BET – Como tratar o esgoto de forma ecológica


Pedro Monteiro

TEVAP

Bacia de Evapotranspiração
O BET (Bacia de Evapotranspiração), também chamado de TEvap (Tanque de Evapotranspiração) e popularmente conhecido como Fossa de Bananeiras é uma técnica difundida por permacultores de diversas nacionalidades e que representa uma alternativa sustentável para o tratamento domiciliar de águas negras em zonas urbanas e periurbanas.
Consiste basicamente em um tanque impermeabilizado, preenchido com diferentes camadas de substrato e plantado com espécies vegetais de crescimento rápido e alta demanda por água, de preferência com folhas largas (bananeiras, taióba). O sistema recebe o efluente dos vasos sanitários, que passa por processos naturais de degradação microbiana da matéria orgânica, mineralização de nutrientes, e a consequente absorção e evapotranspiração da água pelas plantas. Portanto, trata-se de um sistema fechado que transforma os resíduos humanos em nutrientes e que trata, de forma limpa e ecológica, a água envolvida. Diferente de outros sistemas, a água presente neste processo retorna ao ambiente na forma de vapor através da transpiração das folhas, daí seu nome. Assim, o sistema de evapotranspiração evita a poluição do solo, dos lençóis freáticos, dos rios e mares.
A utilização de sistemas plantados para tratamento de esgotos já é comum em diversas partes do mundo (EPA, 2000); (Larsson, 2003).

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FUNCIONAMENTO E PRINCÍPIOS
Um pré-requisito para o uso da BET é a separação da água servida na casa, em cinza e negra. Apenas a água negra, a que sai dos sanitários, deve ser direcionada para o sistema. A água cinza, aquela que sai da máquina de lavar, pias e chuveiros, deve ir para outro sistema de tratamento como por exemplo um filtro biológico.
  1. Fermentação
    A água negra é decomposta pelo processo de fermentação (digestão anaeróbica) realizado pelas bactérias na câmara bio-séptica de pneus e nos espaços criados entre as pedras e tijolos colocados ao lado da câmara.
  2. Segurança
    Os agentes patogênico são enclausurados no sistema pois não há como garantir sua eliminação completa e isso só é possível graças ao fato da bacia ser fechada, sem saídas para a água. A bacia precisa de espaços livres para o volume total de água e resíduos humanos recebidos durante um dia. A bacia deve ser construída de forma a evitar infiltrações e vazamentos.
  3. Percolação
    Como a água está presa na bacia ela percola de baixo para cima e com isso, depois de separada dos resíduos humanos, vai passando pelas camadas de brita, areia e solo, chegando até as raízes das plantas, 99% limpas.
  4. Evapotranspiração
    Sem sombras de dúvidas esse é um dos processos mais interessantes do sistema BET. Através da evapotranspiração realizada pelas plantas, principalmente as de folhas largas (bananeiras, mamoeiros, caetés, taioba, etc. ) , a água limpa é devolvida ao meio ambiente. Além disso, as plantas também consomem os nutrientes produzidos em seu processo de crescimento, permitindo que a bacia nunca encha.
  5. Manejo
    Primeiro (obrigatório), a cobertura vegetal morta deve ser sempre completada com as próprias folhas que caem das plantas e os caules das bananeiras depois de colhidos os frutos. E, quando necessário, essa camada deve ser complementada com as aparas de podas de gramas e de outras plantas do jardim, impedindo assim que as águas das chuvas penetrem demais o sistema.
    Segundo (opcional), de tempos em tempos deve-se observar os dutos de inspeção e coletar amostras de água para exames. Outro ponto importante é que se deve observar a caixa de extravase, para checar se dimensionamento foi correto. Essa caixa só deve existir se for exigida por órgão públicos para que se possa fazer a ligação do sistema com o canal pluvial ou de esgoto.
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Via:  IPEC Setelombas

As pessoas querem se sentir parte da cidade

Para arquiteto, segredo para cidades agradáveis está em moradia, meio ambiente e oportunidades iguais para todos

