MoMA adquire fotografias de Fernando Guerra do Museu Iberê Camargo

© Fernando Guerra | FG+SG    © Fernando Guerra | FG+SG

O MoMA – Museum of Modern Art de Nova Iorque - adquiriu recentemente para sua coleção cinco fotografias feitas por Fernando Guerra sobre o Museu Iberê Camargo, icônico edifício projetado por Álvaro Siza na cidade de Porto Alegre.

Guerra, um dos sócios fundadores do estúdio FG+SG, vem acompanhando nos últimos anos a trajetória de muitos grandes arquitetos portugueses, entre os quais Siza, laureado com o Pritzker em 1992.

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As fotografias comparadas pelo MoMA foram feitas em 2008 durante uma reportagem sobre o museu em Porto Alegre e foram posteriormente exibidas em uma exposição retrospectiva intitulada A Sombra da Luz – Retratos de Siza por Fernando Guerra.

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As fotografias integram o acervo do MoMA dedicado ao arquiteto português, que conta também com 21 desenhos originais e uma maquete do museu – projeto que rendeu à Siza a 1ª edição do Prêmio das Américas Mies Crown Hall (MCHAP), compartilhada com o projeto 1111 Lincoln Road de Herzog & de Meuron.

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Fonte:Romullo Baratto. "MoMA adquire fotografias de Fernando Guerra do Museu Iberê Camargo " 27 Dec 2014.ArchDaily Brasil. Acessado 28 Dez 2014.  http://www.archdaily.com.br/br/759593/moma-adquire-fotografias-de-fernando-guerra-do-museu-ibere-camargo

Pensando a Arquitetura para todos

2011/02/14 ELENARA LEITÃO

Nesse instigante texto o colega e amigo Oscar Müller fala sobre a Arquitetura Inclusiva, ou seja a Arquitetura para todos.

Como arquiteto e urbanista venho sendo instado a escrever sobre o tema da acessibilidade universal, tão em foco ultimamente. Já li bastante a respeito, e há tanta informação disponível, tantos detalhes muitas vezes repisados, que prefiro tratar o tema sobre um ângulo menos visitado, fincando um pé no real, e tecendo algumas considerações mais conceituais relacionadas com as responsabilidades dos profissionais que buscam atender a esta urgente necessidade social.

Acho mais útil comentar os aspectos conceituais, pois o que se pode ver nos espaços e edifícios públicos, me parece um desperdício do esforço na direção da melhora do problema. Dou um exemplo: o equipamento mais simples e comum que vemos diariamente, são aquelas pequenas plaquinhas metálicas em Braile, coladas nos elevadores, para auxiliar os deficientes visuais no momento de pressionar o botão correto. O baixo custo deste equipamento, ou a exigência da fiscalização tornaram estas plaquinhas nossas habituais conhecidas, entretanto, sozinhas, elas pouco auxiliam o cego.

Considere que depois de entrar no elevador, o deficiente visual pode reconhecer o botão correto pelo tato, mas depois de acioná-lo ele passa a depender da boa vontade de algum outro usuário, pois ainda que possa sentir o elevador parando, ou ouvir a porta se abrindo, não tem como identificar em que andar se encontra, a não ser que possa perguntar para outra pessoa.

As tais plaquinhas são portanto, pouco menos que inúteis, se não existirem outros cuidados, como um aviso auditivo informando em que andar acontece a parada. Entretanto, embora encontremos as tais placas na quase totalidade dos elevadores, é raríssimo encontrar um equipado com o aviso sonoro, que complementa a plaquinha de maneira essencial. Ainda sem sair deste pequeno espaço urbano, com que freqüência você, caro leitor, encontra um elevador com espelhos até o chão? Pois saiba que um espelho assim colocado é o que permite ao usuário de uma cadeira de rodas deixar o elevador no andar correto, e vendo seu caminho, para não atropelar ninguém com a cadeira...

É preciso tratar o assunto de maneira mais prática, e mais que atender todas as normas legais, o projetista deve assumir uma postura inclusiva como regra geral, considerando não apenas as deficiências contempladas pelas leis, mas também outras por ela esquecidas, mas que são também comuns na nossa sociedade.

