Novo prédio do Sesc é autorizado no Parque Dom Pedro II

Revitalização da região do Mercadão Municipal de São Paulo prevê escola de culinária, biblioteca e outros equipamentos culturais


Marina Pita, da Infraestrutura Urbana

A autorização para a construção do prédio do edifício que abrigará a unidade do Serviço Social do Comércio de São Paulo (Sesc) no Parque Dom Pedro II foi concedida pelo prefeito de São Paulo Gilberto Kassab. A região no centro da capital paulista conta com amplo projeto de revitalização.

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O edifício do Sesc será erguido em uma área de 7 mil m², em terreno público, onde ficava o edifício São Vito, recém demolido pela prefeitura de São Paulo. Em troca, o Sesc ofertará gratuitamente uma série de serviços para a população.

A unidade terá 24 mil m² e abrigará uma clínica odontológica, um restaurante, um café, uma biblioteca, um ginásio poliesportivo, um teatro, salas multiuso, áreas de recreação infantil, piscinas, além de espaços para oficinas culturais.

Em espaço vizinho, está prevista a construção de uma unidade do Senac com cursos voltados para a gastronomia, aproveitando a proximidade do Mercado Municipal da Cantareira (Mercadão Paulistano).

A edificação fará parte do Plano Urbanístico do Parque Don Pedro II, a ser implantado em até dez anos, e elaborado pela Fundação para a Pesquisa em Arquitetura e Ambiente (Fupam), ligada a Universidade de São Paulo (USP). A arquitetura e urbanismo do setor norte, onde está localizado o prédio do Sesc, foi desenvolvido pela UNA Arquitetos.

As primeiras obras do plano consistiram exatamente na demolição dos edifícios São Vito e Mercúrio, e de outras 33 pequenas edificações do entorno. A próxima etapa prevê a construção de um pontilhão sobre o rio Tamanduateí para interligar a região central e o Terminal de Ônibus Parque Dom Pedro II.  Essa nova estrutura possibilitará a demolição do viaduto Diário Popular que, segundo a prefeitura, descaracterizou a paisagem urbana.

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Fonte: http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/novo-predio-do-sesc-e-autorizado-no-parque-dom-pedro-244150-1.asp

Teste de assertividade da biblioteca de componentes BIM do MDIC

Já está disponível o material apresentado no XV Congresso de Sigradi

 

Entre os dias 16 e 18 de novembro de 2011, durante o XV Congresso de Sigradi, em Santa Fé, no México, o arquiteto Professor Eduardo Sampaio Nardelli foi o porta-voz do Grupo de Trabalho BIM da AsBEA (GTBIM) para apresentar o trabalho que diz respeito à modelagem de um empreendimento residencial do programa Minha Casa Minha Vida e o teste da aplicabilidade da Biblioteca criada especificamente para ser aplicada a projetos deste programa.

Foram aplicados todos os elementos da biblioteca e sugeridas melhorias. Com relação a direção de conflitos, a mesma foi aplicada parcialmente, por termos somente o modelo arquitetônico em ferramenta paramétrica.

Foi também feito um teste de importação/exportação para formato IFC.

Todos estes resultados apresentados no evento mencionado acima e o artigo resultante do trabalho já estão disponíveis aqui.

Clique e confira.

Fonte: http://www.asbea.org.br/escritorios-arquitetura/noticias/teste-de-assertividade-da-biblioteca-de-componentes-bim-do-mdic-243590-1.asp

No Recife, exposição sobre Niemeyer abre as portas no Parque Dona Lindu

Mostra está na Galeria Janete Costa, que foi projetada pelo arquiteto.
Esculturas e réplicas de projetos originais fazem parte do material exposto.