Foto: Javier Corral Escribano|Conteúdo Estadão
Summit Imobiliário
Liu Thai Ker elaborou projeto de habitação em Cingapura

Para o arquiteto Liu Thai Ker, de 79 anos, as melhores cidades são as que funcionam. Nelas, trabalho e moradia – questões que devem estar na lista de preocupações do poder público – ficam próximos um do outro e medidas como a conservação dos recursos naturais e o controle da poluição não ficam relegadas ao segundo plano.
O urbanista é considerado o pai do projeto que transformou Cingapura em referência internacional de sustentabilidade e para a qual previu uma concepção urbana totalmente diferente da que foi herdada dos colonizadores britânicos. Em algumas décadas, a cidade-Estado implementou um massivo programa habitacional e alcançou soluções inovadoras, mesmo com um território restrito e superpovoado.

Arquiteta formada pela Udesc Laguna ganhará prêmio alemão por painel em forma de folha

A arquiteta urbanista Luani Martins Costa, formada pelo Centro de Educação Superior da Região Sul (Ceres), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) em Laguna, desenvolveu um painel adaptável em forma de folha de planta que poderá ser aplicado em fachadas e coberturas de construções e foi um dos vencedores da 14ª edição do Textile Structures For New Building.

A cerimônia de premiação será realizada em 9 de maio, na cidade alemã de Frankfurt, pela Techtextil, maior feira de têxteis do mundo, que reúne cerca de 42 mil visitantes e expositores de 102 países.

Projeto de Luani Martins Costa foi desenvolvido em mestrado realizado em Portugal - Foto: Divulgação
Composto por materiais de comportamento flexível (confira ilustração do projeto), o painel de Luani promete ser uma solução sustentável, capaz de se ajustar facilmente às condições climáticas, como vento, chuva e incidência da luz solar.

Esse projeto pretende ajudar a solucionar problemas da indústria da construção, que atualmente é um dos setores que mais poluem e consomem energia. As fachadas, por exemplo, são responsáveis por mais de 40% da perda de calor no inverno e pelo aquecimento excessivo no verão.

Para evitar essas situações, o painel da egressa da Udesc Laguna tem propriedades importantes das folhas reproduzidas na sua membrana: autolimpeza, por meio da capacidade de repelir a água; mudança de cor e emissão de luz, por meio de polímeros crômicos e luminescentes; e capacidade de gerar eletricidade.

Com a aplicação de células solares orgânicas na superfície, é possível aproveitar a luz solar para produzir energia elétrica de um modo eficiente na estrutura do painel. "Essa característica faz analogia à captação da luz solar e à fotossíntese realizada pelas folhas", explica Luani.

Para desenvolver essa estrutura, ela encontrou inspiração no conceito de biomimética, ciência que adapta formas da natureza e comportamentos de seres vivos à realidade das construções. Durante a criação do projeto, a alta capacidade de modificação das folhas de plantas chamou sua atenção.

"As folhas apresentam uma diversidade de formas, cores e tamanhos e, em determinadas épocas do ano, são capazes de sofrer alterações", comenta.

Fonte e artigo completo: http://udesc.br/noticia/arquiteta_formada_pela_udesc_laguna_ganhara_premio_alemao_por_painel_em_forma_de_folha

