O que é DESIGN PARAMÉTRICO e porquê você deve aprender sobre isso

 

 

Pode-se dizer que algoritmos servem para resolver questões. Eles são uma espécie de receita, um conjunto de passos planejados para que se alcance um propósito. Os algoritmos se manifestam no nosso dia a dia, nas mais diversas atividades, como o ato de escovar os dentes por exemplo:

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Fluxograma – algoritmo em linguagem natural

Um algoritmo é um conjunto de regras para se obter resultados específicos através da manipulação de dados, com passos precisamente definidos e ordenados ao ponto de poderem ser executados por máquinas. Abaixo, exemplo de algoritmo em linguagem computacional:

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Algorítimo computacional em linguagem C

Por ser um processo automatizado, o uso de algoritmos em certas tarefas de rotina permite que arquitetos concentrem-se na busca por soluções de design, ao invés de desperdiçar tempo em processos tediosos e repetitivos.

A arquitetura deve ser ensinada na escola? A experiência de "Arquitectura para niños" na Espanha

  • Por   
  • Traduzido por Gabriel Pedrotti

    A arquitetura deve ser ensinada na escola? A experiência de "Arquitectura para niños" na Espanha, Segunda sessão de curso 'Iniciação à arquitetura', projeto de Arquitectura para niños. Imagem Cortesia de Taller Abierto
    Segunda sessão de curso 'Iniciação à arquitetura', projeto de Arquitectura para niños. Imagem Cortesia de Taller Abierto
    Durante 2015, os alunos do quarto ano de educação primária do Colégio Ceip Praza de Barcelos na Galícia, Espanha, tiveram a oportunidade de receber dentro do horário escolar o curso de iniciação à arquitetura que fazia parte do projeto local Arquitectura para niños.
    “Na atual sociedade de conhecimento, a criança deve aprender a aprender, saber localizar e filtrar a informação de conteúdos significativos para elaborar conteúdos próprios", explicam Ana Barreiro, Marta Guirado e África Martínez, líderes da equipe do projeto. 
    Sessão 1: O refugio. Comportamento animal e humano. Imagem Cortesia de Taller Abierto
    Sessão 1: O refugio. Comportamento animal e humano. Imagem Cortesia de Taller Abierto
    O êxito do projeto se deve também aos alunos, professores e pais que têm sido muito receptivos a esta ideia inovadora e lutam agora para estender o projeto didático. Através de uma experiência plástica, é permitido que as crianças realizem uma reflexão sobre conteúdos arquitetônicos e aprender ao mesmo tempo sobre Ciências da Natureza, Geografia, Matemática, Educação Artística e Inglês.
    O Projeto foi selecionado na terceira convocatória de projetos escolares EducaBarrié 2014-2015 e foi através do apoio da Fundação Barrié que foi possível implantar este novo modelo de educação em um colégio público da Galícia.
    O programa se desenvolve sob uma metodologia ativa onde as crianças aprendem desenvolvendo atividades orientadas a aprofundar conteúdos específicos. Dentro dos sete módulos, as crianças exploram as características dos materiais, fazem uma reflexão sobre o espaço e descobrem o território onde vivem.
    Assim, de maneira lúdica e com uma aprendizagem por descobrimento as crianças formam um pensamento crítico e se convertem em agentes responsáveis de seu entorno.

    União de superfícies refletoras e árvores pode ser a chave para redução das ilhas de calor

    Redação Portal AECweb
    Créditos: Prathan Chorruangsak/Shutterstock
    Créditos: Prathan Chorruangsak/Shutterstock
    Um estudo realizado pela pesquisadora alemã Sahar Sodoudi mostrou que a combinação de materiais com elevado coeficiente de reflexão (high albedo material – HAM) na pavimentação das ruas e no revestimento dos edifícios, e o plantio de árvores frondosas no vão das áreas edificadas são algumas das melhores soluções para acabar com as ilhas urbanas de calor.
    Intitulada “Energy saving by mitigating urban heat islands in cities”, a pesquisa utiliza como exemplo a cidade do Teerã, no Irã, que possui quase 98% da superfície impermeável e somente 2,4% de área coberta por vegetação. O resultado dessa equação caótica é a formação de ilhas de calor, intensificada pela energia térmica liberada pelas chaminés das fábricas e dos escapamentos dos veículos.
    Mesmo nesse cenário, a implantação de superfícies refletoras e de vegetação reduziu a temperatura em, aproximadamente, 1,67 kelvin às 15 horas e 1,10 kelvin às 3 horas. Nas áreas arborizadas entre os edifícios o resfriamento foi ainda maior (4,20 kelvin).

