As cidades ecológicas de baixo carbono são possíveis? O exemplo de Tianjin






As estratégias de “baixo carbono”, “carbono neutro”, “baixas emissões” ou “crescimento verde” estão sendo usadas com maior frequência para a abordagem de soluções que permitem atenuar as mudanças climáticas. O que isto quer dizer? Serão apenas utopia?
Embora não haja um consenso internacional sobre a definição destes termos, todos procuram descrever estratégias de longo prazo que buscam um crescimento econômico climaticamente resiliente. Isto é, um desenvolvimento econômico que não produza emissões de carbono. Embora esta definição pareça contraditória, já que é exatamente nosso atual modelo de desenvolvimento econômico a causa das emissões que afetam o clima, há diversos exemplos que demonstram que é, sim, possível.
Segundo o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima, IPCC, as emissões globais de gases de efeito estufa foram geradas em 26% pela demanda energética (em sua maioria pelo transporte), 19% pela atividade industrial, 17% pelo desmatamento, 14% pela agricultura, 8% pelos edifícios residenciais e comerciais e 3% por resíduos e contaminação da água. Esta composição permite afirmar que deveriam ser consideradas soluções setoriais que se integrassem a uma só estratégia de redução de emissões.
Assim, surgem as estratégias de desenvolvimento de baixo carbono ou baixas emissões, como uma resposta à redução das mudanças climáticas a partir de uma abordagem setorial. Em nível político o termo “Estratégia de Baixas Emissões” (LEDS, em inglês) foi ouvido pela primeira vez no ano de 2008, no marco da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC); e posteriormente foi mencionado nos textos de acordo de Copenhague em 2009 e de Cancun em 2010, para referir-se a um instrumento de planejamento que os países poderiam usar para alcançar um crescimento econômico sustentável com baixas emissões.
Em nível prático, muitos países começaram a formular e aplicar propostas de trabalho nos setores mencionados. Segundo a OCDE, em 2010 pelo menos 46 países geraram uma estratégia de mudança climática que incorporava de alguma forma uma estratégia de desenvolvimento de baixo carbono. (Sem dúvida, pelo grau de implementação os casos mais avançados em termos de resultado são Coréia do Sul Inglaterra, que conseguiram manter o crescimento econômico, embora incorporando tais estratégias a seu desenvolvimento a longo prazo).
Até aqui tudo parece muito etéreo. Mas do que é realmente feita uma estratégia de desenvolvimento de baixo carbono? Como ela pode se adaptar a um contexto local? Ou melhor dizendo, como é possível executar uma estratégia dessas em uma cidade?
Há quatro etapas básicas que são fator comum nas estratégias existentes. Na primeira, determina-se a pegada de carbono da cidade; na segunda é colocada uma visão que estabelece uma meta de redução de emissões; na terceira é implementado um plano de ação de baixo carbono para a cidade; e finalmente, na quarta etapa é realizado o monitoramento e acompanhamento do progresso do plano.
Neste caso vou me ater à terceira etapa que, partindo da composição setorial das emissões, pode ser um ponto de partida para estabelecer o plano de ação da cidade. Esta etapa deve abordar diversos componentes, entre os quais vale a pena destacar: 1) aumentar a eficiência energética nos processos industriais, 2) reestruturar a economia local favorecendo os negócios de baixo carbono, e promover o desenvolvimento de parques industriais de baixo carbono, 3) tornar as construções novas e as existentes energeticamente mais eficientes, 4) promover o transporte de baixo carbono aumentando o acesso ao serviço público limpo e ao transporte não motorizado, 5) aumentar a porcentagem de geração de energia renovável, e 6) reduzir os impactos do consumo.
Embora seja o país que gera mais emissões em todo o mundo, a China é o melhor exemplo de aplicação dessas estratégias. Segundo o Décimo Segundo Plano Quinquenal de Desenvolvimento, que está em processo de execução, em 2015 o país terá 10.000 cidades planejadas de acordo com o esquema de desenvolvimento de baixo carbono, enfatizando o componente de eficiência energética. Segundo a Sociedade Chinesa de Estudos Urbanos, desde 2009, 276 de 287 cidades com status de município propuseram metas de baixo carbono.
Mas a questão não é só o planejamento. Um exemplo concreto é a cidade de Tianjin. No ranking das cidades com maior emissão per capita, ocupa o sexto lugar, depois de Hong KongXangai,BarcelonaJacarta Pequim e precede ParisEstocolmoTóquio Londres.
Com uma população de 10.43 milhões de habitantes, Tianjin é pioneira na construção de cidades ecológicas de baixo carbono, enquanto mantém um nível elevado de desenvolvimento econômico. Com seis iniciativas em processo de implementação, que envolvem os componentes anteriormente mencionados, e uma série de agentes internacionais, nacionais, locais, privados e públicos apoiando o processo, Tianjin exemplifica a possibilidade de gerar um crescimento econômico climaticamente resiliente.
Embora seja prematuro discutir os resultados finais do caso de Tianjin, vale a pena acompanhá-lo e aprender com as experiências positivas que podem ser adaptadas aos nossos contextos.
Por Juliana Gutiérrez, Consultora acadêmica de La Ciudad Verde. Pesquisadora colombiana, com enfoque em cidades de baixo carbono. Tem mestrado em Desenvolvimento Internacional da Universidade da Coreia, e em Projetos Ambientais de IIFA em Madrid. Via Plataforma Urbana. Tradução Naiane Marcon, ArchDaily Brasil.
Fonte:Romullo Baratto. "As cidades ecológicas de baixo carbono são possíveis? O exemplo de Tianjin" 28 Sep 2013.ArchDaily. Accessed 30 Set 2013.

SNDU é tema de palestra na 5ª Conferência Estadual das Cidades

25/09/2013 - Camila Mitye

  • Foto por: Apoena Rezende

    Hildebrando destacou a importância do SNDU

    Hildebrando destacou a importância do SNDU

No final da manhã desta quarta-feira, 25, os participantes da 5ª Conferência Estadual das Cidades assistiram a uma palestra sobre a “Importância do Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano (SNDU) e os desafios para sua efetivação”, ministrada pelo mestre urbanista Hidelbrando Ferreira Paz, da Terra Palmas. A palestra fez parte da programação do segundo dia de conferência, que acontece no Tribunal de Justiça do Tocantins, em Palmas.

O urbanista destacou a criação do SNDU, que tem o objetivo de universalizar o direito à cidade, ou seja, o direito à moradia digna e aos serviços de saneamento e mobilidade urbana. “Mas esse objetivo só será atingido se houver uma política integrada entre os níveis de governo – municipal, estadual e federal”, afirmou Hidelbrando, ressaltando ainda que a falta desta integração e de um planejamento urbano são as principais causas de problemas urbanos comuns em vários municípios, como o aparecimento de loteamentos em áreas de risco e a expansão das favelas, por exemplo.

O palestrante disse ainda que o SNDU deve atender os anseios da sociedade e prever o planejamento integrado em todos os 5565 municípios brasileiros, tudo isso com gestão participativa. “E quem deve fiscalizar e cobrar são os Conselhos das Cidades, municipais ou estaduais, que devem ser mais deliberativos”, pontuou Hidelbrando.

