Curso - Luminotécnica Básica

Objetivo:
O curso tem como proposta, apresentar ao participante as questões que envolvem a iluminação artificial, bem como, conceitos e grandezas luminotécnicas, características das lâmpadas e equipamentos de iluminação, leds, controles, cálculos, etc...buscando um entendimento geral como base para projetos de iluminação e demais cursos avançados no tema.

Público-Alvo:
Profissionais e Estudantes da área de Arquitetura, Decoração, Design e Iluminação.

Certificado:
O curso emitirá ao final um certificado de Participação On-Line.

Formato e Disponibilidade:
O curso será ministrado no formato de apostila em PDF em módulo único e disponível para download. Todo o conteúdo ficará disponível 24 horas por dia e será disponibilizado na própria tela do curso, um link "Tira Dúvidas" diretamente com a equipe do Portal para qualquer esclarecimento sobre a matéria.

O Programa

  • Introdução
    Radiação Eletromagnética
    Espectro Visivel
    Luz e Cor
  • Grandezas Luminotécnicas
    Fluxo Luminoso
    Intensidade Luminosa
    Eficiência Luminosa
    Iluminância
    Luminância
  • Características das Lâmpadas
    Rendimento Luminoso
    Temperatura de Cor
    Índice de Reprodução de Cores
    Luminância
    Duração de Vida Média
  • Tipos de Lâmpadas e Fontes de Luz
    Lâmpadas Incandescentes
    Lâmpadas de Descarga
    Lâmpadas de Indução
    LEDs
    Novas Tecnologias em Iluminação
  • Equipamentos Auxiliares
    Reatores
    Ignitores
    Transformadores
    Fontes de Alimentação
    Drivers
  • Luminárias
    Tipos
    Aplicações
  • Controles de Iluminação
    Interruptores
    Sensores
    Automação

Fonte e inscrições: http://lightingnow.com.br/curso_lum_basic.php

A rua comercial em cidades intermediárias: Iniciativa, gestão e participação chave no desenvolvimento

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A atividade comercial tradicional nas cidades intermediárias cumpre um importante papel de estruturador da vida urbana, por sua capacidade de potencializar o desenvolvimento de outras atividades e pelo sentido de pertencimento que gera. No entanto, cada rua ou centro comercial é único, por sua história, seus edifícios, suas ruas, seus habitantes e seus usuários.

Por Dr. Arq. Guillermo Tella, Doutor em Urbanismo e Lic. Alejandra Potocko, Licenciada em Urbanismo

Em tal sentido, cada uma deve ser analisada, projetada e gerida de modo particular, com as contribuições daqueles que a fazem, a vivem e a consomem. Sendo assim, os elementos chave para dar valor para revitalizar áreas urbanas e fomentar o comércio varejista constituem: a iniciativa, a gestão e a participação. De quem a iniciativa surja determina em grande medida o modelo de gestão adotado e os mecanismos e níveis de participação dos diferentes atores envolvidos.

Em cidades de tamanho médio, as associações de comerciantes podem programar várias estratégias de fomento do comércio local: obter uma visão de conjunto sobre o centro comercial de sua incumbência já é uma estratégia de progresso. Quando se associam para elaborar estratégias sobre atenção ao público, cartazes, folhetos, treinamentos, promoções, etc., obtêm maiores benefícios. Se em conjunto elevam inquietudes ao município, mediante o apoio de outras entidades, como universidades, câmaras, federações, pode-se atingir uma sedimentação de reivindicações em projetos, convênios ou planos, a partir da qual eles podem ver aumentadas as suas capacidades para progredir.

As administrações municipais, por sua parte, também possuem iniciativa quando veem a possibilidade de concretizar uma obra que beneficiará o conjunto da cidade, e incorporam aos comerciantes convocando-os a participar do desenho, da execução e da gestão de diferentes projetos de valorização dos centros comerciais. Em geral, este tipo de iniciativa aparece com a vontade política de planejar a cidade, materializando-se em um Plano Urbano, um Plano Estratégico, ou uma série de projetos articulados.