Fonte

Arquitetar é verbo bi-transitivo, pouco importa o que dizem os dicionários. Arquitetamos alguma coisa para alguém, e quem incluímos neste grupo é absolutamente fundamental, tanto quanto quem excluímos. Normalmente o arquiteto leva alguns anos de prática antes de tornar consciente as opções que tomou quanto a este aspecto, mas depois que se conscientiza, reconhece com facilidade alguns indícios, tanto na sua própria estória de vida e produção, quanto no comportamento ou obra dos colegas. 
Quem incluímos ou excluímos é uma postura importante, que norteia inúmeros aspectos da nossa vida e trabalho, dos mais rudes, aos mais complexos. Como e quanto cobro, no que me aprofundo ou me especializo, o que pretendo como futuro profissional, de que formas minha atuação pode interferir no real, tudo isso e muito mais, ao mesmo tempo depende e demonstra esta postura. Há colegas que buscam incluir, e os que optam por excluir. Ocorre que muitos fatores, incluso tempo e inércia, colaboram com a tendência de exclusão, enquanto que a opção de incluir precisa ser tomada conscientemente, e se manifesta de forma extremamente particularizada...

Autoria - Ricardo Ferraz

Todos nós percebemos a realidade que nos cerca através dos nossos sentidos. Formamos nosso modelo de mundo através deste conjunto de entrada de dados, que é elaborado segundo inúmeros fatores, incluindo vivências anteriores, e a coletânea dos códigos que aprendemos a dominar. O que chamamos de realidade, é percebido de diferentes maneiras, com muitas deficiências e especificidades particulares a cada um. São estas variáveis que definem quais relações reconhecemos, e quais não. 
Cada indivíduo tem seu modelo de mundo, e o reconhece como sendo a realidade. Este modelo pode ser mais rico ou mais pobre, tende a ampliar-se conforme a compreensão e complexidade da sociedade em que o indivíduo está inserido, e na proporção em que um e outro forem mais longevos, mas também varia conforme o meio ambiente que ambos compartilham. No modelo de mundo de um esquimó, "torneira" ou "geladeira" podem ser conceitos inexistentes, mas também há variadas gradações para "branco", ou "neve" que lhe são familiares, e que simplesmente não reconhecemos. Logo também não somos capazes de perceber nenhuma relação que envolva estes conceitos.
Dentro de um mesmo grupo social esta percepção da realidade e a capacidade de perceber relações também varia individualmente. Assim, quem não aprendeu a ler, é deficiente desta habilidade e não reconhece uma conversa escrita, que por sua vez é real para os participantes que dominam este código. Da mesma maneira que as manchas formadas pelo desenho das letras acrescentam muito pouco para o analfabeto, sons também não são capazes de enriquecer o modelo de mundo do surdo, e aquele monte de peças debaixo do capô do automóvel não esclarece para minha tia, porque o carro não funciona. 
Uma determinada florada, inseto, ou odor, podem, isoladamente ou em conjunto, trazer informações para o campesino que o urbanóide desconhece. Somos todos deficientes de muitas maneiras, inábeis para decodificar inteiramente o ambiente que nos cerca, ou reconhecer relações. Na verdade cada um de nós domina uma quantidade muito pequena delas, se comparamos com o universo disponível de alternativas, e isto não pode ser motivo de demérito ou preconceito. 
Embora não seja muito civilizado fazer uso de códigos particulares, é evidente que ninguém vai parar de se comunicar pela fala em respeito aos surdos, deixar de ler porque ainda temos analfabetos na nossa sociedade, ou não usar cores porque existem pessoas daltônicas! Pelo contrário, a evolução da humanidade segue outra tendência, busca de todas as maneiras ampliar nossa percepção e entendimento da realidade. Criamos instrumentos para amplificar os sentidos, para potencializar nossas ações, mais que isso criamos novos códigos, novas maneiras de comunicação e expressão. Evoluímos aprendendo, agregando, somando, é o caminho inverso da exclusão...

