. A biblioteca de famílias aqui apresentada para download – embrião de futuras bibliotecas de cada usuário – corresponde a uma “cesta básica” de produtos usados nos projetos do programa Minha Casa Minha Vida.

Tanto as famílias quanto os templates atendem à norma de Coordenação Modular de acordo com a ABNT NBR 15873/2010, que define os termos, o valor do módulo básico e os princípios da coordenação modular para edificações.

A representação dos elementos e símbolos de anotação considera as exigências da norma ABNT NBR 6492/1994, que aborda a representação dos principais elementos arquitetônicos da construção civil no Brasil.

Nos parâmetros das Famílias e Famílias de Sistemas, foi criado um campo para inserir o código SINAPI – Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil, sistema de pesquisa mensal que informa os custos e índices da construção civil

Estão disponíveis para download os arquivos de famílias na extensão RFA, nativa do Revit e os arquivos de template, de famílias de sistema e arquivos índices na extensão RVT.

O download é livre com a única exigência de o usuário se cadastrar site de Contier Arquitetura.

Fonte: http://www.manuaisdeescopo.com.br/News/2015/03/19/Contier-Arquitetura-disponibiliza-%E2%80%9CMCMV-em-BIM%E2%80%9D

Os melhores programas BIM e de desenho de 2015



O primeiro relatório Grid℠ do G2 Crowd acaba de ser divulgado, colocando a plataforma DataCAD como o programa CAD com maiores níveis de satisfação entre os usuários.
Analisando mais de 180 opiniões de profissionais da indústria, o  Grid℠ avalia os níveis de satisfação dos programas em relação à sua presença de mercado (determinada pela escala do fornecedor, participação no mercado e impacto social), categorizando os produtos como "Líder", "Alta Performance", "Concorrente" ou "Nicho". A avaliação do G2 Crowd envolve todos os programas CAD mais usados na arquitetura e construção, abrangendo ferramentas e bibliotecas BIM para projeto mecânico, elétrico, hidráulico e arquitetônco.
Os primeiros resultados classificaram o Revit e o AutoCAD como "Líderes", com alta satisfação dos consumidores e mantendo uma forte presença de mercado. Vectorworks Architect, ArchiCAD, e DataCAD foram identificados como "Alta Performance", com uma média presença de mercado. Por outro lado, o AutoCAD MEP e o AutoCAD Architecture apresentam alta presença de mercado, porém níveis relativamente baixos de satisfação entre os usuários, sendo classificados como "Concorrentes".
Mais de 15 fornecedores de softwares foram incluídos na categoria "Building Design and BIM", com o Grid℠ representando apenas aqueles que receberam 10 ou mais avaliações positivas.
Entre os dados encontrados pelo G2 Crowd, está que os 86% dos avaliadores dos programas de desenho e BIM dizem que seu software escolhido atende suas necessidades, e 85% deles recomendaria o produto a outros profissionais.
G2 Crowd é a "plataforma líder mundial em avaliação de softwares profissionais", buscando "trazer autenticidade e transparência à pesquisa de tecnologia empresarial." A página reúne avaliações de usuários que ajudam a identificar as melhores opções de software, auxiliando os interessados a tomarem decisões mais conscientes ao adquirir um programa profissional.

  Fonte:Arcilla, Patricia. "Os melhores programas BIM e de desenho de 2015" [Report Ranks Best BIM and Building Design Platforms for 2015] 28 Feb 2015. ArchDaily Brasil. (Trad. Romullo Baratto) Acessado 1 Mar 2015. http://www.archdaily.com.br/br/762816/os-melhores-programas-bim-e-de-desenho-de-2015

SKALGUBBRA – escalas humanas legitimamente brasileiras

Cortesia de Micrópolis                                                               Cortesia de Micrópolis

Quem nunca passou horas escolhendo as melhores escalas humanas a serem inseridas na imagem após o render ter ficado pronto? Apesar de aparentemente fácil e singela, essa tarefa esconde algumas questões primordiais do projeto: como se trata (ainda) de uma proposta, devemos comunicá-la (também) através de imagens, e nelas depositamos algumas intensões e expectativas, entre as quais o público que nosso projeto vai atender.
Há páginas na internet que disponibilizam imagens de escalas humanas já recortadas, o que agiliza muito essa etapa de representação, porém, em geral esses sites são estrangeiros e disponibilizam imagens de pessoas de seus países. Talvez o mais famoso seja o sueco SKALGUBBAR, com centenas de escalas suecas prontas para ilustrar nossos projetos.
Há também a versão latina – Escalallatina – que disponibiliza imagens recortadas de “escalas humanas de um mundo em desenvolvimento”. Algo mais próximo de nossa realidade, sem dúvida, mas elas ainda não são brasileiras...
Pensando nisso, o coletivo Micrópolis criou o repositório SKALGUBBRA, segundo eles próprios, “baseado no site sueco Skalgubbar, porém em um contexto mais brasileiro.” São centenas de escalas de todas as partes do Brasil - que mostram uma realidade bastante heterogênea – prontas para serem inseridas em suas imagens.

