Prefeitura de BH anuncia mais 114 km de ciclovias

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Obras na ciclovia da Av. Otacílio Negrão de Lima

Segundo a Prefeitura da capital mineira, há 114 km de ciclovias em estágio de projeto executivo. A Avenida Olegário Maciel, na Regional Centro-Sul, receberá uma ciclovia com tachões que a separarão da pista dos automóveis. Já na Avenida Otacílio Negrão de Lima, a ciclovia da orla da Pampulha recebeu o recapeamento do asfalto e, até julho deste ano, serão completados mais 7,5 km.

Apesar de caminhar a passos rápidos em alguns pontos, as obras e projetos para outras avenidas da região – como na Atlântica, Tancredo Neves e Heráclito Mourão – continuam estagnados. A Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) anunciou que, terminadas as obras de recapeamento do asfalto, novas ciclovias serão implantadas pela cidade.

No caso da ciclovia da Pampulha, a rota de ciclistas não pôde ser feita no mesmo nível da calçada, como nos 11,5 km já existentes, portanto, parte da via existente será destinada às bicicletas. A pista de rolamento da Av. Otacílio Negrão de Lima ficará com duas faixas para veículos, com 3,3 metros de largura cada, e a ciclovia com 2,5 metros. Este novo trecho receberá elementos de sinalização vertical e horizontal adequados.

Já na Avenida Fleming, entre a Otacílio Negrão de Lima e a Rua Sena Madureira, o trecho de pouco mais de um quilômetro, orçado R$ 150 mil, foi concluído. A ciclovia conectará o Bairro Ouro Preto e adjacências até o entorno do principal cartão postal de BH, próximo à Igreja de São Francisco de Assis.

Ainda em 2013, prevê-se a instalação de uma faixa para ciclistas na Avenida Barbacena, aproveitando a execução da obra na Olegário Maciel. Com isso, a rota estará ligada ao Bulevar Arrudas. Nas avenidas Santos Dumont e Paraná, no Centro, os projetos dos corredores de ônibus do BRT (da sigla em inglês para Bus Rapid Transit) já contam com ciclovias. No primeiro caso, segundo a BHTrans, o espaço já foi separado e estará posicionado nas calçadas laterais.

Via Mobilize

Fonte: Baratto , Romullo . "Prefeitura de BH anuncia mais 114 km de ciclovias" 26 May 2013. ArchDaily. Accessed 28 May 2013. http://www.archdaily.com.br/116177/prefeitura-de-bh-anuncia-mais-114-km-de-ciclovias/?utm_source=ArchDaily+Brasil&utm_campaign=fc01136e1a-Archdaily-Brasil-Newsletter&utm_medium=email&utm_term=0_318e05562a-fc01136e1a-407774757

Automação para Edificações Eficientes

 

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                                                                                                                                                                     A quem se destina:

  • Profissionais da área de Engenharia, Arquitetura, Iluminação e Sustentabilidade;
  • Profissionais da área de Automação Residencial e Predial;
  • Prrofissionais da área de energia (geração, transmissão e distribuição);
  • Contratantes de projetos e serviços correlatos que precisam de maiores conhecimentos sobre o assunto;
  • Estudantes e pesquisadores das áreas acima citadas.

EVENTO GRATUITO PARA ASSOCIADOS DA AURESIDE

Conteúdo do programa:

1º Módulo - Perfil do consumo de energia

  • Dados quantitativos e qualitativos
  • Matriz de geração e distribuição
  • Políticas governamentais
  • Posição das concessionárias
  • Smart Grid
  • Tendências mundiais

2º Módulo - Novas tecnologias e mudança de hábitos

  • Mudanças de prioridades
  • Introdução de novos produtos e serviços
  • Experiências piloto em andamento

3º Módulo - Oportunidades de novos negócios ligados à eficiencia energética

  • Projetos inovadores
  • Serviços inovadores

4º Módulo - Apresentação e discussão de casos

  • Empreendimentos corporativos
  • Empreendimentos residenciais
  • Residências unifamiliares

Próxima turma:

30/07/2013
das 10h as 17h - 6 horas

Local:

São Paulo - SP

Como Chegar:

Century Paulista Flat
Rua Teixeira da Silva, 647
Paraiso - São Paulo (SP)

Inscreva-se [+] informações

Fonte: http://www.projetoconectar.com.br/cursos-presenciais/automacao-para-edificacoes-eficientes-nbsp-

Arquitetos e Urbanistas discutem criação de leis em defesa da profissão

Seminário Legislativo analisou procedimentos do Congresso Nacional e formas de atuação junto a governos e assembleias estaduais

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O Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR) decidiu atuar de forma intensa junto a deputados e senadores para ajudar a organizar as leis que tratam da área. O I Seminário Legislativo do CAU/BR, realizado nos dias 22 e 23 em Brasília, analisou 58 projetos que estão em discussão na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. “O CAU deve interferir nessas pautas e também propor as suas próprias”, afirmou o presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro. “Nosso objetivo é estabelecer uma agenda de atuação para os próximos dois anos”.