A arquitetura, como qualquer outra realidade, também é vivenciada de maneira particularizada, e o que transmite depende da coincidência de códigos, inputs e relações compartilhadas por autor e usuário. Obviamente cada um de nós tenta agir onde é hábil, no campo das relações que reconhece (podendo ou não alcançar sucesso, o que depende também de outros fatores como talento, experiência, etc.), e deixa de agir onde é deficiente, fato quase inevitável, pois a única outra alternativa é a inação proposital ou aleatória. Também é evidente que a probabilidade de que existam mais diferenças do que coincidências entre o universo perceptivo dos personagens envolvidos é enorme. 
A compreensão deste fato assusta, pois sob esta perspectiva nossa probabilidade de acerto é ínfima! Mas não estamos fadados ao insucesso! Para começar, e é só um início, podemos nos valer de mínimos denominadores comuns, como os sentidos (pagando o preço de preconceituar excluindo os portadores de deficiências físicas), e considerando que todos os usuários podem ver, ouvir, sentir temperaturas, texturas, cheiros, etc., estabelecemos pontos de contato coincidentes, que podemos usar como referência para nortear a direção do nosso trabalho. 
Assim, posto que compartilhamos a habilidade de sentir frio e calor, podemos definir o que nos parece mais agradável, e é só a partir este parâmetro muitas vezes subjetivo, que intentamos obter conforto térmico, e assim por diante. 
Entendendo os sentidos enquanto canais de entrada de dados, já dispomos de um universo com o qual podemos trabalhar, é um começo, mas apenas isso. Há muito o que caminhar, outros mínimos denominadores comuns que podemos usar, muitas relações, códigos e experiências, prazeres, sensações e emoções que podemos ou não oportunar. O fundamental é perceber que não podemos ser exclusivistas a ponto de fazer arquitetura para quem não pode ver, ou ouvir, ou deixa de ter qualquer habilidade específica, como a de se emocionar com música ou poesia. Seria uma atitude no mínimo preconceituosa. Este pecado significa reduzir a arquitetura, diminuí-la, e a desculpa que desta forma a arte se torna mais facilmente decodificável, é apenas um erro.

Fonte

Precisamos nos preocupar em tornar "usáveis" nossos espaços urbanos e edificações que projetamos, para todos os portadores de deficiência, de maneira que estes possam usufruir ao máximo do que estes oferecem, sem esquecer que em muitos espaços públicos, não ser proprietário de um par de sapatos já é deficiência suficiente para impedir o acesso. 
Enfim, de maneira geral, quando o arquiteto decide trabalhar para quem não tem determinada capacidade, não só exclui os que tem esta capacidade, como também elegendo uma incapacitação específica, exclui todas as demais. Isso não ocorre só neste âmbito, há quem exclua por questões sociais, econômicas, raciais, culturais, e mais um montão de coisas diferentes. Incidimos comumente em aspectos específicos deste erro, como quando excluímos quem tem a capacidade de se emocionar com a beleza da função, com o ritmo dos volumes, o desenho do caminhar das sombras e luzes, ou seja lá o que for, apenas por que nossa deficiência no domínio de alguns destes códigos não nos permite reconhecer estas relações. 
Evidente, todos temos uns poucos pontos fortes, e um zilhão de deficiências, a maioria das quais nem reconhecemos, portanto certamente vamos falhar muitas vezes, o que é perfeitamente compreensível se a intenção é acertar! Até a falta de capacidade para reconhecer o erro é desculpável, só a repetição teimosa e consciente do erro que é inaceitável.

Oscar Müller
arquiteto e  urbanista

                                                                                          arquiteto@synapsis.org.br

Fonte: http://www.elenaraleitao.com.br/2011/02/pensando-arquitetura-para-todos.html

Menção Honrosa no Concurso Anexo da Biblioteca Nacional / Estudio BRA Arquitetura + Mono Arquitetos

Cortesia de Estudio BRA Arquitetura       Cortesia de Estudio BRA Arquitetura

menção honrosa

Competição: Concurso Anexo da Biblioteca Nacional
Premio: Menção Honrosa
Projeto:
Autores: André di Gregório, Rodrigo Maçonilio, Sérgio Vieira, Henrique Menezes, Anariá Ladeira e Mirian Paganotti , Inah Nassu, Beatriz Rocha e Patrícia Akiyama, Rio de Janeiro - RJ, 2014

Apresentamos a seguir o projeto de Estudio BRA Arquitetura e Mono Arquitetos premiado com uma Menção Honrosa no concurso Anexo da Biblioteca Nacional, promovido pela Fundação Biblioteca Nacional (FBN) e pela Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP), e organizado pelo Departamento Rio de Janeiro do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-RJ).