Entre os pedestres, o passeio e a “palermização”

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A tradicional cidade de Mar Del Plata, com toda sua beleza e esplendor, oferece uma rica variedade de desenvolvimentos comerciais. O calçadão San Martín, a rua Güemes, a avenida Juan B. Justo, a rua Alem e o entorno do porto são alguns dos locais privilegiados.

A área central da cidade da cidade constitui o local principal de concentração de comércio. Está delimitado pela rua Catamarca, a avenida Pedro Luro e a costa. Sua coluna vertebral desde o mar até a Diagonal Pueyrredón com a Feira de Artesanatos e os dois centros comerciais, é o calçadão San Martín, a rua comercial por excelência da cidade. Complementam a oferta: a rua Güemes (de intensa atividade e sofisticação), a avenida Juan B. Justo (conhecida como “a zona dos pulôveres), a rua Alem (de grande agito noturno) e o Centro Comercial e Gastronômico do Porto.

O calçadão San Martín desenvolve-se ao longo de sete quadras, desde a Rua Buenos Aires até a Rua Bartolomé Mitre e foi inaugurado em 1980 como “Passeio Comercial do Centro”. Oferece uma grande quantidade de locais comerciais, centros gastronômicos, serviços e entretenimento e constitui o local de congregação de muitos artistas de rua na temporada de verão.

Por outro lado, o eixo da Rua Güemes foi transformado, nos últimos anos, em um verdadeiro passeio comercial, ao estilo de um “shopping a céu aberto”. Localiza-se estrategicamente aos pés dos bairros Los Troncos e Playa Grande. É, assim, o centro comercial mais elegante da cidade, tendo sofrido um processo de transformação que alguns se aventuram a chamar de “Palermização”.

Devido à revalorização da zona e dada a mesma transformação na oferta comercial, uma profunda renovação urbana está acontecendo, o que implica a demolição do patrimônio histórico para a construção de áreas comerciais sob diferentes formatos (galerias ou comércios de rua). Tal é o processo de expansão comercial na zona, que o boom transcende a esta artéria, ocupando cada vez mais ruas transversais. No entanto, ações para proteger as áreas de valor não adquirem visibilidade.

Fonte e reportagem completa: Britto , Fernanda . "A rua comercial em cidades intermediárias: Iniciativa, gestão e participação chave no desenvolvimento" 17 Jan 2013. ArchDaily. http://www.archdaily.com.br/91740/a-rua-comercial-em-cidades-intermediarias-iniciativa-gestao-e-participacao-chave-no-desenvolvimento/?utm_source=ArchDaily+Brasil&utm_campaign=645e92755d-Archdaily-Brasil-Newsletter&utm_medium=email

CAU/BR - Anuidades com desconto ou parcelada até 31 de janeiro

Aproveite o desconto de 10% para pagamento em parcela única ou divida a anuidade em até três vezes, com vencimento em 31 de janeiro, 28 de fevereiro e 31 de março.

Está disponível no Sistema de Informação e Comunicação do CAU – SICCAU os boletos para pagamento da anuidade de 2013. Para emiti-los, basta acessar os Serviços Online, disponível pelo site do CAU/BR, com seu login e senha habituais. O valor integral da anuidade é de R$ 391,37, que pode ser dividido em até três parcelas iguais, para quem pagar a primeira parcela até 31 de janeiro. Quem optar pela parcela única tem desconto de 10% até 31 de janeiro: o valor final será de R$ 352,23.

Você também pode ter direito a outros descontos acumulativos, aplicados proporcionalmente ao mês de registro:

  • 50% de desconto para profissionais graduados há menos de 2 anos;
  • 50% de desconto para profissionais graduados com 30 anos de formação;
  • 90% de desconto para profissionais com 35 anos de contribuição;
  • Estarão isentos do pagamento das anuidades os arquitetos e urbanistas que tenham mais de 40 anos de contribuição.

Fique atento ao prazo, pois após 31 de janeiro o pagamento da anuidade de 2013 só poderá ser feito em cota única e após 31 de março há multa de 20% sobre o valor devido e incidência de correção com base na variação da Taxa Referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia – SELIC, até a efetiva quitação do débito.

