TRT da 8ª Região abre inscrições para 28 vagas, inclusive na área de arquitetura

Cargos são de níveis médio e superior.
Os salários variam de R$ 5.365,92 a R$ 10.425,75.


O Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região, que abrange os estados do Pará e Amapá, abre nesta sexta-feira (8) as inscrições do concurso público para 28 vagas e formação de cadastro de reserva em cargos de níveis médio e superior. Os salários vão de R$ 5.365,92 a R$ 10.425,75. O Cebraspe é a organizadora responsável pela seleção.
Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região
Inscrições
De 8 a 27 de janeiro de 2016
Vagas
28 e cadastro
Salário
De R$ 5.365,92 a R$ 10.425,75
Taxa de inscrição
R$ 90 e R$ 120
Prova
13 de março de 2016
Do total das oportunidades, 2 são reservadas para pessoas com deficiência e 6 para negros.
As vagas de nível médio são para técnico judiciário nas áreas administrativa e apoio especializado na especialidade de tecnologia da informação.
Os cargos de nível superior são para analista judiciário nas áreas administrativa, apoio especializado nas especialidades de arquitetura, enfermagem, engenharia civil, engenharia elétrica, medicina do trabalho, odontologia, psicologia, serviço social e tecnologia da informação, judiciária e judiciária na especialidade de oficial de justiça avaliador.
Os candidatos serão lotados nos estados do Pará e Amapá, conforme a necessidade do tribunal.
As inscrições devem ser feitas no período de 8 a 27 de janeiro de 2016 pelo site www.cespe.unb.br/concursos/trt8_15. A taxa é de R$ 90 para nível médio e R$ 120 para nível superior.
A prova objetiva, a prova discursiva e a perícia médica dos candidatos que se declararam  com deficiência serão realizadas nas cidades de Belém, Macapá, Marabá (PA) e Santarém (PA).
As provas serão aplicadas na data provável de 13 de março de 2016, no turno da manhã, e terão duração de 4h.
O concurso terá validade de 2 anos e poderá ser prorrogado, uma vez, por igual período.

Comissões da Câmara dos Deputados aprovam dois projetos que incentivam o uso de energia alternativa em construções

Objetivo é baratear o custo de sistemas, reduzindo impostos. Textos ainda precisam ser discutidos em outras comissões

Luísa Cortés, do Portal PINIweb


Marcelo Scandaroli
Foram aprovados na última quarta-feira (6) e nesta quinta-feira (7), na Câmara dos Deputados, dois Projetos de Lei que interessam ao setor da construção civil, ao incentivar o uso de energia alternativa em edifícios ou obras residenciais.
Um deles é o PL 5733/09, votado pela Comissão de Desenvolvimento Urbano, que estimula a implantação, em edificações novas ou usadas, de sistemas que utilizem fontes renováveis de energia para a iluminação de ambientes, geração de energia elétrica e aquecimento de água. A proposta é de autoria do senador Marcelo Crivella (PRB/RJ) e tem como relator o deputado Silvio Torres (PSDB-SP).
O texto estabelece incentivos fiscais para o uso racional de energia e de conservação, reuso e uso racional da água e utilização de sistemas para aquecimento solar de água ou de fonte limpa e igualmente autônoma e independente do Sistema Interligado Nacional em edificações públicas ou privadas, em área urbana e rural, destinadas aos usos habitacionais, agropecuários, industriais, comerciais e de serviços, inclusive quando se tratar de edificações de interesse social.
Outro Projeto de Lei aprovado, desta vez pela Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados, foi o 8322/14, de autoria do senador Ataídes Oliveira (PSDB/TO), que garante a isenção de impostos de equipamentos e componentes de geração de energia solar quando não houver similares nacionais dos produtos.
O relator, deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA), ampliou ainda mais as isenções tributárias, expandindo-as para cabos, conectores e estruturas de suporte, e não apenas para painéis fotovoltaicos. Todos esses materiais ficarão livres do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), e alguns, como os painéis, também do PIS/Pasep e do Confins. A medida deve diminuir o preço de produção da energia solar e contribuir para a geração de empregos, renda e novas tecnologias na indústria nacional.
Os dois Projetos de Lei ainda deverão analisados pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Norma técnica promete difundir ainda mais o uso de concreto permeável