Vítor Tavares Do G1 PE
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Galeria Janete Costa recebe exposição sobre Neimeyer (Foto: Divulgação)

A Galeria Janete Costa, localizada no Parque Dona Lindu, no bairro de Boa Viagem, recebe, até o dia 18 de março, uma exposição sobre seu próprio criador, Oscar Niemeyer. A mostra “Niemeyer: arquiteto, brasileiro, cidadão” traz à capital pernambucana um resumo da obra do artista centenário, através de esculturas e réplicas de projetos originais, desenhos e textos do próprio arquiteto, além de fotografias produzidas por seu neto Kadu Niemeyer e depoimentos sobre sua obra e seu engajamento político.
A mostra é uma realização da Secretaria de Cultura do Recife e marca as comemorações de 104 anos de Niemeyer, celebrados no dia 15 de dezembro. A curadoria da exposição é assinada por Marcus Lontra Costa e Jobson Figueiredo Alves, e o design de montagem é de Eduardo Werneck. “Niemeyer é um ícone da arquitetura mundial. A mostra é um retrato preto no branco de um brasileiro que brigou com as retas e lutou em liberdade das curvas. Além disso, ele é um dos poucos ícones que se manteve com a mesma posição política, de luta e com visão humanística”, afirma Jobson Figueiredo.
O arquiteto, que nasceu no Rio de Janeiro, ficou famoso pelas construções inovadoras, de ruptura com traços clássicos. Entre seus feitos, está o projeto de construção da capital do Brasil, Brasília, e conjuntos arquitetônicos espalhados por cidades como Belo Horizonte, Niterói e São Paulo. Algumas dessas obras estão representadas com réplicas na mostra. Em Pernambuco, o Parque Dona Lindu é a única construção projetada por Niemeyer. Além da Galeria Janete Costa, o espaço também conta com o Teatro Luiz Mendonça.
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Exposição fica aberta até março de 2012 (Foto: Divulgação)

O espaço é apontado como ideal para se falar da vida e obra do arquiteto em uma mostra. “A galeria tem toda uma característica e as condições de se preparar uma exposição que transmita as linhas curvas, a sinuosidade. E também, hoje, o Parque Dona Lindu é uma realidade, utilizado por todas as classes. É a democratização dos espaços públicos, muito defendida por Niemeyer”, pontua Jobson.
A exposição também oferece aos visitantes o projeto Ação Educativo, que conta com monitores capacitados para conduzir visitas em inglês, espanhol, francês, alemão, italiano e na Linguagem Brasileira de Sinais (Libras). Os textos da mostra também terão versão em Braille, atendendo as pessoas com deficiência visual. Um mediador cego é quem irá conduzir esses visitantes.
A entrada custa R$ 2,00 (inteira) e R$ 1,00 (meia-entrada). Grupos de escolas e entidades sociais terão entrada gratuita, caso tenham agendado previamente.

Fonte:http://g1.globo.com/pernambuco/noticia/2011/12/no-recife-exposicao-sobre-niemeyer-abre-portas-no-parque-dona-lindu.html

CAU/TO – Regimento Geral é aprovado

   DSC03523                                                                                                                                                         Na noite do último dia 21 de dezembro, os conselheiros do CAU/TO reuniram-se no auditório do CREA-TO para tratar de assuntos muito importantes relacionados à instalação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo no Tocantins. A reunião presidida pelo presidente do CAU/TO, Lucas Rodrigues Dantas teve a presença, além do presidente, dos conselheiros estaduais: Pedro Lopes Junior, Evercino Moura dos Santos Junior, Giovanni Alessandro Assis Silva e dos suplentes, Patricia Orfila Barros dos Reis, Riknelson Pereira Luz, Adriana Dias, Marivaldo Ribeiro e Eduardo Manzano Filho. Estiveram presentes também o conselheiro federal Gilmar Scaravonatti e seu suplente, Luis Hildebrando Ferreira Paz.DSC03515

Abrindo a reunião, o presidente Lucas passou a palavra ao conselheiro federal Gilmar Scaravonatti que explanou sobre a reunião do CAU/BR ocorrida em Brasília/DF nas datas de 14 e 15 de dezembro, destacando como principal ponto a aprovação do SICCAU – Sistema de Informação e Comunicação do CAU, que foi colocado em funcionamento no último dia 22 de dezembro, que é o canal de comunicação dos arquitetos e urbanistas de todo o Brasil com o novo Conselho, onde é possível emitir neste primeiro momento, RRT’s, certidões, além da atualização cadastral que é primordial para a atualização do cadastro do CAU. Para acessar o sistema no Tocantins entre no site: www.cauto.org.br

Posteriormente, seguindo a pauta da reunião, foi posto em discussão o Regimento Geral do CAU/TO que após ser lido, discutido e feitas algumas adequações às necessidades do Conselho no Estado do Tocantins, foi aprovado por unanimidade dos conselheiros estaduais presentes. A reunião continuou com a discussão de diversos assuntos de interesse do CAU/TO, destacando-se a realização de convênios, contratação de funcionários, compra de equipamentos e mobiliário, local da sede, calendário de reuniões e outros de importância secundária.

