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200 anos de Arquitetura

Neste ano de 2016 completa-se o segundo centenário do primeiro curso superior civil do Brasil: o curso de Arquitetura da Academia Real de Belas Artes, no Rio de Janeiro, fruto principal da chamada “Missão Artística Francesa”.

Fundada por decreto real de Dom João VI, em 12 de agosto de 1816, teve como primeiro nome o de Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios. Entre seus professores, todos vindos da França pós-Napoleão, se encontram o pintor Jean-Baptiste Debret, o arquiteto Grandjean de Montigny e o pintor Nicolas-Antoine Taunay, estes dois vencedores do famoso Prix de Rome, a principal láurea artística da época.

Foram implantados cursos de Pintura, Escultura e de Arquitetura. Para o Curso de Arquitetura foram compostas três etapas divididas em teóricas e práticas. Elas incluíram estudos teóricos de História da Arquitetura, Construção e Perspectiva e Estereotomia. Os estudos práticos eram compostos por Desenho, Cópia de Modelos e estudo de escalas, e Composição.

Com a Independência, a escola passou a ser chamada por Academia Imperial de Belas Artes. Após passar por diversas modificações institucionais, desde os anos 1930 o curso de Arquitetura passou a compor a Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro, como Faculdade de Arquitetura e Urbanismo.


Foi o professor arquiteto Grandjean de Montigny quem projetou a sede própria da Academia, inaugurada por Dom Pedro I, em 5 de novembro de 1826, no centro do Rio de Janeiro, à avenida Passos. O prédio foi demolido durante o Estado Novo para a construção da sede do Ministério da Fazenda, afinal erguida em outro lugar. Desde então, o terreno continua como estacionamento.

O pórtico principal do edifício de Grandjean de Montigny foi trasladado para o Jardim Botânico do Rio de Janeiro, onde se encontra.
Hoje, quando mais de quatrocentos cursos de arquitetura estão em atividade no país, precisamos comemorar o segundo centenário desse que foi o pioneiro dos cursos superiores civis do Brasil.



Brasília sediará XXI Congresso Brasileiro de Arquitetos, em abril de 2017




XXI CBA será no Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília
Crédito: istock/dabldy
O XXI Congresso Brasileiro de Arquitetos (CBA), evento que ocorre a cada dois anos, será realizado de 18 a 21 de abril de 2017, em Brasília. O encontro, que reunirá mais de sete mil profissionais, servirá de preparatório para o 27º Congresso Mundial da União Internacional dos Arquitetos – UIA 2020 RIO, a ser realizado no Rio de Janeiro em 2020. O evento deverá reunir cerca de 15 mil arquitetos de todo o mundo na capital carioca.

Com o tema Futuro da tradição. Tradição do Futuro, a proposta da organização do CBA é promover um diálogo direto com o título do 27º Congresso Mundial da União Internacional dos Arquitetos (UIA) – Todos os Mundos. Um Só Mundo. Arquitetura 21. Em dezembro, representantes do IAB-DF estiveram no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. A visita teve como objetivo discutir as possibilidades de aproveitamento das salas de evento, do auditório principal, das áreas de alimentação e de stands da feira.

As atividades gerais do congresso já estão definidas. De acordo com o presidente do IAB-DF, Matheus Seco, as programações relacionadas às oficinas e visitas orientadas pela capital federal estão concentradas no período da manhã. A partir das 14h, serão realizadas as palestras e mesas redondas. “À noite, acontecerão as quatro palestras-magnas do congresso, um para cada dia do evento, no auditório principal Centro de Convenções, cuja capacidade é para até 3 mil pessoas. As palestras-magnas também terão transmissão simultânea para todas as 15 salas adicionais do espaço”, explicou.

A sala de exposições da Torre de TV, Eixo Monumental Oeste, abrigará exposições complementares ao CBA e eventos para convidados. A organização planeja ainda a realização de oficinas em estações do metrô da linha sul e nos espaços culturais próximos a elas. “Essas ações permitirão que as atividades do CBA possam se expandir para o entorno próximo de Brasília, promovendo o entendimento dos desafios de crescimento da cidade para as próximas décadas”, afirmou Seco.

Conselho Consultivo do Iphan discute tombamento da sede do IAB-SP

Um dos principais registros da arquitetura moderna paulista, o edifício sede do Departamento São Paulo do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-SP) pode ser tombado pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural nesta quarta-feira, 25 de novembro, em reunião que acontece no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Brasília.
O IAB-SP foi criado em 1943, e a necessidade de ter um espaço próprio levou à realização de um concurso público nacional de arquitetura, em 1946, para a escolha do projeto da sede. Por decisão do júri, composto por Oscar Niemeyer, Firmino Saldanha, Hélio Uchôa, Fernando Saturnino de Britto e Gregori Warchavchik, as três equipes finalistas desenvolveriam o projeto definitivo em conjunto. Assim, com autoria de Rino Levi, Roberto Cerqueira Cesar, Miguel Forte, Jacob Ruchti, Galiano Ciampaglia, Zenon Lotufo, Abelardo de Souza e Helio Duarte, foi erguido um dos principais registros arquitetônicos de São Paulo entre 1947 e 1950.
A participação de arquitetos com diferentes formações revelou-se uma associação democrática dos projetos participantes do concurso, como um resumo da arquitetura paulista do período. O edifício se destaca por sua estrutura independente, com planta livre que garante maior flexibilidade no manejo dos espaços. Por causa do Código de Construção da época, as fachadas dos dois últimos andares são recuadas e a laje do piso em balanço vai até o alinhamento do lote, permitindo a manutenção da leitura prismática, e tendo sido recuados apenas os caixilhos.
Espaço de debates e defesa de uma arquitetura progressista, preocupada com as lutas sociais, a sede do IAB-SP era um local importante de encontro de intelectuais paulistas, tendo incorporado obras de arte de altíssima qualidade nos anos seguintes à sua inauguração, a exemplo do mural de autoria de Antônio Bandeira, no térreo, e do móbile intitulado Black Widow (Viúva Negra), de Alexander Calder, atualmente exposto na Tate Modern de Londres. O acervo do instituto conta ainda com uma escultura atribuída a Bruno Giorgi, no escritório do instituto, no 4º andar, e um mural de Ubirajara Ribeiro no 1º andar.


Conselho Consultivo
O Conselho que avalia os processos de tombamento e registro é formado por especialistas de diversas áreas, como cultura, turismo, arquitetura e arqueologia. Ao todo, são 23 conselheiros, que representam o Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB, o Conselho Internacional de Monumentos e Sítios - Icomos, a Sociedade de Arqueologia Brasileira – SAB, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama, o Ministério da Educação, o Ministério das Cidades, o Ministério do Turismo, o Instituto Brasileiro dos Museus – Ibram, a Associação Brasileira de Antropologia – ABA, e mais 13 representantes da sociedade civil, com especial conhecimento nos campos de atuação do Iphan.