Cortesia de Estudio BRA ArquiteturaCortesia de Estudio BRA ArquiteturaCortesia de Estudio BRA ArquiteturaCortesia de Estudio BRA Arquitetura

Dos arquitetos: Garantir a importância da Biblioteca Nacional como uma das maiores instituições culturais do país, e inseri-la no panorama da cidade do Rio de Janeiro, considerando suas transformações urbanas e de hábitos. Estes foram os princípios que nortearam a equipe na elaboração de nossa proposta. A arquitetura passa a cumprir a primordial função da construção que é estabelecer como os principais pontos de enfoque a relação livro x leitor e edifício x cidade.

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Cortesia de Estudio BRA Arquitetura     Cortesia de Estudio BRA Arquitetura

Propormos a reforma do anexo da biblioteca nacional levando em consideração a intenção da cidade em transformar em espaço cultural e de lazer a decadente região portuária, fazendo deste anexo um dos principais equipamentos culturais dessa região, modernizando e qualificando a edificação existente e seu entorno imediato para que receba de maneira renovada uma grande parte do público que fará do seu cotidiano essa nova área. É um ato de reafirmação do acesso amplo e de qualidade à informação, de tal modo a promover o constante desenvolvimento intelectual e cultural dos usuários.

PARTIDO E CONCEITO

Ao analisar a implantação atual do conjunto e a futura construção do Porto Maravilha, identificamos a importância de ligar estes dois espaços através de um térreo com programa e partido aplicados ao fluxo de pedestres. Pelo térreo será feita a principal ligação direta entre a Via Binário do Porto, ao norte do lote, para as praças, boulevares e armazéns da nova região portuária. Esta ligação será feita por uma praça arborizada e também sob o balanço dos edifícios de acordo com nossa proposta.

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Planta do térreo. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura    Planta do térreo. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura

SETOR ADMINISTRATIVO

Devido ao sistema estrutural existente ser composto de uma malha estrutural muito fechada, a equipe considerou pertinente a instalação do programa administrativo no térreo do corpo principal existente, cujos espaços de trabalho seriam adaptados mais facilmente às distâncias entre pilares. Foram removidas todas as alvenarias não estruturais deste térreo de modo a criar uma permeabilidade visual e um compreendimento, por parte dos visitantes, sobre os setores e acessos ao conjunto da biblioteca. Revestimos com pele de vidro este térreo para que haja iluminação natural para os ambientes de trabalho, e uma desejável transparência para o mar e a cidade para quem visita a biblioteca. A privacidade necessária para os ambientes de trabalho será garantida pelo projeto de um paisagismo externo, circundando com vegetação as áreas que devem ser menos expostas.

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Cortesia de Estudio BRA Arquitetura       Cortesia de Estudio BRA Arquitetura

Com cerca de 5m de pé direito dispostos no térreo, indicamos a construção de mezaninos para atender ao programa administrativo, tornando dinâmico o espaço de trabalho e circulação através de rampas e escadas que ligam as salas superiores e ambientes de convivência.

BIBLIOTECA PÚBLICA

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Cortesia de Estudio BRA Arquitetura        Cortesia de Estudio BRA Arquitetura

Complementando o acervo disposto pelo anexo da biblioteca nacional e seu funcionamento, propomos a edificação de um novo volume na parcela sul do lote. Um volume vertical, com certa transparência, suspenso em seu térreo, que possibilita ao usuário diferentes experiências ao visitar a biblioteca pública. Devido à condição estrutural, o acervo será mantido praticamente todo no antigo anexo, e o novo volume proposto daria abrigo ao programa de consultas e salas técnicas. Esta proposta conta com três pavimentos subsolo para estacionamento, vestiário e bicicletário, e um auditório para 154 pessoas. No seu térreo está localizada a doca de recebimento, em posição estratégica de modo que fique próxima ao setor administrativo no térreo do anexo principal, e próximo também do Centro de Processos Técnicos, localizado no pavimento superior a doca. As salas de trabalho do CPT são dispostas em planta juntos à fachada, de maneira a aproveitar a iluminação e ventilação natural.

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Cortesia de Estudio BRA Arquitetura     Cortesia de Estudio BRA Arquitetura

Seu acesso aconteceria de maneira independente, facilitando o controle de visitantes, material recebido e funcionários, e a circulação vertical proposta em um bloco rígido que concentra escadas, elevadores para visitantes, monta-cargas para livros e materiais diversos e sanitários. Em complemento ao bloco de circulação vertical, incluímos um vão central que proporciona uma permeabilidade visual e leitura de como o programa está disposto pelos pavimentos, entre salas de consulta, leitura, estudos, oficinas e espaços de convivência.

