Um box com quatro volumes imprescindíveis para melhorar as habilidades em design, desenho e pensamento visual e um sketchbook. Com quatro livros (Um olhar criativo,Desenho anatômico. Técnicas de desenho, Como desenhar de forma errada), Peter Jennypropõe uma série de exercícios para explorar a criatividade do leitor e, ao mesmo tempo, estimular e melhorar suas habilidades com o desenho, o design e o pensamento visual.
1 UM OLHAR CRIATIVO Como observar e reformular a realidade a partir de uma ótica criativa e artística? Nesse pequeno volume, Peter Jenny propõe 22 exercícios para reinterpretar o mundo com simples técnicas artísticas. Desde amassar um pedaço de papel ou criar, deliberadamente, manchas de café, até copiar objetos com técnica de relevo ou fotografar pedaços de madeira. Cada atividade proposta nos força a expandir o campo de visão para redescobrir uma nova realidade. Um olhar criativo é como um pequeno guia prático e estimulante para exercitar nossa capacidade de criação.
2 DESENHO ANATÔMICO Como representar a figura humana com formas imaginativas e novas perspectivas? Neste pequeno compêndio, Peter Jenny reúne 22 exercícios para representar a figura humana, aplicando técnicas surpreendentes de desenho. Desde tocar ou escrever, até fazer miniaturas ou animações, Desenho anatômico propõe uma série de recursos e ações mais ou menos distantes do exercício de desenhar, que permitirão reinventar a figura humana e multiplicar exponencialmente as visões sobre o nosso corpo.
3 TÉCNICAS DE DESENHO Como escutar, sugerir ou representar utilizando um lápis e um pedaço de papel? Neste breve volume, Peter Jenny propõe 22 exercícios para aplicar, com desenho, ações que tradicionalmente pertencem aos sentidos, ao pensamento e à comunicação. Técnicas de desenho não apenas incentiva a colocar em prática recursos distintos como também convida a aprofundar no pensamento visual e a entender o desenho como forma potente e criativa de comunicação.
4 COMO DESENHAR DE FORMA ERRADAPeter Jenny propõe 22 exercícios para o leitor liberar a mente de qualquer norma prévia e, simplesmente, desenhar. Ao questionar o padrão estabelecido, o autor cria novas formas de treinar o traço e de estimular a criatividade – desde desenhando rostos humanos em fotos de publicidade de um carro, por exemplo, ou deformando perspectivas. A ideia de Como desenhar de forma errada, lançamento da Gustavo Gili Brasil em português, é apresentar formas de percepção pouco convencionais e relacioná-las aos seres humanos e a seu ambiente.
Peter Jenny (Sool, Suíça, 1942) é professor emérito e catedrático de design gráfico na ETH de Zurique, Suíça. Publicou diversos livros sobre design e pensamento visual
Cena do Documentário: "Lina Bo Bardi" de Aurélio Michiles
Hoje comemoramos o centenário de nascimento de Lina Bo Bardi, para celebrar o dia apresentamos no Cinema e Arquitetura um documentário completo sobre a arquiteta, dirigido por Aurélio Michiles.
O documentário foi lançado em 1993 pelo Instituto Lina Bo e P. M Bardi, fundado em 1990, e que tem como finalidade preservar o legado de seus fundadores, promovendo e divulgando a arte e a cultura brasileiras no Brasil e no exterior.
Com depoimentos de grandes personalidades sobre a arquiteta como Caetano Veloso, Zé Celso Martinez, Wally Salomão, Darcy Ribeiro, Frei Betto, Pietro Maria Bardi, entre outros, o filme traz um registro afetuoso da vida da arquiteta, uma oportunidade de conhecer um pouco sobre o passado do Brasil e o papel fundamental de Lina na cultura do país.
FICHA TÉCNICA
Título: Lina Bo Bardi Direção e Edição: Aurélio Michiles Roteiro e Pesquisa: Isa G. Ferraz Produção e Assistente de Direção: Elaine Cesar Música: Paulo Tatit e Sandra Peres Ano: 1993 Duração: 50 min País: Brasil Realização: Instituto Lina Bo e P.M. Bardi
Em enquete no site do Senado Federal é possível apoiar a campanha em prol da aprovação do PLC 13/2013
O site do Senado Federal abriu uma aba e-Legislação – Opine sobre Projetos onde se pode votar a favor do PLC 13 de 2013. Para quem ainda não conhece, o projeto de lei acrescenta parágrafo único ao art. 1º da Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, caracterizando como essenciais e exclusivas de Estado as atividades exercidas por Engenheiros, Arquitetos e Engenheiros-Agrônomos ocupantes de cargo efetivo no serviço público federal, estadual e municipal.