(Fotos: sede do IAB-SP. Crédito: Rafael Schimdt)


Fonte: http://www.iab.org.br/noticias/conselho-consultivo-do-iphan-discute-tombamento-da-sede-do-iab-sp

Delimitação de áreas verdes pode passar a ser obrigatória em Plano Diretor Municipal

A delimitação de áreas verdes urbanas e de áreas urbanas a serem reflorestadas poderá passar a ser obrigatória na elaboração de plano diretor municipal, se for aprovada a mudança no Estatuto da Cidade (Lei 10.257/2001), prevista no PLS 396/2014, um dos 12 itens da pauta de votações da reunião da Comissão de Meio Ambiente (CMA).
Do senador Wilder Morais (DEM-GO), o projeto será votado em decisão terminativa pela CMA. O autor explica que o estatuto não obriga a inclusão, no plano diretor, do planejamento de áreas verdes nas cidades e de áreas passíveis de reflorestamento. A exigência consta apenas de resolução do Conselho das Cidades, mas não é seguida por todos os municípios, por se tratar de norma infralegal.
Wilder quer incluir a norma no estatuto da Cidade pela relevância “da arborização urbana e do planejamento de recuperação de áreas desmatadas para a melhoria da qualidade ambiental e paisagística de nossas cidades”.
O relator, senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), apresentou emenda para ampliar o conteúdo mínimo obrigatório do plano diretor; incluindo ainda as áreas onde poderá ser aplicado parcelamento, edificação ou utilização; o zoneamento urbano, acompanhado dos índices urbanísticos e usos aplicáveis a cada zona; e as restrições e servidões decorrentes de planos ou projetos setoriais.
“A delimitação das áreas verdes urbanas e das áreas verdes a serem reflorestadas com vegetação nativa do bioma local é um caso particular desse problema maior. Nesse sentido, apresentamos uma emenda destinada a aperfeiçoar o projeto, de modo a exigir que o plano diretor incorpore toda a legislação de zoneamento municipal, na qual se inclui a delimitação das áreas verdes urbanas”, explica Caiado em seu parecer, favorável à aprovação da proposta.

Fonte: http://www.iab.org.br/noticias/delimitacao-de-areas-verdes-pode-passar-ser-obrigatoria-em-plano-diretor-municipal

Arquitetura e urbanismo será beneficiada pela Lei Rouanet


DURANTE   REUNIÃO   DA   COMISSÃO   NACIONAL   DE INCENTIVO  À  CULTURA,  EM JUNHO  DESTE   ANO, A  PROPOSTA  APRESENTADA PELO  INSTITUTO  DE  ARQUITETOS  DO  BRASIL (IAB) FOI  APROVADA  POR  UNANIMIDADE


O direito da atividade arquitetura e urbanismo receber incentivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) foi defendido por José Armênio, presidente do IAB-SP e representante do IAB no Ministério da Cultura. Agora, as entidades envolvidas estudam questões institucionais e jurídicas para a inclusão.
A aprovação, segundo o IAB, é um importante passo para o reconhecimento efetivo da dimensão cultural da arquitetura e urbanismo, que passou a ser considerada “cultura” pelo governo federal em 2010, durante a 2ª Conferência Nacional de Cultura.
O orçamento da Lei Rouanet para 2015 é de 1,3 bilhão de reais e, segundo o Ministério da Cultura, ela é responsável por 80% do total de incentivo às artes.
De acordo com o IAB, muitos arquitetos defendem que um percentual dessa verba - uma vez destinada ao debate sobre a arquitetura e à cidade, bem como a projetos além dos que abrigam programas culturais - pode promover a valorização da paisagem urbana brasileira.
“Infelizmente, a arquitetura é vista apenas como patrimônio do passado. A arquitetura deve ter incentivo à cultura porque os projetos construídos agora são patrimônio do futuro. Esse reconhecimento vai qualificar a intervenção na cidade. Pela lei, o que é reconhecido como cultura é apenas patrimônio. A nossa visão é que qualquer projeto – casa, edifício de apartamentos, mercado, fábrica ou escola – é cultura”, defende José Armênio.

    Construção da cobertura do vão central do Mercado Público é iniciada em Florianópolis



    SLIDE SHOW http://au.pini.com.br/au/solucoes/galeria.aspx?gid=12720

    Foram iniciadas na terça-feira (9) as obras de instalação da cobertura retrátil do vão central do Mercado Público de Florianópolis, em Santa Catarina, projetada pelos arquitetos curitibanos Gustavo Correia Utrabo e Pedro Lass Duschenes, que venceram o concurso nacional promovido pelo Instituto de Arquitetos do Brasil de Santa Catarina (IAB-SC). Os serviços, orçados em R$ 4,2 milhões, deverão ser executados pela Esphera Sul em até 180 dias.
    A primeira etapa de obras inclui a implantação de dois blocos de fundação, cada um com oito estacas do tipo raiz. Essas peças terão 12 e 15 metros abaixo da terra, sendo nove metros até a rocha e mais quatro cravados no maciço rochoso. Já os pilares de sustentação da estrutura terão 7,5 metros de altura acima do solo.
    Após concluir a instalação dos pilares, a empresa dará início à execução da cobertura, que será composta por dez módulos retráteis, com fechamento de dentro para fora, apoiados por duas colunas metálicas. A estrutura terá uma membrana têxtil, não-inflamável, reforçada por treliças metálicas.
    A instalação da cobertura viabilizará a criação, no pátio central do mercado, de novos espaços para feiras temporárias, apresentações culturais, festividades e outros eventos.

    Fonte: http://au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/edificios/construcao-da-cobertura-do-vao-central-do-mercado-publico-e-355460-1.aspx

    Projeto vencedor do “Concurso Nacional de Estudos Preliminares de Arquitetura Paisagística de Palmas/Tocantins”

    PROJETO URBANO AMBIENTAL PARA A CIDADE DE PALMAS / TOCANTINS
    CLIENTE: CODETINS / GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS
    Localização: Palmas / TO
    Área: 60 ha
    Ano: 1992 / 1994

    PROJETO DE URBANIZAÇÃO AMBIENTAL DA NOVA CAPITAL incluindo DESENHO URBANO, LUMINOTÉCNICA, MOBILIÁRIO URBANO, ARBORIZAÇÃO e TRATAMENTO PAISAGÍSTICO - Estudo Preliminar, Anteprojeto, Projeto Básico, Projeto de Geometria, Paginação de Piso e Locação de mobiliário, Projeto Executivo e Projeto de Plantação.

    COMPLEXO PRAÇA DOS GIRASSÓIS :
    PRAÇA DA CULTURA
    PRAÇA DO MUSEU
    PRAÇA DO CRUZEIRO
    PRAÇA DO RELÓGIO DE SOL
    PRAÇA DO ANFITEATRO
    PRAÇA DA QUEDA D’ÁGUA
    PRAÇA DA CATEDRAL
    Estacionamentos e entorno das Secretarias de Estado;
    Estacionamentos e áreas comerciais adjacentes ao Centro Administrativo.
    Canteiros Centrais, Rótulas e Ciclovias.

    PARQUE URBANO DA AV. J. TEOTÔNIO SEGURADO: Projeto do Parque Urbano e áreas de lazer; Ciclovias; Estacionamentos e desenho urbano do entorno das áreas comerciais da Avenida

    AVENIDA JUSCELINO KUBITSCHEK: Passeios, Canteiro Central e Rótulas da avenida.