A 5ª Conferência Estadual das Cidades continua até esta quinta-feira, 26, quando serão aprovadas as propostas e eleitos os 36 delegados que devem representar o Tocantins na Conferência Nacional das Cidades, que acontece em novembro, em Brasília (DF).

Fonte: http://cidades.to.gov.br/noticia/2013/9/25/sndu-e-tema-de-palestra-na-5a-conferencia-estadual-das-cidades/

Divulgada programação da X Bienal de Arquitetura de São Paulo

X Bienal - Chamada Aberta CINZA

O IAB-SP divulgou na segunda-feira, 23 de setembro, a programação completa da X Bienal de Arquitetura de São Paulo. Com o tema “Cidade: modos de fazer, modos de usar, modos de agir”, o evento tem como foco a discussão urbana com ênfase em três pilares: mobilidade e densidade, espaço público e infraestrutura. A Bienal será realizada de 12 de outubro a 1º de dezembro e ocupará diversos espaços culturais em São Paulo.

A Bienal de Arquitetura de São Paulo, responsabilidade há 40 anos do IAB, chega à sua décima edição e, desta vez, se instala em locais francamente urbanos, espalhados em rede pela cidade. Refletindo sobre a cidade contemporânea, a Bienal incorpora a questão urbana na sua própria estrutura espacial. Assim, ao mesmo tempo em que visita a exposição em diversos espaços culturais, o público tem a experiência viva da cidade de São Paulo.

A escolha dos locais que compõem a rede seguiu dois critérios básicos: a qualidade dos espaços, na relação entre arquitetura e uso, e a sua acessibilidade por meio da articulação ao sistema de transporte de massas da cidade. Assim, será possível visitar toda a exposição a partir um sistema multimodal que tem o metrô como espinha dorsal.

A REDE

A rede principal de espaços expositivos é composta pelos seguintes pontos: Centro Cultural São Paulo, SESC Pompeia, Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), Museu da Casa Brasileira, Centro Universitário Maria Antônia (CEUMA), Praça Victor Civita, Associação Parque Minhocão e Estação Metrô Paraíso (Projeto Encontros).

A rede expandida inclui Casa de Francisca, Casa do Povo, Cemitério do Araçá, Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, Teatro Oficina, Galeria Choque Cultural, Instituto P.M. e Lina Bardi e Teatro Oficina.

Clique aqui para fazer o download da programação completa

Via IAB

Fonte: http://www.caubr.org.br/?p=15418

CAU/BR participa de audiência pública sobre a profissão de designer de interiores

Em debate da Câmara dos Deputados, presidente Haroldo Pinheiro defendeu diálogo para que não haja áreas de sombreamento entre as duas profissões

O Projeto de Lei 4962/2012 propõe regulamentar a profissão de designer de interiores no Brasil. Na terça-feira, 17/09, a proposta foi debatida em audiência pública da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, em Brasília.   “Essa discussão nos interessa muito, de modo que não haja zonas de sombreamento entre a profissão de designer de interiores e a de arquiteto”, afirmou o presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro, que participou da audiência ao lado do advogado da ABD, Jonatan Schmidt, da professora Nora Geoffroy, do curso de Composição de Interior da UFRJ e da vice-presidente da Associação Brasileira de Design de Interiores (ABA), Bianka Mugnatto.

Um destaque da audiência foi a defesa de que o designer de interiores é “o profissional que planeja e organiza espaços, visando o conforto e à estética, à saúde e à segurança” – definição que pode ser confundida com a de arquiteto. “Seria interessante que tivéssemos uma discussão para que tenhamos duas profissões com o mesmo objeto”, afirmou o presidente do CAU/BR. Ele destacou que essa definição não é uma questão meramente mercadológica, mas de interesse da sociedade, para que cada profissional tenha a formação necessária à sua atividade

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Da esquerda para a direita, Nora Geoffroy, da UFRJ; Bianka Mugnatto, da ABD; o deputado Roberto Santiago (PSD-SP); o presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro, e o advogado da ABD

RESOLUÇÃO 51– Os designers de interiores presentes na audiência questionaram o CAU/BR sobre a Resolução 51, que define as atividades que só podem ser realizadas por arquitetos e urbanistas (leia aqui). Entre as atividades privativas, está a de Arquitetura de Interiores. Haroldo explicou que existe sim a necessidade de que profissionais que trabalham com vedações, estruturas e instalações prediais tenham uma formação cruzada para que essas intervenções não ponham em risco a segurança das pessoas.   Bianka Mugnatto, da ABD, destacou que a profissão de design de interiores passa perto da Arquitetura, mas “não se confunde”. “Nós humanizamos os espaços. Fazemos o espaço sob medida para o ser humano”. O deputado Ricardo Izar, autor do projeto, comparou a relação entre arquitetos e designers com a relação entre maestros e músicos, ou médicos e instrumentais.

PROJETO – O projeto do CAU/BR ainda apontou algumas inconsistências no texto. Primeiro, a exigência de registro do designer de interiores em órgão competente, que ainda não existe. Segundo a criação de um conselho profissional, mesmo sendo autarquia especial por iniciativa do legislativo. “Trata-se de vício de origem”.

Fonte: http://www.caubr.org.br/?p=15250

Exposição em Praga reúne projetos de Indio da Costa, MK27 e Metrópolis


Com apoio da embaixada brasileira em Praga, República Tcheca, a mostra “Arquitetura e Urbanismo Contemporâneos no Brasil” será exibida durante a sétima edição da “Semana de Arquitetura de Praga 2013”, com o objetivo de difundir a criatividade e a multiplicidade da arquitetura nacional.

A exposição vai contar com fotos e vídeos de sete projetos icônicos do arquiteto Luiz Eduardo Indio da Costa: a Orla Rio, Rio Cidade Leblon, Sesc Madureira e Sesc Barra, Ecoparque de Aracajú, Inmetro e Marina da Glória.
Os escritórios brasileiros MK27, de Márcio Kogan, e o Metrópolis Projetos Urbanos, de Hamilton Casé, Jorge Mario Jáuregui e Pedro Aleixo, também participam do evento.

Em cartaz na Biblioteca Técnica Nacional do Castelo de Praga, a mostra ocorre entre os dias 23 de setembro e 22 de outubro.

Para mais informações, acesse www.architectureweek.cz

Fonte: http://www.arcoweb.com.br/noticias/projetos-de-indio-da-costa-mk27-e-metropolis-sao-expostos-em-praga.html

“A paisagem da cidade”: palestra com Franco Panzini na FAUUSP

A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP receberá, no dia 30 de setembro, o arquiteto e paisagista Franco Panzini para uma palestra que abordará a temática da “paisagem da cidade”.

A palestra é aberta ao público e acontecerá na FAU Maranhão, sede do curso de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo.