Finalizando a reunião, o presidente Lucas, marcou uma nova reunião para a primeira semana de Janeiro/2012, com a pauta principal de eleição do vice-presidente, diretoria executiva e comissões.

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Após o término da reunião, o conselheiro federal e atual presidente do IAB/TO, Gilmar Scaravonatti, passou às mãos do presidente do CAU/TO, Lucas Rodrigues Dantas, um DVD em comemoração aos 20 anos de fundação do IAB/TO que passou a ser o primeiro acervo do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Tocantins.

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AsBEA divulga tabela comparativa de softwares BIM para modelagem paramétrica

Material apresenta dados como preço, locação de licença, atualização, centros de treinamento e suporte dos principais fornecedores do Brasil


Ana Paula Rocha

O grupo de trabalho BIM da AsBEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura) criou uma tabela comparativa de softwares BIM disponíveis para modelagem paramétrica. Neste material constam informações como: fabricante, origem, preço, locação de licença, atualização, valor de atualização, centros de treinamento e suporte, entre outras.

De acordo com a arquiteta Miriam Addor, coordenadora do grupo de trabalho, a tabela foi elaborada para compilar todos os dados pertinentes aos softwares, hardware, treinamento e sistema operacional focado nos arquitetos. "O principal argumento diz respeito à pergunta: 'Como montar um escritório BIM?'. Muitos arquitetos nos perguntam como começar, quanto custa um software, quais são os softwares disponíveis no mercado. Então, para fazermos um resumo a todas estas questões, resolvemos elaborar esta tabela comparativa", afirma Miriam.

Os critérios para escolha dos softwares analisados, segundo a arquiteta, foram disponibilidade para compra no Brasil, assistência técnica e maior número de usuários no Brasil. A tabela vai ser atualizada periodicamente. "A princípio estamos pensando em atualizá-la uma vez por ano, pois necessitamos dos dados dos fornecedores e estes dados muitas vezes demoram para chegar", explica.

Além de Miriam, participam da elaboração da tabela Miriam Castanho, Eduardo Sampaio Nardelli, Amaury Mavatari, Murillo Sanches, Henrique Cambiaghi e Joyce Delatorre. Para conhecer o trabalho, acesse http://www.asbea.org.br/download/Tabela_Comparativa_Softwares_BIM.xls

Fonte: http://www.piniweb.com.br/construcao/arquitetura/asbea-divulga-tabela-comparativa-de-softwares-bim-para-modelagem-parametrica-243722-1.asp

Memória Fotográfica

News / por Zupi

Memória fotográfica é um dom assim como ouvido absoluto. Alguns nascem com ele, outros tentam desenvolver técnicas para chegar perto de alguém que possua o talento. O londrino Stephen Wiltshire é um cara que nasceu com o dom da memória eidética e, assim, possui a capacidade de lembrar detalhadamente de grandes cenários ou imagens que ele tenha visto, nem que tenha presenciado a cena rapidamente.

Quando nasceu, era mudo e foi diagnosticado como autista. Portanto, o único modo que encontrou de se comunicar foi a partir de desenhos. Lá pelos sete anos, passou a rabiscar cenários e prédios de Londres com todos os detalhes possíveis, o que acabou chamando a atenção da mídia.

Em 1987, Stephen publicou seu primeiro livro chamado Drawings, com os esboços do que viria a ser seu trabalho mais reconhecido. Em seu site, pode-se ver até 400 obras e, abaixo, selecionamos algumas de visão aérea.