    ARQUITETURA - anteprojetos: Anfiteatro, Snack-Bar, Relógio de Sol, Espelhos e Quedas D’água.

    MOBILIÁRIO URBANO: redesenho de bancos, mesas, caixas decorreio, caixas coletoras de lixo, abrigos de ônibus, cabines telefônicas, quiosques, bancas de jornais, bancas de frutas e flores

    APRESENTAÇÃO
    PROJETO DE ARQUITETURA PAISAGÍSTICA PARA A CIDADE DE PALMAS / TOCANTINS - Projeto vencedor do “Concurso Nacional de Estudos Preliminares de Arquitetura Paisagística de Palmas/Tocantins”, promovido em 1992 pelo Governo do Estado de Tocantins e organizado pelo IAB – DF. Estudo Preliminar, Anteprojeto, Projeto Básico, Projeto de Geometria, Paginação de Piso e Locação de Mobiliário Urbano, Projeto Executivo e Detalhamento, Projeto de Plantação para toda a Cidade: o projeto paisagístico para o complexo Praça dos Girassóis resolveu trabalhar com base na estrutura do bioma local, o mosaico natural dos cerrados: florestas e veredas, savanas, campos e seus ecótones.



    O concurso colocava uma difícil questão de escala: a Praça dos Girassóis, marco inicial da nova capital em construção, onde se localiza o centro administrativo estadual, com aproximadamente 60 ha, sendo dividida em quatro partes pelo cruzamento das duas avenidas principais da cidade, uma com 36m e outra com 150m de largura – grandes vazios separando as quadras e edifícios públicos que demandavam um sentido urbano deixado a cargo do tratamento paisagístico. Situação esta agravada pelo clima da região, de verões quentes e úmidos e invernos secos, onde amplo sombreamento tornava-se desejável, mas sem prejuízo das espaços com características cívicas.
    A integração homem - natureza, a necessidade de interação com a paisagem autóctone, a procura de novos e diferentes níveis de experiências criados segundo o conceito de imagem linear, que depende sempre de uma série de espaços interligados que permitem ao usuário experimentar a paisagem de formas sucessivas – estas foram as diretrizes básicas do partido adotado para o tratamento paisagístico da nova cidade.
    Apesar da função primordial de viabilizá-la climaticamente, além de humanizá-la, o tratamento paisagístico de Palmas considerou as peculiaridades e características inerentes ao sistema savanícola brasileiro – o Cerrado – como elemento principal de referência de fonte de inspiração. Assim, o componente vegetal espontâneo da flora regional predominará na paisagem urbana. Com o intuito de reforças a identificação do bioma, o tratamento paisagístico dividiu-se para melhor representar o Cerrado. Ao longo das vários eixos viários e, especialmente, em seu ponto de convergência, a Praça – Parque, onde estão o Palácio do Governo e demais prédios administrativos, encontrar-se-ão diversas composições florísticas que, auxiliadas por elementos próprios da geomorfologia local, proporcionarão uma significativa representação dos ecossistemas e de suas principais características: os campos limpos, os campos sujos, ao campos rupestres, os tratos de cerrado, de cerradões e suas veredas.
    A intenção didática do projeto é bastante óbvia, contudo o motivo básico de sue planejamento está em restaurar a condição do ser humano de integrar-se e relacionar-se com os aspectos naturais da região em que pretende habitar. A interação da cidade com o panorama natural vizinho, respeitando suas especificidade faunística e florísticas foi, verdadeiramente, o ponto focal do nosso trabalho.



    Foto da Cidade de Palmas mostrando áreas executadas

    FITOFISIONOMIA DOS CERRADOS
    O mosaico de paisagens naturais apresentado nos cerrados levou os estudiosos a estabelecerem classificações distintas com o intuito de facilitar e uniformizar a linguagem nesse domínio. Assim, a cobertura vegetal de cerrado abrange três categorias: a floresta, a savânica e a campestre. Na categoria florestal enquadram-se as matas de galeria, as matas de interflúvio, as matas secas de afloramento calcário e o cerradão. As formações savânicas abrangem o cerrado denso, o cerrado típico e o campo cerrado ou cerrado ralo; nas formações campestres: o campo sujo, o campo limpo e as veredas.


    DA PRAÇA DOS GIRASSÓIS

    PRAÇAS DO PALÁCIO ARAGUAIA (do Museu e da Cultura)
    O palácio Araguaia, em sua face norte recebeu o tratamento de espaço cívico resultante da necessidade de concentrações. Em conseqüência, uma grande superfície pavimentada foi providenciada. O terreno foi acertado para permitir maior visibilidade a esta praça central, que teve seus acessos removidos para lente por questões de segurança. Os estacionamentos foram relocados para as laterais do Palácio evitando maior poluição visual.
    Aqui, o tratamento paisagístico possui maior cunho estético, buscando valorizar as perspectivas do Palácio, de modo a não tirar a visibilidade.
    Na praça cívica junto ao Museu foi criado um espelho d’água na intenção de representar um rio que faria a ligação das águas em movimento do Museu com a face sul da Praça que, em virtude dos desníveis apresentados pelo terreno, faz o “rio” descer em pequenas e sucessivas quedas d’água, evocando as corredeiras tão relevantes nas chapadas da região. Além de servir de mecanismo de controle bioclimático, ideal a espaços com grandes superfícies pavimentadas, providencia ao usuário a percepção do seu ambiente físico, envolvendo: percepção térmica, acústica, luminosa e olfativa. Este grande espaço das corredeiras, como a Praça da Cultura permite a localização de esculturas como pontos focais.

    Croqui geral da proposta paisagística do Complexo da Praça dos Girassóis

    COMPLEXO DA PRAÇA DOS GIRASSÓIS
    PRAÇA DA QUEDA D’ÁGUA
    Do topo da Praça Central, como um rio, a água escorre a Noroeste pela mata ciliar, culminando numa grande queda d’água.


    PRAÇA DA CATEDRAL
    Daí a água desce em direção SE (sudeste), formando os tratos alagadiços das veredas, cuja vegetação característica é aMaurítia deflexuosa, o buriti.


    PRAÇA DO RELÓGIO DE SOL
    Devido a extensão de sua superfície plana, surge um espaço de grande versatilidade onde pretende-se uma homenagem ao Sol, dentro do conceito holístico suposto. Aqui há característica dos campos limpos e sujos.


    PRAÇA DO ANFITEATRO
    Considerando o caráter do edifício que constará da mesma (Centro Cultural) e das características morfológicas do terreno, tornou-se evidente a proposta de um anfiteatro no local, buscando sua integração com o todo. Como área seca há predominância dos campos cerrados.