    Sala de cinema particular

    Você gostaria de ter uma sala de cinema em casa para assistir filmes sem se preocupar em perder o início da sessão? Para tornar esse sonho em realidade, o primeiro passo é ter a acústica correta. O engenheiro Davi Akkerman, vice-presidente de atividades técnicas da ProAcústica explica: “o bom isolamento acústico deve envolver o tratamento de piso, teto e parede”.
    Natália Botelho e Leo Moraes, arquitetos do Simples Arquitetura, concordam que o projeto acústico é essencial. Consideram mais importante até do que a compra de equipamentos sonoros. “Se o local não estiver preparado para recebê-los, não permitirá o bom desempenho dos produtos”, explicam.
    Proporções acústicas
    Para ter uma sala de cinema residencial – principalmente em apartamento, onde há proximidade com vizinhos –, o isolamento deve ser eficiente. Não pode incomodar, nem receber sons do exterior.
    A geometria da sala e a relação entre largura, comprimento e altura devem estar adequadas para que a distribuição dos sons alcance todo o ambiente. “O tempo de reverberação sonora entre 250 e 2000Hz deve estar enquadrado nos valores mínimos recomendados por normas”, explica Akkerman.
    Dimensões iguais – formando quadrados na planta ou cortes – geram dificuldades. Por isso, é importante trabalhar o projeto de arquitetura e de interiores junto com o acústico. “Além de ter o conhecimento das propriedades acústicas dos materiais especificados, o arquiteto deve criar uma identidade e um conceito para o ambiente. É complexo, porque o espaço precisará ser funcional e ter design”, frisam Botelho e Moraes.
    Fonte e informativo completo: http://blogaecweb.com.br/blog/cinema-particular/

    Livro - (In)sustentabilidade urbana



    Insustentabilidade Urbana, de Carlos Domingos Nigro, tem o objetivo de provocar a reflexão e a motivação do leitor sobre a realidade das zonas urbanas brasileiras. Com foco na ocupação irregular do espaço urbano e na formação das favelas, a obra alerta para a necessidade de se encontrar soluções de desenvolvimento sustentável no Brasil, de modo que o equilíbrio ambiental, social e cultural caminhem sob os anteparos de uma gestão urbana eficiente.

    Fonte e mais informações: http://www.intersaberes.com/item-catalogo/in-sustentabilidade-urbana/

    Cidades mais verdes: projetos buscam preservar a flora dos centros urbanos

    O verde na paisagem urbana relembra a importância de uma relação mais equilibrada das pessoas com o meio ambiente. Uma árvore na cidade, muitas vezes, é capaz de unir a vizinhança: quem nunca parou para colher uma frutinha madura na calçada? Há inúmeras iniciativas que fazem um manifesto em favor da natureza no meio urbano.
    Foto: divulgação
    Em Nova York, um mapeamento de árvores da cidade começou a ser feito, em 2015, por 2.300 voluntários que tiveram acesso a informações sobre a relação das árvores com o meio ambiente, suas características, influência das condições climáticas, procedimentos de tratamento, medições e quais os benefícios para a comunidade no entorno. Foram identificadas e catalogadas as árvores de toda a cidade para montar o mapa. Cada árvore recebeu um número de identificação e uma cor, que a relaciona com as 210 espécies registradas. Com isso, é possível saber qual é o tipo de árvore que predomina em cada bairro. O mapa é totalmente interativo e, ao clicar em uma árvore, é possível ver informações sobre a espécie, a folha, o diâmetro, o endereço com número onde a árvore está e sua foto.
    Além disso, com o mapa, é possível saber o tamanho do impacto ambiental e financeiro de cada árvore da cidade. O Serviço de Florestas dos Estados Unidos calculou os benefícios da vegetação da cidade. Os cálculos apontam que as aproximadas 685 mil árvores retêm 1 bilhão de galões de água das chuvas, gerando uma economia de quase US$ 10,8 milhões em reparação e problemas relacionados a inundações, ainda, as árvores ajudam a reduzir a emissão de gases poluentes, como o dióxido de carbono (CO²), em cerca de 1,2 milhão de toneladas, poupando US$ 10,9 milhões. O mapa também possui dados sobre a redução do consumo de energia, onde mostra uma contenção de US$ 85,2 milhões anualmente. Esses cálculos são apenas exemplos de como a natureza pode ajudar na economia, e que sua preservação beneficia toda a cidade e seus habitantes.
    Nova York. Foto: Shinya Suzuki