Acesse a página do SKALGUBBRA para baixar as escalas humanas brasileiras.

  Fonte:Romullo Baratto. "SKALGUBBRA – escalas humanas legitimamente brasileiras" 02 Feb 2015. ArchDaily Brasil. Acessado 2 Fev 2015.  http://www.archdaily.com.br/br/761342/skalgubbra-nil-escalas-humanas-legitimamente-brasileiras

Animação mostra o funcionamento da cobertura retrátil do novo estádio de Atlanta

Cortesia de New Atlanta Stadium     Cortesia de New Atlanta Stadium

Foi divulgado recentemente uma animação do novo estádio do Atlanta Falcons - time de futebol americano da cidade de Atlanta -, revelando uma cobertura retrátil sem precedentes projetada pelo escritório 360 Architecture (recentemente incorporado ao HOK). De acordo com o site oficial do estádio, a cobertura dividia em oito pétalas pode rotacionar e abrir em menos de oito minutos (num movimento semelhante ao do diafragma de uma câmera).

Assista ao vídeo, a seguir:

https://www.youtube.com/watch?v=SPKP7FaiqEE#t=13

O estádio, já em construção,  contará com assentos para até 83 mil torcedores, uma praça pública de mais de 6.000m² e o esperado campo de 100 jardas de comprimento. A inauguração da obra está prevista para 2017.

Via Gizmodo, Atlanta Falcons

Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium
Cortesia de New Atlanta Stadium

 

Cita:Rosenfield, Karissa. "Animação mostra o funcionamento da cobertura retrátil do novo estádio de Atlanta" [360 Architecture Tops New Atlanta Stadium with Retractable "Roof Petals"] 30 Jan 2015. ArchDaily Brasil. (Trad. Romullo Baratto) Acessado 30 Jan 2015. <http://www.archdaily.com.br/br/761116/video-aereo-mostra-a-construcao-da-cobertura-retratil-do-novo-estadio-de-atlanta>

As vantagens mais importantes do BIM

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Cortesia Estúdio 41

Alguns de nós como arquitetos que somos estivemos aplicando a tecnologia BIM a nosso projetos: no entanto, ainda existem muitos colegas que não provaram suas virtudes e benefícios por falta de conhecimento sobre o tema.

Diante disto, Eron Costin, arquiteto e sócio fundador do escritório Estúdio 41, especialista em tecnologias digitais, e ex-instrutor de Revit, compartilhou um artigo conosco  para poder lhes apresentar a informação necessária para animar-los com o caminho da tecnologia BIM.

Por que você deveria migrar imediatamente para o BIM?

Primeiramente gostaria expor que sou um profundo defensor do uso e da popularização de softwares BIM (Building information modeling, que significa “simular, através de um modelo, as informações do edifício”). Digo isso não apenas pela tecnologia em si. O que defendo é uma valorização do trabalho do arquiteto. Defendo que este profissional possa dedicar mais tempo à concepção do projeto, deixando o trabalho braçal e pesado para a cada vez maior capacidade de processamento dos computadores. Migrar para este processo resulta em projetos mais precisos, entregues em menos tempo, com a garantia de menos problemas na obra.

Muitos já ouviram falar da crescente utilização de softwares BIM, mas o que a maioria não percebe é o potencial desta ferramenta quando usada em sua capacidade máxima. Mais do que apenas um software de projeto em 3D, esta plataforma exige um modo diferente de pensar o processo de projeto, e isto acaba afastando muitos dos que têm um primeiro contato com a tecnologia. Pessoas temem o que não conhecem, e mudar o status quo do modo de projetar de cada um é compreensivelmente uma decisão complexa.

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Cortesia Estúdio 41

Eron Costin é arquiteto, formado pela Universidade Federal do Paraná, Brasil, em 2005. Foi instrutor de Revit durante 3 anos e atualmente é sócio fundador do escritório brasileiro Estúdio 41.

Fonte e reportagem completa: http://www.archdaily.com.br/49221/as-vantagens-mais-importantes-do-bim/

Citar: Helm , Joanna . "As vantagens mais importantes do BIM" 26 May 2012. ArchDaily. Accessed 28 May 2012. <http://www.archdaily.com.br/49221>

Grupo Técnico BIM AsBEA marca presença no AU - Autodesk University 2011

Dois membros do Grupo Técnico BIM AsBEA, Joyce Delatorre e Miriam Castanho, apresentaram suas experiências em BIM no evento AU Brasil em setembro de 2011. Em seguida foram convidadas a participar do evento AU - Autodesk University 2011.