    PRAÇA DAS SECRETARIAS DE ESTADO
    No entorno das secretarias buscou-se um tratamento paisagístico homogêneo, uma vez que estas definem-se como emolduramento da Praça. Os canteiros centrais do entorno receberam um tratamento especial com palmeiras que como elemento vertical permite maior identificação ao espaço como um todo, de caráter predominantemente cívico, determinando, por sua vez, o sentido de aproximação tanto aos pedestres como aos automóveis
    DAS AVENIDAS
    PARQUE LINEAR DA AV. TEOTÔNIO SEGURADO
    Principal eixo viário, foi concebida como grande parque urbano de lazer. Imprime - se a esse canteiro um desenho paisagístico que realça o caráter monumental da avenida considerando tanto a visão do observador em seu percurso horizontal, como os aspectos visuais decorrentes da verticalização da cidade. O desenho de configuração geométrica possui um traçado que insinua ângulos de visão e ritmos de percursos com constantes mudanças de direção. O Cerrado é cortante, anguloso, movimentado. Buscou-se um desenho que traduzisse esse bioma , e uma referência também a implacável ação do sol: os padrões de arborização visam contrapor áreas de sombra e aberturas, buscando uma capacidade de trabalhar a luz, unificando e transmitindo mistério à paisagem.




    AV.JUSCELINO KUBITSCHEK
    Importante corredor de ventilação urbana, conduzindo os ventos da Serra do Lajeado e as brisas constantes proveniente do lago no sentido oeste/leste.


    DA VEGETAÇÃO DO CERRADO
    Os cerrados, com 2 (dois) milhões de quilômetros quadrados, ocupam predominantemente o Brasil Central, sendo o segundo maior bioma da América do Sul.
    Os solos geralmente distróficos, pouco férteis, possuem alta acidez e toxidade. São os latossolos profundos, bem drenados, vermelhos ou amarelos, originados de diversos tipos de rocha como arenito, folhelho, quartzo e ardósia. Encontram-se assentados sobre sedimentos do período terciário, formando as superfícies de pediplanos e etchiplanos características dos planaltos. Essas superfícies sedimentares funcionam como verdadeiras esponjas, retendo as águas das chuvas e liberando-as lentamente que, durante os meses da seca, alimentam as nascentes dos riachos e veredas.
    O clima é tropical-quente-subúmido marcado por forte sazonalidade. As chuvas costumam ser forte, mas de curta duração.
    A vegetação deste bioma apresenta especificidades morfológicas, fisiológicas e comportamentais de adaptação num ambiente cujos fatores condicionantes são a disponibilidade de água e nutrientes e a intensidade das queimadas.
    Nesta paisagem, predominam árvores e arbustos de galhos e troncos retorcidos e casca corticosa. As folhas e folíolos são espessos e rígidos, com superfície lisa e cerosa ou áspera e pilosa, geralmente de com verde-claro-acinzentado. A aparência ressecada e rígida da vegetação é devida ao alto teor de alumínio no solo, e não à carência de água, como pode parecer. Sendo o lençol freático profundo, as raízes das plantas lenhosas podem chegar a vinte metros de profundidade para garantir o acesso à água, mesmo nos meses de seca. As herbáceas, por não possuírem raízes profundas e pela falta de água na superfície, secam no auge da estação seca, para rebrotarem no período chuvoso.
    O aspecto tortuoso de troncos e galhos está associado às queimadas freqüentes que, causando a perda das gemas principais, estimulam a brotação das gemas adventícias, fora da posição normal, formando ramos bastante retorcidos e irregulares.
    Adaptada a forte sazonalidade, a vegetação apresente picos marcantes de eventos biológicos. De junho a setembro, no inverno seco, árvores e arbustos ficam parcialmente desfolhados, ocorrendo floração em algumas espécies, tais como: o pequizeiro (Caryocar brasiliensis), a folha-larga (Salvertia convaliariaeodora), a sucupira-preta (Bowdichia virgilioides), o freijó (Cordia glabrata), o caju (Anacardium othonianum) e o pau-santo (Kielmeyera variabilis). Entretanto no estrato inferior as Graminaetornam-se pardacentas e secas. Ao final de setembro e início de outubro, ocorre o desenvolvimento de plantas lenhosas – algumas vezes antes mesmo das chuvas – acompanhaso de floração abundante. Entre outras destacam-se os ipês-amarelos (Tabebuia ochracea e Tabebuia caraiba), o cega machado (Physocalima scaberrima) e o mulungu-coral (Erytrina mulungu).
    A partir de outubro e durante a primavera, com a chegada da estação úmida, os cerrados têm sua vegetação numa diversidade de tons verdes devido a variedade de texturas e formas que em contraste com o azul do céu e o avermelhado do solo explodem beleza.
    Durante o período das chuvas, a camada herbácea desabrocha, há floração, farta frutificação e dispersão de sementes, sendo marcante nesta época a revoada de insetos. A estabilidade climática e a grande concentração de frutos e insetos é responsável pela aglomeração de aves migratórias, vindas de outras regiões.
    A riqueza e diversidade de espécies vegetais é surpreendente. Verdadeiro pomar natural, o cerrado fornece ao homem frutas saborosas e nutritivas em número incalculável, que servem também de recurso a alimentar a fauna silvestre. Destacam-se: a marmelada-de-cachorro (Thielieodoxa lanceolata), o bacupari (Salacia crassifolia), o pequi (Caryocar brasiliensis), o cajuí (Anacardium othonianum), o murici (Byrsonima spp.), a cagaita (Eugenia disenterica) e a mangaba (Hancomia speciosa). Como potencial madeireiro podemos enumerar, entre outras, a copaíba (Copaifera langsdorfii), o cedro (Cedrela odorata), os jequitibás (Cariniana spp.), os ipês (Tabebuia spp.), as perobas (Aspidosperma spp.), o jatobá (Hymeneae stilbocarpa) e o gonçalo-alves (Astronium fraxinifolium). Centenas de plantas são utilizadas na medicina popular por todo o país – a catuaba (Anemopaegna arvense), o barbatimão (Stryphonodendron adstringens), a sucupira-do-cerrado (Pterodon pubencens) e a arnica (Lychnophora ericoides).



    EQUIPE TÉCNICA:
    Anelice Lober - arquiteta e paisagista
    Fernando Acylino - arquiteta e paisagista
    Marcelo Vasconcellos - arquiteto
    Claudia Baptista
    Leonardo Braga

    Fonte: http://www.arqplant.com/Planejamento%20Ambiental%20Urbano/PALMAS.htm

    Curso Tabela de Honorários da Arquitetura é bem Avaliado por Participantes.

    Evento foi promovido pelo CAU/TO, em parceria com o IAB/TO.

    Com mais de 80 participantes, o curso Tabela de Honorários da Arquitetura promovido pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Tocantins – CAU/TO em parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB/TO, foi bem avaliado pelos profissionais que compareceram ao evento, realizado nesta quinta, 26, em Palmas.

    Na ocasião a presidente do CAU/TO, Joseísa Furtado lembrou que a Tabela de Honorários da Arquitetura é uma ferramenta que tem como um dos objetivos a valorização do profissional, para que este possa utilizar parâmetros justos para o cálculo de seu trabalho e que seu uso deve ser inserido gradualmente na vida do profissional. “Este é um momento de conscientização, de entendermos e colocarmos a Tabela em prática, a valorização da nossa profissão tem que partir da gente”, disse.

    No Curso, ministrado pelo arquiteto Odilo Almeida, um dos idealizadores da Tabela, os profissionais tiveram a oportunidade de verificar na prática como funciona o software desenvolvido pelo CAU/BR e tirar dúvidas sobre as funcionalidades da tabela, sistemas e complexidades de cálculo de projetos.