Três cidades que usaram o urbanismo para se reinventar

Conheça três cidades diferentes que planejaram muito bem o uso do espaço urbano


por Eloá Cruz


Foto: BigstockFoto: Bigstock

Bruxelas
Foi na capital da Bélgica que o novo pensamento urbanístico nasceu. A pós-doutorada em geografia urbana e plano espacial pela Universidade Saint-Louis de Bruxelas, Sofie Vermeulen, explica que a cidade adotou, no início dos anos 2000, um planejamento urbano capaz de a transformar em metrópole internacional. Desde então, além das políticas bem-sucedidas de mobilidade urbana e descentralização de serviços públicos, Bruxelas trabalha na revitalização de áreas centrais. O status de cidade cosmopolita atrai cada vez mais turistas de negócios, além de variados congressos mundiais.
Foto: Bigstock
Foto: Bigstock
Cidades têm de acompanhar o ritmo da sociedade. Por isso, se reinventam. Ou deveriam. Pois, quando o pensamento urbanístico é deixado de lado, os problemas aparecem. A falta de acessibilidade, a centralização de serviços públicos, o pouco estímulo ao uso do espaço urbano e até a violência são alguns dos pontos que acometem as cidades mal planejadas.
Pensando nisso é que arquitetos e urbanistas europeus e norte-americanos se reuniram em 2003 para discutir e estabelecer o novo urbanismo, com base em casos que deram certo e antes que se instaurasse o caos.Afinal, o pensamento vigente de organização não atende mais às necessidades das metrópoles contemporâneas.
Após essa primeira reunião, o Conselho Europeu de Urbanismo foi criado. Os arquitetos belgas Christian Lasserre e Joana Alimanestianu, e Lucien Steil, de Luxemburgo, passaram a liderar o novo movimento de urbanismo, que se inspira em alguns bons exemplos, como Tapiola, na Finlândia, Bruxelas, na Bélgica, e Bogotá, na Colômbia, cidades que criaram soluções simples, mas impactantes para a vida contemporânea.
E na base do novo urbanismo, estão aspectos como minimizar os efeitos da urbanização dispersa; estimular o uso misto do espaço urbano; valorizar a circulação de pedestres; incentivar o uso da bicicleta; dar máxima atenção às demandas da comunidade organizada em pequenos núcleos ou distritos; e preservar os bens de interesse histórico, por meio da atribuição de usos atuais para os espaços incorporados ao projeto urbano.
Bogotá

Atualmente com sete milhões de habitantes, a capital da Colômbia chamou atenção pela forma com que diminuiu o índice de violência urbana. De acordo com informações do governo local, Bogotá baixou de 82 para 16 homicídios por 100 mil habitantes entre 1998 e 2008. Para o ex-prefeito da metrópole, Enrico Peñalosa, que esteve no Brasil em 2010 para explicar o processo, a razão principal para a solução da violência urbana foi a mobilidade. Criou-se um sistema binário de transporte urbano, com canaletas exclusivas para os ônibus e priorização de pedestres e ciclistas nas vias da cidade. “O estacionamento não é garantido constitucionalmente. Se há carros estacionados numa rua, o governo pode tira-los e fazer uma ciclovia”, explica. E foi essa uma das soluções colocadas em prática por lá.