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Cortesia de Estudio BRA Arquitetura     Cortesia de Estudio BRA Arquitetura

Aproveitando de sua verticalidade e transparência, o volume proposto oferece uma leitura mais complexa: do material em acervo ao exterior natural e urbano, enquadrando a paisagem com vistas para a Guanabara, os morros da cidade e a futura implantação do porto maravilha. Para a cobertura, indicamos um mirante de acesso público que faça a ligação de todos os blocos, e que dá lugar a um restaurante. Com estas medidas, inserimos a biblioteca e seu acervo no novo panorama da cidade do Rio de Janeiro.

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Corte B. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura    Corte B. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura

Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
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Plantas do 2º e 3º subsolo. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Plantas do 2º e 3º subsolo. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Planta do 1º subsolo. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Planta do 1º subsolo. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Planta do térreo. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Planta do térreo. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Planta do mezanino. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Planta do mezanino. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Planta do primeiro pavimento. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Planta do primeiro pavimento. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Planta do segundo pavimento. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Planta do segundo pavimento. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Planta do terceiro pavimento. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Planta do terceiro pavimento. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Planta de cobertura. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Planta de cobertura. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Axonométrica explodida. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Axonométrica explodida. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Corte A. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Corte A. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Corte B. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Corte B. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Corte C. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura
Corte C. Image Cortesia de Estudio BRA Arquitetura

 

Fonte:Romullo Baratto. "Menção Honrosa no Concurso Anexo da Biblioteca Nacional / Estudio BRA Arquitetura + Mono Arquitetos" 26 Dec 2014. ArchDaily Brasil. Acessado 27 Dez 2014.  http://www.archdaily.com.br/br/759556/mencao-honrosa-no-concurso-anexo-da-biblioteca-nacional-estudio-bra-arquitetura-plus-mono-arquitetos

Iphan abre inscrições para o Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural

Edital mestrado profissional 2015

Os interessados em participar da seleção das 20 bolsas de estudo do Mestrado Profissional em Preservação do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (PEP/MP/Iphan) poderão se inscrever até o dia 02 de março de 2015.

O Mestrado Profissional destina-se a formar, durante 24 meses, profissionais graduados em diversas áreas de conhecimento para atuarem no campo da preservação do patrimônio cultural. O curso associa as práticas de preservação nas unidades da Instituição, distribuídas no território nacional, ao aprendizado teórico-metodológico e à pesquisa.

O início das atividades será dia 03 de agosto de 2015, conforme determinações do Edital abaixo.

Anexo: Edital
Anexo: Texto 1
Anexo: Texto 2
Anexo: Texto 3
Anexo: Texto 4
Anexo: Texto 5
Anexo: Texto 6

Fonte:http://portal.iphan.gov.br/portal/montarDetalheConteudo.do?id=18758&sigla=Noticia&retorno=detalheNoticia

Anunciada a equipe curatorial da Trienal de Oslo 2016

Proposta vencedora OAT 2016. Imagem © After Belonging Agency    Proposta vencedora OAT 2016. Imagem © After Belonging Agency

A After Belonging Agency (ABA) anunciou a equipe curatorial da Trienal de Arquitetura de Oslo 2016 para sua proposta "In-Residence, On Residence, and the Ways We Stay In-Transit".

Estabelecida em 2000, a trienal de 2016 será a sexta edição do evento. Na esteira de uma chamada aberta de curadores lançada em setembro deste ano, a Trienal elegeu quatro equipes para a fase de entrevistas: Crimson Architectural Historians, de Roterdã,  Justin McGuirk, de Londres, Dan Handel, curador canadense, e uma equipe de cinco arquitetos espanhóis que trabalham em Nova Iorque, After Belonging Agency. A proposta de Lluis Alexandre Casanovas Blanco, Ignacio González Galán, Carlos Minguez Carrasco, Alejandra Navarrete Llopis, e Marina Otero Verzier foi escolhida unanimemente pelo júri composto por  Hege Maria Eriksson, Nina Berre, e Gro Bonesmo, entre outros.