    Odilo Almeida

    “O instrutor é a pessoa que mais entende da Tabela, as informações são de extrema utilidade. Com a Tabela a gente tem um parâmetro, a iniciativa do CAU/TO e IAB/TO trazer esse curso é louvável, com o CAU a gente vê uma diferença positiva no tratamento disponilizado ao profissional”, afirmou o arquiteto Ariosvandre Tavares.

    A arquiteta Rose Reis também considerou a realização do curso como um diferencial para os profissionais. “Eu me formei em 2006, e vejo um diferencial com o CAU/TO em se preocupar com a valorização do profissional. Hoje eu consegui tirar minhas todas as dúvidas que tinha sobre a tabela”, ressaltou.


    Tabela de Honorários

    Disponível para computador, tablet ou celular, o software da Tabela de Honorários da Arquitetura reúne 240 atividades de arquitetura e urbanismo. O objetivo da Tabela é resgatar o valor do trabalho profissional, esclarecendo para a sociedade a complexidade das atividades envolvidas na elaboração e execução de projeto.

    Acesse a Tabela aqui

    Alimentos

    O Curso foi ofertado gratuitamente aos profissionais, sendo solicitado apenas a doação de 02 kg de alimentos que serão doados ao projeto Mesa Brasil. A doação será realizada na segunda-feira, 30, às 14h na sede do CAU/TO.

    Fonte: http://www.cauto.gov.br/?p=6047

    CAU/TO Promove Curso sobe Tabela de Honorários

    Aprenda a calcular os valores de serviços usando as Tabelas de Honorários e o software do CAU/BR.

    Odilo

    Com a finalidade de capacitar os arquitetos e urbanistas na elaboração de utilizando a Tabela e Honorários e o software desenvolvido pelo CAU/BR, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Tocantins com apoio do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/TO), promove no dia 26 de março o curso “Tabelas de Honorários de Serviços de Arquitetura e Urbanismo”, o evento acontece das 13h às 19h em Palmas, em local a ser definido.

    O curso será ministrado pelo arquiteto e urbanista Odílio Almeida, que atuou com coordenador e relator da Tabela de Honorários  junto ao CAU/BR. O evento é direcionado a arquitetos e urbanistas, estudantes de arquitetura e profissionais que trabalham na área de licitação que envolvem projetos de arquitetura e urbanismo.

    “Acredita-se que no curso todos poderão tomar conhecimento das especificidades da Tabela e tirar as dúvidas de modo a tornar esse software uma ferramenta fundamental na elaboração de propostas de serviço”, explica o gerente Técnico do CAU/TO, Matozalém Santana.

    Inscrições

    As vagas para o evento são limitadas, e as inscrições devem ser realizadas antecipadamente no CAU/TO, localizado na Quadra 103 Sul, Rua SO 05, lote 12, sala 104, mediante a doação de 02 kg de alimento não perecível (exceto sal).  O horário de funcionamento do CAU/TO é das 12h30 às 18h30, mais informações pelo telefone 3026-1800.


    Programação

    1. Princípios básicos e definições;

    2. Módulo I- Remuneração de Projeto Arquitetônico de Edificações;

    3. Módulo II- Remuneração de Projetos e Serviços Diversos;

    4. Módulo III- Remuneração de Execução de Obras e Outras Atividades.


    Palestrante

    Odilo Almeida Filho foi coordenador e relator das Tabelas de Honorários durante os anos de 2009 a 2014. Atual Coordenador Nacional da Comissão de Exercício Profissional do Conselho Superior do IAB (Instituto de Arquitetos do Brasil) e Presidente do CAU/CE. Foi presidente do IAB Ceará por dois mandatos durante os anos de 2009 a 2012. É graduado em arquitetura e urbanismo pela Universidade Federal do Ceará, com especialização em Estudos de Viabilidade de Negócios Imobiliários e em Planejamento e Gestão Ambiental. Nas décadas de 1980 a 1990 trabalhou em grandes empresas como Petrobrás e Banco do Brasil, onde participou de equipes de planejamento, gestão e execução de grandes projetos. Desde 1994, dirige o escritório Métrica- Arquitetura e Urbanismo com mais de 800 projetos e/ou obras realizadas.

    Fórum discute preservação de patrimônio arquitetônico em Brasil e Portugal

    Em sua segunda edição, o Fórum Internacional do Património Arquitetónico Portugal/Brasil migrou para o outro lado do Atlântico, após a estreia em Campinas/SP, no ano passado.

    A discussão sobre os papéis do poder público e da iniciativa privada na preservação dos patrimônios arquitetônicos marca o evento deste ano, previsto para os dias 01 e 02/06, na cidade portuguesa de Aveiro.

    Organizado pelo IAB-Campinas (Instituto de Arquitetos do Brasil),o fórum é patrocinado pelo CAU/SP.

    Serviço
    Fórum Internacional Património Arquitetónico Portugal/Brasil
    Dias 01 e 02 de junho de 2015
    Aveiro – Portugal
    Informações: http://www.ua.pt/patrimonioportugalbrasil/Default.aspx

    Fonte: http://www.causp.gov.br/?p=14781

    Como cobrar o valor do projeto

    Por Mônica Tremonti Belini
    Edição 232 - Julho/2013

    Dentre as diversas opções para a definição do valor de um projeto de arquitetura, há muita confusão sobre como escolher a metodologia de cálculo e, em um segundo momento, como executá-la. Cálculos malfeitos podem causar prejuízos, se subestimados, ou levar à perda do contrato, quando acima da expectativa do cliente. "Não é barato fazer um projeto, não pode ser uma coisa barata. É nessa hora que começam os grandes problemas. Tem escritórios pagando para trabalhar", aponta Eduardo Nardelli, presidente da AsBEA e sócio da Artifício Arquitetura e Planejamento.

    PRÁTICA DE MERCADO Segundo censo realizado pelo CAU/BR, o método de cobrança mais adotado é o por metro quadrado de construção (35,70% das respostas). "Principalmente entre os jovens arquitetos e em projetos de programas mais simples, como residências e pequenos prédios comerciais", comenta o presidente da entidade, Haroldo Pinheiro.
    Logo a seguir, entra a tabela de honorários do IAB (22,18%). Isso porque, para projetos com programas mais complexos ou extensos, haveria a necessidade de um cálculo mais aprofundado, o que é possível com a tabela, que trabalha com percentuais sobre o custo da obra e categorias de edificações.
    Ainda há 6,41% que cobram sobre a porcentagem do Custo Unitário Básico da Construção Civil (CUB) e 14,71% que usam outra metodologia - o que pode indicar métodos próprios ou uma combinação de métodos. No censo, os 21% restantes afirmaram não trabalhar com projetos.

    PERCENTUAL É a metodologia mais usada internacionalmente e tradicionalmente recomendada pelo IAB. Consiste em estabelecer um valor percentual sobre o custo estimado da obra, o qual aumenta de acordo com o grau de dificuldade do projeto e diminui de acordo com o seu porte e número de repetições. "Os percentuais incidentes sobre o valor das obras variam, portanto, entre 2% e 15%, dependendo do tipo de obra e serviço", explica Odilo Almeida Filho, presidente do IAB-CE.