O artista sobrevoa a cidade que vai desenhar por dez ou vinte minutos e, quando desce, consegue reproduzir toda a cena no papel. No final também há uma imagem dele desenhando um panorama da cidade de Nova Iorque em uma tela realmente grande. Saca só:

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Veja outros desenhos dele no site: Stephen Wiltshire

Fonte: http://www.zupi.com.br/index.php/site_zupi/view/memoria_fotografica/#.TvODk5Wwl10.facebook

Arquitetura e Aço: Estudo dos condicionantes para projeto arquitetônico integrado

Arquitetura e aço 

Resumo

O presente artigo descreve alguns aspectos relevantes para o desenvolvimento de projetos em Estruturas em Aço, apresentando brevemente os condicionantes do sistema estrutural em aço, os tipos de perfis, alguns tipos de ligações, algumas formas estruturais, o pré-dimensionamento de vigas e pilares e a interface dos elementos estruturais e de vedação interna e externa. Os tópicos abordados têm como objetivo demonstrar que os profissionais das áreas de arquitetura e acadêmicos devem conhecer o sistema em aço antes de projetar, salientando a importância do desenvolvimento de projeto de forma integrado à estrutura e aos demais sistemas complementares. Propõe-se implantação de uma nova disciplina no curso de Arquitetura e Urbanismo na Universidade Comunitária da Região de Chapecó - Unochapecó, que aborde o tema "Integração entre Arquitetura e Estrutura em Aço".

1- Introdução

A arquitetura tem como desafio promover os sistemas industrializados e tecnologias atuais no Brasil, tendo o arquiteto o papel de disseminador das estruturas metálicas em projetos residenciais, comerciais e industriais. Ao escolher sistemas industrializados, exige uma nova forma de pensar o projeto onde o profissional deve ter o conhecimento sobre o material, suas aplicações e seu processo, para conseguir melhores resultados plásticos, técnicos e funcionais. Busca-se então compreender as potencialidades e complexidades do aço na arquitetura, onde este artigo tem como objetivo abordar alguns tópicos importantes para profissionais e acadêmicos que queiram conhecer um pouco mais sobre este sistema construtivo na produção de projetos arquitetônicos levando em consideração a integração da arquitetura e estrutura e sua construtibilidade. Propõe-se implantação de uma nova disciplina que aborde o tema “Integração Arquitetura e Estrutura em Aço” e complementar as disciplinas de projeto arquitetônico, no curso de Arquitetura e Urbanismo na Universidade Comunitária da Região de Chapecó a fim de suprir, as necessidades dos alunos e qualificar ainda mais o ensino das disciplinas de projeto arquitetônico, contribuindo para a formação acadêmica e profissional dos alunos, disseminando o uso do aço em nosso país.

2- Os Condicionantes

Ao iniciar um projeto o arquiteto deve ter em mente que a edificação será com aço para que se possa ganhar tempo, racionalização de sistemas construtivos, uso de mão de obra mais qualificada, processo mais industrializado.
De acordo com Teixeira (2007, p. 3) os maiores problemas são provenientes de deficiências no processo de projeto. Os maiores problemas em obra se referem às ligações entre os elementos e a estrutura metálica, que estas quando não detalhadas adequadamente são problemáticas e podem comprometer a montagem no canteiro de obra, diminuindo a agilidade da construção e conseqüentemente aumentando o custo da estrutura devido aos re-trabalhos.
Muitas vezes, na fase inicial de projeto, pouco tempo é destinado para definições projetuais. Uma série de interferências das interfaces dos elementos da construção, a falta de comunicação entre os profissionais envolvidos, falta de coordenação dos projetos e a compatibilização entre todos os sistemas, ocasiona medidas paliativas na fase de execução da obra.
Outra questão é a dificuldade em se especificar materiais e componentes industrializados complementares à estrutura metálica pela falta de conhecimento dos profissionais envolvidos, e dificuldades na obtenção das informações sobre os materiais e componentes necessárias para subsidiar os projetos, podendo gerar incompatibilidade de materiais.
Na etapa de detalhamento dos projetos, a especificação correta de materiais e componentes podem evitar problemas durante a execução da obra e, também, durante a pós-ocupação do edifício.
O profissional projetista deve ter conhecimento de todas as etapas do processo de um edifício industrializado abrangendo processos de adequação de perfis metálicos, formas de conexão entre elementos estruturais, fechamentos e acabamentos utilizados, além de conhecer os tipos de aço, perfis, compatibilidade com outros materiais, precisão construtiva, transporte, montagem, conexão entre os elementos estruturais.