Franco Panzini é arquiteto e paisagista, foi professor de paisagismo em diversas universidades italianas e de fora da Itália. Atualmente leciona no curso de Restauro de Jardins na Universidade de Veneza e participa do curso de aperfeiçoamento em projetos de parques e espaços públicos na Universidade Roma 3. Publicou vários livros sobre projeto e história dos jardins e espaços verdes urbanos, entre os quais Per i piaceri del popolo. L'evoluzione del giardino pubblico in Europa dalle origini al XX secolo, Zanichelli 1993; Giardini delle Marche, Federico Motta 1999 e Progettare la natura, Zanichelli 2005, recém lançado no Brasil com o título Projetar a Natureza - Arquitetura da paisagem e dos Jardins desde as origens até a época contemporânea.

- A paisagem da cidade: transformação e conservação (30 de setembro às 14h)

A palestra acontecerá na FAU Maranhão, na Rua Maranhão, 88 São Paulo – SP.

Fonte:Romullo Baratto. "“A paisagem da cidade”: palestra com Franco Panzini na FAUUSP" 25 Sep 2013. ArchDailyhttp://www.archdaily.com.br/br/01-141591/a-paisagem-da-cidade-palestra-com-franco-panzini-na-fauusp

Novos prédios terão paredes com isolamentos térmico e acústico

Normas da ABNT criam parâmetros de desempenho para projetos de construções.

Rio - Os novos prédios residências construídos no país vão precisar obrigatoriamente ter paredes com revestimento acústico e isolamento térmico. Os projetos de construção desenvolvidos a partir de 19 de julho deste ano devem seguir a nova Norma de Desempenho da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que estabelece os critérios mínimos de desempenho dos edifícios.
Os isolamentos acústico e térmico são os que mais se destacam, em meio a outras especificações técnicas que afetam mais os construtores e interferem menos na rotina dos futuros moradores.

Os parâmetros para garantir os ideais de conforto sempre existiram, mas a sua obrigatoriedade tenderá a elevar o nível de comprometimento de toda a cadeira produtiva envolvida: dos fornecedores de material às imobiliárias.

O princípio de redução de ruídos externos, por exemplo, vai exigir que materiais usados nas esquadrias (portas, janelas, venezianas) tenham tecnologia compatível com as especificações previstas. Nesse e em outros casos, a indústria deve criar e distribuir produtos tecnicamente adequados e economicamente viáveis.

Na opinião da consultora em projetos de Arquitetura e Engenharia Legal, Adriana Roxo, a regulamentação não trouxe novidades nos métodos construtivos. “A ABNT reuniu normas já existentes e aprimorou adaptando-as às situações”, explicou.

Os requisitos fixados, embora já conhecidos, eram preocupações rigorosas apenas em parte das construções, naquelas que primavam pela boa prática, segundo Vicente Giffoni, presidente da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (AsBEA/RJ). Giffoni acredita que a publicação da Norma NBR 15.575 tornará essa prática generalizada entre todas as construtoras.

A regra é clara: todos os empreendimentos que saírem do papel terão de seguir a recomendação. E nisso incluem-se toda sorte de modelos prediais, dos populares aos mais sofisticados.

Para tornar seu conteúdo acessível ao público e orientar a aplicação da norma aos profissionais, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) desenvolveu o Guia Orientativo.

Medidas vão reduzir problemas entre os vizinhos

Entre condôminos e síndicos a notícia tem sido recebida com otimismo. A perspectiva é de que um isolamento acústico aferido com bases mais rígidas possa acalmar as constantes tensões entre vizinhos. Essa é, talvez, a maior repercussão da nova norma da ABNT, do ponto de vista dos moradores. Quem afirma é o vice-presidente do Sindicato de Habitação do Rio (Secovi), Leonardo Schneider.

“De todas as queixas e conflitos entre condôminos, o problema com barulho é o mais recorrente, seja o da garagem, dos ruídos de obra de prédios adjacentes ou entre vizinhos de porta”, esclarece.

Segundo dirigente, nos últimos anos se popularizaram os empreendimentos em que as construtoras optam por usar materiais de construção com custo mais em conta. “Em muitos casos, a reverberação desmedida dos sons criou desconfortos e problemas de convivência”, disse.

Schneider afirmou que não são só as edificações para Classe C possuem essa defasagem. Sofrem com o mesmo inconveniente os clientes das classes A e B. Mas a partir de agora, os projetos que forem cadastrados nas prefeituras vão ter que prever apartamentos que atendam, por suas características de revestimento e isolamento, a um limite permitido para ruídos externos.

O engenheiro Maurício Fernandes, responsável pela obra do empreendimento Giverny, comentou que a ampliação dos investimentos com vistas a um melhor desempenho refletirá no preço final das unidades, tornando-as mais caras.“Muitas construtoras não estavam preparadas para as normas. Por isso, o orçamento para construção será um pouco impactado”, analisou Fernandes.

Fábio Freitas, músico de 33 anos, tem problemas de convivência com vizinhos no prédio em que mora e sonha com apartamento com maior conforto acústico. “Se eu e minha mulher Thalita tivéssemos dinheiro, certamente compraríamos a casa dentro desse padrão”, afirmou.

A norma é recente, mas algumas iniciativas se anteciparam à publicação e já refletiam em investimentos nos elementos-chave que subsidiam a obra. Em 2005, a SIG engenharia, por exemplo, construiu um prédio na Gávea que continha, na estrutura, os materiais para isolamento acústico de alto padrão.

O Giverny, da STR Incorporações & Engenharia, na Freguesia, é outro empreendimento que está sendo construído desde o ano passado respeitando os índices fixados pela ABNT.

As paredes têm ouvidos...

As discussões entre moradores são tão comuns que não é difícil achar alguém que não tenha uma história para contar. No caso de Fábio Freitas e de sua mulher, Thalita de Souza, os impasses levaram a uma decisão drástica: mudar de apartamento. “O casal que mora em cima tem dois filhos que fazem de tudo, correm o dia inteiro, jogam bola dentro de casa, pulam... E o problema é que a brincadeira não tem hora para acabar”, desabafa Fábio.

Após algumas tentativas de diálogo, o músico de 33 anos recorreu ao livro de reclamações do prédio por três vezes. “Essas situações são muito complicadas porque as pessoas não sabem receber críticas”, reclamou o músico.

Isolamento insuficiente

Enquanto procuravam apartamento, o Fábio conta que ele e a mulher encontraram imóveis com péssimas condições acústicas. “Alguns mais modernos, como esses novos da Barra, são feitos com gesso acartonado. Esse material é praticamente uma folha de papel, o som passa quase integralmente”, apontou Fábio.

Para evitar desgastes futuros, Thalita tomou uma decisão: “Ou moramos embaixo de pessoas bem idosas, ou morarmos no último andar”, diz.

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Novos prédios terão paredes com isolamentos térmico e acústico

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Regra da ABNT pode acabar com o barulho do vizinho

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Norma de Desempenho de Edificações, em vigor desde o final de julho, dá mais segurança e conforto a moradores, além de combater a principal causa de conflito nos condomínios.

Norma garante menos barulho em novos empreendimentos do país

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Regra que entrou em vigor na sexta não explica como deve ser feito o isolamento acústico e térmico.