No evento, conselheiros federais puderam conhecer mais detalhes de como as leis são propostas, analisadas, votadas e aplicadas. Palestras com assessores parlamentares da Câmara dos Deputados, do Palácio do Planalto e do CAU/BR mostraram a importância de intervir de forma eficiente junto aos poder legislativo. Depois, puderam se reunir para debater e analisar projetos de lei federal em discussão no Congresso, inclusive propondo ações em defesa da profissão e da sociedade.

“O CAU/BR tem a necessidade técnica e cidadã de inteferir na produção de leis. Elas vão ser feitas de qualquer forma, por isso é melhor que sejam feitas com nosso acompanhamento”, afirmou o presidente do CAU/BR. “Na lei de criação do CAU, pôde-se ver como foi possível os arquitetos e urbanistas exercerem um lobby positivo, limpo. Trata-se de uma trabalho de defesa da sociedade que o CAU pode fazer”.

“Saio daqui muito satisfeito com o resultado do Seminário. Talvez não tenha sido possível aprofundar o debate, mas serviu para alertar que há muito o que se fazer, há muita coisa sendo discutida que tem impacto direto na nossa profissão. E mostra que as entidades isoladamente não vão conseguir avançar muito. Temos que apostar naqueles projetos que nos unem, que garantem a melhor condição de exercer a profissão e o melhor retorno para a sociedade”, afirmou Napoleão Ferreira, conselheiro federal do CAU/CE.

ABERTURA

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Haroldo Pinheiro, Fernando Ferro e Jeferson Salazar abrem o Seminário Legislativo na Câmara dos Deputados

A Cerimônia de abertura do Seminário Legislativo aconteceu na Câmara dos Deputados, com a presença do deputado Fernando Ferro (PT-PE). “Esta Casa está de portas abertas para os arquitetos e urbanistas. Gostaria muito de tê-los como aliados no processo de construção e discussão de leis ligadas à área”, disse.

O deputado Zezéu Ribeiro (PT-PE), arquiteto e urbanista de formação, enviou uma carta lembrando a mobilização da categoria em várias situações, como para a criação da Lei 12.378/2010, que criou o CAU, e a Lei da Assistência Técnica. “Travamos lutas históricas no processo de retomada da democracia e a garantia do direito constitucional a moradia e da construção de leis que buscam beneficiar a nossa população e garantir que tenhamos cidades mais justas e solidárias”, diz o texto lido para a plateia de mais de 70 pessoas.

“Temos que emitir nossa posição e fazer a disputa política nesta casa de leis”, disse o presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas, Jeferson Salazar. “Este seminário coloca uma nova forma de intervenção dos arquitetos e urbanistas no cenário nacional”.

O presidente do CAU/BR, Haroldo Pinheiro explicou que o Seminário Legislativo faz parte de uma série de iniciativas encadeadas para recuperar os 50 anos em que os profissionais lutaram para ter um conselho próprio e voz ativa na sociedade. “Nós podemos ser a mola propulsora para que o Brasil tenha uma política de Estado em relação à Arquitetura e às cidades”, disse. “Vários países já possuem isso, inclusive na América Latina, e o Brasil ainda está longe disso”. Segundo Haroldo, a intervenção do CAU junto ao Congresso Nacional deverá organizar interesses de todas as associações de profissionais, universidades e ONGs.

PROCESSOS LEGISLATIVOS

Seminario Legislativo_CAUBR.jpg01                                                                Especialistas Jenner de Morais e Danilo de Souza explicam como é o processo de criação de leis

O segundo momento do Seminário Legislativo foi a mesa redonda “Processo Legislativo no Executivo e Legislativo”, com o assessor parlamentar da Câmara Jenner Jalne de Morais e com Danilo de Souza, assessor da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República. “É preciso entender que a participação da sociedade na elaboração e no resultado das leis é uma coisa justa”, afirmou Jenner. O assessor parlamentar, que tem larga experiência com conselhos profissionais e participou ativamente da aprovação da lei de criação do CAU/BR, explicou o trâmite dos diferentes tipos de projetos no Congresso e quem deve ser procurado em cada momento.