Os valores das anuidades são reajustados de acordo com a variação integral do Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC, calculado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, segundo a Lei 12.378/2010.

Quem está com a anuidade de 2012 em aberto tem cinco dias para pagar a taxa após a emissão do boleto no SICCAU, sendo que a anuidade de 2012 vem no mesmo boleto da primeira parcela da anuidade de 2013.

Dúvidas sobre anuidades do CAU podem ser esclarecidas com o CAU do seu estado (vide Contatos CAU/UF no menu Dúvidas no site do CAU/BR) ou pelo 0800 883 0113.

Fonte: http://www.caubr.org.br/?p=5656

Oscar Niemeyer: fábula de um arquiteto, por Escritório de Arquitetura Thobias

A vida é um sopro

Nasceu na heroica manhã da arte e da arquitetura modernas. Seus conterrâneos queriam ressuscitar volutas jesuíticas, projetavam paredes bordadas com argilas oitocentistas e, quase cegos, admiravam supostas belezas arquitetônicas de perto (quando o olho é tato). Em meio a espectros formais, o futuro Arquiteto recebeu ensinamentos clássicos. Desprezou as cariátides, as escócias, os astrágalos, os tríglifos, as métopas, os filetes e as caneluras e todo o vocabulário Vignolesco. Cultivou os piani nobili, as hierarquias, os embasamentos, a ênfase das entradas.

Desde Imhotep-Inventor-de-Pirâmides, jamais um arquiteto desfrutou de sorte tão unânime. Participou das sessões de milagres ocorridas quando Le Maître des Cinq Points de l'Architecture Moderne aportou nestas terras brasílicas e, num repente, tudo mudou; quando a arquitetura nativa adquiriu uma voz enfática e suave, repleta de terraços, de janelas contínuas, de fluidez urbana. Gerações descobriram que a verdadeira arquitetura é incêndio que se propaga pelo espaço circundante, iluminando-nos. Naquelas tardes de inflexões históricas, o Arquiteto herdou sistemas estruturais regulares, racionais e homogêneos, no interior dos quais há volumes independentes; legou pilotis monumentais.

Conheceu um prefeito repleto de carisma e sorrisos, que queria projetos de edifícios ao redor de um lago. O Arquiteto infundiu vida nos ásperos materiais de construção, curvou e recortou lajes, confundiu as paredes e a cobertura de uma capela. O prefeito elegeu-se governador. O Arquiteto seguiu-o. O governador elegeu-se presidente da República. O arquiteto seguiu-o. E o presidente logo aventurou-se em lonjuras infindas, buscando um pedaço de céu, de terra e de sol para elevar uma capital. Outro Arquiteto, Luminoso Mestre de Mestres, traçou a caligrafia do chão, costurando caminhos e fornecendo um leste. Tratores enfileiraram-se na poeira avermelhada das alvoradas, que ressurgiam, a cada dia, organizadas em eixos. O Arquiteto recebeu a tarefa de criar todos os principais edifícios da nova urbe. Moldou o vento, a poeira, o concreto e salpicou volumes elementares no planalto agreste.

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Naquela colheita de edifícios, terminou de estabelecer seu repertório. A memória dos volumes precisos de Étienne-Louis Boullée, Claude-Nicolas Ledoux et alii regularam-lhe a fantasia, estabelecendo uma língua sintética, de morfemas (apud Mahfuz) que geravam um roteiro repetitivo (diriam uns) e coerente (diriam outros) por todos os espaços e de todas as idades: barras horizontais, calotas, torres, prédios-viga, cilindros, marquises, plataformas, cascas. Criou edifícios que pouco tinham a ver com tradições brasileiras. Mas tão vigorosas eram suas criações que dobrou a tradição até encaixá-la na sua própria arquitetura. Até tornar-se O Brasil.

Desde Dinócrates de Alexandria, jamais um arquiteto desfrutou de sorte tão vasta. Quando completou meio século, a Vox Populi já o reconhecia como o maior arquiteto do País. Veio um governo ilegítimo, que depois converteu-se em ditadura e o obrigou a fugir deste nosso continente de pouca história e muitos espaços, rumo a outro, de vastas histórias e ínfimos espaços. Nas terras de França, ganhou uma lei que lhe permitia projetar.