Pessoas tendem a ser mais felizes e saudáveis em bairros caminháveis

por 


Pessoas tendem a ser mais felizes e saudáveis em bairros caminháveis, Boas condições de caminhabilidade contribuem para a saúde e o bem-estar das pessoas. Foto: Michigan Municipal League/Flickr-CC. Image Cortesia de The CityFix Brasil
Boas condições de caminhabilidade contribuem para a saúde e o bem-estar das pessoas. Foto: Michigan Municipal League/Flickr-CC. Image Cortesia de The CityFix Brasil
A explicação para algumas pessoas caminharem mais do que outras pode ir além da escolha pessoal: em muitos casos, os níveis de caminhada no dia a dia são determinados pelo desenho urbano. A maneira como as ruas e bairros são traçados ultrapassa questões estéticas ou de planejamento e afeta diretamente o estilo de vida, a saúde, a prática de atividade física e o bem-estar de quem mora ou frequenta cada área da cidade.
O que muitas pessoas sentem e percebem no cotidiano – alguns ambientes são mais convidativos a permanecer ao ar livre do que outros – foi corroborado pela pesquisa de Adriana Zuniga-Teran, cientista do Centro de Estudos de Políticas Públicas da Universidade do Arizona. O estudo procurou entender os efeitos do desenho urbano na saúde das pessoas e, para isso, entrevistou moradores considerando uma classificação de quatro tipos de bairro:
  • Tradicionais: bairros centrais ou próximos do centro, com diversidade de usos e fachadas ativas.
  • Suburbanos: bairros mais afastados do centro, majoritariamente residenciais.
  • Condomínios: áreas residenciais cercadas por alguma estrutura física, como muros.
  • Cluster housing: blocos de casas construídos para o melhor aproveitamento do solo para espaços verdes.
A abordagem utilizada no estudo considerou a relação entre os fatores de caminhabilidade (ambiente construído) e a quantidade de pessoas caminhando (atividade física). Foram avaliados tanto fatores urbanos associados à saúde física e social das pessoas – atividade física, bem-estar, percepção de segurança, o efeito das árvores e a interação social com a vizinhança – quanto elementos determinantes para a caminhabilidade: conectividade, uso do solo, densidade, segurança viária, estacionamentos, áreas verdes, vigilância (mais “olhos” na rua tornam o ambiente mais seguro), a experiência ao caminhar e o senso de comunidade. Os bairros em que essas características são mais acentuadas registram níveis mais altos de caminhabilidade, atividade física e bem-estar. O que ficou claro para os pesquisadores e foi comprovado pela análise é o que muitas pessoas sabem de forma empírica:
  • Quem mora em bairros tradicionais, com acesso a áreas residenciais e comerciais, caminha mais.
  • As pessoas que moram em regiões afastadas dos centros e mais tranquilas relatam maior sensação de bem-estar mental.
  • Já as que vivem em condomínios fechados não se sentem mais seguras que as demais, mesmo com todos os mecanismos de segurança normalmente utilizados.
  • Por fim, quem mora em áreas no estilo das chamadas cluster housing apresenta níveis mais altos de interação social com os vizinhos, mais contato com áreas verdes e espaços de convívio.
Em outras palavras, o impacto da configuração e do desenho dos bairros vai além dos momentos de deslocamento, alcançando esferas que, à primeira vista, parecem não ter qualquer relação com o planejamento urbano. O modo como as diferentes regiões de uma cidade são desenhadas afeta a percepção de segurança, os níveis de sociabilidade e o quanto as pessoas caminham – por motivos de lazer ou como meio de locomoção.
Quanto mais conectado e dotado de áreas verdes for um bairro, maiores tendem a ser os índices de caminhabilidade e, consequentemente, de atividade física e sensação de bem-estar. O mais antigo e democrático dos meios de transporte floresce em ambientes densos, caracterizados pela mescla de usos residencial e comercial, com fachadas ativas e espaços de convívio que criam destinos para os trajetos a pé. São bairros projetados na escala dos pedestres, com calçadas acessíveis, mobiliário urbano, boa iluminação e espaços agradáveis.
Se as pessoas caminham mais – e, assim, passam mais tempo na rua –, a tendência é que o bairro também se torne mais seguro. Isso porque as pessoas tendem a se afastar, de forma intuitiva, de lugares vazios. A presença de “outros”, mesmo que desconhecidos, acaba com o vazio das ruas, tornando-as mais seguras e vivas.

Netflix lança série incrível para amantes de arquitetura

A série “Grand Designs”, apresentada por Kevin McCloud, que conta a história de pessoas que desenvolveram as próprias casas onde vivem, está disponível no catálogo da Netflix. O projeto acompanha cada passo da construção de cada projeto.

São dezesseis episódios divididos em duas temporadas no serviço de streaming aqui no Brasil. Todos os episódios seguem o mesmo formato, que sofrem pequenas variações feitas pelos editores da série.

O apresentador participa de todas as etapas da construção de um projeto, incluindo ir até aos terrenos antes da compra, também faz visitas periódica as obras e acompanha todo o andamento das construções, sempre atento as mudanças e atrasos que podem acontecer.

McCloud também participa dos orçamentos, compra de materiais e detalhes de cada casa. No final de cada construção, o apresentador acompanha a chegada dos moradores. Além disso uma análise detalhada é feita para mostrar a opinião sobre cada trabalho.