    Iniciativas gaúchas

    Um belo exemplo é uma iniciativa desenvolvida em Porto Alegre: um mapa colaborativo de frutíferas. Nele, qualquer um pode localizar e mapear árvores para colheita de frutas em Porto Alegre, transformando a ferramenta em fonte de busca e localização para todos que desejam colher das frutíferas. O mapa foi criado em 2013 por Sérgio Kalil com o objetivo de fazer as pessoas colherem e compartilharem mais e, consequentemente, comprarem menos. “Comecei a colher frutas na cidade e perceber quantidade e variedade. Com isso, registrei no mapa aberto para outras pessoas poderem colher e compartilhar os achados”, comentou Kalil. No Rio Grande do Sul existe também um projeto chamado “RS Biodiversidade – Conservação da Biodiversidade como Fator de Contribuição ao Desenvolvimento do Rio Grande do Sul”. O objetivo é promover a conservação e a recuperação da biodiversidade mediante o gerenciamento integrado dos ecossistemas e a criação de oportunidades para o uso sustentável dos recursos naturais, com vista ao desenvolvimento regional.
    Mas qual a importância de preservar a natureza nas cidades? Segundo o arquiteto e urbanista Leonardo Brawl, do movimento Raiz Urbana, a flora e a fauna trazem muitos benefícios para os centros urbanos. Por exemplo: a natureza ajuda na rede pluvial, pois a terra absorve a água das chuvas. “Hoje em dia, com qualquer chuvinha, Porto Alegre está inundada em diversos pontos, pois a maior parte do solo da cidade é de concreto. A natureza ajuda a solucionar os problemas de inundação”, comenta Brawl. Além disso, as árvores ajudam na absorção de poluentes das cidades, melhorando a qualidade do ar para os habitantes dos centros urbanos. Esses benefícios, além de melhorar a qualidade de vida das pessoas, também ajudam na economia do Estado.