    HORA TRABALHADA Há escritórios que tabulam o histórico das horas gastas e o custo da hora média. "Se eu sei que vou gastar mil horas, sendo ''x'' o valor de cada hora, multiplico os valores e chego ao preço", resume Marta Ardito, sócia proprietária da Agres Projetos e Construções. "Neste custo médio da hora estão incluídos depreciação de material, compra de equipamentos e uma margem de lucro, para podermos crescer e investir", explica.
    O levantamento do custo deve ser aprimorado continuamente, e, para isso, organização é fundamental. "Temos um histórico de 30 anos de diversos projetos tabulados. E sempre levantamos o que gastamos em cada projeto; com isso, possuímos uma avaliação do custo da hora", conta Marta.
    Quando se faz essa organização a cada projeto, o escritório também ganha no longo prazo, e é possível prever com cada vez mais precisão a quantidade necessária de horas por projeto e até mesmo saber o quanto se trabalha por mês e quanto custa manter o escritório.

    MANUAL OFICIAL Para escritórios que ainda não desenvolveram sua composição própria de custos, o manual do IAB, hoje chamado Manual de contratação, é uma ferramenta de grande ajuda: "Ele define a organização geral do trabalho, o parcelamento adequado para o pagamento da tarefa contratada e serve como referência para eventuais mal-entendidos e mesmo em ações na Justiça", explica Haroldo Pinheiro.
    O manual promete ficar mais amigável com o lançamento de um software para auxiliar as contas. "O programa cruzará as informações de escopo, categoria de projetos e complexidade para otimizar e agilizar os cálculos de honorários", garante José Armênio, presidente do IAB-SP.
    O Manual de contratação deverá ser aprovado pelo CAU/BR até julho de 2013 e imediatamente publicado. Depois, ainda no segundo semestre, o software deve ser concluído e divulgado.


    TABELA COMO REFERÊNCIA Entre tabelas institucionais e a fixação de um valor por metro quadrado ou por porcentagem do valor da obra, os escritórios podem desenvolver sua própria metodologia, mesclando os métodos. Qualquer que seja o método escolhido, é recomendável checar se os valores não estão discrepantes dos praticados nas tabelas institucionais.
    "Calculo os custos, incluo encargos sociais e a margem de lucro, e assim componho o preço. Verifico com as tabelas da AsBEA e do IAB eventuais divergências e quanto o mercado está disposto a pagar", explica Eduardo Nardelli. Chega-se ao valor dos custos contabilizando os custos fixos (aluguel, contas, impostos, despesas como água, luz, telefone, salários dos funcionários administrativos) e os custos variáveis. A equipe técnica, sugere o arquiteto, pode ser montada apenas para determinado projeto, como um job, entrando assim nos custos variáveis.
    Francisco Spadoni, da Spadoni AA, compartilha da ideia de criar seu próprio método. "As tabelas do IAB e da AsBEA, para mim, não refletem as condições objetivas da composição do custo. Por isso, monto uma referência própria, com base nos valores praticados em obras públicas e em concursos de arquitetura. Para checar, uso alguns parâmetros internacionais, como o Royal Institute of British Architects (Riba), que orienta a compor contratos", resume o arquiteto.

    COMPONDO OS CUSTOS Para chegar em uma composição de custos, é preciso realizar uma avaliação dos gastos e uma análise do mercado. Tal tarefa, porém, não é uma somatória simples. A estrutura do escritório, o número de funcionários e a qualificação dos profissionais devem ser considerados na tabulação de valores. "O número de arquitetos juniores, de estagiários, seniores, tudo isso compõe o custo do projeto", diz Eduardo. Francisco Spadoni complementa: "O investimento feito na carreira e os anos de experiência são relevantes e precisam ser ponderados".

    NA OBRA As visitas técnicas à obra são combinadas com o cliente, e sua frequência varia de acordo com a fase da obra, podendo ocorrer desde três vezes por semana até uma vez por mês. A cobrança pode ser feita por visita ou por hora técnica. Sobre a hora técnica se adicionam custos diretos, como a viagem e hospedagem, se for o caso. Em escritórios médios, a hora técnica varia entre 250 e 300 reais.

    Fonte: http://au.pini.com.br/arquitetura-urbanismo/232/como-calcular-o-valor-do-projeto-292064-1.aspx

    Conheça os sete conceitos principais do Estatuto da Metrópole

    Cortesia de IAB-RJ

    Cortesia de IAB-RJ

    O Estatuto da Metrópole, sancionado no dia 12 de janeiro, tem como objetivo promover a integração de ações entre os municípios que formam uma metrópole, em parceria com os governos estadual e federal. Essas ações teriam funções públicas de interesse comum, ou seja, que seja inviável para um município realizar sozinho ou que cause impacto em municípios vizinhos. São exemplos: transporte público, saneamento básico, habitação e destinação final de lixo.

    Para ajudar a esclarecer melhor como deve funcionar o Estatuto, preparamos um pequeno guia com os sete principais conceitos relativos ao Estatuto da Metrópole.

    1. O que é o Estatuto da Metrópole?

    É uma lei federal, sancionada no dia 12 de janeiro, que tem o objetivo de criar regras para a governança compartilhada de grandes aglomerados urbanos que envolvam mais de um município, como já acontece nas principais capitais do Brasil. Ela fixa diretrizes gerais para o planejamento, a gestão e a execução de políticas públicas em regiões metropolitanas e aglomerações urbanas instituídas pelos estados.

    2. O que é metrópole?

    É o espaço urbano com continuidade territorial que, em razão de sua população e relevância política e socioeconômica, tem influência nacional ou sobre uma região. È considerada aglomeração urbana a unidade territorial constituída pelo agrupamento de dois ou mais municípios vizinhos, caracterizada por complementaridade funcional e integração das dinâmicas geográficas, ambientais, políticas e socioeconômicas.

    3. Como se institui oficialmente uma região metropolitana?

    Os Estados poderão instituir regiões metropolitanas de forma a integrar a organização, o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum. O Estado e os municípios inclusos em região metropolitana deverão promover a governança interfederativa, sendo que a instituição de região metropolitana que envolva Municípios pertencentes a mais de um Estado será formalizada mediante a aprovação de leis complementares pelas assembleias legislativa do Estados envolvidos. As mencionada leis complementares definirão os Municípios integrantes da unidade territorial urbana, as funções públicas de interesse comum que justificam a instituição da unidade territorial, a conformação da estrutura de governança interfederativa e os meios de controle social da organização, planejamento e da execução das funções públicas de interesse comum.