O encontro aconteceu entre 29 de novembro e 01 de dezembro em Las Vegas e contou com a presença de mais de 8 mil pessoas de diferentes países. Mais de 900 apresentações de diferentes indústrias foram realizadas e no hall de exposições dos fornecedores foi possível ter acesso às principais novidades tecnológicas disponíveis.

Diversos estudos de caso sobre a implementação de BIM em escritórios, sobre a aplicação da tecnologia em projetos e sobre métricas de retorno de investimento foram apresentados.

Dentre as novidades, foi possível verificar como o mercado de AEC (arquitetura, engenharia e construção) tem conseguido evitar Solicitações de Mudança através de projetos de melhor qualidade e com informações mais claras proporcionados pelo uso da tecnologia BIM, como o BIM pode auxiliar nas práticas de LEAN Construction e, como Estações Totais podem ser utilizadas no auxílio ao controle de qualidade e de produção em obra.

O que se percebeu, do ponto de vista do estado da arte da implantação da tecnologia BIM, é que mercado brasileiro encontra-se em pé de igualdade com o mercado externo. O que de fato temos ainda é uma pouca adesão quantitativa de todas as disciplinas envolvidas na cadeia da construçao civil.

É possível acessar o conteúdo das palestras gratuitamente neste link.

Fonte: http://www.asbea.org.br/escritorios-arquitetura/noticias/grupo-tecnico-bim-asbea-marca-presenca-no-au-autodesk-251337-1.asp

Blog de arquiteto português traz dicas sobre o uso do BIM

ArchiTruques, mantido pelo professor Miguel Krippahl, faz sucesso ao apresentar tutoriais sobre o uso da plataforma. Confira entrevista

Mauricio Lima


O arquiteto português Miguel Krippahl é responsável pela manutenção do blog ArchiTruques, que apresenta tutoriais sobre o uso do software ArchiCAD, integrado ao BIM (Building Information Modeling) e sobretudo ao uso desta última plataforma.
Desde o início da criação do blog, em 2006, mais de 100 mil pessoas já acessaram a página de Krippahl, que também é professor na Universidade Católica Portuguesa. "A maior parte do meu conhecimento do ArchiCAD veio da oferta graciosa de outros utilizadores, por isso julgo de elementar justiça partilhar esse conhecimento da mesma forma", disse.
Além disso, o   escritório  que leva o nome do arquiteto, também presta consultoria em BIM para os profissionais da área, uma vez que já vem trabalhando com a plataforma há mais de 10 anos. Em entrevista ao portal PINIweb, o arquiteto fala sobre o desenvolvimento do BIM, baseado em sua experiência com o uso da ferramenta. Confira:

Como surgiu a idéia de criar um blog com tutorial sobre o uso do ArchiCAD e BIM?
Como utilizador de longa data do ArchiCAD e professor de cadeiras universitárias dedicadas ao BIM, sempre soube que a melhor maneira de aprofundar o nosso conhecimento é investigá-lo e estruturá-lo de modo a ensiná-lo a outros. Por exemplo, qualquer um de nós é capaz de falar, mas se nos pedirem para explicarmos como o fazemos, obrigam-nos a parar e pensar nas várias decisões e movimentos que efetuamos. Com o ArchiCAD é a mesma coisa. Ao tentar explicar como aplico certa metodologia, acabo tendo que investigar mais a fundo as funcionalidades e potencialidades do programa, sendo que muitas vezes sou surpreendido por ferramentas e métodos que nem conhecia.

Quais as principais dificuldades dos arquitetos com relação ao uso das ferramentas?
Existem diversas razões para alguns arquitetos oferecerem resistência à integração de ferramentas BIM no seu fluxo de trabalho. Se tivesse que apontar para uma predominante, diria que a componente artística dos cursos de arquitetura de Portugal, baseada na tradição beaux artiana, encara a adoção de metodologias de projeto baseadas ou apoiadas na tecnologia como redutoras e inimigas da criatividade. Existe de fato um grande preconceito por parte de muitos arquitetos no uso de ferramentas informáticas no processo criativo.

Que tipo de retorno você obteve com o blog?
Nunca tive nenhum retorno direto do meu blog, nem ao nível financeiro nem ao nível da encomenda de trabalho. No entanto, estou certo que a minha reputação como utilizador de ponta do ArchiCAD em Portugal se deve em grande medida ao ArchiTruques, uma vez que qualquer pessoa pode atestar na prática o meu conhecimento da ferramenta e metodologia associada.