Há arquitetos que morrem de artrite. Há arquitetos que derramam molho de pimenta num bife e morrem de indigestão. Os estudos históricos não registram a triste sina dos inúmeros arquitetos talentosos e azaradíssimos que morrem de caxumba, com três anos de idade, sem conhecer o próprio dom. A sorte, porém, imunizou o Arquiteto. Completou um século de vida, ostentando mais obras do que qualquer outro arquiteto, vivo ou morto. E ainda sobreviveu aos seus críticos mais minuciosos. Sobreviveu ao quase esquecido Herr Maxgroßeprofessorfuncionalismus, que desprezou sua casa por não compor uma série. Sobreviveu, por alguns dias, ao esquecido Grande Concretador-dos-Textos-Ilegíveis, que o criticava porque o criticava. Sobreviveu ao milionário Sergii Illustrateur, que o atacava por não cumprir obscuras pautas políticas. Sobreviveu a Pierrepaul Petitépatant, a Marcius Virága Kisaazony, a Hiram Bamboost, a Athanatos Karamelopoulos, a Ali Baba Backsheesh Rahat.

Adorou tradições universais em silêncio. Transmitiu proezas aéreas. Pastoreou passeios arquitetônicos, hierarquias urbanas, piani nobili. A terra seguirá girando sobre seu eixo. A vida é um sopro.

Escritório de Arquitetura Thobias® é uma criação de Irã Taborda Dudeque, arquiteto, historiador e professor da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Suas ficções arquitetônicas começaram em 1998, como um fanzine distribuído na pós-graduação da FAUUSP.

Fonte: http://www.revistaau.com.br/arquitetura-urbanismo/226/fabula-de-um-arquiteto-276025-1.asp

Espaços e objetos

Na definição da arquitetura e da cidade, os conceitos de espaço e objeto marcam teorias e mecanismos de atuação que merecem ser considerados para compreender a razão de determinadas decisões que afetam a materialização dos edifícios e a configuração urbana. Eles são muito mais que problemas operativos, são pautas ideológicas que definem a consciência física e social do ato de projetar.

Nas cidades brasileiras em geral diferencia-se uma estrutura que podemos chamar "cidade de espaços" - aquelas derivadas da colonização portuguesa e da cidade liberal do Século XIX - de outra que chamaremos "cidade de objetos", desde a influência da modernidade até os nossos dias.

Nas primeiras, a configuração dos espaços urbanos que possibilitam a convivência social determina a própria produção da arquitetura e a relação hierarquizada entre monumentos estruturantes e tecido acompanhante. O conceito de tipo arquitetônico - esquema edilício consagrado culturalmente que, por repetição, define a estrutura da cidade - está na matriz desse tecido urbano organizado em função do espaço social.

Na cidade atual, esse conceito foi substituído pelo de objeto abstrato e isolado, independente de uma relação de pertencimento a determinado contexto físico ou social. O resultado é a paisagem urbana de "cidade de objetos" autônomos, sem relação de continuidade, agravado pelas características de exclusão e segregação social que promovem.

O conceito de espaço leva implícita a ideia de existencialidade na consolidação de um lugar: espaço qualificado mediante a apropriação das pessoas. Em termos de projeto de cidade, a ideia de espaço tende a ser de integração e congregação, enquanto que a de objeto é de segregação e dispersão. Enquanto o espaço promove uma realidade existencial, o objeto tende à abstração contemplativa. Enquanto o espaço tende a socializar, o objeto tende a elitizar. Enquanto o espaço materializa a cidade pela construção coletiva, o objeto é produto da inspiração individual e autoritária.