    4. Como funciona a governança interfederativa?

    Segundo o Estatuto da Metrópole, a governança interfederativa deve respeitar os seguintes princípios: prevalência do interesse comum, compartilhamento de responsabilidades; autonomia dos entes da Federação; observância das peculiaridades regionais e locais; gestão democrática da cidade; efetividade no uso de recursos públicos; e busca de desenvolvimento sustentável. Ainda deverão ser observadas diretrizes como: implantação de processo permanente e compartilhado de planejamento quanto ao desenvolvimento urbano; sistema integrado de alocação de recursos e prestação de contas; execução compartilhada das funções públicas; participação de representantes da sociedade civil nos processos de planejamento e tomada de decisão; compatibilização das leis orçamentárias dos entes da governança interfederativa; e compensação por serviços ambientais. O Estatuto prevê ainda que essa governança se dê com a participação da população, com órgãos colegiados de política urbana; debates, audiências e consultas públicas; conferências sobre assuntos de interesse urbano e iniciativa popular de projeto de lei e de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano.

    5. O que significam os conceitos de “desenvolvimento sustentável” e “compensação ambiental”, dispostos no Estatuto?

    A busca do desenvolvimento sustentável é um dos princípios da governança interfederativa das regiões metropolitanas e das aglomerações urbanas. Já a compensação ambiental é um instrumento do desenvolvimento urbano integrado, feita a partir de serviços ambientais e outros prestados por um município à metrópole. Por exemplo, um município que possui um aterro sanitário que recebe dejetos de outras cidades deve ser compensada pelas outras prefeituras.

    6. Quais serão os instrumentos para implementar o Estatuto?

    São previstos dez instrumentos para a gestão compartilhada, constando dentre eles consórcios públicos, convênios de cooperação, contratos de gestão, parcerias público-privadas interfederativas e a possibilidade de compensação por serviços ambientais.

    7. O que era o Fundo Nacional de Desenvolvimento Urbano Integrado, vetado pela presidente da República?

    O Fundo teria a finalidade de captar recursos financeiros e apoiar ações de governança interfederativa. Os recursos do fundo poderiam vir da União, dos Estados e Municípios nas obras de funções públicas de interesse comum, ou ainda de contribuições e doações de pessoas físicas ou jurídicas, entidades e organismos de cooperação nacionais ou internacionais.

    Fonte: http://www.caubr.gov.br/?p=37779

    Senado aprova Estatuto da Metrópole

    Cortesia de IAB-RJ       Cortesia de IAB-RJ

    Em votação realizada em meados de dezembro, o Senado aprovou o Estatuto da Metrópole (PLC 5/2014), que regulariza diretrizes para o planejamento, gestão e execução de políticas públicas em cidades metropolitanas e aglomerações urbanas. O projeto de lei segue agora para a sanção presidencial.

    O relator do projeto, senador Inácio Arruda, do PCdoB,  acredita que o Estatuto da Metrópole é uma evolução do Estatuto da Cidade, aprovado em 1999, e possibilitará uma melhor organização dos cidadãos brasileiros: “É uma importante matéria para o ordenamento da vida das grandes cidades brasileiras”, disse.

    O Estatuto da Metrópole institui dez instrumentos para a gestão compartilhada entre Federação e municípios. Um dos principais pontos é a elaboração de planos de desenvolvimento urbano integrado (PNDI). Foram incluídos na lei, ainda, consórcios públicos, convênios de cooperação, parceria público-privada e a possibilidade de incentivos por serviços ambientais.

    Via IAB-RJ

     

    Fonte:Romullo Baratto. "Senado aprova Estatuto da Metrópole " 03 Jan 2015. ArchDaily Brasil. Acessado 4 Jan 2015.  http://www.archdaily.com.br/br/759696/senado-aprova-estatuto-da-metropole

    Primeiro Lugar no concurso urbano para La Barra / Uruguai

    Definido pelos organizadores como "um convite a pensar este território a partir da imaginação de um futuro possível e os caminhos para buscá-lo", durante 2014 o Município de San Carlos e o Departamento de Governo de Maldonado (Uruguai) convocaram a população a participar do concurso de ideias de desenho e planejamento territorial para a rota que atravessa o balneário La Barra, a sete quilômetros a leste de Punta del Este.

    O concurso buscava transformar esta região da rota em uma avenida com perfil urbano que prioriza o pedestre, hierarquizando a centralidade de serviços, a cultura e o comércio de La Barra, além de criar uma interconexão mais fluida com o balneário José Ignacio.

    A seguir, conheça a proposta do Escritório Leonardo Noguez Arquitectos, um dos três ganhadores do concurso uruguaio.

    Dos arquitetos: o crescimento de La Barra e sua área de influência nos últimos anos, junto com as novas variáveis sociais, econômicas e ambientais em um contexto de internacionalização do balneário servem de base para pensar em uma proposta que articule as oportunidades do presente e afronte de maneira criativa os desafios do futuro.

    Esta proposta urbana procura ações que integram urbanismo, arquitetura, paisagem, ecologia e desenho. Fomentando novos cenários urbanos, acompanhados do sentido comum, preocupados pela cotidianidade dos espaços, a interação ambiental e urbana através de novos usos e dispositivos.

    Os espaços foram projetados segundo o desenvolvimento sustentável, atenuando o crescimento residencial disperso, a ocupação de áreas de preservação e a escassez de equipamentos urbanos, e propiciando a participação das pessoas na criação de uma comunidade mais coesa e solidária.

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    Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos      Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos

    ESTRUTURA CIRCULATÓRIA

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    A estrutura circulatória é uma grande debilidade e ameaça para o crescimento e desenvolvimento de todo o território ao leste de "Arroyo Maldonado". Por isso, foi proposto um conjunto de operações que convertem a "Ruta 10" em um passeio, priorizando a qualidade do espaço público, propiciando o desenvolvimento comercial e consolidando os circuitos culturais.

    O desenho propõe uma definição clara entre circulações de pedestres, ciclovias e veículos, de maneira que não exista interferência entre elas.

    PAVIMENTAÇÃO

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    Não se trata somente de responder a uma função, mas sim de compor e definir um espaço dotado de significado. A pavimentação convertida em um padrão de desenho de 3 peças pré-fabricadas, cuja combinação permite diversas formalizações e retoma elementos da silhueta da ponte Leonel Viera, confere coerência ao espaço público.

    CICLOVIAS

    A bicicleta é um dos meios de transporte urbano mais sustentáveis. Requer menos recursos naturais e produz menos resíduos que qualquer outro. Por sua vez, também contribui para uma melhoria na saúde, reduz custos, economiza tempo e fortalece vínculos sociais.

    Esta proposta deve vir acompanhada de uma campanha de mobilidade como política pública, mediante iniciativas público-privadas, a fim de favorecer e promover o uso de bicicletas, propondo um sistema de empréstimo e aluguel de bicicletas, infraestrutura de apoio aos ciclistas, estações com indicações e mapas de percursos.

    EQUIPAMENTO URBANO

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    Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos        Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos

    Valorizar o espaço público com áreas flexíveis, duradouras, cheias de interação, de mistura de atividades, de intensidades e materialidades diversas. Propõem-se materiais simples como concreto e madeira, com desenhos que se adaptam e integram com a estética de uma cidade balneária.

    Espera-se, com o resultado, fazer com que os espaços se convertam em patrimônio de memória coletiva do lugar e criem uma conexão emocional com o usuário que sente o espaço como seu, vivendo, desfrutando e respeitando.