Fonte: http://www.proacustica.org.br/noticias/clipping-sobre-acústica-e-temas-relacionados/untitled-resource.html

Discussões e revisão das normas brasileiras de acústica estão agora com a CEE-196

Instalada a Comissão de Estudos Especiais de Acústica (CEE-196 Acústica) e a constituição dos grupos de trabalho para elaboração dos textos e publicação das versões nacionais das normas ISO, dentre elas a série 140, 717 e 16.032, citadas na NBR 15.575.

No dia 27 de junho, foi instalada a Comissão de Estudos Especiais de Acústica (CEE-196 Acústica) e em agosto, aconteceu primeira reunião com a constituição dos grupos de trabalho para elaboração dos textos e publicação das versões nacionais das normas ISO, dentre elas a série 140, 717 e 16.032, citadas na NBR 15.575.
Com a criação da CEE-196 Acústica, houve uma discussão se a revisão das normas NBR 10.151 e NBR 10.152 passaria para a nova comissão, ou permaneceria na CE-02.135.01. A decisão foi pela permanência na CE-02.135.01 - Comissão de Desempenho Acústico de Edificações. Como havia uma crítica à redundância entre os capítulos de terminologia e instrumentação das normas a CEE-196 Acústica deliberou pela instalação de um Grupo de Trabalho para elaboração de uma norma brasileira de Terminologia em Acústica. Segundo Krisdany Cavalcanti, eleito coordenador da CEE-196 Acústica, a expectativa é que este projeto esteja concluído o quanto antes, para que muitos termos comuns a estes dois projetos possam ser considerados na norma de terminologia

Segundo Cavalcanti, as duas normas voltarão para Consulta Nacional ainda este ano. Os debates sobre o projeto de revisão da norma NBR 10.152 estão mais maduros e devem ser concluídos na próxima reunião da CE-02.135.01. “Já o projeto de revisão da NBR 10.151 demandará algumas reuniões específicas, ainda mais agora que se ampliou o número de interessados, principalmente do setor industrial”, explica.  A CEE-196 Acústica foi criada pela ABNT em espelho à comissão da ISO/TC-43 Acoustics.

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A ProAcústica irá participar do 44º Congresso Nacional de Acústica - Tecniacústica, de 2 a 4 de outubro de 2013, no Palácio de Congressos Conde Ansúrez, da Universidade de Valladolid, na Espanha.

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O curso foi criado com a finalidade de orientar os profissionais do setor de construção na aplicação dos quesitos da, agora obrigatória, Norma de Desempenho (NBR 15.575), e explica como obter o melhor desempenho acústico em edificações habitacionais.

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Fonte: http://www.proacustica.org.br/noticias/proacústica-releases-sobre-as-ações-da-associação/discussoes-e-revisao-das-normas-brasileiras-de-acustica-estao-agora-com-a-cee-196.html

Palestra: A mescla social na cidade: universidade e espaço público na “Cidadela de Amiens”

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Encontros na FAU-UnB:

Palestra: A mescla social na cidade: universidade e espaço público na “Cidadela de Amiens”

Palestrante: Paul Vincent (Arquiteto associado do Renzo Piano Building Workshop)

Tradução: Pedro Paulo Palazzo (Departamento de Teoria e História - FAU)

Local: Auditório da Faculdade de Tecnologia da UnB

Data: 27/09/2013 (sexta-feira)

Horário: 16:00 às 17:30

Exposição “O Legado de Leonardo da Vinci”, em Campinas-SP

 

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De 20 de setembro a 20 de outubro, a Galeria de Arte do Instituto CPFL, em Campinas, acolhe a exposição “O Legado de Leonardo da Vinci”, composta por 21 protótipos do gênio da Renascença, todos construídos a partir de seus estudos e desenhos. Seis protótipos são inéditos e, diferentemente de outras mostras sobre o mestre, a maior parte das peças foi construída em tamanho natural.

A exposição apresenta as seguintes peças:  Carro Metralhadora, Balestra, Escavadeira de Trincheira, Catapulta, Inclinômetro, Mecanismo de Bater Asas Parafuso e Porca, Estudo da Asa, Máquina Voadora, Bate Estaca, Bicicleta, Câmbio, Caminhar Sobre a Água, Grua, Barco Canhão Giratório, Barco com Pás, Serra hidráulica, Carro Cortador, Anemômetro, Máquina para Medir a Velocidade do Vento, Ponte Giratória e Técnica de Assalto.

Exposição “O Legado” de Leonardo Da Vinci
Local: Galeria de Arte – Instituto CPFL | Cultura.
Endereço: Rua Jorge de Figueiredo Corrêa, 1632 – Chácara Primavera, Campinas - SP
Data: 20 de setembro a 20 de outubro
Horário: terça a sábado, das 10h às 18h, e domingo até às 16h.
Entrada gratuita

Fonte:Romullo Baratto. "Exposição “O Legado de Leonardo da Vinci”, em Campinas-SP" 23 Sep 2013. ArchDailyhttp://www.archdaily.net.br/br/01-141646/exposicao-o-legado-de-leonardo-da-vinci-em-campinas-sp?utm_source=ArchDaily+Brasil&utm_campaign=eb14a56d06-Archdaily-Brasil-Newsletter&utm_medium=email&utm_term=0_318e05562a-eb14a56d06-407774757

Congresso Brasileiro de Arborização Urbana


O Congresso Brasileiro de Arborização Urbana será em Palmas, de 11 a 14 de novembro de 2013. Participe! 

Orientações para atendimento à Norma de Desempenho–NBR 15575/2013


A Universidade Presbiteriana Mackenzie, em parceria com a AFEAL e apoio da CBIC, está oferecendo o curso de extensão universitária, 'Orientações para Atendimento à Norma ABNT NBR 15575:2013'. O objetivo é capacitar profissionais da construção para seguirem os requisitos especificados nesta norma em seus projetos e construções. O curso de extensão será ministrado aos sábados pela manhã, nas instalações do Mackenzie, com carga horária 20 horas/aula. As aulas terão início no próximo dia 28 de setembro e término no dia 9 de novembro e serão realizadas aos sábados.  O público-alvo serão engenheiros, arquitetos, profissionais da construção, técnicos em edificações, alunos de pós-graduação e estudantes de graduação em engenharia, arquitetura, entre outros. Mais informações e inscrições podem ser obtidas diretamente no site do Mackenzie, no seguinte endereço http://mackenzie.br/25903.html

Professor de Direito lança capítulo de livro em seminário no Rio Grande do Sul

Por Talita Melz e Samuel Lima

Livro-capitulo-bazzoli.jpgO professor do curso de direito da Universidade Federal do Tocantins, João Aparecido Bazolli, lança no dia 26 de setembro o livro “Novos Paradigmas na Administração Pública Municipal Contemporânea”, no XIII Seminário sobre Gestão Pública Contemporânea, em Porto Alegre. Bazzolli é um dos autores do livro. O capítulo escrito por ele versa sobre “Gestão de cidades: instrumentos contemporâneos e a judicialização da política urbana”.
O capítulo, como explica o professor, fomenta o debate científico interdisciplinar dos principais aspectos geradores de controvérsias no cotidiano da administração municipal. Além disso, ele propõe uma reflexão sobre a transformação dos elementos das leis do Plano Nacional de Desenvolvimento Urbano juntamente com os Planos Municipais.