Espaços e objetos compõem um contraponto instigante para a decisão das intervenções. Formulam as estratégias que decidem a cidade e a sociedade que queremos: cidade de espaços -ou melhor, de lugares- para o convívio cidadão, ou cidade de objetos excludentes e desintegrados; cidades que favorecem a convivência ou que estimulam a exclusão; cidades para serem vivenciadas ou para serem circuladas; edifícios que promovem o convívio ou que se fecham em estruturas defensivas; cidades abertas ou fechadas; inclusivas ou exclusivas.

Espaços e objetos são muito mais que formalizações urbanas e arquitetônicas: são estratégias de integração ou exclusão social, são decisões que afetam a cultura e a convivência entre as pessoas; são, em definitivo, a opção entre o modelo de cidade integrada e civilizada ou de cidade decadente e excludente.

Na realidade das cidades brasileiras, pensar espaços qualificados é pensar nas pessoas em convivência pacífica e civilizada. Pensar objetos é pensar nas pessoas segregadas e isoladas em um contexto defensivo que só estimula a violência.

A dicotomia exposta é uma generalidade baseada na experiência da construção da cidade contemporânea que tem, evidentemente, matizes que permitem detectar objetos carregados de existencialidade. Porém, a cultura arquitetônica e urbanística brasileira precisa refletir estes conceitos em função das cidades que queremos construir e dos comportamentos sociais que elas promovem.


Roberto Ghione é arquiteto e diretor do IAB/PE

CAU/BR - Chamada Pública de Patrocínio 2013-2014

O Edital de Chamada Pública de Patrocínio visa promover a seleção de projetos com data de início entre 20 de março de 2013 e 30 de março de 2014 a serem patrocinados pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil – CAU/BR, que sejam relevantes para o desenvolvimento da Arquitetura e Urbanismo, conforme as disposições da Resolução CAU/BR nº 23, de 4 de maio de 2012, e do Edital de Chamada Pública de Patrocínio. Os projetos devem ser encaminhados ao CAU/BR até 6 de fevereiro de 2013.

Edital Nº 01/2013 – Chamada Pública de Patrocínio

Resolução CAU/BR Nº 23, de 4 de maio de 2012

Anexo II – Formulário 2013

Anexo III – Minuta de Encaminhamento

 

Fonte: http://www.caubr.org.br/?p=5587

IPHAN e UNESCO oferecem curso a distância de Patrimônio Imaterial

 

iphan-e-unesco-oferecem-curso-a-dist-ncia-de-patrim-nio-imaterial_renderizafcdmidiaCourtesy of IPHAN

Estão abertas as inscrições, até o dia 8 de fevereiro, para o curso Patrimônio Imaterial: fortalecendo o Sistema Nacional, uma realização do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e da UNESCO no Brasil por meio do Projeto Difusão da Política do Patrimônio Cultural Imaterial no Brasil, e com coordenação técnica da Inspire | Gestão Cultural. Com aulas ministradas a distância, pela internet, o curso acontece entre os dias 1º de março e 4 de maio de 2013. Serão oferecidas 200 vagas para profissionais de todo o Brasil. A iniciativa faz parte das comemorações dos 10 anos da Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, de 2003. Será feita seleção das inscrições enviadas e o resultado será divulgado a partir do dia 20 de fevereiro.

O curso, gratuito, estruturado em oito disciplinas, tem como objetivo fortalecer as capacidades locais para implementação e execução de políticas de patrimônio imaterial nos estados e municípios brasileiros, por meio da capacitação de gestores culturais para atuarem na salvaguarda do patrimônio cultural imaterial – legislação, identificação, reconhecimento, apoio e fomento à sustentabilidade. Pretende-se, assim, fomentar o Sistema Nacional de Patrimônio Cultural. Será possível ainda analisar e discutir os principais conceitos relacionados ao patrimônio cultural brasileiro em suas diferentes dimensões e interações com aspectos de identidade, território e meio ambiente.

O público-alvo é formado por profissionais que já atuam no campo da cultura e estão interessados em aprofundar conhecimentos nas áreas de mapeamento, inventários, pesquisas e ações de reconhecimento de bens culturais como patrimônio, assim como sobre a política federal de salvaguarda do patrimônio imaterial e demais ações desenvolvidas nessa área.