“O presidente de uma casa legislativa depende mais da reunião de líderes de partido do que do plenário”, afirmou. “Para influir junto aos parlamentares, é preciso ter o projeto em mãos, ter uma posição clara quanto a ele e dizer onde é possível ajudar. Aí é que uma assessoria profissional ajuda”. A assessoria, segundo Jenner, deve ser pró-ativa, contrapondo opiniões contrárias e subsidiando apoiadores com bons argumentos. “Mas é preciso lembrar que quem move uma proposição é a força da categoria. O assessor só move as ferramentas”.

Danilo de Souza explicou como o Palácio do Planalto age junto ao Congresso, propondo projetos de lei de sua própria autoria ou usando as lideranças do governo dentro da base aliada. “Mas é principalmente na hora de vetar ou sancionar leis que a Presidência da República exerce seu poder”, disse.

Jenner ressaltou que hoje todos os projetos são acompanhados por diversos atores sociais que praticam lobby no Congresso. “Todo projeto sofre algum antagonismo. Por isso, antes de defender uma tese, é preciso pensar se ela é plausível, exequível, aprovável”.

No segundo dia do seminário, a assessora institucional e parlamentar do CAU/BR, Daniela Demartini, falou com os conselheiros federais sobre a necessidade de os CAU/UF contarem com suas próprias assessorias. “Muitos parlamentares não sabem qual é a função dos conselhos profissionais. É preciso ir até eles e explicar”, disse Daniela. Segundo ela, as principais atividades de uma assessoria parlamentar são: conhecer os objetivos da instituição que representa, entender o trâmite de processos nas assembleias legislativas e nas câmaras de vereadores, analisar os textos, redigir proposições, traçar estratégias de atuação e fazer a articulação pessoal com os parlamentares.

Esse acompanhamento nos estados é importante porque muitos projetos são semelhantes a outros discutidos no Congresso Nacional. “As assessorias dos estados têm muito o que fazer. Mas precisam monitorar as atividades e conversar com o CAU/BR”.

Veja aqui apresentação sobre atribuições da assessoria parlamentar.

PROJETOS DE INTERESSE

No último dia de seminário, os conselheiros federais do CAU/BR dividiram-se em cinco grupos de trabalho para analisar aos 58 projetos de lei sobre Arquitetura e Urbanismo que atualmente tramitam no Congresso.

Entre as proposições discutidas, está o PL 3460/2004, do deputado Walter Feldman (PSDB-SP), que institui diretrizes para a Política Nacional de Planejamento Regional Urbano, cria o Sistema Nacional de Planejamento e Informações Regionais Urbanas. Esse projeto está sendo debatido junto ao Estatuto da Metrópole, projeto relatado pelo deputado Zezéu Ribeiro. Já o PLS 491/2011, do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), determina a realização periódica de inspeções em edificações e cria o Laudo de Inspeção Técnica de Edificação (LITE), com descrição detalhada do edifício e seus equipamentos e ficha de vistoria.

Outra proposta vem do deputado Zezéu Ribeiro (PT-PE), que obriga obras públicas a terem seus projetos disponíveis para estudantes, pesquisadores e professores de Arquitetura e Urbanismo. O PL 696/2003 já foi analisado pelo Senado e pela Câmara, mas ainda aguarda parecer final na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público.

Veja aqui a lista completa dos projetos analisados no Seminário:

EIXO I: Exercício Profissional e Fiscalização dos Arquitetos e Urbanistas
EIXO II: Regulamentação de Profissões e Controle Ético
EIXO III: Educação, Ensino e Formação
EIXO IV: Urbanismo
EIXO V: Administração, Finanças e Relações Trabalhistas

Fonte: http://www.caubr.org.br/?p=10264

Seminario CBCS - Sustentabilidade e Vida Útil: impactos da Norma de Desempenho NBR 15575 sobre materiais e componentes da construção civil





A Norma de Desempenho NBR 15.575 entra em vigor no próximo 19 de julho com o objetivo de trazer ao setor de construção critérios mínimos de segurança, sustentabilidade, qualidade e conforto em edificações. Nesse primeiro momento, toda a cadeia de construção se prepara para atender aos seus requisitos e às incumbências de cada profissional. Tanto a seleção de materiais por parte dos projetistas como a inovação e a disponibilidade de informações oferecidas pela indústria compreendem parte fundamental desse novo contexto. Para contribuir com o esclarecimento dessas questões atuais para o setor, o CBCS está promovendo o presente seminário, que aborda as interfaces da sustentabilidade presentes na Norma de Desempenho.