    ACESSIBILIDADE

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    Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos       Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos

    As calçadas serão projetadas contemplando a legislação vigente que respeita a acessibilidade de pessoas com deficiência. Para isso, foram construídas rampas em desníveis e pisos táteis para pessoas cegas ou com visão reduzida.

    PAISAGISMO

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    Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos      Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos

    O tratamento da paisagem é um aspecto fundamental na qualidade de uma área urbana, onde os espaços verdes possuem um papel importante para garantir a sustentabilidade social e ambiental.

    A flora nativa será utilizada como parte do desenho que pretende, além de ressaltar a percepção visual e a experiência estética, valorizar a identidade local.

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    • Concurso: Concurso Urbano para La Barra
    • Prêmio: Primeiro Lugar
    • Arquitetos: Estudio Leonardo Noguez Arquitectos
    • Localização: La Barra, Uruguai
    • Equipe De Projeto: Arq. Leonardo Noguez, Arq. Roberto Suarez, Etelvina Borges
    • Paisagismo: Juan Pablo Imbellone
    • Área: 300000.0 m²
    • Ano Do Projeto: 2014
    Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos
    Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos
    Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos
    Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos
    Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos
    Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos
    Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos
    Cortesia de Estudio Leonardo Noguez Arquitectos

     

    Fonte:Valencia, Nicolás. "Primeiro Lugar no concurso urbano para La Barra / Uruguai" [Primer Lugar en concurso urbano para La Barra / Uruguay] 13 Dec 2014. ArchDaily Brasil. (Trad. Camilla Sbeghen) Acessado 13 Dez 2014.  http://www.archdaily.com.br/br/758407/primeiro-lugar-no-concurso-urbano-para-la-barra-uruguai

    Metrópole Arquitetos vence o concurso nacional para a requalificação do MIS PRO no Rio de Janeiro

    Proposta vencedora - Metrópole Arquitetos . Image Cortesia de IAB/RJ    Proposta vencedora - Metrópole Arquitetos . Image Cortesia de IAB/RJ

    O trabalho de Silvio Oksman, Beatriz Vicino, Marjorie Nasser Prandini e Vito Macchione, do escritório Metrópole Arquitetos, de São Paulo, venceu o concurso nacional de projeto para a sede do Museu da Imagem e do Som (MIS PRO) na Lapa, no Rio de Janeiro. O resultado foi anunciado hoje, 5 de dezembro, em cerimônia realizada na sede do Departamento Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ). O autor do estudo preliminar vencedor será contratado, como consta no edital, para desenvolver os projetos executivo e complementares.

    Promovido pela Secretaria de Estado de Cultura (SEC), com organização do IAB-RJ, o Concurso MIS PRO foi lançado no dia 23 de setembro e contou com 54 equipes inscritas.

    Em segundo lugar, ficou o trabalho dos arquitetos Pedro Varella, Caio Calafate e Sérgio Garcia-Gasco, do Rio de Janeiro. A equipe de Pedro venceu, recentemente, o concurso que escolheu o projeto para o anexo da Fundação Rui Barbosa, no bairro do Botafogo, Rio de Janeiro.

    Na terceira posição ficou o arquiteto André Lompreta de Oliveira, também com escritório no Rio. A primeira menção honrosa foi concedida ao estudo dos arquitetos Pablo Emilio Robert Ereñú e Eduardo Rocha Ferroni, de São Paulo; e, a segunda, ao trabalho de Matias Revello Vazquez, Eduardo Antunes Bavaresco, Greice Viviana Portal Salvati, Rodrigo Romanini e Rodrigo Salvati, do Rio Grande do Sul.

    A comissão avaliadora do concurso destacou a solução concisa do projeto vencedor, que agrupa de maneira simples e racional os volumes construídos, permitindo que espaços vazios apareçam como elemento predominante. Foi ressaltada, ainda, a beleza da paisagem interna do edifício, proporcionada, de maneira elegante, pela volumetria que dialoga com os espaços vazios.

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    Proposta vencedora - Metrópole Arquitetos . Image Cortesia de IAB/RJ     Proposta vencedora - Metrópole Arquitetos . Image Cortesia de IAB/RJ

    Silvio Oksman, do Metrópole Arquitetos, falou sobre o estudo preliminar vencedor, que requalificará o prédio do museu da Lapa: “O partido tem duas premissas principais de projeto: a primeira é entender o valor que existe naquele tecido urbano para ser preservado. Decidimos manter a fachada da rua e respeitar o gabarito, de modo que o prédio não se sobressaísse no contexto da Lapa. Depois, dentro de limites, propomos a extensão do espaço público para o interior da construção.”

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    Proposta vencedora - Metrópole Arquitetos . Image Cortesia de IAB/RJ     Proposta vencedora - Metrópole Arquitetos . Image Cortesia de IAB/RJ

    O júri foi composto pelos arquitetos Felipe Tassara e Olga Maria Esteves Campista, Subsecretária de Relações Institucionais da SEC, indicados pela entidade promotora, e por Eduardo Horta, Luiz Eduardo Índio da Costa e Ricardo Villar, indicados pelo IAB-RJ, além dos suplentes Alder Catunda e Mauricio Marinho.

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    Proposta vencedora - Metrópole Arquitetos . Image Cortesia de IAB/RJ     Proposta vencedora - Metrópole Arquitetos . Image Cortesia de IAB/RJ

    O concurso faz parte de um plano em desenvolvimento para tornar o MIS referência internacional sobre a cultura brasileira. O MIS PRO formará um complexo museológico com a sede do MIS, em Copacabana, projetado pelo escritório Diller Scofidio + Renfro.  Enquanto no novo prédio na Avenida Atlântica o foco é na atração de visitantes, com exposições, programação cultural e programa educativo, o MIS Pro, na Lapa, abrigará a reserva técnica, os laboratórios, projetos de pesquisa e exposições menores.

    O acervo do museu reúne 300 mil itens divididos em discos, filmes, fitas de áudio e vídeo, películas, fotografias, partituras, documentos textuais, documentos bibliográficos e objetos tridimensionais (indumentárias, medalhas, instrumentos musicais, troféus, entre outros). O prédio da Lapa abrigará a reserva técnica, os laboratórios e projetos de pesquisa, além de algumas exposições.

    Primeiro museu audiovisual do país, o MIS foi instituído a partir de importantes coleções ligadas à história da cidade do Rio de Janeiro, e seu objetivo básico era a aquisição, preservação e exposição do acervo ao público. Em 1989, o MIS ocupou o antigo Hotel dos Estados, na Lapa, com a sua sede administrativa.

    Fique de olho em nossa página, em breve publicaremos os projetos vencedores com mais detalhes.

    Via IAB/RJ

     

    Fonte:Romullo Baratto. "Metrópole Arquitetos vence o concurso nacional para a requalificação do MIS PRO no Rio de Janeiro" 05 Dec 2014. ArchDaily Brasil. Acessado 6 Dez 2014. http://www.archdaily.com.br/br/758648/metropole-arquitetos-vence-o-concurso-nacional-para-a-requalificacao-do-mis-pro-no-rio-de-janeiro?utm_source=ArchDaily+Brasil&utm_campaign=a143ad973e-Archdaily-Brasil-Newsletter&utm_medium=email&utm_term=0_318e05562a-a143ad973e-407774757

     
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