Fonte: UFT 2013. 

http://ww1.uft.edu.br/index.php/destaques/11677-professor-de-direito-lanca-capitulo-de-livro-em-seminario-no-rio-grande-do-sul

COSU Porto Alegre

A 144ª Reunião do Conselho Superior (COSU) foi encerrada neste sábado, 21 de setembro, em Porto Alegre. Irã Taborda Dudeque presidiu a mesa que, entre outros atividades, tratou de homologar o nova Estatuto do IAB e definir as datas dos próximos COSU.

Dando continuidade ao tema dos concursos público para projetos, que teve discussão iniciada no dia anterior, Dudeque convidou Tiago Holzmann, presidente do IAB-RS, para a apresentação de uma proposta de fluxograma para a realização de concursos que pudesse servir de orientação para todos os IABs. O documento, que está em processo de elaboração, será enviado para as demais regionais, que poderão apresentar suas ressalvas e sugestões num prazo de 30 dias após o recebimento.

A mesa, então, passou à leitura e homologação do novo Estatuto do IAB. Em debate livre, os pontos mais polêmicos foram discutidos. As mudanças já haviam sido aprovados no 141º COSU, em Curitiba (PR), e um dos destaques é a realização de eleições trienais para a Direção Nacional do Instituto, antes realizadas bienalmente. A homologação foi aprovada com uma sonora salva de palmas.

As datas das próximas reuniões do COSU também foram definidas. O congresso pré-eleitoral acontecerá em Fortaleza (CE), entre 22 e 24 de abril 2014. A etapa eleitoral, por sua vez, irá ocorrer em Brasília (DF) durante o segundo semestre.

144ª COSU tem o patrocínio da Caixa Econômica Federal.

Fonte: IAB RS.

15º Seminário–Tecnologia de Estruturas

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O SindusCon-SP, por meio dos Comitês de Tecnologia e Qualidade (CTQ) e de Meio Ambiente (Comasp), realizará em 25 de setembro, das 14h às 19h, no Caesar Business São Paulo Faria Lima (rua das Olimpíadas, 205 – Vila Olímpia), o 15º Seminário “Tecnologia de Estruturas: projeto e produção com foco na racionalização e qualidade”.

Na edição deste ano, o Seminário de Estruturas mantém sua preocupação de trazer à tona os temas de real necessidade para as empresas construtoras, buscando racionalização, inovação e qualidade, desempenho das estruturas de edificações. O evento focará as melhorias de práticas de execução de estruturas e também as mudanças que estão ocorrendo em normas e legislação que levam a necessidades específicas por parte de quem projeta e executa estruturas.

A mistura extremamente bem sucedida de palestras com especialistas, consultores, professores e pesquisadores com palestras de casos específicos de obras continua sendo uma marca deste evento.

Informações e inscrições: CRS SindusCon-SP – tel: (11) 3334-5600.

Programa - Veja a programação preliminar do evento:

A partir das 13h – Credenciamento

14h – Abertura

14h20 – O uso pleno das estruturas pré-fabricadas: da concepção arquitetônica à industrialização efetiva da execução da obra.

15h10 – Tecnologia do concreto: conformidade , segurança e durabilidade.

16h – Debates

Coordenação: Jorge Batlouni Neto - Eng. Civil, MSc. em  Engenharia, Coordenador do Comitê de Tecnologia e Qualidade do SindusCon-SP

16h30 – Intervalo

16h50 – Controle de execução de estruturas de concreto para assegurar o desempenho estrutural com foco na segurança e durabilidade.

Ricardo Leopoldo e Silva França - Eng. Civil, Doutor em Engenharia, Professor do Departamento de Engenharia de Estruturas e Geotecnia da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e Diretor da França e Associados Engenharia.

17h20 - A concepção estrutural com premissas para proporcionar elevada produtividade na produção de estruturas de concreto.

Francisco Paulo Graziano – Eng. Civil, Mestre em Engenharia, Professor do Departamento de Engenharia de Estruturas e Geotecnia da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e Diretor da Pasqua e Graziano Associados.

17h50 – Caso de obra: Arena Corinthians.

18h20 – Debates

Coordenação: Luiz Alberto Lúcio – Engenheiro Civil, Coordenador da Comissão de Trabalho de Estruturas e Fundações do Comitê de Tecnologia e Qualidade do SindusCon-SP – CTQ.

18h50 – Encerramento

Fonte e maiores informações: http://www.sindusconsp.com.br/envios/2013/eventos/15estruturas/convite/index_.html

CAU lança concurso para preenchimento de vagas em 19 estados e no DF

Salários variam de R$ 3.050,45 a R$ 6.205,17



O Conselho de Arquitetura e Urbanismo lançou concurso público para preenchimento de vagas e formação de cadastro reserva em empregos de nível superior e médio do CAU/BR, CAU estaduais e do DF.

As inscrições podem ser feitas de 27 de setembro a 27 de outubro pelo endereço eletrônico http://www.iades.com.br . As provas acontecerão dia 24 de novembro de 2013.

Confira o edital
Anexo 01
Anexo 2

Fonte: http://www.caubr.org.br/?p=15081

Arquitetura e Direito Autoral




É impressionante a falta de conhecimento dos arquitetos brasileiros, de uma maneira geral, acerca das principais características dos direitos autorais que nascem com a criação de cada um de seus projetos.

Você quer avaliar seus conhecimentos? Então tente responder:
  • Quais são os direitos dos autores de projetos de arquitetura e de engenharia?
  • Quais as formas de violações a esses direitos? Constatada uma violação, quais são as sanções possíveis?
  • Quais os prazos prescricionais? Caso o autor queira ser indenizado, como obter e calcular as devidas indenizações?
  • Todo esboço, croqui ou projeto é protegido pelo Direito Autoral?
  • Quais são os limites de utilização das obras protegidas?
  • Como se configura o plágio em projetos de arquitetura e de engenharia?
  • As obras situadas permanentemente em logradouros públicos podem ser reproduzidas livremente?
  • Um arquiteto pode exibir suas obras por meio de fotografias, maquetes ou plantas sem a anuência do proprietário do prédio?
  • O autor é obrigado a entregar os arquivos eletrônicos de seus projetos ao contratante?
  • A alteração de projeto arquitetônico ou de engenharia sem o consentimento do autor é uma violação aos direitos deste, passível de indenização?
  • A quem pertencem os direitos autorais quando o projeto for elaborado por solicitação do empregador do autor?
  • O autor tem direito de impedir a execução da obra, caso ela não esteja de acordo com seu projeto?
  • Os projetos para as reformas e ampliações de obras públicas devem ser contratados mediante licitação pública ou os respectivos autores originais devem ser contratados diretamente, sem licitação?
  • O que mudou nos Direitos Autorais dos arquitetos após a Lei que criou o Conselho de Arquitetura e Urbanismo e regulamentou o exercício desses  profissionais?
 