A aprovação deste projeto de lei significa um grande avanço a nossa categoria, por isso é importante participar e votar a favor. O acesso ao site pode ser feito clicando aqui. Para votar, basta fazer um cadastro rápido com nome e e-mail.
Autor: iabtocantins
| Publicado em: sexta-feira, dezembro 04, 2015 |
Um manual para o profissional recém-formado.
JEAN TOSETTO e ÊNIO PADILHA 1ª ed. 2015 - 176 páginas ISBN 978 85 67657 02 8
Prefácio: Alan Cury(Arquiteto e Urbanista)
Leia o primeiro capítulo do livro (ESTUDOS PRELIMINARES) (arquivo .PDF - 29 pág.)
O livro "Arquiteto 1.0 - Um manual para o profissional recém-formado" é inspirador, a começar pelo fato de ser escrito pelas mãos de um engenheiro (Padilha) e um arquiteto (Tosetto), um sinal de que a "rivalidade" é coisa ultrapassada.
A leitura estimula a confiança daqueles que sonham projetar e compreender a relação entre o êxito profissional e o seu entorno, seus limites pessoais e suas possibilidades, chamando para si o cuidado com seu futuro.
Espero que os jovens arquitetos e os arquitetos jovens (com mais de 40 anos) utilizem este livro não só para leitura, mas sobretudo para consultas diárias e encontrem nele a segurança e os conselhos necessários a uma carreira de êxito. Não se trata neste manual de induzir o recém-formado a administrar sua carreira de forma tradicional, trata-se, antes, de responder aos desafios atuais da profissão e propor alternativas para o seu desenvolvimento, afinal o mundo está em constante transformação.
O tempo de retorno do investimento em um escritório; a criação de uma cartela de clientes; sazonalidade; custos e valoração de serviços. Mesmo com tantos obstáculos enfrentados pelo recém-formado a obra inclui histórias reais de profissionais que venceram em suas carreiras e nos mostra que o sucesso está ao nosso alcance.
Aconselho a leitura a todos, não somente aos recém-formados como o titulo propõe, afinal em nossa profissão estamos sempre nos revisitando, reinventando e redescobrindo. É uma leitura magnífica, estimulante, positiva e descontraída. Fonte e mais informações: http://www.oitonovetres.com.br/loja#111
O calendário conta com fotos do artista e se trata de um projeto anual desenvolvido por sua entidade
No próximo dia 5 de dezembro (sábado), a Fundação Athos Bulcão fará o lançamento do Calendário Ilustrado 2016, a partir das 10h, na loja situada na CLS 404, Bloco D, Asa Sul. O calendário conta com fotos do artista plástico e se trata de um projeto anual desenvolvido pela entidade, cujo objetivo é de dar continuidade à divulgação do trabalho e das obras deste artista plástico que escolheu Brasília para viver.
Mais famoso arquiteto brasileiro morreu no dia 5 de dezembro de 2012. Nos seus últimos anos de vida, apoiou a criação do CAU
Neste sábado, 5 de dezembro, completa-se três anos da morte de Oscar Niemeyer. O maior arquiteto brasileiro, uma dos maiores expoentes do modernismo, ganhador do Prêmio Pritzker e responsável por dezenas de obras históricas no Brasil e no mundo, segue sendo exemplo para as novas gerações de profissionais que se dedicam à Arquitetura. Nos seus últimos anos de vida, Niemeyer foi um dos maiores apoiadores da criação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo, emprestando seu prestígio e imagem para apoiar uma causa que vinha sendo perseguida há décadas pela categoria. Inclusive o CAU foi fundado no mesmo dia de seu aniversário, 15 de dezembro, data em que se comemora o Dia do Arquiteto e Urbanista.
Em homenagem a Oscar Niemeyer, destacamos aqui alguns materiais especiais que destacam a obra monumental deixada por ele. O site do Museu Oscar Niemeyer, por exemplo, oferece uma visita virtual 3D, materiais de exposições em cartaz e consulta para o acervo da instituição. O Museu, inaugurado em 2002 em Curitiba (PR), possui um acervo de mais de 9 mil publicações e periódicos para pesquisa e mais de 3.400 mil peças, composto por obras dos paranaenses Alfredo Andersen, João Turin, Theodoro De Bona, Miguel Bakun, Guido Viaro e Helena Wong, além de Tarsila do Amaral, Cândido Portinari, Oscar Niemeyer, Ianelli, Caribé, Tomie Othake, Andy Warhol, Di Cavalcanti, Francisco Brennand, entre outros. O espaço foi eleito um dos 20 museus mais bonitos do mundo pelo guia norte-americano Flavorwire e foi escolhido pelo público do TripAdvisor um dos principais pontos turísticos de Curitiba. Conheça aqui o site do Museu.