Quais trabalhos o seu escritório já realizou com o BIM?
No campo do projeto, já contamos com mais de 50 obras executadas com base em metodologias BIM, em que os projetos foram desenvolvidos em diferentes graus de profundidade com base em modelos virtuais. Esses projetos variam entre as poucas centenas de metros quadrados e vários milhares, em todas as variedades de edifícios. Nos últimos anos temos desenvolvido trabalhos na área da modelação para o planejamento e gestão de obra, designadamente com a construtora Mota-Engil, onde somos responsáveis pela implementação e treino de metodologias e normas de modelação de equipes multidisciplinares, capazes de construir modelos para qualquer fim.

Como está a disseminação do BIM em Portugal?
A implementação de metodologias e ferramentas BIM em Portugal está no início, com um percentual pequeno, mas crescente de escritórios adotando gradualmente estas novas formas de projetar. No entanto, devido à grande crise que se faz sentir neste momento na indústria da construção portuguesa, na falta de conhecimento e apoio técnico especializado e nos custos em tempo e recursos associados à conversão dos gabinetes, muito do BIM que se vê a ser feito é "Hollywood BIM", ou seja, algo que à superfície aparenta ser BIM, mas que pouco mais são que uns modelos tridimensionais que geram plantas, cortes e alçados e principalmente renderings realistas.

Atualmente é mais fácil projetar em BIM ou em outros sistemas?
Correndo o risco de ser demasiado generalista, atualmente é sem dúvida mais fácil projetar pelo método tradicional do que baseado na metodologia BIM. No entanto, mais fácil não significa mais correto, mais preciso, mais rápido, mais versátil, mais eficaz, mais adequado, mais responsável ou mesmo mais inteligente.

Quais as principais vantagens e problemas do BIM?
A principal vantagem da metodologia BIM é congregar num único conjunto de elementos toda a informação necessária para o planejamento, projeto, construção e gestão do edifício. O maior problema é que essa vantagem faz com que os intervenientes no processo tenham conhecimentos efetivos que lhe permitam contribuir e usufruir do processo. Dito de outra maneira, o BIM torna as decisões transparentes, e a transparência revela a incompetência.

No Brasil, uma das principais reclamações a respeito do BIM é a falta de bibliotecas de componentes adaptadas ao mercado. Esse problema é comum em Portugal também?
Embora esta questão seja mencionada por alguns, não me parece que seja de fato um dos problemas principais. Tendo já mais de 10 anos de uso de ferramentas BIM na produção de projetos, nunca senti que a inexistência desses elementos fosse razão para impedir a realização de um bom trabalho. O esforço adicional que implica criar os nossos próprios componentes e objetos é irrisório quando comparado com outros problemas, como a falta de sistemas universais de classificação, estandardização de sistemas construtivos, sensibilidade por parte das entidades licenciadoras, clientes e construtores, além de conhecimento técnico dos intervenientes.

E quanto ao uso de ambiente colaborativo para o trabalho de um mesmo modelo por mais de um colaborador? No Brasil, esse processo ainda é considerado deficiente.
Na área do projeto, o trabalho colaborativo é essencial para tirar o melhor proveito da metodologia BIM. Nesse aspecto, alguns softwares têm feito progressos notáveis, apresentando hoje em dia soluções com elevado grau de flexibilidade e maturidade. O futuro irá passar sem dúvida por um acréscimo de métodos e plataformas que permitam vários intervenientes e especialidades partilharem um mesmo modelo, com flexibilidade suficiente de modo a permitir um elevado grau de adaptação a diferentes cenários de partilha de responsabilidades.

Você acredita que é possível a criação de uma linguagem comum compatível a todos os softwares BIM?
Não só acredito, com base no trabalho que temos desenvolvido em redor do IFC, como julgo ser inevitável. Se por um lado existem alguns fabricantes de software que sonham em ter ou manter monopólios, por outro temos de fato uma pressão por parte dos utilizadores no sentido de serem desenvolvidas ferramentas BIM que satisfaçam necessidades muito específicas. Ao contrário do paradigma CAD, onde apenas uma ferramenta satisfaz (muitas vezes com grande ineficiência) as necessidades de desenho dos diferentes especialistas em diferentes lugares do globo, no caso do BIM torna-se necessário desenvolver sistemas complexos que respondam a todas as diferentes solicitações. Um modelador para um arquiteto na Finlândia não será certamente adequado para outro na Tailândia, e uma ferramenta de projeto não irá responder às necessidades de uma empresa de pré-fabricação. A enorme variedade de necessidades nunca poderá ser respondida eficazmente por uma plataforma única, dentro da lógica de que um canivete suíço não tem nem uma boa tesoura, nem uma boa faca, nem uma boa lupa, nem uma boa pinça.
Tendo esse princípio em conta, o desenvolvimento de uma linguagem comum é inevitável, e irá prevalecer por exigência dos consumidores de softwares, mesmo que isso seja contrário aos desejos e estratégias de alguns dos seus fabricantes.



Fonte: Site PINIweb

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