 
É bem difícil encontrar quem consiga responder tais questões com segurança. Na verdade, isto não é de se estranhar, pois Direito Autoral é um tema ainda muito pouco estudado até mesmo nas faculdades brasileiras de Direito, então imagine a situação nas de Arquitetura!
Somente no final do ano de 2009 nosso país teve o primeiro livro publicado integralmente sobre este tema, propondo-se enfrentar tais questionamentos, entre muitos outros. A 2ª edição do mesmo, intitulado Arquitetura e Engenharia com Direitos Autorais, reestruturado e significativamente ampliado, será lançado no final de setembro e, em promoção de pré-lançamento, estão sendo disponibilizados 100 exemplares para aquisição com  desconto de até 40% e frete gratuito, através do www.arquiteturaedireitoautoral.com.br.

Aliás, este sítio está sendo lançado concomitante com esta postagem. Mantendo a característica do pioneirismo destacada em relação ao livro, será o primeiro espaço virtual brasileiro dedicado ao debate e à difusão do conhecimento sobre os direitos autorais que nascem com as criações arquitetônicas. No portal já estão disponibilizados vários arquivos para download, inclusive o  sumário e primeiro capítulo do referido livro. Através do blog pretende-se trazer informações periódicas e lançar tópicos para fomentar o debate, como a polêmica questão da configuração de plágio arquitetônico.

Agora todos os arquitetos têm ao seu alcance uma forma fácil de tomar consciência dos seus direitos de autor e de participarem da tentativa de construção de um senso comum sobre o assunto. E os advogados, uma forma prática de obter o conhecimento necessário para adequadamente atenderem seus clientes.    


Fonte: http://www.arquiteturaedireitoautoral.com.br/index.php

COSU Porto Alegre



A cidade de Porto Alegre será sede da 144ª Reunião do Conselho Superior – COSU – do Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB, que ocorre entre os dias 19 e 21 de setembro, no Solar do IAB RS (Rua General Canabarro 363, Centro Histórico).

A reunião acontece duas vezes no ano em diferentes cidades do Brasil, sendo que a última foi realizada em Salvador, em maio.

O evento irá reunir arquitetos e urbanistas representantes dos departamentos do IAB em todo o Brasil e direção nacional, além de seus ex presidentes, para debaterem temas que envolvem as atividades da entidade, entre estes estão pautados o planejamento urbano, concursos públicos e a aprovação do novo estatuto.

As atividades terão início no dia 19 de setembro, as 14h, com a Reunião de Presidentes dos Departamentos do IAB. À noite, os convidados participam da cerimônia de abertura do evento. Nos dias 20 e 21, serão realizadas as sessões da reunião do COSU.

Paralelamente ao evento, acontece também a 75ª Reunião do Conselho Estadual do IAB RS no dia 21 de setembro, às 10h.

Durante os dias do evento, também ocorrerão atividades artísticas, visitas guiadas e roteiros turísticos.

Para informações sobre opções de pacotes de viagens disponíveis para o COSU, acesse: http://casadeturismo.com.br/portal/formularios/formulario_dinamico.php?&id=134 .


Foto: Com a fala o Presidente Sergio Magalhães
144 Reunião do Conselho Superior do Instituto de Arquitetos do Brasil.
19 a 21 de setembro de 2013.
Porto Alegre - RS.

 

IAB Tocantins no COSU.

Revista eletrônica de Arquitetura e Urbanismo

A revista eletrônica arq.urb, vinculada ao Programa de Pós – Graduação Stricto Sensu em Arquitetura
e Urbanismo da Universidade São Judas Tadeu representa a compreensão de que, juntamente com a produção, a ampliação do debate entre pesquisadores e a divulgação abrangente e ágil do conhecimento científico devem ser um procedimento constituinte da contemporaneidade, contribuindo para a democratização da informação e ampliando o universo de trocas.
Por isso mesmo privilegia tanto a produção teórica sobre a arquitetura e o urbanismo, como a reflexão que a prática de projetos propicia e alimenta, entendidas como absolutamente necessárias quando consideramos a variedade de princípios, de enfoques e de disposições metodológicas que estão postos na atualidade. Mais ainda, são condições imprescindíveis para o desenvolvimento progressivodo debate e do pensamento crítico na área.


Comprometida, pois, fundamentalmente, com a diversidade de ideias que pesquisas e trabalhos científicos abordam, condição inescapável de nosso tempo, a revista também contempla diversidade nas formas de participação, incluídas em sua estrutura. Além de artigos e ensaios, e da reflexão sobre projetos,abertos à contribuição de pesquisadores, doutorandos e mestrandos, nacionais e estrangeiros, a revista mantém constante o vínculo e o incentivo à pesquisa e à formação e uma base documental sólida,por meio de espaços reservados a textos clássicos internacionais traduzidos ao português, além de um espaço reservado a jovens arquitetos que tenham concluído recentemente a Graduação em Arquitetura e Urbanismo dos cursos do Brasil, com a divulgação de TFGs, e a estudantes que se dediquem a pesquisas de Iniciação Científica exemplares. Estes espaços não se pretendem fixos, permanentes,mas ajustam-se às contribuições recebidas da comunidade acadêmica, o que a transforma num ente vivo e em consonância com os ensejos e oportunidades com que nos deparamos.

Missão                                                                                                                                                   Difundir as pequisas realizadas na área de arquitetura e urbanismo, incentivando a reflexão crítica e o
debate necessários, frente à diversidade de princípios, de enfoques e de disposições metodológicas
que estão postos na atualidade. Promover as práticas de pesquisa também na formação do arquiteto,
através do vínculo com a graduação.

Conheça os livros finalistas do Prêmio Jabuti 2013 na categoria Arquitetura e Urbanismo

 
Foi divulgada a lista dos dez livros finalistas do Prêmio Jabuti das várias categorias concorrentes. Os livros estão ordenados segundo a classificação da primeira rodada de seleção. Na segunda fase – cuja divulgação ocorrerá no dia 17 de outubro de 2013 – será feita uma nova votação e serão escolhidos os três primeiros lugares de cada modalidade. Os ganhadores dos prêmios principais –Livro do Ano Ficção e Livro do Ano Não Ficção – serão conhecidos apenas na cerimônia de premiação, que acontecerá em data a ser divulgada.

Na lista da categoria de Arquitetura e Urbanismo consta livros de autores importantes, dentre eles João Filgueiras Lima, Lelé, em livro que trata de sua experiência na construção industrializada de hospitais, em especial os da Rede Sarah. O livro foi publicado pela Romano Guerra Editora, que mantém o portal Vitruvius.