A ABA propõe uma Trienal que "focará nos desafios futuros da migração". Os curadores investigarão "como a cidades e a arquitetura reagem ao fato de grandes contingentes de pessoas se deslocarem e assentarem em novos lugares." Segundo a citação do júri, Oslo é uma das cidades que mais crescem na Europa e "os curadores nos lembraram que, segundo estatísticas, metade da população de Oslo em 2040 será composta por imigrantes. Essa circulação global de pessoas cria novas situações em que nossa relação com objetos, lugares e pertencimento estão mudando." Assim, a principal parte da exposição focará na noção de 'residência' em um mundo em mudança, ao passo que a segunda parte da proposta convidará arquitetos de todo o mundo a participar de um programa de residência na cidade de Oslo.

O júri não considerou a proposta da ABA relevante apenas para Oslo, mas vê um "escopo internacional maior" no conceito. Eles acreditam que a trienal "poderia agir como uma plataforma para desenvolver novas estratégias sobre como lidar com as questões migratórias, e servir como uma fundação para novas visões de desenvolvimento urbano e políticas habitacionais tanto em nível local como internacional."

Saiba mais aqui.

Saiba mais sobre a Trienal de Oslo 2013 aqui.

 

Fonte:Taylor-Foster, James. "Anunciada a equipe curatorial da Trienal de Oslo 2016" [Curatorial Team Announced For The 2016 Oslo Triennale] 26 Dec 2014. ArchDaily Brasil. (Trad. Romullo Baratto) Acessado26 Dez 2014.  http://www.archdaily.com.br/br/759442/anunciada-a-equipe-curatorial-da-trienal-de-oslo-2016

10 pontos sobre uma arquitetura para o ciclismo

© Steven Fleming and Charlotte Morton          © Steven Fleming and Charlotte Morton

Uma revolução está acontecendo no projeto das ruas. Nova Iorque, uma cidade que serve de termômetro para o mundo, fez com que seus cidadãos comuns utilizassem a bicicleta como meio de transporte. Fizeram isso ao reservar uma pista de cada grande avenida apenas aos ciclistas, com barreiras para protegê-los do tráfego.

Agora, centenas de cidades estão se renovando para se adequar às bicicletas, enquanto em Nova Iorque há um sentimento de que mais mudanças estão por vir. Muitos nova-iorquinos prefeririam que sua cidade fosse mais como Copenhague, onde 40% de todos os trajetos são feitos de bicicleta. Mas Copenhague quer ainda mais. Onde isso vai parar?

Se você considerar que estamos falando sobre um meio de transporte que melhora nosso desempenho cardíaco, reúne muito mais pessoas nas ruas do que seria possível em carros, não polui, e custa aos governos e à quem utiliza um valor quase insignificante, você não vai se perguntar onde isso vai parar, mas o que deve ser feito para que todos os trajetos sejam realizados em bicicleta.

© Steven Fleming and Charlotte Morton© Steven Fleming and Charlotte Morton© Steven Fleming and Charlotte MortonA proposta de Steven Fleming e Charlotte Morton para as Residências Frederick Douglassem Nova Iorque. Imagem © Steven Fleming and Charlotte Morton

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© Steven Fleming and Charlotte Morton     © Steven Fleming and Charlotte Morton

O maior índice de referência foi visto na China, onde, até algumas décadas atrás, o ciclismo representava cerca de 80% do meio de transporte em algumas cidades. Mao Zedong pôde conseguir isso através do reforço de uma visão coletiva. Em democracias nós temos que criar atrativos. A maioria, eu sugiro, oriundos da imaginação de arquitetos. Este artigo é ilustrado por uma provocação projetual que desenvolvi junto com Charlotte Morton, em um terreno simbólico de Manhattan. As Residências Frederick Douglas são emblemáticas da tentativa do pós segunda guerra de transformar Nova Iorque em uma cidade para os carros, quando, como sabemos, foi construída como uma cidade para os pedestres.

O terreno pôde ser densificado novamente com mais apartamentos acessados por elevador. Em outras palavras, poderia ser levado ao passado, da era dos carros nos anos de 1960 para a era dos pedestres de 1860. Mas e se pudesse ser levada adiante no tempo? E se pudesse exibir os princípios arquitetônicos que acompanhariam uma era futura do transporte de bicicleta? Abaixo estão dez maneiras de fazer com que isso aconteça.

1. Fazer com que as bicicletas sejam compatíveis com a vida em edifícios

Muitos roubos de bicicleta poderiam ser evitados se percebêssemos que bicicletas não são objetos encardidos. Esse pode ter sido um problema na época dos cavalos, mas nos dias de hoje cadeiras de roda e carrinhos de bebês vão das ruas para dentro das edificações e ninguém se importa. Então por que não levamos nossas bicicletas para dentro também?