No início do curso será ministrada a disciplina ”Ambientação em EAD”, que tem como objetivo promover uma boa relação com a aprendizagem virtual, otimizar a utilização dos recursos da plataforma do curso e explicitar a metodologia adotada.

Também serão oferecidas as disciplinas “Tratando de Conceitos”, que discute Referências Culturais e patrimônio; “Comunidade e Gestão do Patrimônio”, que apresenta e discute metodologias de fomento à participação; “Convenção 2003 da UNESCO”, sobre a estrutura geral da UNESCO e da Convenção, além de objetivos e órgãos; “Legislação Brasileira (PNPI, Estados e Municípios)”, sobre a institucionalização do patrimônio como campo de estudo e ação política no Brasil; “Instrumentos de gestão e políticas de fomento”, “Intersetorialidade, Patrimônio e Desenvolvimento” e “Instrumentos e práticas de salvaguarda”, que discutem os instrumentos de Inventário, Registro, Planos de Salvaguarda, Políticas de Incentivos Fiscais, Educação Patrimonial e Tutela Penal do Patrimônio Cultural.

O curso tem a coordenação de conteúdo de Lucas dos Santos Roque e o corpo docente é formado por Patrícia Faria, Mônia Silvestrin, Letícia Vianna, Lucas dos Santos Roque, Mário Pragmacio, Juliana Santilli, Maria Elizabeth Costa e Márcia Sant’Anna.

SERVIÇO
Curso: Patrimônio Imaterial: fortalecendo o Sistema Nacional – EAD
Inscrições: até 08 de fevereiro, pelo site www.inspirebr.com.br
Seleção: até 20 de Fevereiro
Período do curso: de 1º de março a 4 de maio de 2013
Número de vagas: 200
Custo: Gratuito
Carga horária: 65 horas total

Fonte: Britto , Fernanda . "IPHAN e UNESCO oferecem curso a distância de Patrimônio Imaterial" 15 Jan 2013. ArchDaily. http://www.archdaily.com.br/91721/iphan-e-unesco-oferecem-curso-a-distancia-de-patrimonio-imaterial/?utm_source=ArchDaily+Brasil&utm_campaign=3e348c617f-Archdaily-Brasil-Newsletter&utm_medium=email

Concurso de Estudantes para intervir na Trienal de Arquitectura de Lisboa

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Sob o tema Close, Closer é lançado um prémio para talentos promissores de todo o espectro criativo. Estudantes de todo o mundo e de todas as disciplinas são convidados a propor uma intervenção programática para a sede da Trienal de Arquitectura de Lisboa, no Palácio Sinel de Cordes, edifício do século XVIII. Data limite para as candidaturas: 18 Fevereiro 2013. Saiba mais a seguir.

Em resposta direta ao impacto social derivado da recessão e ao défice cívico e cultural criado pela crise na Europa, a Trienal de Arquitetura de Lisboa 2013 lança um programa de bolsas. Em valores que medeiam entre os € 500 e os € 2500, estas bolsas serão atribuídas a ideias anti-crise, de índole cívica para Lisboa e refletem o atual espírito social e empreendedor que surgiu na cidade.

Vemos neste programa uma oportunidade de aplicar conceitos arquitetónicos à cidade numa pequena escala enquanto promovemos e damos visibilidade a projetos locais. Acreditamos que as ideias inovadoras que apoiamos não se vão resumir a resolver problemas e a produzir contributos estimulantes, significativos e de elevado valor estético para a cidade, inspirando à sua leitura, compreensão e replicação.

Descarregue o regulamento do concurso aqui e mais informação sobre o tema da Trienal: Close, Closer aqui.

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Via Trienal de Arquitectura de Lisboa.

Fonte: Alves , Jorge . "Concurso de Estudantes para intervir na Trienal de Arquitectura de Lisboa" 11 Jan 2013. ArchDaily. http://www.archdaily.com.br/91363/concurso-de-estudantes-para-intervir-na-trienal-de-arquitectura-de-lisboa/?utm_source=ArchDaily+Brasil&utm_campaign=1bf7518b2c-Archdaily-Brasil-Newsletter&utm_medium=email
 
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