A lista divulgada pela Câmara Brasileira dos Livros é a seguinte:


Esplendor do barroco luso-brasileiro, de Benedito Lima de Toledo, Ateliê Editorial


Design sem fronteiras: a relação entre o nomadismo e a sustentabilidade, de Lara Leite Barbosa, Edusp e Fapesp


Arquitetura: uma experiência na área da saúde, de João Filgueiras Lima, Lelé, Romano Guerra Editora

Cidades sustentáveis, cidades inteligentes: desenvolvimento sustentável num planeta urbano, de Carlos Leite e Juliana di Cesare Marques Awad, Bookman Companhia Editora

Paisagismo brasileiro na virada do século: 1990-2010, Silvio Soares Macedo, Edusp e Edunicamp


Cidades criativas, de Ana Carla Fonseca Reis, Sesi SP Editora


Arquitetura na era digital-financeira: desenho, canteiro e renda da forma, de Pedro Fiori Arantes, Editora 34


Centro Cultural São Paulo – espaço e vida lugar, de Fernando Serapião, Monolito


A questão da habitação em municípios periurbanos na Amazônia, de Joana Valente Santana, Anna Carolina Gomes Holanda, Aldebaran do Socorro Farias de Moura (Org.), Editora da Universidade Federal do Pará



Mobilidade urbana e cidadania, de Eduardo Alcântara de Vasconcellos, Editora Senac

Fonte: http://www.caubr.org.br/?p=15043

Seminário de Ensino e Formação em Arquitetura e Urbanismo no Rio de Janeiro

 
 
 
Dando continuidade ao debate sobre diretrizes curriculares do curso de graduação em Arquitetura e Urbanismo, o Rio de Janeiro recebe nos dias 19 e 20 de setembro a 3ª etapa do Seminário Nacional da Comissão de Ensino e Formação (CEF) do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR. O encontro acontece no auditório da Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Estado – Seaerj, na Glória, Zona Sul do Rio, com o apoio do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro – CAU/RJ.

Os seminários reúnem coordenadores das comissões de Ensino e Formação, conselheiros federais e coordenadores dos cursos de graduação de todo o Brasil, além de professores, estudantes, profissionais e demais entidades de Arquitetura e Urbanismo.

As discussões têm como objetivo oferecer contribuições do CAU ao processo de revisão das diretrizes curriculares do curso de Arquitetura e Urbanismo ora em curso, e que foram atualizadas pela última vez em 2010, antes da criação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo. Entre os temas que serão discutidos estão as atribuições privativas dos arquitetos e urbanistas, o projeto de residência técnica e os preceitos que constam na Carta para a Formação dos Arquitetos da UIA/Unesco.  Essas contribuições serão levadas ao Conselho Nacional de Educação.

Para participar, é preciso preencher a ficha de inscrição (clique aqui) e enviá-la para o e-mail cef@caubr.gov.br.  As inscrições foram prorrogadas até o dia 17/09. A participação é gratuita, mas as vagas são limitadas!

Confira a programação completa:

 Seminário Nacional da Comissão de Ensino e Formação (CEF) do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR
3ª Etapa – Rio de Janeiro
19 de setembro de 2013 (quinta-feira)
 Recepção e credenciamento
• 8:30h às 12:30h
Reunião privativa da CEF, em paralelo ao credenciamento – 8:30h às 12:30h)
Eixo I – Conteúdos curriculares x atribuições legais
• 14:30h às 15:30h – Apresentação do tema Expositor: Wilson Ribeiro dos Santos Junior (Consultor da CEF-CAU/BR)
• 15:30h às 17h – Discussões em grupo
• 17h às 18h – Fechamento

20 de setembro de 2013 (sexta-feira)
Eixo II – Formação acadêmica X Práticas profissionais – Inclui diretrizes curriculares nacionais do curso de arquitetura e urbanismo X Carta para a formação dos arquitetos – Unesco/UIA
• 9h às 10h – Apresentação do tema Expositores: Heitor Maia, Cesar Dorfman e José Roberto Geraldine Junior (Membros da CEF-CAU/BR)
• 10h às 11:30h – Discussões em grupo
• 11:30h às 12:30h – Fechamento
Eixo III – Residência técnica
• 14:30h às 15:30h – Apresentação do tema Expositores: Eduardo Cairo Chiletto (Coordenador da CEF-CAU/BR) e convidado
• 15:30h às 17h – Discussões em grupo
• 17h às 18h Fechamento

Seminário Nacional da Comissão de Ensino e Formação (CEF) do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR
3ª Etapa – Rio de Janeiro
19 e 20 de setembro de 2013
Sociedade dos Engenheiros e Arquitetos do Rio de Janeiro – Seaerj
Rua do Russel nº 1 – Bairro da Glória, Rio de Janeiro, RJ
Mais informações pelo e-mail cef@caubr.gov.br ou pelo telefone (61) 3081-8131


Fonte: http://www.caubr.org.br/?p=14921


Livro - Cidades para pessoas



CIDADES PARA PESSOAS

Disponível: Em estoque
Preço: R$90,00
Promoção: R$85,50
 
Para comprar acesse o link: http://www.prolivros.com.br/checkout/cart/
 

Detalhes

Este livro analisa muitas das ideias seminais de Gehl, examina algumas das cidades do mundo que se desenvolveram com êxito nas últimas décadas e estabelece os desafios para o futuro. Muitas gerações terão uma vida melhor, e as cidades serão mais competitivas, se seus líderes ouvirem sua advertência.Enrique Peñalosa, ex-prefeito de Bogotá, Colômbia, e presidente do Conselho do Instituto para Política de Transportes e Desenvolvimento de Nova York.

Informação Adicional

Autor Jan Gehl
Subtítulo Não
Editora Perspectiva
Ano da Publicação 2013
Altura x Largura 21,5X28,5
Páginas 280
Tipo de Capa Brochura
ISBN 9788527309806
Código do Livro 13381

CAU/RJ oferece edital para projetos culturais em Arquitetura e Urbanismo

Propostas podem ser enviadas até 30/09; resultado sai em outubro

 


Foram prorrogadas as inscrições para a seleção de projetos culturais relacionados a Arquitetura e Urbanismo, no primeiro edital de patrocínio cultural lançado pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro – CAU/RJ. Os projetos podem ser enviados ao CAU/RJ até as 16h do dia 30/09/2013.

O CAU/RJ oferece um total de R$ 90 mil para projetos de eventos, publicações e produções culturais diversas que promovam a Arquitetura e o Urbanismo, ajudem a disseminar informações relevantes para o segmento ou contribuam para o desenvolvimento institucional do Conselho.

As cotas de patrocínio serão de até R$20 mil para projetos de alcance municipal ou estadual; até R$35 mil para ações regionais ou nacionais; e de até R$50 mil para iniciativas de âmbito internacional. Os projetos inscritos devem ter a data de início compreendida entre o período de 04/11/2013 a 30/04/2014.

Após a realização de todas as etapas de seleção, os projetos selecionados serão conhecidos no dia 26/10/2013, com publicação no site do CAU/RJ (www.caurj.org.br).

Para o presidente do CAU/RJ, arquiteto e urbanista Sydnei Menezes, a iniciativa é “fundamental, pois o CAU/RJ tem mais uma oportunidade de apoiar a Arquitetura e Urbanismo do ponto de vista cultural. Ações desse tipo podem servir de exemplos para que outros Conselhos contribuam para o desenvolvimento da profissão”.