Data: 06 de junho de 2013
Local : Auditório do SESC Pinheiros, 3º andar
             Rua Paes Leme, 195 - Pinheiros - São Paulo/SP


Para se inscrever: http://www.cbcs.org.br/website/ficha-inscricao/form.asp?rgeCode=A04851A4-BF33-49E0-9F7D-25512FD4FEC1

A gestão urbana desde as bases



As estruturas social e urbana e a ocupação do território das cidades brasileiras refletem improvisação, descaso, fragmentação, exclusão e uma persistente ausência de planejamento, cujas consequências se fazem evidentes nos problemas emergenciais que hoje as afetam.

            A implementação de programas de desenvolvimento urbano parciais, sujeitos aos tempos políticos de quatro anos, impedem formular uma planificação de longo prazo, instrumento eficaz para a organização social e urbana. A persistência de uma consciência vertical e autoritária, continuidades anacrônicas de coronelismo usineiro, cafeteiro e cacaueiro, tem subordinado o desenvolvimento das cidades (ou melhor, a falta de) aos interesses setoriais em conluio com o poder político de turno.
            As complicações que tomam conta do uso cotidiano das cidades e a evolução da sociedade para melhores níveis de esclarecimento - favorecido pelas políticas de distribuição de renda menos desigual - tem criado consciência acerca dos direitos e oportunidades que estimulam a participação social na busca por uma cidade com níveis mínimos de dignidade e qualidade de vida urbana. É possível constatar a existência de movimentos organizados de participação, favorecidos pelas redes sociais, que tendem a transformar as decisões unilaterais e autoritárias em discussão e procura de consenso acerca do direito à cidade democrática, integrada e inclusiva.
 
            O Estatuto das Cidades, sancionado em 2001, é um instrumento legal que contempla a organização social e do espaço territorial, ainda insuficientemente aproveitado. A necessidade e obrigatoriedade de formular planos diretores esbarra em legislações abstratas, carentes de uma visão integral de configuração efetiva do espaço urbano e de integração social. A necessidade de elaborar projetos de cidade orientadores da legislação surge como objetivo prioritário, que supera a aplicação indiscriminada e fragmentada de leis burocráticas e tecnocráticas.
            O projeto de cidade, entendido como processo de integração dos desejos e interesses da sociedade organizada desde suas bases, para definir estratégias de ação que determinam as intervenções no espaço físico, se estabelece como recurso de gestão apto para uma construção coletiva com objetivos de longo prazo.
            Implementar os mecanismos de gestão pactuada com visão de longo prazo constitui o desafio das atuais administrações municipais, com o intuito de superar as políticas de visão estreita, pautadas pelos interesses setoriais dentro dos tempos políticos limitados e limitadores.
            As experiências bem sucedidas em cidades que deram a volta por cima da decadência social e urbana (Bogotá e Medellín na Colômbia, Rosario na Argentina), precisamente com aportes de planejamento de longo prazo, participativo, com ampla ingerência  da sociedade organizada, são exemplos demonstrativos de processos possíveis de serem adaptados às realidades de muitas cidades brasileiras.
            A sociedade brasileira, através das entidades organizadas, tem a oportunidade de participar da Conferência das Cidades - foro criado pelo Ministério das Cidades, que procura consolidar parcerias entre governos e sociedade civil para construir modelos de política urbana com participação dos municípios - para debater e reclamar por efetivas políticas de desenvolvimento integrado com o território, qualificação da vivência social urbana, direito à cidades dignas desde as bases, em um processo de baixo para cima, democrático e participativo, em substituição da imposição autoritária de soluções que o próprio processo de urbanização tem demonstrado desiguais e excludentes.
            A qualidade de vida urbana integrada e inclusiva, em defesa do interesse geral, é um objetivo que deveria marcar as ações das gestões municipais em prol do benefício social integrador, inclusive para os grupos empresariais, que com ações inteligentes em prol da qualificação urbana, podem lucrar mais ao inserir seus empreendimentos em contextos urbanos dignos e qualificados.
            As cidades brasileiras encontram-se em um momento histórico, fervilhante de propostas ainda autoritárias determinadas pela pressão de grupos de poder, e a correspondente resistência de uma sociedade cada dia mais esclarecida, consciente dos direitos e oportunidades que as predispõem para assumir um destino melhor em contextos urbanos qualificados.
 