A Associação Brasileira de Normas Técnicas publicou a norma ABNT NBR 16.416/2015 – Pavimentos permeáveis de concreto – Requisitos e procedimentos, elaborada pelo Comitê Brasileiro de Cimento, Concreto e Agregados (CB-18). O documento estabelece requisitos mínimos para projeto, especificação, execução e manutenção de pavimentos permeáveis de concreto, construídos com revestimentos de peças de concreto intertravadas, placas de concreto ou pavimento de concreto moldado em loco.
concreto permaeavel1O gerente de pequisa, desenvolvimento e qualidade da Votorantim Cimentos, Luiz de Brito Prado Vieira, é um dos integrantes do CB-18 na ABNT, e grande entusiasta do texto normativo. Para ele, o documento é divisor de águas, refletindo uma nova realidade de mercado. “Assistimos a um aumento da demanda pelo uso urbano do concreto permeável, também conhecido como poroso, cavernoso ou drenante, que pode ser usado na pavimentação de vias”, afirma.
Como, no entanto, o material ainda não tinha seus requisitos regulados por norma técnica, a aplicação ficava mais restrita. “O concreto permeável já existe há bastante tempo e, com a nova norma, passa a ser relançado. Vinha sendo usado, apenas, em obras de infraestrutura, como trechos de barragens que precisavam permitir a passagem da água”, conta.
concreto permeavelMesmo para a aplicação do concreto poroso em barragens, no entanto, ainda não havia uma regulamentação técnica. “Os construtores trabalhavam em cima de recomendações gerais, que só eram conhecidas por quem tinha expertise nesse tipo de projeto. As construtoras, para difundir o uso de um determinado material, precisam de uma baliza técnica que as ofereça maior nível de segurança na hora de especificar e de aplicar produtos e materiais”, pondera o gerente técnico da Votorantim Cimentos.

CAPP: o aplicativo que calcula a quantidade de material para obras

© UnB Agência, via Flickr. CC
© UnB Agência, via Flickr. CC
Criado pelos argentinos Leonardo Dimieri (graduado em física), Francisco Brañas (estudante de engenharia mecânica) e Julio Quel (engenheiro industrial), CAPP é um aplicativo que realiza cálculos quantitativos dos materiais necessários para realizar tarefas básicas da construção civil,  como paredes de alvenaria, forros de gesso, contrapisos e revestimentos cerâmicos.
Segundo os criadores do aplicativo, o objetivo é oferecer um cálculo rápido às pessoas que estão construindo ou reformando suas casas, assim como a arquitetos, engenheiros e demais profissionais da área de construção civil. Os criadores pretendem evoluir a ideia , incluindo a possibilidade de carregar projetos e salvar os quantitativos já com  o orçamento,  que será gerado a partir de preços disponibilizados por empresas do ramo.
CAPP é gratuito e está disponível para Android e desktop. Faça o download do aplicativo aqui.
Fonte: Cita: Romullo Baratto. "CAPP: o aplicativo que calcula a quantidade de material para obras" 12 Jan 2016.ArchDaily Brasil. Acessado 12 Jan 2016.  http://www.archdaily.com.br/br/779962/capp-o-aplicativo-que-calcula-a-quantidade-de-material-para-obras