Museu Oscar Niemeyer em Curitiba
Em 2013, um mês após a morte do arquiteto, a Revista Darcy, publicação da Universidade de Brasília, publicou um ensaio especial das obras de Niemeyer em Brasília, feito pelo premiado fotógrafo José Varella, ex-aluno da UnB. Confira aqui.
Edição especial da Revista Darcy em homenagem a Niemeyer
Neste 2015, foi lançado o documentário “Oscar Niemeyer – A luta é longa”, que aborda a trajetória, hábitos e rotina do arquiteto após ele completar 100 anos de vida. Dois de seus principais parceiros nessa fase, Jair Valera, arquiteto-chefe da equipe do escritório, e Luiz Alberto Oliveira, físico e seu professor, contribuem como personagens da narrativa junto a depoimentos dos arquitetos Paulo Mendes da Rocha, Frank Gehry e Richard Rogers sobre o papel indissociável de Oscar no olhar do século XX. O filme é dirigido por Bernardo Pinheiro Mota. Veja o trailer abaixo:
Palavras do arquiteto e urbanista Gustavo Restrepo, um dos responsáveis pela transformação da cidade
Comuna 13
As escadas rolantes e os teleféricos que levam aos bairros pobres no alto da montanha, os parque-bibliotecas, o sistema de transporte de massa tornaram Medellin, na Colômbia, reconhecida pelas boas práticas de soluções arquitetônicas e urbanísticas. Dai pensar que esses projetos devem ser replicáveis pontualmente em outras cidades – como tem ocorrido – vai uma distância enorme, alerta Gustavo Restrepo, arquiteto e urbanista colombiano. Com a autoridade de quem coordenou a reabilitação de áreas degradadas como a Comuna 13 e a implantação do Metroplus, marcos no processo de transformação da cidade mais violenta do mundo nos anos 70 na mais criativa em 2013 segundo a BBC, ele afirma que “o que se deve copiar é a metodologia”.
Gustavo Restrepo
São duas as premissas, disse ele em entrevista para o CAU/BR, durante sua permanência em Pernambuco para participar do Urban Thinkers Campus Recife, único evento promovido pela UN-Habitat no Brasil antes da III Habitat a se realizar em Quito em 2016. A organização foi do Centro de Pesquisa e Inovação para as Cidades (Inciti) da Universidade Federal do Pernambuco, com apoio do CAU/PE e do CAU/BR.
A primeira premissa, segundo o Gustavo Restrepo, é que os arquitetos e urbanistas devem se ver como “uma” roda de uma engrenagem, não como “a” engrenagem do planejamento urbano, que se tornou muito mais do que uma tarefa de organização espacial. “É uma tarefa multidisciplinar que envolve assistentes sociais, advogados, médicos, engenheiros e outros profissionais que se unem para construir os sonhos de uma comunidade”.
A segunda é que o cliente do planejador urbano não é o alcaide (prefeito) ou seus secretários, mas os cidadãos. “Nós temos que trabalhar com as pessoas. São elas que têm problemas, que não são iguais para todos, cada bairro é distinto, assim como seus sonhos”
A metodologia tem o social como plataforma e três fases: antes, durante e depois. O impulso inicial foi pela decisão política de um alcaide de lançar o programa “Medellin, la mas educada”, baseada no diálogo e na conciliação, com o objetivo de superar o medo do tráfico de drogas e assassinatos. “Só a educação coletiva, entretanto, não basta. É preciso também a participação do cidadão e isso é uma atitude intrínseca, ele tem que assumir-se como gestor de seu próprio crescimento, não ficar só se queixando do poder público”. Em Medellin, essa nova cultura cidadã foi fundamental para a implementação de um plano de desenvolvimento urbano integrado, alavancador da Medellin pós Pablo Escobar.
A Escola da Cidadeestá com inscrições abertas para três cursos de pós-graduação lato sensu. Desde 2009 a faculdade oferece cursos de especialização e os resultados de sucesso demonstram a consolidação desta proposta.
O programa, que tem como tema principal “Civilização América – Um Olhar através da Arquitetura” se estrutura nas seguintes especializações: ‘Geografia, Cidade e Arquitetura’, ‘Habitação e Cidade’ e ‘Arquitetura, Educação e Sociedade’ - este último pela primeira vez aberto ao público externo.
ARQUITETURA, EDUCAÇÃO E SOCIEDADE
Esta especialização lato sensu, que entra em sua segunda edição no ano de 2016, e pela primeira vez aberta ao público externo, propõe uma ampla reflexão sobre a educação em arquitetura e urbanismo. Através de seminários e palestras com profissionais reconhecidos pretende incentivar uma discussão sobre o papel dos professores e a formação dos jovens profissionais na contemporaneidade. Pretende fomentar a reflexão sobre a atividade docente, estudando teorias e planos de ensino, experiências de ensino em diferentes universidades apresentadas e discutidas como possibilidade para novas matrizes para o ensino de arquitetura, pesquisas específicas conexas à pedagogia a fim de relacionar esferas culturais, socioeconômicas e ambientais.