O Projeto de arquitetura e projetos complementares como o civil, o elétrico, o hidráulico, ar condicionado, instalações especiais, devem ser desenvolvidos de forma integrada, pois a estrutura metálica é um sistema industrializado e qualquer falha neste processo, pode comprometer a obra.

A utilização de um sistema modular em uma edificação parte do princípio que o projeto de arquitetura é a base que possibilita através da racionalização, maior economia nos custos e melhor qualidade no produto final, ou seja, a obra pronta.

A modulação arquitetônica é ferramenta útil para evitarem-se interferências e permitir maior integração com os demais componentes da construção, porém a modulação nem sempre é possível em todas as peças que compõem uma edificação.

Assim, de acordo com Oliveira (2004, p. 20) “[...] a opção por um sistema modulado em estruturas metálicas visa às vantagens expostas deste tipo específico de construção. Em certas regiões brasileiras já são produzidas peças de fechamento compatível com o sistema modular da estrutura metálica.”

A solução integrada (projeto arquitetônico, civil, complementares), a visão do todo arquitetônico e dos detalhes, racionaliza o processo do projeto e construção e simplifica os processos de fabricação-montagem e acabamento, torna os custos compatíveis com soluções propostas e contribui para atingir objetivos propostos para a utilização do aço na construção.

O objetivo do módulo fundamental no projeto de arquitetura metálica “é proporcionar ao arquiteto inúmeras possibilidades de um desenho variado dentro do processo de fábrica.” (OLIVEIRA, 2004, p. 21).

Embora permita a racionalização da etapa de fabricação, pequenas perdas durante o processo sempre existirão, as malhas reticulares apenas contribuem para que estas perdas se mantenham em limites admissíveis.

Fonte e reportagem completa: http://www.metalica.com.br/arquitetura-e-aco-estudo-dos-condicionantes-para-projeto-arquitetonico-integrado?utm_source=EasyMailing&utm_medium=e-mail&utm_term=News38%3ASkywalk&utm_content=News38%3ASkywalk&utm_campaign=Padr%E3o

Arquitetos trazem a natureza à cidade por meio de jardins verticais

harmonia-corridor-flooring                                                               Para lidar com a falta de vegetação em meio à cidade e ao crescimento urbano, arquitetos do mundo todo estão desenvolvendo projetos ambiciosos para trazer a floresta de volta, usando a tecnologia verde e colocando-as em estruturas verticais. | Imagem:Nelson Kon

                                                                                                                                                     Para lidar com a falta de vegetação em meio à cidade e ao crescimento urbano, arquitetos do mundo todo estão desenvolvendo projetos ambiciosos para trazer a floresta de volta, usando a tecnologia verde e colocando-as em estruturas verticais.

Há cem anos atrás, a resposta mais radical do mundo para a expansão da cidade moderna foi a construção de Letchworth, a primeira "Cidade Jardim" do mundo, em Hertfordshire, situada ao norte de Londres. O criador do conceito de “Cidade-Jardim” foi Ebenezer Howard, que considerava Londres uma cidade poluída, lotada e um local desumano para se viver. Ele imaginou uma comunidade utópica que poderia desfrutar o melhor da cidade e do campo: um jardim para cada casa e uma caminhada através de campos para os trabalhadores em direção a empregos nas fábricas. A ideia de “Cidade-Jardim” foi replicada em diversas localidades do mundo.

Na última década, porém, a ideia de Howard foi reinventada em conceitos pós-modernos para “cidades sustentáveis”, onde cada vez mais pessoas acreditam que  acesso a um jardim é uma necessidade humana básica.

Cidade JardimFonte e reportagem completa:  http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/4011/arquitetos_trazem_a_natureza_a_cidade_por_meio_de_jardins_verticais/

 
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