Imagine as vantagens para um pai ou uma mãe. Ele ou ela poderia pedalar de dentro de seu apartamento diretamente para o corredor de comida congelada no supermercado. Com uma bicicleta de carga poderia levar seu bebê junto para o passeio e utilizar sua bicicleta como um carrinho de bebê.

Ou e se uma bicicleta de alguém que trabalha em um escritório os acompanhasse como uma pasta? Eles poderiam colocar sua bicicleta em sua mesa de trabalho, então em sua mesa em casa, então na mesa no café onde gostam de ver seus emails. Sua cestinha poderia abrir como parte de um escritório portátil.

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2. Fazer com que a bicicleta seja a maneira mais rápida de sair de casa

Nos edifícios de apartamento que possuem rampas de acesso ao solo ou onde um terreno inclinado se ergue para intersectar os planos de galerias de acesso, a maneira mais rápida de chegar ao solo a partir de um apartamento em nível elevado pode ser através da bicicleta. Meu próximo livro, Velotopia, terá ideias para blocos de apartamento que desenvolvem ainda mais essa ideia. Áreas residenciais são projetadas como depósitos de bicicletas, levando o máximo de pessoas para as ruas com suas bicicletas.

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3. Proteção contra o tempo

Apesar do que alguns defensores da bicicleta como meio de transporte possam dizer, a chuva impede que muitas pessoas pedalem para o trabalho ou para a escola. Qualquer um que diga que andar de bicicleta deveria ser diferente de dirigir ou pegar um ônibus, por não ter um teto, desfruta de pedalar para o trabalho em qualquer clima. Naturalmente eles resistem aos confortos que fariam com que todos pedalassem.

Ignore sua agenda mesquinha! Como arquitetos, temos de estar focados em proteger os ciclistas do vento, sol escaldante e da chuva, colocando, assim, o ciclismo em pé de igualdade com outros modos de transporte.

4. Esculpir o terreno para controlar a velocidade dos ciclistas

Em qualquer lugar onde as bicicletas devem reduzir sua velocidade, como em cruzamentos ou pontos de maior atividade, os ciclistas podem ser salvos do incômodo de frear se, como projetistas, elevarmos o solo nestes pontos em um ou dois metros. Pessoas em bicicletas reduzirão a velocidade conforme a cota se eleva e recuperarão a velocidade quando a cota voltar a baixar.

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5. Fazer as pazes entre as bicicletas e os pedestres

Carros podem ser proibidos em nossas cidades, ou pelo menos em partes delas, mas os ciclistas e os pedestres precisam fazer as pazes. Considere isso: os paralelepípedos ficam muito bem embaixo de pés mas são terríveis para as duas rodas, enquanto uma rua inclinada não é nenhum problema para a bicicleta mas pode causar ao pedestre dores no tornozelo. Agora junte os dois pontos. Também, voltando ao ponto 4, áreas elevadas compartilhadas podem ser ligadas com pontes, deixando às áreas mais baixas para o ciclismo rápido.

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© Steven Fleming and Charlotte Morton     © Steven Fleming and Charlotte Morton

6. Apreciar os mapas cognitivos dos ciclistas de suas cidades

Muitos motoristas sabem como chegar em seu destino através de estacionamentos subterrâneos conectados por túneis que atravessam a cidade, enquanto um usuário de metrô pega dois trens para chegar até seu destino, apenas para descobrir que ele se encontrava a uma curta distância a pé. Aqueles de nós que estão habituados ao transporte de bicicleta têm outra imagem da cidade, muitas vezes dominadas pela orla, trilhas de corredores ferroviários e parques lineares. Os arquitetos precisam levar em consideração os mapas cognitivos dos ciclistas quando analisam os terrenos, planejam ligações entre locais, e determinam onde projetar as entradas.

7. O ciclismo dissolve a dicotomia mobilidade/acesso

Uma vez que aceitamos que o meio mais rápido de transportar pessoas em uma cidade pode ser empurrado ou até montado, a dicotomia que vemos em uma cidade para carros entre a mobilidade e o acesso deixa de ter importância. Ciclovias arteriais podem também funcionar como rotas comerciais.