Como a modelagem de energia impactará o futuro da prática projetual

Morphosis' Bloomberg Center is using energy modeling to achieve a net zero rating. Image © Kilograph
Morphosis' Bloomberg Center is using energy modeling to achieve a net zero rating. Image © Kilograph
É um tópico que não pode ser mais evitado. A Conferência Climática de 2 contabilizou uma grande quantidade de participantes - mesmo antes do evento começar, mais de 150 países apresentaram planos nacionais de ação para as Nações Unidas - e parece agora ser um consenso global o fato de termos de cortar nosso consumo de energia e a dependência de combustíveis fósseis de carbono poluente, ou correr o risco de causar danos irreversíveis para o nosso planeta. No final da conferência, um acordo provavelmente traçará estratégias de redução de energia, que todos os países devem respeitar. Para os arquitetos, isto significa mudar fundamentalmente as formas como projetamos edifícios e determinar o seu sucesso. Métodos tradicionais da construção civil consomem grandes quantidades de recursos naturais e são responsáveis por uma parcela significativa das emissões de gases com efeito de estufa que afetam a mudança climática. Nos Estados Unidos, o setor da construção é responsável por 41 por cento do consumo de energia do país, de acordo com U.S. Green Building Council.
Mas esta informação não é exatamente nova, e apesar de tudo, nossa profissão está se preparando para esta mudança há certo tempo. Em 2006 o Instituto Americano de Arquitetos (AIA, em sua sigla em inglês) se tornou o primeiro a adotar o desafio 2030, onde novos edifícios, empreendimentos e grandes renovações deverão atingir a neutralidade das emissões de carbono até 2030, com objetivos intermediários de reduzir a dependência em um intervalo de 10 anos. Cada ano, a AIA publica um relatório de progresso descrevendo a atual posição dos consumos de energia e suas descobertas. Principal conclusão deste ano? Temos de começar a integrar as técnicas de modelagem de energia mais cedo no processo de projeto.
The Bullitt Center was designed with energy modeling software. Image Courtesy of Bullitt Center
The Bullitt Center was designed with energy modeling software. Image Courtesy of Bullitt Center
O relatório constatou que os projetos que utilizam software de modelagem de energia em 2014 cumpriram ou ultrapassaram a meta de redução de energia de 60% em apenas 26% do tempo, com um adicional de 25% de projetos chegando perto. Em contraste, apenas alguns projetos construídos sem modelagem de energia atingiram a meta do desafio, e 75% dos projetos não modelados foi classificada depois dos 50% dos projetos modelados em eficiência energética. Enquanto os benefícios da adoção de modelagem de energia são claras, apenas 44,2% dos projetos integram a modelagem de energia no conceito ou fase esquemática, no que o AIA chama de uma "oportunidade perdida." Segundo o Instituto, "ter um modelo no lugar ao início de um projeto ajuda assegurar que as equipes de projeto vai continuar a trabalhar na redução de energia ao longo das reviravoltas de um projeto. Sem um modelo no início, é muito fácil para as questões energéticas obeterem pouca atenção à medida que um projeto muda."
A mensagem do AIA é clara, e o relatório parece sugerir livremente que a forma de um edifício deve pelo menos ser informado pelos cálculos de economia de energia, se não totalmente determinado por eles. Isso leva à pergunta: Como integrar a modelagem de energia no processo de projeto afeta o produto concebido?
Bloomberg Center Exterior Rendering. Image Courtesy of Morphosis Architects
Bloomberg Center Exterior Rendering. Image Courtesy of Morphosis Architects
Um lugar para começar a olhar a resposta é em edifícios que já estão sendo projetados com esta tecnologia. Para seu projeto no Centro Bloomberg da Cornell University em Roosevelt Island, em Nova York, Morphosis Architects e empresa de engenharia Arup está usando software de modelagem de energiapara apontar para uma ótima classificação. O diretor de Morphosis Ung Lee Joo Scott descreveu como seu processo de projeto foi impactado pelas restrições de energia:
“Desde o começo, nós sabíamos que tínhamos que resolver a questão da área de Painéis Fotovoltaicos. Eles estão se tornando cada mais mais eficientes, mas ainda estão atingindo um certo patamar de eficiência, por isso temos de lidar com a superfície horizontal. Que se traduziu em um edifício que tinha uma forma particular, um certo tipo de volume”
Outro lugar a procurar está nas capacidades do software em si. De acordo com o relatório do AIASefaira, um plug-in simulador gráfico de luz natural para programas de modelagens 3D como RevitSketchUp recentemente adicionou a ferramenta de análise de energia EnergyPlus para permitir que os usuários vejam informações sobre energia exibidos diretamente em um modelo de arquitetura. Programas similares incluem Vabi, Green Building Studio, IES Ambiente Virtual para Arquitetos, DesignerBuilder, Open Studio, IESVE, Equest, Trace 700 (para sistemas HVAC), Trynsys (para o projeto solar) e Graphisoft EcoDesigner Star, uma extensão para o ArchiCAD.
Cortesia de Sefaira
Cortesia de Sefaira

 Fonte e artigo completo: Cita: Lynch, Patrick. "Como a modelagem de energia impactará o futuro da prática projetual" [How Energy Modeling Will Impact the Design Process] 08 Jan 2016. ArchDaily Brasil. (Trad. Gabriel Pedrotti) Acessado 11 Jan 2016http://www.archdaily.com.br/br/779763/como-modelagem-de-energia-ira-impactar-no-processo-de-projeto?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+ArchdailyBR+%28ArchDaily+Brasil%29&utm_content=FaceBook

Projeto prevê construção de parklet com horta e composteira no Rio de Janeiro

A fim de incentivar hábitos sustentáveis, Vaga Viva terá, ainda, placa solar, sistema de captação de água da chuva e estação de coleta de recicláveis

Ilustração mostra como será o projeto
Ilustração mostra como será o projeto
créditos: Vaga Viva

Desde 2014, política de mobilidade urbana que permite transformar vagas de carro em áreas de lazer chegou a São Paulo e, de lá para cá, ganhou as ruas de Belo Horizonte, Joinville, Florianópolis, está chegando em Salvador e tantas outras cidades brasileiras. Só na capital paulistana, ao passear pelas calçadas, encontramos dezenas de parklets em frente a lojas, bares, restaurantes e todo o tipo de estabelecimentos comerciais.