Para garantir a transparência do processo, dirigentes do CAU/RJ – membros da Diretoria Executiva e Coordenadores de Comissões – bem como seus cônjuges, companheiros ou parentes até segundo grau, não podem participar dos projetos a serem patrocinados. A análise técnica dos projetos será realizada com o apoio da Comissão Especial de Patrocínio, composta por quatro funcionários do Conselho e pela Conselheira Patrícia Cavalcante Cordeiro.

Acesse o Edital 01/2013 de Seleção Pública de Projetos para Patrocínio pelo CAU/RJ.

Confira a portaria com a prorrogação do prazo para as inscrições.

Cronograma:
Inscrições: 2 de agosto de 2013 até as 16h do dia 30 de setembro
Data da publicação dos projetos aprovados: 13 de outubro de 2013, no site do CAU/RJ
Recebimento da documentação de habilitação: a partir das 9h do dia 16 de outubro de 2013 até as 16h do dia 19 de outubro de 2013
Publicação dos projetos habilitados: 26 de outubro de 2013
Assinatura dos convênios: 4 de novembro (previsto), na sede do CAU/RJ

Programa Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P) utiliza diretrizes da Eletrobras Procel para incentivar cultura de economia de energia elétrica nas atividades públicas




Ivana Varela, para o Procel Info
 
                                                                          A coordenadora substituta da Agenda Ambiental na Administração Pública, Mônica Rocha, afirma que essas ações contribuem para a melhoria do ambiente organizacional e do meio ambiente. “O prêmio também serve de estímulo para que mais órgãos possam implementar iniciativas inovadoras na gestão socioambiental”, completa ela.
 
 
Brasil – Desde a década de 80 o conceito de sustentabilidade tem sido proposto e divulgado por diversas organizações, públicas e privadas, e encontram-se em sua maioria, voltados para a responsabilidade social no âmbito das atividades empresariais. Com base em três recomendações do governo que indicam o estabelecimento de programas voltados para a sustentabilidade de produção e consumo, o Governo Federal lançou em2001 o Programa Agenda Ambiental na Administração Pública, de sigla A3P.

O A3P é então um programa do Governo Federal que incentiva ações sustentáveis no cotidiano das instituições públicas. O programa tem como princípios a inserção dos critérios, que vão desde economia de água e energia, compras e contratação de serviços até uma gestão adequada dos resíduos gerados e dos recursos naturais utilizados. Com isso o objetivo é estimular os gestores públicos a incorporar princípios e critérios de gestão socioambiental, levando economia e à eficiência dos gastos institucionais. O A3P foi estruturado por base na política de 5R´s: Repensar, Reduzir, Reutilizar, Reciclar e Recusar consumir produtos que gerem impactos socioambientais significativos.

A Analista Ambiental da A3P, Angelita Coelho, conta como o uso racional da energia elétrica tem sido um tema importante de trabalho do Programa. “Nós temos um conjunto de recomendações, medidas e indicadores que podem ser usados pelos órgãos e entidades da Administração Pública nos programas de redução de consumo”.

A sustentabilidade da gestão pública exige um desafio de mudanças de atitudes e de práticas. Para acontecer, precisa de um esforço coletivo, e transformar a intensão em um compromisso. Com simples e pequenas ações diárias os administradores podem ser exemplos de mudanças nos órgãos governamentais, na adoção de medidas que permitam a redução de impactos socioambientais negativos. A redução no consumo de energia elétrica e de bens de produto, o uso eficiente da água, a coleta seletiva, a qualidade de vida no ambiente de trabalho são exemplos de contribuições para a sustentabilidade. Cada um pode fazer a sua parte nas atividades cotidianas no trabalho, em casa, no escritório, na escola e em todos os lugares.

Segundo Angelita, uma das sugestões da A3P é adotar as diretrizes propostas pela Eletrobras Procel, tanto na economia e o uso racional da energia elétrica, quanto nas edificações públicas. Também é importante diagnosticar a situação das instalações elétricas e propor as alterações necessárias para a redução de consumo. Fazer um levantamento e acompanhamento do consumo de energia, além de nunca esquecer de ações básicas como desligar luzes e monitores da hora do almoço, fechar as portas quando ligar o ar condicionado, não ligar todos os elevadores ao mesmo tempo.
"Uma das sugestões da A3P é adotar as diretrizes propostas pela Eletrobras Procel, tanto na economia e o uso racional da energia elétrica, quanto nas edificações públicas".

“Os dados de monitoramento de instituições parceiras enviados a A3P, mostram que, apenas com a mudança de padrões de comportamento induzidas pela A3P, há economia média de 5% do consumo de energia elétrica. Esse valor pode ser ainda maior se forem realizadas reformas nos prédios institucionais, mas, por uma série de fatores, nem sempre isso é possível”, diz Angelita.

Qualquer instituição pública, de qualquer esfera do governo, pode e deve implementar a A3P, basta promover as ações estabelecidas. Os parceiros interessados devem demonstrar o comprometimento da instituição através de uma gestão transparente. O primeiro passo é criar uma Comissão Gestora da A3P, entre 5 e 10 servidores da instituição, para facilitar a comunicação do Programa. Em seguida devem realizar um diagnóstico da instituição, onde será levantado os problemas de consumo excessivo. Depois, desenvolver planos de ação com metas para sensibilizar e capacitar os servidores e por fim realizar avaliações periódicas e monitoramento dessas ações, para avaliar o desperdício e também determinar a eficiência do Programa.

O Programa também propõem que se aproveite ao máximo as condições naturais do ambiente de trabalho, como ventilação, luz solar e a aquisição exclusiva de lâmpadas fluorescentes compactas ou tubulares de alto rendimento e luminárias eficientes. Sem esquecer que os equipamentos de climatização mecânica, que utilizem energia elétrica, devem funcionar apenas nos ambientes onde forem indispensáveis.

Outra sugestão de economia do A3P é no consumo de água, realizando levantamento sobre a situação das instalações hidráulicas e proposição das alterações necessárias para redução do consumo. Além de promover campanhas de conscientização para o não desperdício da água.

Com o objetivo de destacar as melhores iniciativas dos órgãos do setor público que promovem a sustentabilidade , O Ministério do Meio Ambiente promove um concurso “Melhores Práticas de Sustentabilidade (Prêmio A3P). Podem participar as entidades públicas que possuam termo de adesão vigente da A3P. As instituições devem apresentar resultados concretos qualitativos ou quantitativos de que executam as ações da categoria escolhida. As inscrições estão abertas desde junho e vão até 15 de setembro. É necessário preencher uma ficha de inscrição e um relatório da iniciativa no site da A3P. Receberão certificados e troféus os três primeiros colocados de cada categoria. A última edição do prêmio teve 74 projetos inscritos.



Fonte: http://www.procelinfo.com.br/main.asp?ViewID={8D1AC2E8-F790-4B7E-8DDD-CAF4CDD2BC34}&params=itemID={01E408B1-EFBF-499B-9A6E-E81B2E68CFBD};&UIPartUID={D90F22DB-05D4-4644-A8F2-FAD4803C8898}
 
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