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8. Dispersão de lojas

As pessoas caminham a uma velocidade de cerca de 3-5 quilômetros por hora e pedalam a 15-25 quilômetros por hora. Isto significa que em um bairro voltado para a bicicleta, as lojas podem estar a uma distância até cinco vezes maior umas das outras, mas não ficam tão longe se medirmos a distância em segundos. Ao invés de concentrar as atividades ao longo das avenidas, que sempre deixa de lado as ruas laterais sem qualquer vigilância passiva, as fachadas das lojas podem ser dispersadas.

9. O conceito de campode aglomeração

Alguns dos princípios anteriores - dispersar as lojas, elevar espaços compartilhados para ajudar os ciclistas a reduzirem a velocidade e descartar as velhas distinções entre rotas de acesso e mobilidade - dão origem a uma alternativa em relação à rua tradicional como base do planejamento de cidades. O plano do chão pode se tornar um campo de aglomeração. As galerias acessadas por rampas do bloco helicoidal elevado de apartamentos e as entradas de lojas solitárias que foram dispersadas, seriam encontradas nas partes mais altas. Os pedestres poderiam se mover através das passarelas e os ciclistas poderiam utilizar a área abaixo. As ciclovias nestes níveis mais baixos podem passar entre os blocos elevados, permitindo que ciclistas façam o caminho mais curto entre quaisquer dois pontos na cidade.

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Um típico bloco residencial ciclista. Imagem © Steven Fleming and Charlotte Morton    Um típico bloco residencial ciclista. Imagem © Steven Fleming and Charlotte Morton

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Corte de um bloco residencial ciclista típico. Imagem © Steven Fleming and Charlotte Morton     Corte de um bloco residencial ciclista típico. Imagem © Steven Fleming and Charlotte Morton

10. Provocar com propostas

Qual é a verdadeira lição a ser aprendida de visões provocativas como o Plano Voisin de Le Corbusier ou a Broadacre City de Frank Lloyd Wright? Se pensarmos que estas provocações são perigosas, perdemos uma verdadeira lição de história, que é a de que provocações trazem mudanças. Foi ruim nos anos 50 quando a ideia era ocupar as cidades com carros. A situação é diferente agora que as cidades precisam de consertos. Talvez, a visão de uma cidade mais adequada ao ciclismo, se atingir a imaginação do público, se torne o motor de uma mudança positiva.

O paradigma cidade-carro foi introduzido aos novaiorquinos em uma exposição chamada Futurama em sua Feira Mundial de 1939. A ideia foi de fazer as edificações altas e esbeltas para que, no nível do solo, houvesse espaço para ruas muito mais largas - a mobilidade pela mobilidade. O que resultou de tudo isto foram torres cercadas por estacionamentos e moradores com distâncias mais longe para caminhar.

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A proposta de Steven Fleming e Charlotte Morton para as Residências Frederick Douglassem Nova Iorque. Imagem © Steven Fleming and Charlotte Morton     A proposta de Steven Fleming e Charlotte Morton para as Residências Frederick Douglassem Nova Iorque. Imagem © Steven Fleming and Charlotte Morton

A proposta é substituir duas torres por um bloco helicoidal duplo que teria rampas de acesso a todos os apartamentos. O percurso de bicicleta que percorre paralelamente a 97th Street Traverse até o Central Park se estenderia para chegar ao local. Novas ciclovias chegando até o terreno das Residências Frederic Douglas atrairiam pessoas de bicicleta da Amsterdam Ave e quadras ao norte da 104th Street. Para um número crescente de novaiorquinos que trocaram caminhar e dirigir por andar de bicicleta, o local se tornaria um portal importante entre a extensa rede de ciclovias do Central Park e no Upper West Side. Muitos ciclistas o veriam como o endereço perfeito.

Steven Fleming é um acadêmico na Universidade daTazmânia, Austrália e autor do livro Cycle Space, e do próximo livro Velotopia, que será publicado pela NAi010 Publishers em Rotterdam. Ele consulta profissionais da indústria da construção e agências do governo sobre edifícios para bicicletas. Encontre-o na internet em cycle-space.com e siga-o no Twitter @behoovingmoving

 

Fonte:Fleming, Steven. "10 pontos sobre uma arquitetura para o ciclismo" [10 Points of a Bicycling Architecture] 26 Dec 2014. ArchDaily Brasil. (Trad. Arthur Stofella) Acessado 26 Dez 2014. http://www.archdaily.com.br/br/759546/10-questoes-de-uma-arquitetura-ciclistica

 
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