No Rio, a prefeitura implantou a iniciativa em abril deste ano, só que o carioca ainda não conhece bem do que se trata: existem apenas quatro Paradas Cariocas, como foi chamada a iniciativa na cidade maravilhosa. Mas um grupo de entusiastas da ocupação sustentável de espaços públicos pretende mudar esse cenário.


Um desses miniparques que o Rio vai ganhar em 2016 foi batizado de Vaga Viva Ciclo Orgânico. Um projeto de crowdfunding que pretende viabilizar a implantação desse espaço, onde moradores vão poder colher alimentos frescos em uma hortinha e até depositar resíduos orgânicos.

O parklet terá composteira, horta vertical, sistema de captação de água da chuva interligado a canal de irrigação, placa solar para iluminação local, além de estação de coleta de pilhas, baterias e celulares. A ideia é representar os ciclos da natureza, indicados em um circuito informativo educacional dentro da Vaga Viva.

Em um novo formato de financiamento coletivo, a iniciativa conta com o apoio da Natura. Para cada R$ 1 arrecadado, a Natura coloca mais um real, e ainda garante aos apoiadores duas recompensas pelo valor de uma. Aos benfeitores, o projeto oferece luminárias, esculturas em madeira, mudas de planta, composteiras e até consultoria de arquitetura. O link para contribuir é benfeitoria.com/vagaviva.



Estudo diz que arquiteturas belas nos deixam mais felizes e saudáveis

© Michel Denance
© Michel Denance
Todos sabemos que realizar atividades físicas e manter o contato com a natureza nos deixa mais felizes e saudáveis. No entanto, no que se refere à saúde, o impacto da "estética ambiental" de nossas cidades nunca fora foco de atenção... até agora.
Uma recente pesquisa sugere que uma arquitetura bela é considerada tão "cênica" e benéfica para nossa saúde física e mental quanto a presença de vegetação.
Segundo o The Telegraph , foi pedido a alguns habitantes de Londres que elencassem o "nível cênico" de mais de 212 mil fotografias da Grã-Bretanha, resultando em mais de 1,5 milhões de avaliações. Os resultados confirmaram que a arquitetura e o design têm um impacto positivo no bem estar geral dos participantes. 
"Só porque um lugar é verde não significa que nos sentiremos melhores nele. Parece que a beleza do ambiente, medida através de suas qualidades cênicas, é de importância crucial", comentou Chanuki Seresinhe, estudante de PhD da Warwick Business School, ao The Telegraph. 
Fonte: Cita: Rosenfield, Karissa. "Estudo diz que arquiteturas belas nos deixam mais felizes e saudáveis" [Science Says Beautiful Architecture Makes Us Happy and Healthy] 10 Jan 2016. ArchDaily Brasil. (Trad. Romullo Baratto) Acessado 10 Jan 2016.  http://www.archdaily.com.br/br/779939/estudo-diz-que-arquiteturas-belas-nos-deixam-mais-felizes-e-saudaveis

Município de Prato, na Itália, lança concurso internacional para implantação de parque urbano

Cidade histórica terá parque urbano de três hectares, que também contará com edifícios

Luísa Cortés, do Portal PINIweb
8/Janeiro/2016


O município de Prato, na Itália, lançou um concurso internacional para o design de um parque urbano de três hectares. O vencedor receberá um prêmio de 40 mil euros e os demais dez finalistas um reembolso de 13 mil euros.
Segundo os organizadores da competição, o projeto deve “transportar a imagem de Prato como a cidade da contemporaneidade na Toscana”. Ele consiste em dois lotes: o primeiro inclui a criação completa de áreas verdes e, consequentemente, do parque, e o volume construído deverá ter um mínimo de área bruta de 500 m²; área esta que deve conter os serviços essenciais para o parque. O segundo lote inclui a criação de outros edifícios, de, no máximo, 3 mil m² de área bruta.
A escolha para os dez arquitetos que participarão na segunda fase será feita no final de fevereiro, pelos jurados Bernard Tschumi, Michelle Provoost, Sébastien Marot, Roberto Zancan e Francesco Procopio. O ganhador será divulgada em junho, quando ele será comissionado para a realização do projeto final do novo Parco Centrale di Prato.
Para a inscrição no concurso, o interessado deve enviar a documentação necessária para o endereço Comune di Prato, Ufficio Protocollo, Piazza del Pesce, 9, 59100, Prato, Itália. Para mais informações, clique aqui.
 
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Edited by Allan