    Novas tecnologias aplicadas à segurança do trabalho nos canteiros de obra

    Mauricio Bernardes

    De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, em todo o mundo, acontecem mais de 60 mil acidentes fatais por ano nos canteiros de obra, o que torna a indústria da construção civil uma das mais perigosas para se trabalhar, sendo ela a responsável por mais de 20% de todas as mortes ocorridas no trabalho em 2014. Neste cenário, além do aprimoramento contínuo das legislações e fiscalizações promovidas pelo poder público, a conscientização dos trabalhadores é peça chave para tornar os canteiros mais seguros.
    Neste sentido, merece destaque a recente aplicação de tecnologias de ponta para treinamento, engajamento e acompanhamento dos novos profissionais da área, que sob forte influência do cotidiano cada vez mais digital, apresentam perfil de aprendizado sensivelmente diferente daqueles que entraram no mercado de trabalho da construção nas décadas anteriores.
    Um exemplo disto pode ser observado no trabalho dos pesquisadores alemães da Ruhr-Universität Bochum (RUB), que desenvolveram uma plataforma de treinamento utilizando "realidade virtual" para sensibilizar os operários da construção civil em relação aos aspectos de segurança do trabalho nos canteiros de obra. Utilizando Modelagem da Informação da Construção, do inglês - Building Information Model - BIM, conseguem simular, em ambientes virtuais de obra, situações de risco aos operários que são equipados com óculos de "realidade virtual" e um dispositivo de controle para interagir com a plataforma de treinamento.
    Vale ressaltar que o processo de "gamificação" do treinamento (o uso de elementos do ambiente de jogos em atividades não relacionadas ao entretenimento), influencia e estimula o engajamento das pessoas, além de facilitar o processo de aprendizagem ao torná-lo mais lúdico e dinâmico. No processo, depois que o operário passa pelos desafios em ambiente virtual, ele é incentivado a contribuir com sugestões para tornar o canteiro mais seguro.
    Esta plataforma permite que os operários aprendam, além de lidar com situações de risco, a se familiarizar com o ambiente de trabalho no qual exercerão as suas atividades antes mesmo de sua entrada no canteiro de obras. Além disto, quando há uma modelagem em BIM é possível identificar previamente situações de risco que deverão ser controladas pelas equipes de projeto, planejamento e gestão.
    Uso de BIM para identificação de situações de risco aos trabalhadores e ações para mitigá-lo no projeto, planejamento e gestão da obra

    Fonte e artigo completo: http://blogs.pini.com.br/posts/tecnologia-sustentabilidade/novas-tecnologias-aplicadas-a-seguranca-do-trabalho-nos-canteiros-de-377208-1.aspx

    Prêmio para estudantes de arquitetura e engenharia da América Latina e Caribe vai reconhecer propostas de habitação em concreto

    Podem participar obras executadas em concreto preparado na obra, concreto dosado em central, pré-fabricados, blocos de concreto ou materiais à base de cimento. Premiação inclui bolsas de estudos e viagem

    Gabrielle Vaz, do Portal PINIweb

    Reprodução
    A Federación Interamericana del Cemento (FICEM) e a Federación Iberoamericana del Hormigón Premeszclado estão promovendo a primeira edição do prêmio Viver em Concreto, voltado a estudantes de arquitetura e engenharia da América Latina e Caribe. Serão premiadas propostas de habitações de interesse social que tenham como material principal o concreto (seja concreto preparado na obra, concreto dosado em central, pré-fabricados ou blocos de concreto) ou materiais à base de cimento (argamassas ou solo cimento, entre outros).
    Segundo a organização da premiação, as propostas devem se destacar por sua qualidade, inovação, desempenho, economia, versatilidade e estética; bem como a otimização de recursos, economia de energia, conservação e proteção do entorno físico e do meio ambiente, e o seu impacto positivo na economia e na sociedade.
    Poderão participar, individualmente ou em dupla, estudantes de arquitetura, construção e engenharia civil de Universidades da América Latina e Caribe que estejam cursando os últimos dois anos do curso ou fazendo a sua tese ou trabalho de graduação. Todos os participantes que apresentarem seus projetos em conformidade com as regras receberão um certificado de participação neste prêmio internacional.
    O primeiro colocado ganhará uma viagem com todas as despesas pagas para apresentar o projeto no II Congresso Latinoamericano de Habitação: Viver em Concreto, que será realizado em 9 e 10 de novembro em Salvador, e bolsa de estudos de 100% da Structuralia para Master Internacional Online, no valor entre seis mil e sete mil dólares com diploma na Universidade Politécnica da Cataluña ou na Universidade Internacional Isabel I da Espanha. Para o segundo e terceiro lugar serão bolsas de estudos de 100% da Structuralia para o Curso Internacional Online a ser escolhido no valor entre US$ 400,00 e US$ 600,00.
    As propostas de projetos devem ser exclusivas, não patenteadas e não ter sido apresentadas para outros concursos. Para se inscrever, os interessados precisam enviar o formulário pelo site da premiação até o dia 1º de maio. O Comitê de Habitação e Urbanismo informará aos candidatos sobre a aceitação da participação e após a aprovação deverão ser enviadas as propostas dos projetos até 15 de julho.


     
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    Edited by Allan