Roberto Ghione é arquiteto e Diretor do IAB/PE
 

O detalhe como arquitetura. Uma pesquisa sobre um trabalho prático

Tese de doutorado, do Arq. Gilberto Belleza, defendida na USP, na FAU Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, em 2004, foi disponibilizada para download na Biblioteca virtual.

Resumo em português
 
Este trabalho aborda o detalhe como configurador da qualidade e do caráter da arquitetura. Para a construção desta proposta, elaboram-se questões que conceituam o detalhe como elemento arquitetônico, enfatizando sua relação com a obra construída e sua existência dentro do contexto histórico da arquitetura. Aborda-se, também, a relação entre a representação gráfica e sua execução, mostrando a materialização das idéias do autor do projeto. Com o aprofundamento destes conceitos, desenvolveu-se uma análise de como o detalhe pode conferir caráter e qualidade à arquitetura, abordando a obra de cinco arquitetos, representantes de diferentes linhas projetuais: Mies Van Der Rohe, Alvar Aalto, Frank Lloyd Wright, Alvaro Siza e Norman Foster. Com isso, alcançamos a apresentação de nossa pesquisa sobre um trabalho pratico, que explicita a criação e a representação do detalhe dentro do processo projetual, até alcançar a obra executada.
 
Título em inglês
Detail how the architecture - research of work practice

Palavras-chave em inglês
Architecture
Design
Detail
Projetct
 
 

1° Prêmio para Estudantes Graduandos em Arquitetura e Urbanismo de Santa Catarina



Foi lançado na ultima quinta-feira, 23 de maio, às 19 horas, o “1º Prêmio para Estudantes Graduandos em Arquitetura e Urbanismo de Santa Catarina”. O lançamento ocorre durante a exposição “Destaque das Bienais”.
 
O Prêmio é organizado pelo IAB/SC, tem o patrocínio do CAU/SC e apoio da AsBEA/SC. O objetivo é destacar projetos de graduação e desta forma contribuir com o debate e a melhoria do ensino de Arquitetura e Urbanismo no Estado, além de reconhecer novos talentos recém formados em Santa Catarina.
 Poderão concorrer ao Prêmio, estudantes de Arquitetura e Urbanismo formandos em cursos de Santa Catarina através do envio do trabalho de conclusão de curso de graduação (TCC, TFG, etc.).
 Os trabalhos serão julgados no início do mês de novembro de 2013 e os premiados serão divulgados em 09/11/2013 (cronograma sujeito a alterações).
Sobre os Trabalhos:
Concorrerão ao prêmio trabalhos desenvolvidos por estudantes graduandos nos cursos de Arquitetura e Urbanismo de todo o Estado de Santa Catarina.
 Poderão ser enviados até 5 (cinco) trabalhos por escola para concorrer ao Prêmio;
 Cada trabalho deverá ser apresentado em 4 (quatro) pranchas formato A1 horizontal;
 Serão premiados os 4 (quatro) trabalhos selecionados pela Comissão Julgadora;
 Cada trabalho premiado receberá R$ 3 mil e assinatura de revista especializada.

Sobre as Escolas de Arquitetura:

As escolas são responsáveis por fazer a pré-seleção dos trabalhos que concorrerão ao Prêmio;
As escolas deverão enviar os trabalhos para a organização no prazo estabelecido;
 
Só participarão as escolas de Arquitetura com situação regular junto ao CAU.

Cronograma das atividades principais*:

 
23/05 – Lançamento Oficial do Prêmio;
 
12/06 – Lançamento Oficial do Regulamento do Prêmio;
 
12/06 a 28/08 – Credenciamento das escolas de arquitetura;
 
07/08 a 23/10 – Consultas e perguntas;
 
14/08 a 30/10 – Respostas das consultas;
 
08/10 – Divulgação dos jurados;
 
16/10 a 30/10 – Recebimento dos trabalhos;
 
07/11 e 08/11 – Julgamento;
 
09/11 – Divulgação dos trabalhos premiados;
 
A partir de novembro/2013 – exposição itinerante;
 
*sujeito a alteração
 

 Serviço:

 
Lançamento: “1º Prêmio para Estudantes Graduandos em Arquitetura e Urbanismo de Santa Catarina”
Data: 23 de maio de 2013
Horário: 19 horas
Local: Centro Integrado de Cultura – CIC (Av. Governador Irineu Bornhausen, 5.600 – Agronômica – Florianópolis/SC)
 
Fonte: CAU/SC
 
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