Arquitetos criam ponte que funciona também como mirante para ver o pôr do sol

A arquitetura pode ir além da funcionalidade de se levantar edifícios e construções simplesmente – pode ser uma arte criativa que realmente amplia e melhora as experiências, grandes e pequenas, dos moradores de uma cidade.
Um ótimo exemplo é a nova construção realizada pelo Steb/Studio Evren Basbug, na cidade de Izmir, na Turquia: o que poderia ser somente uma ponte comum para pedestres foi transformado em um belo e moderno mirante, perfeito para se admirar o pôr do sol.

Ponte10

A ponte, batizada de Bostanli, atravessa um córrego, e se caracteriza por seu design desenvolvido para o conforto de quem se sentar em seus arrojados bancos. Assim, a estrutura permite se atravessar a água a pé e, ao mesmo tempo, serve como uma espécie de parque público, perfeito para encontros românticos, com amigos, ou simplesmente para se meditar diante da beleza da natureza.

Ponte9


Ponte7

O ambiente é amplo e perfeitamente integrado ao cenário natural do local. Uma ideia simples e bonita, que mostra como cada construção de uma cidade pode ser sempre mais do que simplesmente sua função original – contribuindo assim para a melhor interação entre pessoas, com a natureza e com a própria cidade.

Acesse catálogo online com projetos vencedores de concursos públicos de Arquitetura e Urbanismo

Acervo lançado pela UEL contém pranchas e outros arquivos dos premiados em seleções nacionais realizadas nos últimos dez anos


Estudantes e professores do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Londrina (UEL), no Paraná, lançaram na última quarta-feira (29/03) um catálogo eletrônico de projetos arquitetônicos vencedores de concursos públicos organizados entre 2007 e 2016 pelos vários núcleos e departamentos do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB). Clique aqui para acessar a publicação, que é gratuita.

O catálogo é resultado do trabalho coordenado pelo professor Eduardo Hideo Suzuki, que defendeu tese de doutorado na Universidade de São Paulo sobre a eficiência dos concursos públicos nacionais. A equipe contou com a participação do também professor Sidnei Junior Guadanhim e de quarenta e um estudantes de graduação. Eles se dividiram para pesquisar e reunir editais, atas, vencedores e outras informações relativas aos projetos premiados ou destacados com menção honrosa em 125 concursos nacionais.

De acordo com Suzuki, a iniciativa surgiu da constatação de que não havia um acervo unificado e de fácil acesso sobre os concursos de Arquitetura e Urbanismo realizados no país. “Achamos que era interessante reunir e catalogar esse conteúdo para que pudesse ser destinado à pesquisa e à consulta, por parte tanto dos arquitetos e urbanistas, escritórios, professores, e até dos próprios organizadores de concursos”. Para ele, o material contribuirá inclusive com o aprimoramento da modalidade. “Por meio de uma pesquisa história desse material é possível inclusive ter referência para melhorar o processo”.

Para o presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro, a publicação servirá como fonte de pesquisa de referência sobre concursos do setor. “O Conselho é um grande defensor dos concursos públicos como a melhor maneira de contratar projetos de Arquitetura e Urbanismo. No último ano, realizamos a seleção do projeto da nossa sede e do IAB/DF, que inclusive consta no catálogo. Será um rico material de pesquisa para os estudantes e profissionais de Arquitetura e Urbanismo, que terão a possibilidade de observar as múltiplas soluções para um mesmo programa de obra”.


PROJETOS

Entre os arquivos do acervo do catálogo, estão os das seguintes seleções: 

O Concurso Público Nacional de Arquitetura Sede da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, em Belo Horizonte, no ano de 2005;


O Concurso Público Nacional de Projeto Arquitetônico para o Campus da Universidade Federal do ABC, em Santo André (SP), no ano de 2006;


O Concurso Público Nacional de Anteprojetos de Arquitetura para a Sede do SEBRAE, em Brasília (DF), no ano de 2008;



 
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