Visa sistematizar e analisar os problemas enfrentados na prática do ensino de arquitetura e urbanismo, avaliar procedimentos adotados face aos seus resultados, além de estudar, através do exercício crítico, novas propostas para transformação da escola e formação de um corpo mais preparado de arquitetos para enfrentar demandas da sociedade atual.
O projeto de arquitetura é entendido como investigação e produção de conhecimento. Esta proposta é inovadora no Brasil por promover atualização técnica no campo do ensino, particularmente do ensino de arquitetura e urbanismo, com a consolidação da postura crítica como possibilidade de experimentação de novas propostas educacionais.
O curso é coordenado pelas arquitetas Cristiane Muniz e Maira Rios, com graduação e mestrado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAAUSP). Professores-coordenadores de sequências da graduação da Escola da Cidadeserão corresponsáveis pela organização dos módulos do curso Arquitetura, Educação e Sociedade.
GEOGRAFIA, CIDADE E ARQUITETURA
Esta especialização lato sensu se propõe a apresentar um panorama crítico da produção cultural no território americano, por meio da Arquitetura.
O curso será dividido em quatro módulos que organizam, para os estudantes, reflexões projetuais em distintas escalas: território, cidade, espaços públicos e equipamentos.
Os módulos, bimestrais, definem as quatro regiões que serão discutidas como tema de trabalho. No ano de 2016 os países estudados serão Brasil, Venezuela, Portugal e Cuba. A ideia é refletir sobre as necessidades próprias destes países, as relacionando às esferas culturais, socioeconômicas e ambientais. O objetivo é promover o estudo de outros países continuamente e de forma rotativa. Após seis anos do curso, será a primeira vez que um país fora da América será tema de pesquisa. Portugal, como parte formadora da cultura americana, será convidado no próximo ano. A intensão é de ampliar essa participação nos anos seguintes com Espanha e países africanos lusófonos.
Cada módulo está organizado em três partes: História e Cultura, Arquitetura e Arte e Ateliê de Projeto, quando os alunos desenvolvem um projeto no país em estudo. Em cada uma destas fases há a participação de professores convidados dos países a serem investigados.
O curso é coordenado pelos arquitetos Alvaro Puntoni e Fernando Viégas, doutor e mestre, respectivamente, formados pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAAUSP).
A professora de história, Marianna Al Assal, o geógrafo, Marcelo Ribeiro e o critico de arte, Felipe Chaimovich são corresponsáveis pela organização das aulas de Teoria América, Geografia e Arte Americana, respectivamente.
HABITAÇÃO E CIDADE
O Curso propõe uma atualização dos conhecimentos históricos e teóricos referentes à habitação coletiva e também da prática do projeto relacionado a esse tema.
O objetivo desta especialização lato sensu é dar continuidade à formação dos profissionais e acadêmicos que desenvolvem projetos e enfrentam a questão da Habitação de Interesse Social nos territórios urbanos. Visa sistematizar e analisar os problemas enfrentados na prática da profissão, avaliar procedimentos adotados em projetos face aos seus resultados, além de, através do exercício projetual nas fases de Atelier de Projeto, estudar caminhos para possíveis transformações e melhorias no quadro atual.
O curso está organizado em quatro módulos que contam com aulas teóricas, palestras e fase de atelier de Projeto. São desenvolvidos pelos alunos projetos e textos referentes ao tema de cada Módulo, que resultam em avaliação bimestral, acrescida de avaliação por Trabalho de Conclusão individual.
A especialização é coordenada pelos arquitetos Ruben Otero e Luis Octavio de Faria e Silva. Ruben Otero é formado pela Universidade da República do Uruguai (1983) e novamente pela Unesp, em 2007. Doutor em Projetos Arquitetônicos pela Universidade Politécnica da Catalunha (2008). Luis Octavio de Faria e Silva é formado (1989), com mestrado (2001) e doutorado (2008) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP).
O curso conta ainda com assistência de coordenação de Maria Teresa Fedeli, formada (1995) pela Universidade Paulista (UNIP), com especialização (2009) na Escola da Cidade. Atuou na coordenação do Programa Paraisópolis (Prefeitura Municipal de São Paulo).
INSCRIÇÕES
Arquitetura, Educação e Sociedade – inscrições abertas até 15 de fevereiro de 2016
Geografia, Cidade e Arquitetura – inscrições abertas até 15 de fevereiro de 2016
Habitação e Cidade – inscrições abertas até 19 de fevereiro de 2016